sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Limpeza não consegue remover o resíduo de agrotóxicos dos alimentos

Se na cozinha de casa, não dá para se livrar totalmente do agrotóxico, a solução está nos alimentos orgânicos. Mas essa produção, que tem que seguir uma série de regras, ainda é pequena e o preço é para poucos.




Na última reportagem da série sobre agrotóxicos, que o Jornal nacional apresenta nesta semana, os repórteres Mônica Teixeira e Luiz Cláudio Azevedo mostram o que pode ser feito para diminuir a quantidade de produtos químicos nos alimentos.


Lavar, esfregar, tirar a casca. Nem mesmo uma boa limpeza é capaz de remover todo o resíduo de agrotóxicos dos alimentos.


“Você consegue reduzir um pouco dessa química, desse veneno, consegue abrandar, mas você não elimina totalmente”, garante a nutricionista Maria Marquez.

Se na cozinha de casa, não dá para se livrar totalmente do agrotóxico, a solução está no campo: reduzir ou até eliminar o veneno na hora de plantar. Já existem produtores descobrindo um jeito mais natural de produzir o que vai para a mesa dos brasileiros.


No meio das montanhas de Itaipava, Região Serrana do Rio, uma plantação bem diferente da maioria das lavouras tem de tudo um pouco, verduras, legumes, sem uma gota sequer de produto químico.

“O desafio é aprender a lidar com o solo. Se você leva nutrientes ao solo, o solo vai te devolver aquele carinho que você dá para ele”, diz o empresário Dick Thompson.

Alimentos mais limpos, justamente o que as pessoas procuram. “Menos agrotóxico e as coisas plantadas melhor para a terra poder durar um pouquinho mais”, conta um consumidor.


“Nada dessas coisas que a gente sabe que não faz bem a saúde”, destaca uma mulher.

Os alimentos orgânicos, aqueles totalmente livres de agrotóxicos, têm que ser cultivados seguindo uma série de regras. A produção ainda é pequena. São apenas 15 mil agricultores orgânicos registrados, de um total de 5 milhões de produtores agrícolas no país. É por isso que nas prateleiras dos supermercados os produtos ocupam apenas um pequeno espaço. E o preço é para poucos.


Enquanto o pimentão convencional custa, em média, R$ 3,37, o quilo, nas feiras do país, o orgânico sai a R$ 5. No pepino a diferença é ainda maior: de R$ 1,88 para R$ 4,50. E a caixa do morango convencional sai por R$ 3, e a do orgânico, por R$ 4. Esses são os três alimentos em que a Anvisa encontrou mais resíduos de agrotóxicos.


Os orgânicos têm até um selo, um comprovante de garantia atestando que foram produzidos sem veneno e com respeito ao meio ambiente. Plantar assim dá mais trabalho.

É uma das justificativas dos produtores para custar mais caro. A dúvida é: será que dá para produzir em larga escala sem recorrer ao uso de pesticida? “Esses métodos alternativos também são possíveis em grandes áreas. Nós vemos a agricultura orgânica como uma forma de mostrar que existe um caminho alternativo. E isso faz com que o que se trabalha para a agricultura orgânica possa também ser usado para a agricultura convencional”, diz Rogério Dias, coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura.

Usar produtos menos tóxicos e sem excessos já pode ser uma saída. No interior do Espírito Santo, Seu Domingos usa receitas naturais contra as pragas.


“A gente aplica uma calda de sabão com óleo vegetal. Receita caseira, a gente usa quando aparece um sinal de cigarrinha, alguma coisa”, ele conta.

As plantações da família estão quase livres dos agrotóxicos. “Vantajoso com certeza é quando a gente olha o aspecto humano, social e o aspecto ecológico”, avalia a agricultora Ana Cristina Soprani.

Ainda é preciso incentivar e baratear a produção. Uma mudança no campo pode mudar também a vida na cidade. “Essa opção de comer coisas naturais sem pesticida, isso é uma benção, uma maravilha para a gente”, declara uma mulher.


Fonte: Jornal Nacional - 08.12.11


quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mais de 5 milhões de litros de agrotóxico foram despejados em 2010


O Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos do mundo. Os efeitos do uso exagerado nas lavouras chegam rapidamente às cidades

O Brasil é um dos maiores consumidores de agrotóxicos do mundo. Os efeitos do uso exagerado nas lavouras chegam rapidamente às cidades.

É soja a perder de vista. Lucas do Rio Verde é um dos cinco maiores produtores agrícolas de Mato Grosso e um grande consumidor de agrotóxicos: em 2010, mais de cinco milhões de litros foram despejados nas lavouras.

Em Lucas do Rio Verde, a distância entre a zona rural e a zona urbana é muito pequena. O que uma pesquisa mostrou é que os agrotóxicos usados na lavoura já não ficam mais só no campo. Já chegaram à cidade.

O sinal de alerta foi dado pelo pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso, Wanderlei Pignati.

Ele contou com a ajuda de estudantes de escolas públicas. Durante três anos, entre 2007 e 2010, eles coletaram amostras de água. Dos 12 poços de água potável analisados, 83% estavam contaminados com resíduos de vários tipos de agrotóxicos.

Na avaliação da Secretaria Municipal de Saúde, não há risco para a população. “Os resíduos encontrados estão dentro do permitido pela legislação. Estão próprios para consumo humano”, disse Pascoal de Oliveira Júnior, secretário de Saúde.

Mas a pesquisa foi além: constatou que não era só a água potável que estava contaminada. Mais da metade das amostras de água da chuva, também.

O que mais impressionou foi o resultado da análise do leite materno de 62 mulheres que estavam amamentando. Todas as amostras tinham presença de pelo menos um tipo de agrotóxico. Leydiane foi uma dessas mulheres. “A gente nunca imaginava que poderia pegar no leite uma coisa que vem do ar, e ir para no sangue. A gente fica surpreso”, contou a dona de casa Leydiane de Amorim dos Santos.

Para o pesquisador da UFMT, Wanderlei Pignati, a contaminação das mulheres pode ter provocado problemas nas gestações. “A gente verificou que um percentual bastante elevado já tinha tido algum aborto”.

O Brasil é o maior consumidor mundial de agrotóxicos. No ano passado, ultrapassamos a marca de um milhão de toneladas, segundo dados da Anvisa.

A indústria de defensivos agrícolas tem uma explicação: “Um país tropical tem a possibilidade de produzir duas safras dentro de um ano calendário, coisa que os países que têm inverno rigoroso não têm. Mas se eu faço duas safras ou até três safras irrigadas, eu não consigo eliminar a existência de pragas e ervas daninhas, e aí o nosso consumo é maior”, afirmou Eduardo Daher, diretor executivo da Andef.

Não é só a quantidade. O perigo também pode estar nos tipo de agrotóxicos usados no Brasil. Muitos deles já foram banidos em outros países. São 14 os ingredientes ativos, substâncias usadas nas fórmulas dos agrotóxicos que estão na mira da Anvisa.

Mas de 2008 até agora, a agência conseguiu proibir apenas dois e determinou a retirada progressiva do mercado de outros dois. E enfrenta 11 ações na Justiça movidas pelos fabricantes de agrotóxicos.

Essa nova geração quer que a vida no campo seja diferente. “A conscientização é da população e dos agricultores a fim de que eles venham a utilizar esses defensivos de forma racional e na dosagem certa em vez de pensar que precisa produzir mais e não importa o resto”, afirmou Bruno Felipe Camara, de 17 anos.

Fonte: Jornal Nacional - 07.12.2011

Estrada Gourmet - France

Essa proposta é muito interessante, vale a pena conhecer e acompanhar:

O Estrada Gourmet é um projeto inovador idealizado pelo fotógrafo e cineasta Valter Menezes, que mostrará a cultura gastronômica francesa pelo ponto de vista curioso de um acadêmico em gastronomia, misturado a visão estética de fotógrafo e cineasta.

A primeira etapa do projeto acontecerá em Paris durante todo o mês de dezembro de 2011. Será a imersão de Valter Menezes na gastronomia parisiense, mostrada sob a ótica de um aspirante a chef descobrindo particularidades da cozinha francesa, tendo como pano de fundo seu estágio em um reconhecido bistrô parisiense.

Além de explorar um pouco de seu dia a dia dentro do bistrô, a experiência será estendida para fora da cozinha, por meio de matérias direcionadas, a fim de gerar um rico repertório de 28 capítulos em vídeo, além de relatos diários baseados em textos e fotos, sobre o cotidiano dos locais, passando pela comemoração do Natal em Paris e encerrando-se no episódio 28, com o registro da queima de fogos, da virada de ano, na torre Eiffel... (release oficial do site).


Assita o programa piloto no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=jH884vmypd8&feature=player_embedded


Saiba mais sobre este projeto pelo site:
www.estradagourmet.com.br

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Anvisa divulga lista dos alimentos com maior nível de contaminação


A Agência levou para o laboratório amostras de 18 tipos de alimentos. Em 28% delas, havia excesso de agrotóxicos ou agrotóxicos não autorizados para aquela cultura, o que pode representar um risco maior à saúde.


O Jornal Nacional inicia, nesta terça-feira (6), uma série especial de reportagens sobre os perigos do uso descontrolado de agrotóxicos. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária acaba de produzir uma lista dos alimentos com maior nível de contaminação. É um documento inédito, que você vai conhecer agora, com os repórteres Mônica Teixeira e Luiz Cláudio Azevedo.


O que vem do campo pode não ter apenas nutrientes, mas também resíduos dos produtos usados para proteger as plantações. Agrotóxico em excesso ninguém quer.

“Como é que a gente vai saber se foi fabricado com agrotóxico se não tem nada aqui indicando?”, questiona uma consumidoUma refeição colorida, com folhas, legumes e frutas, para qualquer pessoa, um prato assim é a tradução de alimentação saudável. Mas quando a Agência Nacional de Vigilância Sanitária analisou o pimentão, morango, pepino, alface e cenoura, descobriu que em pelo menos metade das amostras desses alimentos houve uso indevido de agrotóxicos.


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária levou para o laboratório amostras de 18 tipos de alimentos. Em 28% delas, havia excesso de agrotóxicos ou agrotóxicos não autorizados para aquela cultura, o que pode representar um risco maior à saúde.

O caso mais grave é o pimentão. “Desse tamanho aqui? Além de enxerto, tem muito agrotóxico”, afirma uma consumidora.

Em 92% das amostras, foram encontradas irregularidades. O morango teve 63% de amostras irregulares; o pepino, 57%; a alface, 54%; e quase 50% das amostras de cenoura tinham agrotóxicos acima do permitido ou não autorizados. O tomate, que já esteve no topo do ranking, hoje tem menos contaminação, 16,%. E uma boa notícia: na batata, nenhum problema foi encontrado entre as amostras examinadas.



“O agrotóxico no alimento, ao ser ingerido pela população, tem um efeito cumulativo, vai se acumulando no organismo. Pode levar a algum tipo de doença crônica não transmissível”, alerta José Agenor Álvares da Silva, diretor da Anvisa.

“Principalmente neurológicas, endócrinas, imunológicas e hoje a questão do aparelho reprodutor, como infertilidade, diminuição do número de espermatozoides e a questão do câncer”, explica Heloísa Pacheco, coordenadora do ambulatório de Toxicologia da UFRJ.

A médica Silvia Brandalise, pesquisadora da Unicamp, estuda as causas de câncer, principalmente entre crianças. Segundo ela, pesquisas já comprovaram que a exposição aos venenos usados nas plantações está relacionada à leucemia e aos tumores no cérebro. A comida com excesso de agrotóxicos e produtos químicos também faz parte dos fatores de risco.

“Se aquele produto lesa uma célula da formiga, uma célula de um mosquito e leva à morte esse mosquito, de maneira mais aguda. O homem não é diferente. Só que no homem é mais crônico, é de longa duração”, destaca.



E se o contato com o veneno for direto, pior. Osvaldo nunca usou proteção. “O veneno abalou os nervos, então não posso fazer força nenhuma”, conta.

Ainda criança, Márcia acompanhava o pai na aplicação do veneno. “Ele ia botando na frente e a gente ia amarrando o tomate atrás, a gente tomava aquele banho de veneno”, lembra.

A terra hoje está abandonada. O casal, sem condições de trabalhar. O agrotóxico levou mais do que o sustento dessa família.

“Nunca tive alegria para viver. Sempre doente, sempre com problema de saúde”, diz Márcia.

Fonte: Jornal Nacional - 06.12.11

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Jantar balanceado deixa seu metabolismo mais rápido


Comer à noite ajuda a emagrecer e também estimula o sono tranquilo

Importância

O jantar é a refeição que irá fechar a alimentação do dia com chave de ouro. Ele irá fornecer os nutrientes que faltam para que eles sejam fornecidos na quantidade adequada. Dessa maneira, como todas as refeições do dia, o jantar não deve ser omitido. Essa refeição irá preparar o corpo para o período de sono. Por isso, o jantar deve fornecer energia e um volume alimentar adequado, evitando sobrecarregar o organismo e permitindo um sono tranqüilo.



Alimentos :

Muitos mitos cercam o que comer no jantar. Mas o mito campeão é a afirmação de que não se deve comer carboidratos à noite. É importante lembrar que frutas e legumes são bons alimentos para essa refeição e eles têm como maior quantidade de nutrientes os carboidratos. Nas refeições principais, incluindo o jantar, nenhum nutriente deve ser priorizado. Carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais devem ser fornecidos adequadamente. Além disso, não é o carboidrato no jantar que fará com que haja o ganho de peso. O aumento de peso é decorrência de um excesso de calorias obtidas durante o dia, e não por causa do carboidrato consumido no período noturno.

Opções de alimentos:

O maior cuidado que se deve ter ao fazer o jantar é ajustar o volume da refeição com o horário de se deitar. Por isso, deve-se fazer essa refeição, pelo menos, uma hora e meia antes de ir para a cama. Optar por alimentos menor quantidade de gorduras é o ideal. Assim, frituras e molhos à base de maionese e queijos devem ser evitados. Grelhados, verduras, legumes cozidos devem estar presentes no jantar. Até o arroz com feijão pode ser consumidos, adequando a quantidade à aceitação de cada pessoa. 


Exemplo de jantar 

- 3 colheres (sopa) cheias de feijão preto cozido (38,8 kcal / 1 ponto) 
- 3 colheres (sopa) cheias de arroz branco cozido (91,5 kcal / 2 pontos) 
- 2 colheres (sopa) cheias de couve refogada (12,6 Kcal / 0 ponto) 
- 1 filé pequeno de carne bovina contra-filé grelhado (220 kcal / 7 pontos) 
- 1 copo requeijão de limonada sem açúcar (17,6 kcal / 0 pontos)
- 1 unidade pequena de laranja (93,7 kcal / 1 ponto) 

Total: 474,2 kcal / 11 pontos


Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Deixe de lado os 10 mitos mais famosos sobre nutrição


Abandone idéias falsas para que sua dieta e seu treino rendam mais

As especialistas em nutrição Wendy Repovich e Janet Peterson, membros do American College of Sports Medicine, expuseram durante a 11ª Conferência Anual de Saúde e Fitness da entidade, dez mitos relacionados à nutrição. Alguns são conselhos transmitidos de geração em geração.

1. Diabetes tipo 2 pode ser prevenido ingerindo alimentos de baixo índice glicêmico. Altos níveis de glicose não são o que causa diabetes. A doença é causada pela resistência do corpo à insulina. Alimentos com alto índice glicêmico podem causar picos no nível de glicose, mas isso é apenas um indicador da presença de diabetes, não a raiz do problema.

2. Comer imediatamente após o trabalho muscular irá impulsionar a recuperação. Atletas de resistência (endurance) precisam ingerir carboidratos imediatamente após o exercício para repor os níveis de glicogênio, e uma pequena quantidade de proteína para acentuar essa reposição. Isso pode ser feito bebendo um achocolatado desnatado ou um isotônico. A proteína nesse momento não irá ajudar a construir músculos, então, para atletas de força (trabalho anaeróbico), não é preciso comer imediatamente após seu treinamento.

3. Pessoas com síndrome do intestino irritável devem evitar comer fibras. Há dois tipos de fibras, solúveis e insolúveis. Apenas esta última pode ser fonte de problemas. As fibras solúveis, no entanto, encontradas na maioria dos grãos, são absorvidas mais facilmente pelo corpo e podem ajudar as pessoas com a síndrome a prevenir constipações.

4. Ingerir porções extras de proteína é necessário para ganhar massa muscular. A menos que o corredor faça um treino significativo com peso, a proteína extra não terá nenhum efeito. Mesmo uma exigência maior do nutriente em função do treino pode ser suprida facilmente pela alimentação.

5. Suplementos vitamínicos são necessários para todo mundo. Com uma alimentação variada em frutas, vegetais e grãos integrais, quantidades moderadas de proteína magra e quantidade adequada de calorias, não há por que tomar suplementação. Os suplementos vitamínicos são recomendados para gestantes e pessoas com distúrbios nutricionais.

6. Evitar álcool. Moderação é a chave. Todo álcool é um anticoagulante, e o vinho tinto contém antioxidantes benéficos para a saúde.

7. Comer ovos elevará o colesterol. O mito surgiu porque a gema tem a maior concentração de colesterol do que qualquer outro alimento. Porém, não é suficiente para colocar a saúde em risco se houver moderação no consumo. Estudos sugerem que um ovo por dia não elevará o colesterol e será uma grande fonte de nutrientes.

8. Grãos marrons são de produtos integrais. Corantes e aditivos marrons podem dar aos alimentos a aparência de serem integrais. Ler os rótulos é boa dica para se certificar. Ingerir cerca de 90 g por dia de grãos ajuda a reduzir o risco de doenças do coração e diabetes.

9. Beber oito copos de água por dia. É preciso repor o líquido perdido a cada dia, durante a respiração, a excreção e no suor, mas isso não significa beber dois litros de água diariamente. É difícil medir a quantidade exata de água ingerida em bebidas e na alimentação. Um indicativo é a urina, se estiver amarelo escuro, beba mais água.

10. Comer carboidrato engorda. Cortar os carboidratos da dieta pode ter um benefício de redução de peso no curto prazo, devido à perda de líquido; mas comer carboidrato com moderação não ocasiona um ganho de peso diretamente. O corpo usa carboidrato como fonte de energia e um período sem ele pode causar cansaço e letargia.

Fonte: Minha Vida