quinta-feira, 30 de junho de 2011

Saiba como diferenciar os diversos tipos de leite, feijão e arroz


Embalagens possuem informações sobre fabricação e qualidade de cada produto. Selo do Ministério da Agricultura é obrigatório.

Na hora de cozinhar, a experiência conta, mas a qualidade do produto também. Nas embalagens, estão as informações necessárias para escolher o de melhor qualidade. Mesmo assim, no supermercado, muita gente não sabe diferenciar os tipos de cada alimento.

O arroz e o feijão, por exemplo, são classificados de acordo com os defeitos que eles têm. Os tipos de feijão variam de 1 a 3 e o do arroz de 1 a 5. Os de tipo um tem grãos mais bonitos e inteiros e cozinham com mais facilidade. Os do tipo três têm grãos quebrados, de cores diferentes que podem render menos.




No caso do feijão o importante é colocá-los de molho e observar. Os grãos que boiarem devem ser descartados, porque normalmente são defeituosos e podem não cozinhar direito. Já para o carioquinha, marrom, vale outra dica - quanto mais clarinho, mais novo e melhor é o grão.




Já o leite é classificado por letras. O tipo A é ordenhado sem contato manual e pasteurizado na hora. O tipo B é pasteurizado num local diferente da ordenha. Quanto maior a demora, maior o risco de contaminação. Por fim, o tipo C sai da fazenda em latões e a demora para pasteurização é ainda maior.




Todo produto de origem animal ou vegetal deve ter um selo do Ministério da Agricultura na embalagem. É a garantia de que ele foi inspecionado e obedece às normas de fiscalização.

O consumidor deve ser rigoroso. “Ele está exercendo seu poder de escolha e só consumindo produtos que ele realmente conheça a procedência”, afirma Wilson Roberto de Sá, presidente da Anfa.
Fonte: Jornal Hoje


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Doença celíaca tem predisposição genética - dúvidas sobre o glúten

Segundo a gastroenterologista pediátrica Vera Lúcia Sdepanian, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a pessoa nasce com predisposição genética para ter o problema e, depois de meses ou anos de consumo de glúten, pode desenvolvê-lo. Em geral, o distúrbio aparece entre o primeiro e o terceiro ano, mas pode ocorrer também em adolescentes, adultos e idosos. Ainda não se sabe por que a doença se desenvolve em momentos diferentes da vida.

Às vezes, os sintomas passam despercebidos e não são identificados precocemente. A diarreia crônica costuma ser o principal sinal, acompanhada de emagrecimento e distensão do abdômen. Entre outros sinais, estão anemia que não responde ao tratamento com ferro, baixa estatura sem causa, atraso na puberdade, osteoporose, inchaços súbitos após infecção ou estresse, aftas frequentes, intestino preso e prejuízos do esmalte dentário. Eles podem aparecer isoladamente ou em conjunto, e a doença também pode ser assintomática.

A especialista explicou que o glúten geralmente é introduzido na dieta humana por volta dos 6 ou 7 meses de vida, e familiares de primeiro grau têm mais chance de manifestar a doença celíaca. De cada cem parentes próximos, seis têm chance. E, de acordo com uma pesquisa feita em São Paulo pela Unifesp, para cada 214 doadores de sangue saudáveis, há 1 celíaco.
Pessoas diabéticas, com problemas de tireoide, síndrome de Down ou Turner também têm mais probabilidade de apresentar doença celíaca. Os indivíduos que atingem um grau excessivo de fraqueza e emagrecimento correm mais risco. E, na infância, uma síndrome chamada de crise celíaca pode provocar uma diarreia tão forte a ponto de matar.
Vera Lúcia esclareceu, ainda, que os celíacos podem comer os mesmos alimentos que alguém sem a doença, desde que na composição não haja glúten. Esses itens podem ser preparados com substitutos como milho, mandioca, tapioca, polvilho, batata e arroz.

Segundo a gastroenterologista, em lojas e supermercados, os produtos costumam ser mais caros porque não têm liga nas massas e devem ser preparados de forma especial. O Brasil ainda está aquém do mercado europeu, onde as empresas competem entre si e os valores são menores.
Em um laboratório de pesquisas da Universidade de Mogi das Cruzes, os cientistas estudam formas de fazer alimentos saborosos sem glúten. No mercado, esses produtos costumam ser mais caros, mas encontrados facilmente em supermercados e lojas especializadas. Na cesta básica, o preço sobe de R$ 230 (normal) para R$ 316 (sem glúten), uma diferença de 37%.

O diagnóstico da doença celíaca deve ser feito antes da retirada do glúten da dieta. Recentemente, o Sistema Único de Saúde (SUS) destinou uma verba de cerca de R$ 800 mil para que esse teste seja feito em todo o Brasil. Porém, só cerca de 10% desse valor foi gasto até agora. Após o resultado positivo do exame de sangue, deve ser feita uma biópsia do intestino delgado.

Nesses pacientes, a substância agride e danifica as vilosidades do intestino delgado, prejudicando a absorção dos alimentos. O risco genético é maior quando um familiar de primeiro grau tem a doença. E o diagnóstico pode ser feito por exame de sangue e biópsia do intestino.

Para saber mais sobre a doença celíaca, visite o site da Federação Nacional das Associações dos Celíacos do Brasil (Fenacelbra) e o da Associação dos Celíacos do Brasil (Acelbra).

Receita de bolo de iogurte sem glúten
Ingredientes
- 1 copo de 170 g de iogurte natural
- 200 gramas de creme de arroz
- 3 ovos
- Óleo de canola (medida de 1 copo de iogurte menos um dedo)
- 1 colher de sopa de fermento
- 1 pitada de sal (para as claras em neve)
- Fermento, manteiga e polvilho

Preparo
Bater as claras em neve e depois os outros ingredientes separadamente, inclusive as gemas dos ovos. Acrescentar a clara em neve e colocar o fermento em pó na massa. Em uma forma untada com manteiga e polvilhada com açúcar e canela, despejar a massa. Levar ao forno por 30 a 45 minutos em potência média. (a receita é da culinarista Nildes de Oliveira Andrade).



Fonte: Bem Estar

terça-feira, 10 de maio de 2011

Nove alimentos para deixar a imunidade nas alturas


Sua imunidade anda baixa? Ou, melhor ainda, você não quer dar chance para que nenhum mal afete a sua saúde? Aposte em um prato de comida bem equilibrado, principalmente com os ingredientes certos. "Os alimentos são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico", afirma Ioná Zalcman, mestre em nutrição pela Universidade Federal de São Paulo. De acordo com a nutricionista, atingir a recomendação diária de consumo de frutas e vegetais já garante uma defesa melhor. "O consumo deve ser de cinco porções por dia: três frutas e dois vegetais", completa. A seguir, confira a lista de campeões da blindagem e conheça os motivos que tornam esses alimentos poderosos aliados do organismo.

1- Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo.
2- Vegetais verdes escuros (brócolis, couve, espinafre), feijão, cogumelo (shimeji) e fígado são alguns dos alimentos que apresentam ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo.
3- Carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico), são ricos em zinco, nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico.
4- Noz, castanha, amêndoa e óleos vegetais (de girassol, gérmem de trigo, milho e canola) são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica por conta da idade.

5- Rico em licopeno, o tomate é forte aliado para combater doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo.
6- O ômega-3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo.
7- A castanha-do-Pará e cogumelos (Champignon) contêm selênio, um forte antioxidante que combate os radicais livres, melhorando a imunidade do corpo e acelerando a cicatrização do organismo.
8- Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai além de ajudar a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo.
9- A pimenta é fonte de betacaroneto, substância que se transforma em vitamina A, nutriente que protege o organismo de infecções.
Fonte: www.minhavida.com.br


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Graus a menos e quilinhos a mais? Não! Veja dicas para não perder a forma nesta estação



O sol brilha, mas a brisa fresca do outono dá aquela vontade de não sair da cama. Quando não é dia de trabalho, a diversão preferida é o filmezinho com pipoca no sofá. Por baixo do cobertor, porém, ainda está um corpinho perfeito, lapidado durante o verão. Mas a nova estação as traz tentações que vêm com as temperaturas mais baixas e podem pesar na balança. Aprenda com especialistas como evitar ganhar peso nesse período sem deixar de curtir os seus deliciosos atrativos.

Vontade de comer mais
Se existe algum culpado desse aumento de peso é o nosso metabolismo. O tempo mais ameno vai desacelerá-lo. "Com essa desaceleração, é natural ter maior vontade de comer", destaca a nutricionista Patrícia Haiat. Isso acontece porque o corpo diminui o ritmo para armazenar energias e combater o frio. "Sentimos mais fome nessa época do ano por conta dos processos metabólicos feitos pelo organismo para manter a temperatura corporal", salienta a nutricionista Marcela Casanova.
Por fora, o friozinho pede o casaco de inverno há tempos no armário só esperando por essa oportunidade. Ou aquelas botas sempre em alta na estação. Por dentro, o corpo também busca alternativas que equilibrem sua temperatura. "A metabolização das gorduras produz mais calorias do que a de carboidratos e proteínas, por exemplo. Por isso, tendemos a preferir alimentos mais quentes e de digestão mais lenta, que proporcionam sensação de saciedade por mais tempo, mas também são mais calóricos", explica Casanova.
Os alimentos que mantiveram seu corpo em forma no verão, como legumes, verduras e frutas, acabam perdendo força no cardápio para sopas e caldos. "No verão, é comum as pessoas darem preferência a comidas geladas e de mais fácil digestão, para refrescar e hidratar, já que estes alimentos contêm muita água. No inverno, elas preferem comidas mais pesadas para gerar mais energia", comenta Haiat.
Ficar mais em casa também é outro inimigo da boa forma. "O tempo ameno faz a gente perder um pouco da coragem de sair, reduzindo o nível de atividade física e aumentando o consumo de alimentos. Consequência: o ponteiro da balança sobe mesmo", complementa Casanova.

Inove o cardápio
Para combater a fome crescente e a diminuição da frequência dos passeios sem abrir mão do corpão, a solução é inovar no cardápio. A nutricionista Ana Rosa Cunha recomenda o uso de alimentos termogênicos para os lanches e intervalos entre as refeições.
"Os termogênicos são alimentos extraídos de plantas, como por exemplo o café, as pimentas e os chás. Seus elementos (cafeína, capsaicina e catquinas, respectivamente) são responsáveis por aumentar o gasto calórico", explica Ana Rosa, ressaltando que nenhum deles, no entanto, deve substituir as refeições. Outra ressalva é com relação à hidratação: "A sensação de sede diminui, mas a necessidade hídrica não. Então, continue se hidratando neste período".
Outros elementos podem incrementar ainda mais as receitas da estação. Especiarias como mostarda e gengibre dão um toque especial nos pratos e ajudam na briga com a balança. Segundo Cunha, as frutas devem fazer parte do menu: "Laranja, as gorduras de coco, kiwi, guaraná, maçã e até o vinagre de maçã são outros termogênicos de grande relevância", lista.

Na dispensa, acrescenta ela, acelga, aspargos, couve, brócolis, linhaça e produtos derivados do chocolate também são muito bem-vindos. Com estes ítens aquele jantar de queijos e vinhos pode acontecer, desde que não se torne rotina. "Se forem incorporados ao dia a dia, precisam ser combinados de uma forma que não surta efeito negativo na balança", conclui Haiat.

Fonte: Bolsa de Mulher

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Conheça 5 hábitos que atrapalham a dieta e fazem mal à saúde

Comer rápido demais é um dos comportamentos que devem ser mudados

Você se dedica à dieta, faz cinco refeições por dia, come alimentos saudáveis, pratica exercícios físicos, mas ainda assim não emagrece tanto quanto gostaria. O problema pode estar em manias alimentares difíceis de serem identificadas. As nutricionistas Luana Grabauskas e Salete Brito, do Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), apontam maus hábitos e sugerem mudanças que podem transformar sua relação com a comida e seu processo de emagrecimento.

1- Comer rápido
Velho hábito: "Quem come rápido não mastiga corretamente e aumenta o trabalho do estômago para digerir os alimentos, o que pode levar ao desenvolvimento de doenças como gastrite e úlcera", alerta Salete. Luana acrescenta que o costume também prejudica a obtenção da sensação de saciedade, já que ela demora um pouco para aparecer depois que se inicia a refeição. Se a pessoa come muito rápido, nem dá tempo para o cérebro entender que o corpo está sendo alimentado.

Novo hábito: O primeiro passo para mudar a postura em relação à velocidade com que se come é estar atenta à quantidade de comida e à forma como a refeição é realizada, explica a especialista. As dicas para melhorar essa atitude são: levar pequenas porções de alimentos à boca, comer em lugares tranquilos, descansar os talheres entre uma garfada e outra, evitar se alimentar na frente da TV ou do computador, em pé ou realizando outra atividade, e saborear cada bocada. 

2- Comer muita carne
Velho hábito: Salete explica que ingerir carne em excesso sobrecarrega os rins, pois esse é o órgão que elimina as substâncias derivadas do alimento que não servem para o organismo. "Por ser fonte de proteína animal, a carne não deve ser consumida de forma exagerada devido à quantidade de gordura saturada e colesterol que contém", acrescenta Luana.

Novo hábito: A nutricionista ainda aconselha que, por possuir mais gordura saturada
que a carne branca, a vermelha seja consumida apenas duas vezes por semana. Ela ainda recomenda aumentar a ingestão de vegetais. Para deixá-los mais saborosos, as sugestões são cozinhá-los em versões diferentes, como grelhada e assada, e temperá-los com molhos light ou à base de ervas. 



3- Comer sob estresse
Velho hábito: "A pessoa que ingere alimentos sob essas condições acaba comendo mais rápido e em mais quantidade", alerta Salete. Isso porque, segundo a nutricionista, é comum descontar os sentimentos de ansiedade e tensão nos alimentos.

Novo hábito: "O ideal é se conscientizar que, no horário de refeição, é preciso se esforçar para que os problemas fiquem em segundo plano", orienta Salete. Luana ressalta que ficar sem se alimentar nesses momentos também não é uma boa alternativa. "A saída é nunca pular as refeições, porque isso pode aumentar o apetite e facilitar o ataque a guloseimas e alimentos calóricos. É importante também controlar o consumo de substâncias estimulantes, como bebida alcoólica, café e chá preto, que aumentam a sensação de irritabilidade", recomenda. 

4- Comer com a atenção desviada
Velho hábito: se alimentar enquanto responde e-mail, vê TV ou trabalha faz com que a pessoa preste menos atenção no que está ingerindo e acabe consumindo uma maior quantidade de comida. Salete acrescenta que "a pessoa também pode sofrer a sobrecarga emocional dos assuntos que estão passando na televisão".

Novo hábito: "O horário de alimentação deve ser respeitado apenas para tal", afirma a nutricionista da Unifesp. Luana indica realizar as refeições em horários pré-determinados sempre na cozinha ou em um local calmo.

5- Comer sempre a mesma coisa
Velho hábito: pratos que não são coloridos podem ter falta de nutrientes, afirma a nutricionista. Em função disso, por mais que adore alguns alimentos específicos e pense que poderia viver apenas à base deles, é importante diversificar sempre o cardápio.

Novo hábito: "Uma solução para mudar esse habito é alternar os tipos de preparações, realizar novas receitas, incluir temperos variados e inovar sempre o menu incluindo diferentes tipos de alimentos", sugere Luana. 

Fonte: Minha Vida

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O perigo das gorduras trans


As gorduras hidrogenadas ou trans, usadas em alimentos processados como doces e frituras industriais, margarinas, bolos e bolachas tipo "cookie" e "cracker", são para a saúde "lobos em pele de cordeiro", atuando comocomo gorduras saturadas dentro do organismo que se tornam um um dos maiores inimigos nutricionais para a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.
Em uma análise de quatro estudos com quase 140 mil pessoas, publicada pelo "The New England Journal of Medicine", ficou comprovado que se a energia recebida por uma pessoa da ingestão de gorduras aumentasse em 2% e este aumento viesse de gorduras 'trans', seu risco de sofrer uma doença cardiovascular poderia aumentar em 23%.
Segundo outras pesquisas realizadas nos últimos anos, as gorduras trans não só diminuem o bom colesterol (HDL) e aumentam o ruim (LDL), mas promovem a inflamação dos tecidos, principalmente nas pessoas com obesidade, e elevam a incidência de diabetes.
Apesar dos riscos que significam para a saúde, as gorduras trans não só não estão proibidas, como é muito difícil de serem evitadas, já que seu nome não está impresso em praticamente nenhum dos rótulos nutricionais que acompanham a maioria dos alimentos.
Muitas pessoas sabem que devem limitar o consumo de gorduras trans porque obstruem as artérias e elevam o colesterol, mas poucos têm conhecimento de quais alimentos as contêm e deveriam ser evitados ou controlados, de acordo a um estudo realizado nos Estados Unidos, e cujos resultados podem ser aplicados em muitos países do mundo.
Leia os rótulos
Uma pesquisa pediu a mil adultos americanos que mencionassem três fontes alimentares de gorduras trans: só 21%conseguiu, o que sugere que "há muito que ser feito" em matéria de campanhas de saúde e informação ao consumidor, segundo o doutor Robert H. Eckel, da Universidade do Colorado, em Denver, que impulsionou o estudo.
Curiosamente, quase 75% dos adultos do estudo do Colorado que conheciam a existência das gorduras trans também sabiam que essas substâncias aumentavam o risco de uma dolência cardíaca.
Segundo a doutora Luz García, nutricionista do Centro Médico Orel, "estas gorduras se formam durante o processo industrial e estão presentes em produtos cozidos e fritos (bolachas doces e salgadas, doces industriais, pãezinhos, batatas fritas), em comidas rápidas e em margarinas".
Para comer esta gordura em menor quantidade, a doutora Luz recomenda "reduzir o tamanho das porções dos alimentos que as contêm, assim como a frequência com que comemos "cookies", produtos fritos e doces".
Além disso, é aconselhável ler os rótulos dos produtos para ver se contêm óleos hidrogenados ou algum óleo vegetal parcialmente hidrogenado, o que significa que contêm gorduras trans.
A especialista aconselha limitar o consumo destes alimentos industrializados e considerar as gorduras trans como "saturadas", equivalentes às das carnes vermelhas, e que tanto prejuízos causam na saúde cardiovascular, e além disso "foram relacionadas com um maior risco de câncer de mama e parecem aumentar as células adiposas, promovendo o sobrepeso", conclui.
Segundo os pesquisadores da Universidade do Colorado, "é importante ler a informação nutricional em todos os produtos, inclusive nos alimentos denominados "sem gorduras trans", já que alguns fabricantes estão usando óleos tropicais, como os de coco ou palma, para substituir as gorduras trans, os quais também são ricos em gorduras saturadas.



quarta-feira, 27 de abril de 2011

Excesso de líquido nas refeições atrapalha a mastigação e a digestão


A maioria das pessoas não consegue comer sem beber algo ao mesmo tempo, mas desconhece o que esse hábito pode causar. O excesso de líquidos durante as refeições pode atrapalhar a mastigação e atrasar a digestão.
O Dr. Halpern recomendou consumir cerca de 500 ml de água até 2 horas antes das refeições. De acordo com ele, essa atitude pode até ajudar a emagrecer. Já durante o almoço ou o jantar, é indicado no máximo um copo de líquido daqueles de requeijão, entre 150 e 200 ml.

Suco, água, refrigerante? O terceiro é o mais calórico e também o mais requisitado. Alguns justificam que a bebida ajuda a “empurrar” a comida para o estômago.

Segundo a doutora em nutrição pela Universidade de São Paulo (USP) Marle Alvarenga, o ideal é ingerir somente um copo de líquido antes da refeição ou ao longo dela, aos pouquinhos, Depois disso, recomenda-se esperar cerca de uma hora para beber algo.
Marle explicou que um dos problemas de misturar sólidos e líquidos é quando estes se tornam um “auxiliar” da mastigação, diluindo os alimentos.

Com isso, o cérebro não reconhece que determinada quantidade entrou pela boca. As enzimas da saciedade, então, são liberadas tardiamente, depois que o individuo já comeu demais.
O tempo médio de uma digestão normal é de duas a três horas até o estômago ficar totalmente vazio. Já o processamento de alimentos pesados, como a carne, é mais lento: leva no mínimo três horas.

O líquido frio ou gelado para acompanhar as refeições como é de costume do brasileiro, tende a solidificar os alimentos dificultando a digestão, causando gases e até intestino preso. A exemplo dos orientais, deveríamos consumir um líquido morno, após a refeição, para auxiliar a digestão, já que neste processo ele é bem vindo pois ajuda emulsionar os alimentos ingeridos.

Fonte: Bem Estar

domingo, 24 de abril de 2011

É Páscoa... e você pode comer chocolate!!!



Ele protege o coração e é rico em antioxidantes

Quem nunca fechou a boca para certos alimentos quando decidiu emagrecer? Com a Páscoa parece que as comidas mais gostosas são aquelas que têm que sair do cardápio para que consigamos manter o peso ideal. Infelizmente, o chocolate talvez seja o que tem a pior fama entre esses alimentos, principalmente nessa época do ano. Mas, antes de jogar os ovos de páscoa pela janela, saiba que o chocolate traz vários benefícios para a nossa saúde, principalmente suas versões mais amargas, que tem menos açúcares e leite e maior quantidade de cacau. Veja a lista que mostra o lado positivo desse alimento.
O chocolate, além de gostoso, contem substancias muito importantes, como potássio, ferro, magnésio e zinco.

Ele tem poderosos antioxidantes

Esse alimento é rico em polifenois, substâncias que neutralizam radicais livres- moléculas que surgem da degradação de oxigênio e que podem acelerar o envelhecimento e os problemas que costumam acompanhá-lo. Os polifenoies também têm ação preventiva contra derrames. Segundo estudos feitos Universidade de Toronto, no Canadá o consumo de uma porção de chocolate por semana diminuiu em 22% o risco de sofrer um derrame. O outro estudo mostrou que o consumo de 50 gramas do chocolate por semana reduz em 46% as chances de morte, após um AVC.

É rico em micronutrientes

O chocolate, além de gostoso, contem substancias muito importantes, como potássio (regula pressão sanguínea, nível de acidez e o funcionamento neuromuscular), ferro (atua na produção de ATP, o combustível celular), magnésio (participa da formação de ossos, do processo de coagulação do sangue, ativa vitaminas do compexo B, age sobre a insulina) e zinco (ajuda na cicatrização, estimula o sistema imune, preserva a visão, é antivirótico).

É neutro em colesterol

A gordura que o chocolate possui não atua de forma negativa nos níveis de colesterol. Na verdade, ela tem efeito contrário e ajuda a promover índices saudáveis de colesterol no sangue. Porém deve ser consumido com moderação.

Reduz a pressão sanguínea

Comer chocolate relaxa os vasos sanguíneos e permite que o sangue flua com mais facilidade pelo corpo, o que facilita o transporte de nutriente para as células. Segundo um estudo, pessoas que comeram diariamente pouco mais de 100 g de chocolate escuro, por 2 semanas seguidas, tiveram mais sucesso em manter a pressão sob controle.
Como sempre, vale a pena lembrar, que mesmo que o chocolate traga todos esses benefícios ao nosso corpo, ele não deve ser consumido de forma exagerada ou descontrolada. A melhor hora para comê-lo é depois do almoço, já que seu índice glicêmico é bastante alto. Passe pela Páscoa de maneira saudável, sem tirar o chocolate da dieta.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Suco tem até 50% de polpa de fruta e néctar, de 30% a 50%

Quando você vai ao supermercado e compra um suco, para e confere se ele é realmente um suco ou se trata de um néctar? Sabe a diferença entre eles? Qual contém mais polpa de fruta?

Sucos com açúcar demais não matam a sede, e que o preço não muda muito entre néctar e suco – depende mais do tipo de fruta e da marca, segundo o engenheiro de alimentos Guilherme Rodrigues.

Há um teste do suco de laranja – o tipo mais consumido do Brasil – para verificar se ele perde mesmo toda a vitamina C depois de pronto. A análise foi realizada pelo Laboratório de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP).
Foram comparados um suco fresco e um preparado quatro horas antes. Quanto mais rápida é a mudança de cor – de laranja para verde escuro –, menor a concentração de vitamina C. No tipo engarrafado, a cor demorou quatro segundos a mais para se alterar, o que revela uma diferença muito pequena entre eles. Um copo de suco de laranja, segundo a USP, tem a quantidade diária recomendada de vitamina C para uma pessoa: 70 miligramas.

Fonte: Bem Estar