sábado, 26 de outubro de 2013
Qual açúcar usar – mascavo ou refinado?
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Dieta para diminuir hipertensão e evitar infarto vira moda nos EUA
Dieta dash foca ingestão em carnes magras, frutas, vegetais e cereais. Proposta reduz consumo de sódio e aumenta o de cálcio e potássio.

Uma dieta para reduzir a pressão arterial e, consequentemente, o risco de problemas cardiovasculares tem ganhado adeptos nos EUA, com promoção do Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue americano.
A dieta dash (sigla em inglês para “abordagem dietética para interromper a hipertensão”) concentra a ingestão de alimentos em carnes magras, frutas, vegetais, laticínios desnatados e cereais integrais.
Além disso, reduz consideravelmente o consumo de sódio a 2,4 mg por dia – a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de até 5 mg por dia, e o brasileiro consome três vezes esse valor. Também busca aumentar os níveis de cálcio, potássio e magnésio nas refeições.
De acordo com a nutricionista Mariana del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), o aumento de cálcio e potássio na alimentação interfere na maior eliminação de sódio pelo rim, o que facilita a redução da hipertensão.
Os benefícios também acabam passando pela diminuição da gordura saturada e de doces, o que tem impacto direto sobre os níveis de colesterol no sangue.
Segundo a nutricionista Mônica Beyruti, também da Abeso, essa não é uma dieta propriamente dita, mas um programa alimentar que serve de orientação para quem tem pressão alta.
“Dieta tem conotação de restrição. E a dash já existe há mais de dez anos e nunca deixou de ser usada. O que os especialistas estão fazendo agora é uma nova classificação de dietas e incluindo essa como top. Americanos adoram rankings”, afirma Mônica.
Restrição calorica
Em geral, a "dash diet" não prevê muita restrição calórica: a pessoa pode consumir 2 mil kcal por dia, desde que de alimentos saudáveis – já que o objetivo direto não é perder peso, mas uma consequência, se necessário.
“Há pessoas que não conseguem emagrecer sem restrição de calorias”, diz Mônica. A especialista destaca também que esse plano alimentar deve ser potencializado com um peso saudável e a prática regular de exercícios físicos.
Segundo ela, cortar de 500 kcal a 1.000 kcal é suficiente para um emagrecimento com saúde, o que pode resultar entre 1 kg a 4 kg a menos no fim do mês.
“Antes de 2006, o Ministério da Saúde recomendava 2.200 kcal por dia para um adulto médio. Hoje já são 2.000 kcal. A perda de peso é sempre consequência de um balanço negativo de energia”, destaca Mariana.
Segundo ela, um profissional não recomenda dietas da moda aos pacientes, mas adaptações de várias propostas que se adapte a cada caso.
Fonte: Bem Estar
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Adoçante não dá saciedade e deve ser usado com orientação médica
Calcule o quanto você pode consumir por dia, com base no seu peso.

Calcule o quanto você pode consumir por dia, com base no seu peso. Veja também qual é o seu índice de massa corporal (IMC).
A sucralose adoça 600 vezes mais que a sacarose, a sacarina adoça 500 vezes mais e o aspartame tem capacidade de adoçar 200 vezes mais.
A função da insulina é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia aproveitada por todas as células.
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Doces ou não, alimentos podem alterar as taxas de açúcar no sangue

Endocrinologista Alfredo Halpern explica o que é hipoglicemia.
A vontade de comer doce muitas vezes não tem hora, mas há as preferências gerais, como depois do almoço ou no meio da tarde. O Bem Estar fez uma enquete aqui no nosso site e 43% das pessoas responderam que sentem mais desejo após as refeições. Outros 31% votaram que gostam mais à tarde, no lanche.
Mas não é apenas o doce, aquele alimento que tem gosto de açúcar, o responsável por aumentar as taxas de glicose no sangue – o chamado índice glicêmico, que deve ser levado em conta também antes e depois dos exercícios. Cenoura, bolacha de água e sal e uva passa, a princípio inofensivos, são capazes de elevar o índice de açúcar na corrente sanguínea.
Já alimentos como iogurte, pera e cereais têm o poder contrário. No meio termo, ficam arroz, feijão, suco de laranja e chocolate, entre outros.
Para explicar como funciona o processamento do açúcar no corpo humano e por que é importante observar o que se come – para não ter uma crise de hipoglicemia ou diabetes.

Segundo a nutricionista Mônica Beyruti, a melhor hora para comer um doce é depois de uma refeição completa e variada. Dessa forma, o açúcar é absorvido mais devagar, por causa das fibras dos outros alimentos. Além disso, como o doce costuma ser mais calórico, quando a pessoa se satisfaz com a refeição primeiro se sente mais saciada e tende a ingerir menos doce.
Alimentos com fibras (que estão presentes em cascas, bagaços e polpas de frutas, na celulose das verduras e legumes, e nos grãos integrais) têm uma absorção mais lenta do que alimentos de carboidratos complexos, como o arroz branco, o macarrão, o pão francês e a batata, por exemplo. Ou seja, os produtos fibrosos tendem a ter um índice glicêmico menor que os carboidratos complexos.
Em geral, tudo o que uma pessoa come e bebe aumenta a taxa de açúcar no sangue, enquanto todo tipo de atividade física precisa de energia e, portanto, diminui a glicemia (os músculos absorvem mais o açúcar).
Alimentos de índice glicêmico maior são indicados para quem está em uma crise de hipoglicemia, porque são uma descarga rápida de energia no corpo, ou então para quem acabou de fazer exercício e precisa recuperar o que foi gasto.
No dia a dia, prefira alimentos de índice glicêmico menor, porque são absorvidos de forma mais gradual pelo corpo, o que é mais saudável. Uma boa dica para quem quer comer algo e não abrir o apetite é a fruta. A frutose, que é o açúcar da fruta, é outro tipo de carboidrato simples, mas que exige um processamento diferente do corpo, pois não precisa insulina. Sem isso, não há quedas nos níveis de glicemia e a fruta não dará mais fome.
Hipoglicemia
Quando uma pessoa come, o alimento é absorvido, digerido, e o açúcar vai para o sangue, o que aumenta a taxa da substância dentro dos vasos.
Em resposta, o pâncreas produz mais insulina, hormônio que carrega o açúcar para o interior das células, onde será usado como fonte de energia.
Alguns indivíduos têm um pâncreas “atrasado”, o que significa que o intervalo de tempo entre a ingestão de um alimento com teor de açúcar e a produção de insulina é maior que o normal. Quando isso acontece, o nível de açúcar no sangue cai.
O cérebro, então, percebe a queda de energia e aciona dois hormônios. A adrenalina sai da glândula suprarrenal, que fica acima dos rins, e se espalha pelo corpo para avisar que a glicose é necessária. Esse processo acaba causando ansiedade, tremor, transpiração e palidez.
Já o glucagon é liberado pelo pâncreas e retira açúcar do fígado para distribuir pelo resto do organismo e compensar a perda de açúcar. É pela ação desses dois hormônios que se sente fome em uma crise de hipoglicemia.
Segundo Alfredo Halpern, uma taxa de glicose em jejum superior a 100 mg/dl é considerada pré-diabetes. Se for acima de 126 mg/dl, a doença já existe.
Fonte: Bem Estar
quinta-feira, 28 de abril de 2011
O perigo das gorduras trans
Em uma análise de quatro estudos com quase 140 mil pessoas, publicada pelo "The New England Journal of Medicine", ficou comprovado que se a energia recebida por uma pessoa da ingestão de gorduras aumentasse em 2% e este aumento viesse de gorduras 'trans', seu risco de sofrer uma doença cardiovascular poderia aumentar em 23%.
Para comer esta gordura em menor quantidade, a doutora Luz recomenda "reduzir o tamanho das porções dos alimentos que as contêm, assim como a frequência com que comemos "cookies", produtos fritos e doces".domingo, 24 de abril de 2011
É Páscoa... e você pode comer chocolate!!!
Quem nunca fechou a boca para certos alimentos quando decidiu emagrecer? Com a Páscoa parece que as comidas mais gostosas são aquelas que têm que sair do cardápio para que consigamos manter o peso ideal. Infelizmente, o chocolate talvez seja o que tem a pior fama entre esses alimentos, principalmente nessa época do ano. Mas, antes de jogar os ovos de páscoa pela janela, saiba que o chocolate traz vários benefícios para a nossa saúde, principalmente suas versões mais amargas, que tem menos açúcares e leite e maior quantidade de cacau. Veja a lista que mostra o lado positivo desse alimento.
Ele tem poderosos antioxidantesEsse alimento é rico em polifenois, substâncias que neutralizam radicais livres- moléculas que surgem da degradação de oxigênio e que podem acelerar o envelhecimento e os problemas que costumam acompanhá-lo. Os polifenoies também têm ação preventiva contra derrames. Segundo estudos feitos Universidade de Toronto, no Canadá o consumo de uma porção de chocolate por semana diminuiu em 22% o risco de sofrer um derrame. O outro estudo mostrou que o consumo de 50 gramas do chocolate por semana reduz em 46% as chances de morte, após um AVC.
É rico em micronutrientes
O chocolate, além de gostoso, contem substancias muito importantes, como potássio (regula pressão sanguínea, nível de acidez e o funcionamento neuromuscular), ferro (atua na produção de ATP, o combustível celular), magnésio (participa da formação de ossos, do processo de coagulação do sangue, ativa vitaminas do compexo B, age sobre a insulina) e zinco (ajuda na cicatrização, estimula o sistema imune, preserva a visão, é antivirótico).
É neutro em colesterol
A gordura que o chocolate possui não atua de forma negativa nos níveis de colesterol. Na verdade, ela tem efeito contrário e ajuda a promover índices saudáveis de colesterol no sangue. Porém deve ser consumido com moderação.

Reduz a pressão sanguínea
Comer chocolate relaxa os vasos sanguíneos e permite que o sangue flua com mais facilidade pelo corpo, o que facilita o transporte de nutriente para as células. Segundo um estudo, pessoas que comeram diariamente pouco mais de 100 g de chocolate escuro, por 2 semanas seguidas, tiveram mais sucesso em manter a pressão sob controle.



