segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Consumo de amendoim em dos e moderada pode ajudar a emagrecer

O amendoim é rico em gordura do bem e por isso baixa o colesterol ruim.

A quantidade de consumo diária não deve passar de 40 gramas.

Além de saboroso, o amendoim faz bem à saúde. Ele é rico em ácidos graxos monoinsaturados, que ajudam a eliminar o colesterol ruim do fígado e a aumentar as taxas de colesterol bom.

“Ele é rico em gorduras do bem e essas gorduras, elas fazem diferença para a nossa saúde na prevenção de doenças cardiovasculares, prevenção de câncer”, explica a nutricionista Vanderli.

Quando o produto in natura é mal armazenado e processado da maneira incorreta, pode desenvolver um fungo que causa doenças no fígado, como hepatite e até câncer. “Tem que se tomar muito cuidado. Se essa vagem estava íntegra, se ela estava machucada, se ela estiver machucada é por onde o fungo vai entrar”, diz Síssi Marcos, engenheira agrônoma.



Se não consumido em excesso, de 30 a 40 gramas por dia, o equivalente à palma da mão cheia, o amendoim pode até contribuir até para o emagrecimento. “A gordura que ele proporciona compete com a gordura abdominal e auxilia na redução dessa gordura abdominal, inclusive".

O ideal é comprar o amendoim natural e torrar em casa. Deixar dez minutinhos no forno em temperatura média já é o suficiente. Agora se você comprar ele já salgado é preciso tirar o sal.

Retire o excesso passando por uma peneira e o restante com um papel toalha.

Se você não gosta do amendoim puro, dá para elaborar receitas. Para fazer uma paçoca light, você vai precisar de uma xícara de chá de proteína de soja texturizada torrada, quatro colheres de sopa de leite de soja, quatro de açúcar light e uma xícara de amendoim torrado.

“Você bate até ter essa visualização, em pó já. Você pode usar para cobertura de sorvetes, coberturas de bolo. Essa já é uma paçoca muito mais leve do que a outra porque a quantidade de açúcar é muito menor”, diz a nutricionista.

Fonte: Jornal Hoje

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Consumo diário de pequena porção de queijo traz benefício para a saúde


O alimento é fonte de cálcio e de fósforo e ajuda a fortalecer os dentes e ossos.

Para não comprometer a saúde e poder comer sem culpa,

é preciso escolher o tipo e a quantidade ideais.

O queijo tem várias funções na alimentação e pode ser consumido como aperitivo, nos lanches ou para dar sabor à comida. Para não comprometer a saúde e poder comer sem culpa, é preciso escolher o tipo e a quantidade ideais.

"Fonte de cálcio e de fósforo, o queijo fortalece os dentes, os ossos e participa também das contrações musculares", afirma a nutricionista Sandra Aragão.

Um critério importante para escolher o queijomais saudável é a cor. Os brancos, geralmente,são feitos com leite desnatado ou light. Já os amarelos costumam ter uma maior concentração de gordura e o dobro de calorias.

Cada 100 gramas de queijo parmesão têm 400 calorias. É o mesmo que um prato com quatro colheres de sopa de arroz e uma concha de feijão preto. Se a sua escolha for pelo queijo provolone, cem gramas têm 340 calorias. É o equivalente a uma fatia grande de pizza portuguesa.

O cheddar e o muçarela são semelhantes, reúnem 350 calorias em cada pedaço de cem gramas. Segundo os nutricionistas, o ideal é comer os queijos amarelos só uma vez por semana e apenas 30 gramas. "Uma fatia de queijo muçarela, que a gente bota no sanduíche, já passa de 20 gramas, então, se você botar duas fatias, você já está passando até da cota”.

A mesma quantidade vale para os queijos brancos. Nesses casos, a vantagem é que eles podem ser consumidos mais de uma vez por dia. "Poderia ser dividido em várias refeições, 30a gramas duas vezes ao dia, ou até três vezes ao dia, mas sempre em doses moderadas".

Na lista dos mais saudáveis, estão o queijo minas frescal, o cottage e o mais magro de todos os queijos, a ricota. Trinta gramas têm só 51 calorias, o mesmo que contém uma maçã pequena. "Ela é feita de leite desnatado, baixo teor de gordura ou zero por cento de gordura".

Se quiser incrementar o sabor da ricota, use alguns temperos. “Uma fatia de ricota. Aí você vai triturar ela bem pequenininha. Acrescente um fio de azeite, uma pitadinha de sal e uma erva fina".

Fonte: Jornal Hoje

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Dieta de apenas dois dias na semana pode ser mais eficaz para emagrecer

É o que dizem os pesquisadores britânicos que acompanharam 88 mulheres, durante quatro meses.

As que fizeram dieta de dois dias perderam, em um mês, 4 quilos.

E as que fizeram a semana inteira, perderam 2 quilos.


Falar de dieta é, muitas vezes, falar de sacrifício. Deixar de comer os pratos preferidos a semana inteira não é fácil, mas se tivermos que controlar a boca apenas dois dias por semana, facilita e dá mais resultados. É o que dizem os pesquisadores que acompanharam 88 mulheres, durante quatro meses.


Elas foram separadas em três grupos: um fez uma dieta de 1,5 mil calorias por dia, todos os dias da semana; outro poderia comer normalmente a maior parte do tempo, desde que não ultrapassasse o consumo de 650 calorias durante dois dias, e cortasse os carboidratos nesses dias; o terceiro grupo cortou carboidratos por dois dias, e não teve restrição de calorias.



Resultado: as mulheres dos grupos que fizeram a dieta dos dois dias perderam, em um mês, 4 quilos. E as que fizeram dieta a semana inteira, perderam 2 quilos em um mês.

Em uma entrevista pela internet, a coordenadora do estudo, Michelle Harvie, disse que, como fazer dieta todos os dias é muito difícil, muitas vezes, a pessoa acaba não respeitando o consumo de baixas calorias.


O estudo foi feito com mulheres que tinham histórico familiar de câncer de mama. O objetivo era descobrir formas de combate à doença e os pesquisadores já sabiam que a obesidade está entre os fatores que contribuem para o desenvolvimento do câncer. Mas o resultado surpreendeu.


A dieta dos dois dias serve para qualquer pessoa, disse a pesquisadora. Dois dias sem pão, massas, batatas, cenouras e com verduras, tomates, brócolis, couve-flor.

Mas os pesquisadores alertam: é importante manter o bom senso e não exagerar nos outros dias da semana.


Fonte: Jornal Nacional

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Dieta vegetariana nem sempre exige suplementação






Carência de ferro e vitamina B12 ainda é fonte de preocupação

A crescente preocupação com o meio ambiente e os animais, além do despertar para a saúde e o bem-estar são alguns dos fatores que têm motivado as pessoas a abandonar a alimentação tradicional e optar por novos hábitos alimentares. O vegetarianismo, por exemplo, é um regime alimentar que exclui todos os tipos de carne (boi, peixe, frutos do mar, porco, carneiro, frango e outras aves) e é baseada no consumo de alimentos de origem vegetal com ou sem o consumo de laticínios e/ ou ovos.

Existem várias formas de vegetarianismo, classificados de acordo com o grau de restrição dos alimentos:



1. Ovo-lacto-vegetariano: consomem ovos, leite e derivados, sendo esta a forma mais comum de vegetarianismo;



2. Lacto-vegetariano: consomem leite e derivados, mas não consomem ovos;



3. Vegans ou vegetarianismo puro: não consomem nenhum tipo de produto de origem animal.

Suplementos alimentares: A preocupação exagerada em termos de necessidade de suplementação aos vegetarianos não se justifica, visto que estudos apontam que a deficiência de ferro e vitamina B12 são iguais para vegetarianos e não-vegetarianos. Ou seja, os nutrientes que merecem atenção em uma avaliação nutrológica é igual para os dois grupos.

A necessidade da suplementação vem após um minucioso estudo do paciente e pode ser feito em todos que necessitem, como idosos, crianças, gestantes etc. Quem consome carne também possui deficiências, inclusive de ferro e vitamina B12, as maiores fontes de preocupação dos vegetarianos.

O Instituto de Medicina dos EUA e o Food and Nutrition Board preconizam a suplementação de vitamina B12 para todos os indivíduos (vegetarianos ou não) que apresentam dificuldade em extrair a vitamina dos alimentos.

Uma fonte extra de vitaminas e minerais é necessária quando há diversas correções nutricionais a serem feitas.

Vitamina B12: 
Produzida por bactérias, a vitamina B12 está presente na carne e é estocada principalmente no fígado, sendo, por este motivo, citada como uma excelente fonte dessa substância. A causa mais comum de deficiência da vitamina B12 provém da carência alimentar, o que ocorre quando não há a ingestão de alimentos de origem animal (carnes, ovos, leite e derivados) ou em indivíduos que possuem distúrbios na absorção do nutriente.

É importante frisar que a única fonte do nutriente B12 é a de origem animal, pois plantas não produzem a vitamina.

Como saber se estou com deficiência em vitamina B12?
O diagnóstico é feito por exames laboratoriais, mas é preciso ficar atento aos sintomas e sinais, como falta de concentração, dificuldade de prestar atenção e queixas de falta de memória.

Uma observação interessante é que os sintomas da deficiência da vitamina B12 só ocorrerão anos depois da sua falta, portanto, é necessário acompanhamento laboratorial constante.

Tratamento: 
Uma fonte extra de vitaminas e minerais é necessária quando há diversas correções nutricionais a serem feitas. Há critérios claros para saber como, quando e em que dosagem elas devem ser feitas.

A prescrição exagerada de muitos nutrientes feita de maneira aleatória deve ser evitada. O médico, ao avaliar seus exames laboratoriais, saberá interpretar e fazer as associações corretas com os resultados e não levará em conta apenas a faixa de normalidade, o que um leigo geralmente faz.

 A correta avaliação da parte clínica, nutricional e hormonal do paciente exige preparo e técnica que apenas um médico tem, após anos e anos de estudo e preparação, portanto, para tratar uma deficiência nutrológica por via oral com o uso de suplementos na quantidade e frequência correta, segura e eficiente, procure um profissional médico qualificado.

Fonte: Minha Vida