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sábado, 26 de outubro de 2013

Qual açúcar usar – mascavo ou refinado?





Não há como evitar, os doces são sempre bem-vindos para proporcionar uma sensação gostosa no paladar de qualquer pessoa. O importante é que se tenha limite nesse consumo e também que se façam escolhas mais saudáveis no momento em que a guloseima será preparada. Você costuma usar açúcar comum, o refinado, ou o mascavo? 

Afinal, qual a diferença entre um e outro? Quais seus benefícios?
O açúcar branco, que é o mais comum de consumo, também é chamado de refinado. O fato é que ele não fica assim naturalmente. Para obter um açúcar branquinho é necessário realizar um processo químico, que contém, por exemplo, clarificantes e consevantes. Nesse processo é retirada grande parte da carga nutritiva do açúcar, perdendo as fibras, proteínas, vitaminas e sais minerais, restando apenas o carboidrato.

Já o açúcar mascavo é uma forma mais natural de obter o sabor adocicado nos alimentos. Ele é resultado da extração do caldo de cana-de-açucar. Esse é um processo totalmente natural, livre de qualquer interferência química. Desta forma ele não perde a sua coloração natural, como acontece com o açúcar refinado, que é exposto a um processo de branqueamento.

Pelo fato de o açúcar mascavo não passar pelo processo de refinamento que o açúcar comum passa, ele não perder a principais características nutricionais, como as vitaminas, sais minerais, fibras e outros. Em relação ao potencial calórico os dois não possuem muita diferença, sendo que em 100g o açúcar comum possui 99cal e o mascavo possui 90cal.

Fonte: Blog Toda Perfeita

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Dieta para diminuir hipertensão e evitar infarto vira moda nos EUA

Dieta dash foca ingestão em carnes magras, frutas, vegetais e cereais.
Proposta reduz consumo de sódio e aumenta o de cálcio e potássio.

Uma dieta para reduzir a pressão arterial e, consequentemente, o risco de problemas cardiovasculares tem ganhado adeptos nos EUA, com promoção do Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue americano.

A dieta dash (sigla em inglês para “abordagem dietética para interromper a hipertensão”) concentra a ingestão de alimentos em carnes magras, frutas, vegetais, laticínios desnatados e cereais integrais.

Além disso, reduz consideravelmente o consumo de sódio a 2,4 mg por dia – a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de até 5 mg por dia, e o brasileiro consome três vezes esse valor. Também busca aumentar os níveis de cálcio, potássio e magnésio nas refeições.

De acordo com a nutricionista Mariana del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), o aumento de cálcio e potássio na alimentação interfere na maior eliminação de sódio pelo rim, o que facilita a redução da hipertensão.

Os benefícios também acabam passando pela diminuição da gordura saturada e de doces, o que tem impacto direto sobre os níveis de colesterol no sangue.

Segundo a nutricionista Mônica Beyruti, também da Abeso, essa não é uma dieta propriamente dita, mas um programa alimentar que serve de orientação para quem tem pressão alta.

“Dieta tem conotação de restrição. E a dash já existe há mais de dez anos e nunca deixou de ser usada. O que os especialistas estão fazendo agora é uma nova classificação de dietas e incluindo essa como top. Americanos adoram rankings”, afirma Mônica.

Restrição calorica

Em geral, a "dash diet" não prevê muita restrição calórica: a pessoa pode consumir 2 mil kcal por dia, desde que de alimentos saudáveis – já que o objetivo direto não é perder peso, mas uma consequência, se necessário.

“Há pessoas que não conseguem emagrecer sem restrição de calorias”, diz Mônica. A especialista destaca também que esse plano alimentar deve ser potencializado com um peso saudável e a prática regular de exercícios físicos.

Segundo ela, cortar de 500 kcal a 1.000 kcal é suficiente para um emagrecimento com saúde, o que pode resultar entre 1 kg a 4 kg a menos no fim do mês.

“Antes de 2006, o Ministério da Saúde recomendava 2.200 kcal por dia para um adulto médio. Hoje já são 2.000 kcal. A perda de peso é sempre consequência de um balanço negativo de energia”, destaca Mariana.

Segundo ela, um profissional não recomenda dietas da moda aos pacientes, mas adaptações de várias propostas que se adapte a cada caso.

Fonte: Bem Estar


segunda-feira, 30 de abril de 2012

Adoçante não dá saciedade e deve ser usado com orientação médica

Produto é recomendado principalmente para diabéticos e pré-diabéticos.

Calcule o quanto você pode consumir por dia, com base no seu peso.


Se você se identifica com 61% das pessoas que responderam à enquete aqui no site sobre adoçantes, você usa o produto para economizar calorias, com o objetivo de perder peso ou se manter nele.
O adoçante é indicado para pessoas diabéticas, com pré-diabetes ou que precisam emagrecer, desde que com recomendação de um médico ou nutricionista.

Cinco gotas do produto equivalem, em geral, a uma colher de chá de açúcar. E um sachê corresponde a duas colheres de chá de açúcar. Um sachê de aspartame, sacarina, sucralose ou ciclamato (800 mg) tem 3 kcal, um de estévia tem 0,81 kcal, e um de açúcar (6 g) tem 24 kcal.
Calcule o quanto você pode consumir por dia, com base no seu peso. Veja também qual é o seu índice de massa corporal (IMC).


A sucralose adoça 600 vezes mais que a sacarose, a sacarina adoça 500 vezes mais e o aspartame tem capacidade de adoçar 200 vezes mais.
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern e a engenheira de alimentos Ana Maria Giandon, o adoçante não satisfaz nossa necessidade de glicose. Agrada ao paladar, mas o cérebro não interpreta a ingestão como a de um doce. Ele entra e sai do organismo sem ser metabolizado – com exceção do aspartame.


Os adoçantes podem ser usados por diabéticos porque não necessitam de insulina para serem metabolizados. Pessoas com a doença têm deficiência na absorção de insulina ou não produzem esse hormônio no pâncreas.


A função da insulina é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia aproveitada por todas as células.
Uma boa dica do Bem Estar é tentar se acostumar ao gosto natural dos alimentos, seja um suco de frutas ou um cafezinho.
E a redução de calorias não ocorre apenas com o uso de adoçantes não calóricos. Uma alimentação rica em fibras, cereais integrais, vegetais e carnes magras, além de atividade física regular, são os maiores aliados para manter o peso e a glicemia no nível ideal.


Metabolização
Alguns adoçantes não são metabolizados pelo organismo e são eliminados diretamente pela urina. É o caso da sacarina, da sucralose e da estévia.
Já o ciclamato é absorvido parcialmente no intestino e depois eliminado pela urina. O aspartame, por ser uma proteína, é metabolizado.


Dicas
- O açúcar não é um vilão e pode ser consumido também por indivíduos acima do peso, desde que em quantidades adequadas
- Preste atenção aos açúcares e achocolatados light. Como são mais doces, ingira uma quantidade menor que o normal para economizar calorias
- Leia sempre o rótulo, pois alguns produtos light só garantem economia de calorias se for usado leite desnatado. Um bolo normal tem 127 kcal, enquanto um light pode ter até 100 kcal.

Fonte: Bem Estar

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Doces ou não, alimentos podem alterar as taxas de açúcar no sangue



Endocrinologista Alfredo Halpern explica o que é hipoglicemia.


A vontade de comer doce muitas vezes não tem hora, mas há as preferências gerais, como depois do almoço ou no meio da tarde. O Bem Estar fez uma enquete aqui no nosso site e 43% das pessoas responderam que sentem mais desejo após as refeições. Outros 31% votaram que gostam mais à tarde, no lanche.


Mas não é apenas o doce, aquele alimento que tem gosto de açúcar, o responsável por aumentar as taxas de glicose no sangue – o chamado índice glicêmico, que deve ser levado em conta também antes e depois dos exercícios. Cenoura, bolacha de água e sal e uva passa, a princípio inofensivos, são capazes de elevar o índice de açúcar na corrente sanguínea.

Já alimentos como iogurte, pera e cereais têm o poder contrário. No meio termo, ficam arroz, feijão, suco de laranja e chocolate, entre outros.

Para explicar como funciona o processamento do açúcar no corpo humano e por que é importante observar o que se come – para não ter uma crise de hipoglicemia ou diabetes.




Segundo a nutricionista Mônica Beyruti, a melhor hora para comer um doce é depois de uma refeição completa e variada. Dessa forma, o açúcar é absorvido mais devagar, por causa das fibras dos outros alimentos. Além disso, como o doce costuma ser mais calórico, quando a pessoa se satisfaz com a refeição primeiro se sente mais saciada e tende a ingerir menos doce.


Alimentos com fibras (que estão presentes em cascas, bagaços e polpas de frutas, na celulose das verduras e legumes, e nos grãos integrais) têm uma absorção mais lenta do que alimentos de carboidratos complexos, como o arroz branco, o macarrão, o pão francês e a batata, por exemplo. Ou seja, os produtos fibrosos tendem a ter um índice glicêmico menor que os carboidratos complexos.


Em geral, tudo o que uma pessoa come e bebe aumenta a taxa de açúcar no sangue, enquanto todo tipo de atividade física precisa de energia e, portanto, diminui a glicemia (os músculos absorvem mais o açúcar).

Alimentos de índice glicêmico maior são indicados para quem está em uma crise de hipoglicemia, porque são uma descarga rápida de energia no corpo, ou então para quem acabou de fazer exercício e precisa recuperar o que foi gasto.


No dia a dia, prefira alimentos de índice glicêmico menor, porque são absorvidos de forma mais gradual pelo corpo, o que é mais saudável. Uma boa dica para quem quer comer algo e não abrir o apetite é a fruta. A frutose, que é o açúcar da fruta, é outro tipo de carboidrato simples, mas que exige um processamento diferente do corpo, pois não precisa insulina. Sem isso, não há quedas nos níveis de glicemia e a fruta não dará mais fome.


Hipoglicemia
Quando uma pessoa come, o alimento é absorvido, digerido, e o açúcar vai para o sangue, o que aumenta a taxa da substância dentro dos vasos.

Em resposta, o pâncreas produz mais insulina, hormônio que carrega o açúcar para o interior das células, onde será usado como fonte de energia.

Alguns indivíduos têm um pâncreas “atrasado”, o que significa que o intervalo de tempo entre a ingestão de um alimento com teor de açúcar e a produção de insulina é maior que o normal. Quando isso acontece, o nível de açúcar no sangue cai.

O cérebro, então, percebe a queda de energia e aciona dois hormônios. A adrenalina sai da glândula suprarrenal, que fica acima dos rins, e se espalha pelo corpo para avisar que a glicose é necessária. Esse processo acaba causando ansiedade, tremor, transpiração e palidez.

Já o glucagon é liberado pelo pâncreas e retira açúcar do fígado para distribuir pelo resto do organismo e compensar a perda de açúcar. É pela ação desses dois hormônios que se sente fome em uma crise de hipoglicemia.

Segundo Alfredo Halpern, uma taxa de glicose em jejum superior a 100 mg/dl é considerada pré-diabetes. Se for acima de 126 mg/dl, a doença já existe.


Fonte: Bem Estar


quinta-feira, 28 de abril de 2011

O perigo das gorduras trans


As gorduras hidrogenadas ou trans, usadas em alimentos processados como doces e frituras industriais, margarinas, bolos e bolachas tipo "cookie" e "cracker", são para a saúde "lobos em pele de cordeiro", atuando comocomo gorduras saturadas dentro do organismo que se tornam um um dos maiores inimigos nutricionais para a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.
Em uma análise de quatro estudos com quase 140 mil pessoas, publicada pelo "The New England Journal of Medicine", ficou comprovado que se a energia recebida por uma pessoa da ingestão de gorduras aumentasse em 2% e este aumento viesse de gorduras 'trans', seu risco de sofrer uma doença cardiovascular poderia aumentar em 23%.
Segundo outras pesquisas realizadas nos últimos anos, as gorduras trans não só diminuem o bom colesterol (HDL) e aumentam o ruim (LDL), mas promovem a inflamação dos tecidos, principalmente nas pessoas com obesidade, e elevam a incidência de diabetes.
Apesar dos riscos que significam para a saúde, as gorduras trans não só não estão proibidas, como é muito difícil de serem evitadas, já que seu nome não está impresso em praticamente nenhum dos rótulos nutricionais que acompanham a maioria dos alimentos.
Muitas pessoas sabem que devem limitar o consumo de gorduras trans porque obstruem as artérias e elevam o colesterol, mas poucos têm conhecimento de quais alimentos as contêm e deveriam ser evitados ou controlados, de acordo a um estudo realizado nos Estados Unidos, e cujos resultados podem ser aplicados em muitos países do mundo.
Leia os rótulos
Uma pesquisa pediu a mil adultos americanos que mencionassem três fontes alimentares de gorduras trans: só 21%conseguiu, o que sugere que "há muito que ser feito" em matéria de campanhas de saúde e informação ao consumidor, segundo o doutor Robert H. Eckel, da Universidade do Colorado, em Denver, que impulsionou o estudo.
Curiosamente, quase 75% dos adultos do estudo do Colorado que conheciam a existência das gorduras trans também sabiam que essas substâncias aumentavam o risco de uma dolência cardíaca.
Segundo a doutora Luz García, nutricionista do Centro Médico Orel, "estas gorduras se formam durante o processo industrial e estão presentes em produtos cozidos e fritos (bolachas doces e salgadas, doces industriais, pãezinhos, batatas fritas), em comidas rápidas e em margarinas".
Para comer esta gordura em menor quantidade, a doutora Luz recomenda "reduzir o tamanho das porções dos alimentos que as contêm, assim como a frequência com que comemos "cookies", produtos fritos e doces".
Além disso, é aconselhável ler os rótulos dos produtos para ver se contêm óleos hidrogenados ou algum óleo vegetal parcialmente hidrogenado, o que significa que contêm gorduras trans.
A especialista aconselha limitar o consumo destes alimentos industrializados e considerar as gorduras trans como "saturadas", equivalentes às das carnes vermelhas, e que tanto prejuízos causam na saúde cardiovascular, e além disso "foram relacionadas com um maior risco de câncer de mama e parecem aumentar as células adiposas, promovendo o sobrepeso", conclui.
Segundo os pesquisadores da Universidade do Colorado, "é importante ler a informação nutricional em todos os produtos, inclusive nos alimentos denominados "sem gorduras trans", já que alguns fabricantes estão usando óleos tropicais, como os de coco ou palma, para substituir as gorduras trans, os quais também são ricos em gorduras saturadas.



domingo, 24 de abril de 2011

É Páscoa... e você pode comer chocolate!!!



Ele protege o coração e é rico em antioxidantes

Quem nunca fechou a boca para certos alimentos quando decidiu emagrecer? Com a Páscoa parece que as comidas mais gostosas são aquelas que têm que sair do cardápio para que consigamos manter o peso ideal. Infelizmente, o chocolate talvez seja o que tem a pior fama entre esses alimentos, principalmente nessa época do ano. Mas, antes de jogar os ovos de páscoa pela janela, saiba que o chocolate traz vários benefícios para a nossa saúde, principalmente suas versões mais amargas, que tem menos açúcares e leite e maior quantidade de cacau. Veja a lista que mostra o lado positivo desse alimento.
O chocolate, além de gostoso, contem substancias muito importantes, como potássio, ferro, magnésio e zinco.

Ele tem poderosos antioxidantes

Esse alimento é rico em polifenois, substâncias que neutralizam radicais livres- moléculas que surgem da degradação de oxigênio e que podem acelerar o envelhecimento e os problemas que costumam acompanhá-lo. Os polifenoies também têm ação preventiva contra derrames. Segundo estudos feitos Universidade de Toronto, no Canadá o consumo de uma porção de chocolate por semana diminuiu em 22% o risco de sofrer um derrame. O outro estudo mostrou que o consumo de 50 gramas do chocolate por semana reduz em 46% as chances de morte, após um AVC.

É rico em micronutrientes

O chocolate, além de gostoso, contem substancias muito importantes, como potássio (regula pressão sanguínea, nível de acidez e o funcionamento neuromuscular), ferro (atua na produção de ATP, o combustível celular), magnésio (participa da formação de ossos, do processo de coagulação do sangue, ativa vitaminas do compexo B, age sobre a insulina) e zinco (ajuda na cicatrização, estimula o sistema imune, preserva a visão, é antivirótico).

É neutro em colesterol

A gordura que o chocolate possui não atua de forma negativa nos níveis de colesterol. Na verdade, ela tem efeito contrário e ajuda a promover índices saudáveis de colesterol no sangue. Porém deve ser consumido com moderação.

Reduz a pressão sanguínea

Comer chocolate relaxa os vasos sanguíneos e permite que o sangue flua com mais facilidade pelo corpo, o que facilita o transporte de nutriente para as células. Segundo um estudo, pessoas que comeram diariamente pouco mais de 100 g de chocolate escuro, por 2 semanas seguidas, tiveram mais sucesso em manter a pressão sob controle.
Como sempre, vale a pena lembrar, que mesmo que o chocolate traga todos esses benefícios ao nosso corpo, ele não deve ser consumido de forma exagerada ou descontrolada. A melhor hora para comê-lo é depois do almoço, já que seu índice glicêmico é bastante alto. Passe pela Páscoa de maneira saudável, sem tirar o chocolate da dieta.