Mostrando postagens com marcador reeducação alimentar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador reeducação alimentar. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Encha o carrinho de aliados da dieta


Montamos um roteiro completo para você não ter mais dúvidas na hora das compras

O supermercado se torna seu maior inimigo quando você está de dieta é difícil escapar ileso passeando entre prateleiras repletas de tentações. Mas é fácil fazer com que suas compras não pareçam uma sessão de tortura.

A primeira regrinha básica para não cometer deslizes na hora deencher o carrinho ainda é a mesma: não vá ao mercado com fome. Faminto, a dificuldade para resistir aos petiscos, doces e refrigerantes aumenta , aconselha a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella.Além disso, segundo a nutricionista, evitar as gôndolas de bolachas e chocolates é outra boa tática para não encher o carrinho de calorias. 

Já para fugir do desperdício, preste atenção ao selecionar alimentos perecíveis como frutas, legumes e verduras, baseando-se no consumo semanal da sua casa. 


Ir ao mercado com uma lista, evita dúvida entre as prateleiras
Verificar os rótulos dos alimentos é sempre importante, pois as informações contidas neles servirão como guia para o seu objetivo. 

Tomando a tabela comparativa abaixo como exemplo, a especialista do Minha Vida ressalta que não existe diferença significativa entre as calorias do pão integral tradicional e do pão integral light. No entanto, a versão light apresenta maior quantidade de fibras, que ajudam no bom funcionamento do intestino, e contém menos sódio, boa alternativa para quem está de olho na pressão arterial. 

Este cuidado precisa ser aplicado a todos os alimentos ingeridos para que a quantidade de nutrientes e calorias seja adequada às necessidades individuais, aconselha Roberta. 

Energia e NutrientesPão Integral TradicionalPão Integral Light
Calorias (Kcal)5351
Carboidratos9,410,0
Proteínas2,42,7
Gorduras0,70,0
Fibras1,72,2
Sódio128108
Mais uma dica da especialista para não temer a hora das compras resume-se em organização. Não saia de casa sem uma listinha dos alimentos que você precisa para montar seu cardápio diário. Assim você não corre o risco de comprar produtos além do necessário , diz. Para te ajudar a criar uma lista infalível para a sua reeducação alimentar, Roberta montou um roteiro completo, com os produtos que não podem faltar na sua lista, substituições inteligentes e alertas para as armadilhas. 

Coloque no carrinho

Bolachas integrais: elas são ótimas opções para rechear suas refeições intermediárias e, por conterem fibras, ajudam a saciar a fome mais rápido e fazem o intestino funcionar.

- Frutas, legumes e folhas: com uma variedade extensa de nutrientes, elas são indispensáveis para compor um cardápio saudável.

- Molho de iogurte: além de dar um gostinho delicioso à salada, os molhos à base de iogurte somam poucas calorias. - Chás: ótima para estimular a diurese e eliminar as toxinas, a bebida é uma boa alternativa para quem não bebe muita água durante o dia. 

- Geléias light: servem para adoçar a dieta e contam com a vantagem dos nutrientes oferecidos pelas frutas. - Barrinhas de cereais integrais: ricos em fibras, elas dão maior sensação de saciedade e são ótimos meios para matar a fome.  


Trocas inteligentes

Leite desnatado: comparando a versão desnatada com a integral, a quantidade de cálcio é semelhante. 

O que as difere é a quantidade de gorduras, sendo menor no leite desnatado. Ou seja, além de ser mais saudável, contém menos calorias.

- Queijo branco: troque os queijos amarelos, como mussarela, cheddar e parmesão, por queijos mais magros, como os diferentes tipos de queijo branco. Entre eles, estão o queijo de minas, o cottage e a ricota. 

Iogurtes light ou desnatados: como derivados do leite, as versões light dos iogurtes são sempre bem-vindas, fornecem boas doses de cálcio com pouca quantidade de gordura.  

Biscoitos integrais: com a troca, você substitui a farinha refinada pela integral e desfruta de um produto com menos calorias e mais fibras 

- Creme vegetal light: é boa pedida substituir a manteiga por ele. Enquanto a manteiga é rica em colesterol, gordura saturada e fornece muitas calorias, o creme vegetal não apresenta colesterol e tem baixa quantidade de gordura saturada.  

Legumes frescos: indispensáveis no seu carrinho de compras
- Legumes in natura: prefira os legumes frescos diante dos enlatados, que, para serem conservados, contam com uma boa quantidade de sódio. Investindo nos legumes in natura, você ainda desfruta de alimentos com mais sabor e textura mais agradável.


Fuja das armadilhas

  • Biscoitos: é comum lançar mão de biscoitos do tipo água e sal com a idéia de que seus ingredientes não são engordativos. Porém, a maioria dos biscoitos é feita exclusivamente com farinha refinada, que não contém fibras e aumenta mais rapidamente a glicemia, fazendo você sentir fome mais rapidamente. Procure pelas versões integrais das bolachas.
  • Sucos de frutas: sem dúvida, eles são uma excelente bebida. Os vários copos durante o dia é que podem ser prejudiciais à dieta, já que eles contêm uma quantidade razoável de calorias. Tome apenas um copo durante a refeição, por exemplo, e beba água durante o resto do dia.
  • Frutas secas: os pacotinhos são práticos lanches, mas como as frutas ficam mais reduzidas e leves, é fácil exagerar na quantidade das porções e, conseqüentemente, extrapolar nas calorias.
Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 24 de março de 2014

Slow Food, a favor do prazer gastronômico


Movimento internacional preserva o RG alimentício de cada país

Em meio ao grande aumento do consumo de alimentos do tipo fast food, resultado da forçosa rotina apressada, surgiu um movimento que prega o prazer da alimentação. A atividade internacional leva o nome de Slow Food e, por trás das garfadas vagarosas, desperta a consciência ambiental de seus adeptos. Hoje, mais de 80 mil sócios seguem os conceitos do Slow Food, em cerca de 100 países. 

A idéia da organização, fundada na Itália em 1986, é preservar a cultura alimentar de cada país e de suas regiões, em movimento contrário à padronização dos cardápios, que permite encontrar o mesmo sanduíche ou o mesmo macarrão do Brasil à China, passando pela Índia. A alimentação de quem segue os conceitos do Slow Food não muda muito, pois nenhum tipo de comida é restringido do cardápio. 

A pessoa apenas passa a ter consciência do que está comendo e da forma como está fazendo isso , explica a ex-líder do Slow Food na cidade de São Paulo, Heloisa Mader. Ela continua, exemplificando que em vez de passar no drive thru e se entupir de batata frita enquanto dirigimos o carro, fazemos nossa própria refeição em casa, com alimentos orgânicos, sem pressa


Mão na massa

Prazer na hora das refeições é fundamental, segundo adeptos
Na prática, o movimento se estende um pouco mais para atuar em contraponto da alimentação massificada. Para isso, educa produtores e consumidores a preservar os alimentos e a culinária locais. Um exemplo é a proteção de instituições como os caffé italianos, os bistrots franceses e as inns inglesas, o que a organização considera como lugares destinados ao prazer gastronômico. 

Os associados ao Slow Food dividem-se em sedes localizadas em diferentes países. Chamadas de Convivia, essas sedes são as responsáveis pela organização periódica de jantares temáticos, degustações e passeios. 
A Arca do Sabor e as Fortalezas são mais exemplos de atividades a favor da preservação alimentícia e da valorização de práticas antigas. A primeira entra em ação para catalogar produtos artesanais de qualidade. Já a outra sustenta os produtores e ajuda a promover os alimentos típicos. De acordo com Heloisa Mader, a idéia é gerar novas oportunidades de trabalho, ampliando a renda das áreas rurais. A atuação pode envolver um único queijeiro ou reunir milhares de agricultores, exemplifica. 

A identificação dos produtos brasileiros participantes da Arca começou em 2002, quando o bastão de guaraná dos índios Sateré Maué foi lançado. Outros exemplos apoiados pelas Fortalezas são os produtos de umbu, transformados artesanalmente no sertão baiano, e o palmito produzido pelos índios guaranis, no litoral norte de São Paulo. www.slowfood.com 

O encontro virtual do movimento é feito através do site www.slowfood.com. Pelo endereço, o internauta encontra um resumo das atividades mais importantes do Slow Food e tem um link direto com os associados. No Brasil, o movimento é representado pelo site www.slowfoodbrasil.com. 

Fonte: Minha Vida 

segunda-feira, 10 de março de 2014

5 armadilhas destroem a alimentação saudável, fuja delas


Drible os erros mais comuns no uso da pirâmide alimentar

Seguir as orientações contidas na pirâmide alimentar para manter uma alimentação saudável é uma ótima iniciativa. Mas os planos para equilibrar a saúde podem ir por água abaixo (e ponteiro acima) se você não tomar cuidado na horade combinar as porções. 

Para fugir dos erros comumente cometidos pelos iniciantes no método, a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella, montou uma lista com os erros mais comuns. Veja se as dúvidas a seguir já rondaram sua cabeça na hora de montar seu prato guiado pela pirâmide e saiba como escapar dessas armadilhas, da melhor maneira. 

Armadilha: Ficou difícil resistir à macarronada do almoço e você não pensou duas vezes na hora de encher o prato de carboidratos. Como não quer extrapolar as porções que tinha programado para o dia todo, resolve banir o nutriente do restante das refeições. 

Dica: Faça um planejamento antecipado para não restar dúvidas sobre o número e a quantidade das porções que você precisa ingerir durante o dia. A princípio, parece um pouco trabalhoso. Mas basta fazer os cálculos no primeiro dia e seguir essa organização nos outros, usando atabela de substituições como guia , ensina a nutricionista. Se você escorregar em alguma refeição, nada de ficar rearranjando os grupos alimentares. O conselho da especialista é manter o planejamento como se o deslize não tivesse acontecido. Tentar consertar o erro pode gerar confusão e fazer com que nutrientes importantes para o organismo não sejam ingeridos na quantidade adequada , ressalta Roberta. 

Nada de restringir o jantar, a fim de corrigir o erro do almoço
Armadilha: Seu objetivo é contar com os princípios da pirâmide alimentar para emagrecer. Por isso, você toma muito cuidado com o grupo dos cereais, pães, tubérculos e raízes, rico em carboidratos. Você dispensa algumas porções e garante o baixo valor calórico do seu cardápio. 

Dica: A pirâmide nada mais é do que a representação global de um cardápio balanceado. O maior cuidado ao segui-la deve ser para que todos os grupos alimentares estejam presentes na alimentação na quantidade mínima , alerta Roberta. Ou seja, se a quantidade indicada. Isso diminui a possibilidade de excessos na alimentação, já que você não chega faminto à próxima refeição. 

Para acertar nos mandamentos da pirâmide, fuja da monotonia
Armadilha: Como você não tem o costume de comer à noite, prefere agrupar as porções que deveriam compor o jantar com as do almoço. Afinal, o que vale é a soma final das porções dos grupos alimentares indicadas pela pirâmide. 

Dica: A pirâmide alimentar estimula o bom hábito à mesa. Portanto, não é recomendado concentrar os grupos alimentares em poucas refeições , explica Roberta. O conselho da nutricionista do Minha Vida é optar por alimentos de fácil digestão e que façam parte da sua rotina alimentar.

Se você não está acostumado a jantar, substitua os alimentos típicos dessa refeição por outros que podem montar um lanche. Troque o arroz por pão, a carne por um embutido e assim por diante. Mas é importante seguir as porções de cada grupo , diz. Para acertar nos mandamentos da pirâmide, fuja da monotonia 

Armadilha: Definitivamente, você não é fã das hortaliças e elas não fazem falta nenhuma no seu cardápio. Por isso, você nem se preocupa com as porções deste grupo alimentar. O melhor a fazer é riscá-las do menu e ingerir as calorias referentes a essas porções com outros grupos. 

Dica: Deixar algum grupo alimentar de lado, segundo Roberta, não prejudica o andamento da pirâmide. Mas o propósito de criação dela é justamente oferecer uma alimentação rica em todos os nutrientes. Excluir os legumes, por exemplo, terá como conseqüência a carência de minerais e vitaminas, fundamentais para o corpo. Também é importante lembrar que nenhum grupo substitui outro. A conclusão é que deixar de ingerir legumes para aumentar a quantidade de porções das frutas não é atitude acertada. Uma alimentação adequada requer variedade alimentar decorrente da ingestão de alimentos pertencentes a todos os grupos alimentares.


Fonte: Minha Vida

domingo, 7 de abril de 2013

O que faz você desistir da sua dieta?

As primeiras semanas da dieta são tranquilas e até rendem uma queda significativa do ponteiro da balança. Você segue um cardápio com poucas calorias, baseando-se nas dicas mais populares para ter sucesso no emagrecimento. 
O problema aparece quando, depois de um período de determinação, o pique para dar continuidade à reeducação alimentar some.

Não precisa desanimar, muito menos se culpar. Você pode estar confundindo erros com acertos. O resultado? A desistência do projeto de emagrecimento e de alimentação saudável vem à tona. Roberta Stella, responsável pela equipe nutricional do Dieta e Saúde lista, a seguir, os enganos que podem rondar sua dieta e levá-la ao fracasso.

Fazer das saladas suas refeições principais
Antes de tudo, vale frisar que existem saladas e saladas, brinca Roberta. Ela explica: ao falarmos de salada, podemos tratar da ingestão de apenas uma folhosa, como alface, ou de uma refeição completa, cuja a base é uma folhosa . As saladas consideradas completas incluem legumes, queijos, pães e até mesmo um tipo de carne.No entanto, Roberta alerta que os dois tipos de saladas podem ser transformados em armadilha à dieta, caso entrem em cena como substitutos das refeições principais. Uma, por apresentar uma restrição calórica excessiva. E a outra, pelo contrário: pela elevada ingestão de calorias. No primeiro caso, em que o prato principal é substituído por folhas apenas, a nutricionista ressalta que há uma deficiência de nutrientes. Carboidratos, proteínas, gorduras, vitaminas e minerais são participantes indispensáveis das refeições. Todos eles exercem diversas funções no organismo. Logo, sem eles, o corpo trabalha de maneira indevida, completa. Além disso, uma dieta restritiva demais acaba resultando em sentimento de punição. Isso faz com que você desista de emagrecer mais facilmente.Já quando você opta por uma salada que equivale a uma refeição, o risco é subestimar as calorias do prato. Pense em uma salada com molhos, queijos, batata palha e bacon. As calorias podem até ultrapassar o valor calórico de um prato composto por arroz e grelhado, exemplifica a especialista. Assim, a idéia de que o consumo de saladas serve para economizar calorias vai por água abaixo. A frustração aparece quando você consome apenas saladas e não observa a eliminação de peso, avisa Roberta.Para as saladas entrarem em cena como aliadas do emagrecimento, consuma variados tipos de folhas regadas com um fio de azeite e uma pitada de sal. Como antecedente da refeição principal, elas fazem você chegar com menos fome ao prato quente.

Boicotar as calorias
É preciso abandonar a idéia de que somente uma elevada restrição calórica é capaz de resultar em redução de peso, afirma a especialista do Dieta e Saúde. Ela explica que a quantidade de calorias necessárias para emagrecer varia de pessoa a pessoa. Ou seja, se uma amiga segue um cardápio de 1.200 calorias e emagrece, não significa que você precisa da mesma quantidade calórica para observar o mesmo resultado.Ainda de acordo com a nutricionista, durante o processo de emagrecimento é importante fugir da sensação de castigo. Não encare a reeducação alimentar como uma punição por ter passado determinado período ingerindo alimentos em quantidades inadequadas, aconselha Roberta Stella. Vendo a dieta como castigo pelos deslizes que cometeu, você acaba caindo na ilusão da restrição excessiva de calorias. Muitas vezes, o corte de calorias é levado tão ao extremo que a desistência acontece até mesmo no primeiro dia de dieta, relata a nutricionista.

Lançar mão de alimentos diet e light
Tais alimentos não significam, necessariamente, que são menos calóricos que suas versões tradicionais. Roberta sugere um teste: quando for ao supermercado, analise os diversos rótulos dos pães light. Você vai ter uma surpresa ao encontrar o mesmo alimento com características nutricionais tão variáveis.Ela ressalta que é preciso saber escolher os alimentos, contando com a ajuda dos rótulos alimentícios, e controlar a quantidade deles, mesmo que eles façam parte das categorias diet e light. Ao ler os rótulos, você verifica se determinados produtos são saudáveis e se atendem os requisitos nutricionais que você procura. Já ao manter o controle das porções dos alimentos diet e light, você evita ultrapassar a quantidade calórica da dieta.


Trocar sucos naturais por refrigerantes diet ou light
A energia contida nos alimentos é apenas uma entre dezenas de características que eles apresentam. Os refrigerantes light, diet ou zero apresentam nenhuma ou uma quantidade bem reduzida de calorias. Mas, ao mesmo tempo, não têm nenhuma qualidade nutricional, informa Roberta. Outro ponto negativo da bebida é que elas contêm gás, dificultando assim a digestão e dando uma falsa sensação de saciedade.Os sucos naturais, apesar de mais calóricos, são riquíssimos em nutrientes importantes para o organismo, como vitaminas, minerais e carboidratos. Além disso, as calorias são fundamentais até mesmo para quem quer emagrecer, surpreende a especialista. Ela esclarece que a quantidade calórica adequada às suas necessidades é a chave da eliminação de peso sem comprometimento da saúde.

Fonte: Dieta e Saúde

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Dieta Dunkan


Entenda regime alimentar que conquistou as celebridades


Siga a dieta proposta pelo médico Pierre Dukan (Foto: Mais Você / TV Globo)Siga a dieta proposta pelo médico Pierre Dukan
O que Kate Middleton, Penélope Cruz, Jennifer Lopez e o presidente da França, François Hollande, têm em comum? Os três aderiram a um regime alimentar que é a sensação do momento: a dieta Dukan. Apesar de ter a pegada de “coma o quanto quiser”, ela é bem restritiva, e a falta de carboidratos é sua principal característica. A rapidez no emagrecimento também é evidente, e quem explicou tudo para o Mais Você foi o próprio criador da dieta, o nutricionista Pierre Dukan.













Ela é composta por quatro fases essenciais:
1ª fase - O ataque
Começa com um ataque ao sobrepeso com proteínas puras, com baixo teor de gordura. A duração é de até cinco dias, ou seja, nada de carboidratos neste período. 
Alimentos que não podem faltar na 1ª fase: ovos, queijo cottage light, peitos de peru, farelo de aveia, carnes vermelhas (menos costela/vitela), peixes e crustáceos de todos os tipos (menos atum light, salmão e camarão), frango, refrigerante zero, leite de soja, água (2 litros por dia), café preto e adoçante.

2ª fase -  A alternância
Logo depois, a meta a ser alcançada é o peso ideal, alternando entre refeições proteicas e de legumes e verduras. 
Alimentos que não podem faltar na 2ª fase: tomate, pepino, rabanete, espinafre, aspargo, vagem, repolho, couve, cogumelo, aipo, todas as alfaces, acelga, berinjela e abobrinha. 

Vegetais proibidos: batata, arroz, milho, grão-de-bico, ervilha, lentilha, feijões. Você só pode passar para a terceira fase quando alcançar o peso que você pretende atingir.

Pierre Dukan escolhe ingredientes para uma dieta (Foto: Mais Você / TV Globo)Pierre Dukan escolhe ingredientes para uma dieta (Foto: Mais Você / TV Globo)
3ª fase - A consolidação
No terceiro passo, o peso ideal é consolidado enquanto alimentos mais gordurosos e com carboidratos são reintroduzidos. 
A duração é uma fórmula: número de quilos perdidos vezes 10 dias por quilo, isto é, se a pessoa perder 15 kg, ela vai multiplicá-los por 10, e seguirá com a dieta por mais 150 dias. 
O que não pode faltar na alimentação: todos os ingredientes da primeira e segunda fase, mais pão integral e frutas (menos banana, uva e cereja).

4ª fase - A estabilização
É permitido comer tudo o que se deseja, contanto que a pessoa siga as regras da dieta pelo menos uma vez na semana. Alimentação normal com um dia de proteínas puras, aconselha-se quinta-feira (duração: para o resto da vida). Se, em alguma semana não puder ser naquele dia, faça em outro dia, mas na semana seguinte volte para o dia que você escolheu.

Observação importante
Nada pode ser frito, todos os alimentos devem ser cozidos, grelhados ou assados. Cuidado na hora do tempero: não acrescentar molhos, pode ser usado azeite (com moderação, uma colher de sopa por dia), sal (com moderação) e ervas.
Fonte: Mais Você

Nenhuma dieta ou regime deve ser por conta própria, o correto é 

procurar orientação profissional pois os casos são individuais 

com suas respectivas particularidades, portanto deve ser avaliado 

e adaptado. 
Lembre-se que nenhuma dieta ou regime mais radical, parecendo 

ser milagroso será a solução do seu problema o ideal é uma 

REEDUCAÇÃO ALIMENTAR. 

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Compulsão alimentar é distúrbio químico nos mecanismos da fome



Comer demais, sem vontade, engolir rápido e sentir culpa são sinais.

Três a cada quatro pessoas diagnosticas com o problema são obesas.
Comer demais de vez em quando é um problema que a maioria das pessoas enfrenta, principalmente nos finais de semana ou eventos especiais. Mas há aqueles que se descontrolam sempre na frente da comida, mesmo sem fome. Resultado: passam mal ou se sentem culpados.
O assalto à geladeira durante a noite também é característica da compulsão alimentar, um problema que atinge até 4% da população geral e 6% dos obesos – podendo alcançar metade dos indivíduos mórbidos, segundo dados da Associação Americana de Psiquiatria.
O compulsivo não tem hora para comer: é um "saco sem fundo" e abocanha qualquer coisa o tempo todo, mesmo quando o corpo não precisa de energia.
Como consequência, 75% das pessoas com esse distúrbio químico nos mecanismos da saciedade ganham muito peso, pois consomem mais calorias do que precisam por dia, principalmente na forma de doces e gorduras. Aquelas que não engordam, segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, é porque têm compensação calórica inconsciente ou um metabolismo muito bom.
Além disso, muitos indivíduos compulsivos também sofrem de depressão, ansiedade e outros transtornos psíquicos, como explicou o psiquiatra Adriano Segal.
O especialista disse que alguns pacientes chegam a comer alimentos crus ou congelados, não por prazer, mas por descontrole. E, num prazo curto de 2 horas, essa ingestão pode chegar a 15 mil calorias, sendo que um adulto normal precisa em média de 2 mil calorias por dia para viver.
De acordo com Halpern e Segal, a compulsão também pode estar associada a um transtorno bipolar e a uma personalidade de excessos, como acontece com compras e drogas, por exemplo. E os episódios de "ataque" são mais frequentes no fim da tarde e à noite, quando a pessoa chega a consumir até 50% das calorias totais daquele dia.
Alguns pacientes fazem misturas inacreditáveis, como pão com leite condensado e chocolate, biscoito de chocolate recheado com queijo branco ou biscoito salgado com iogurte – e por aí vai.
As mulheres costumam sofrer mais, e aliar esse comportamento a dietas malucas ou remédios para emagrecer sem prescrição médica.
Uma regra de ouro que o Bem Estar já ensinou é esperar 20 minutos antes de antes de repetir o prato, para o cérebro perceber se o corpo ainda está com fome.

Tratamento:

No caso de doenças crônicas e psiquiátricas, como a compulsão alimentar, raramente se fala em cura, mas em tratamento.
Os cuidados são comportamentais, com a mudança de estilo de vida, reeducação alimentar e a prática de exercícios, ou farmacológicos, com a administração de medicamentos antidepressivos (que modificam os caminhos da serotonina no corpo) e indutores de saciedade.
Os médicos aconselham a atividade física para esses pacientes porque os exercícios diminuem os níveis de depressão e ansiedade, com a liberação de endorfina, hormônio que dá sensação de prazer e substitui a serotonina liberada pela comida, cujo efeito é semelhante.
Quem pratica exercícios também queima mais calorias e tende a comer menos gordura, o que facilita o controle de peso e melhora o funcionamento intestinal, contribuindo de forma ampla para o tratamento do problema.
Fonte: Bem Estar

segunda-feira, 19 de março de 2012

Açúcar x Adoçante

O consumo do adoçante artificial virou um mito. Alguns profissionais da saúde defendem os seus benefícios e outros os seus malefícios. As informações ainda são contraditórias.

Recentemente uma pesquisa polêmica norte-americana concluiu que o consumo de adoçante para redução da ingestão de calorias pode ser uma grande armadilha. Muita calma! Este estudo foi feito em ratos e não em humanos e a escolha sobre o que é melhor (adoçante ou açúcar), depende de alguns fatores individuais de cada pessoa. A verdade é que podemos conviver com os dois, o que é bom para alguns, pode não ser para outros e vice-versa! O adoçante é produzido a partir da mistura de algum nutriente com um ou mais edulcorantes, substâncias naturais ou artificiais, responsáveis pelo sabor doce que eles têm.


A sua principal vantagem é ter poucas calorias, mas, isso não quer dizer que podem ser consumidos sem critério. São recomendados para dietas especiais como as de restrição (Obesidade e Diabetes) e as de emagrecimento, mas, gestantes, nutrizes e crianças não devem consumi-los a não ser com ordem médica. Leia nosso artigo que fala sobre adoçantes.

Sobre o consumo de açúcar refinado já sabemos que pode causar efeitos indesejáveis, como cárie dental, aumento na produção de insulina, fermentação no sistema digestivo, aumento de peso, entre outros. Além disso, este tipo de açúcar (refinado) não possui nutrientes, devido ao processo de refinamento. Indivíduos diabéticos devem evitar além de açúcar refinado, mascavo e light, alguns adoçantes dietéticos como frutose, sorbitol e manitol. Os outros podem ser consumidos, porém é sempre importante estar atento às recomendações de médicos e nutricionistas.

Para aqueles que realmente não gostam do sabor e não conseguem tomar ou comer nada com adoçante e precisam reduzir as calorias do cardápio, vale experimentar o açúcar light. Possui um tipo de adoçante em sua composição, a sucralose; que adoça mais que o açúcar refinado e apresenta a mesma caloria.

As opções hoje são diversas. Somos bombardeados com anúncios e rótulos induzindo-nos constantemente a substituir o açúcar por adoçantes artificiais, no cafezinho, nas bolachas, iogurtes, balas, sorvetes, pães e até em remédios. Saudados como a solução para quem luta contra a balança e não quer abrir mão de uma saborosa sobremesa, os adoçantes fazem parte de uma matemática desigual: nunca foram usados tantos substitutos artificiais para o açúcar e, ao mesmo tempo, o mundo nunca esteve tão gordo.

Para se ver livre dessa dependência, é preciso acompanhamento de especialista, mudança gradativa da dieta (reeducação alimentar) e prática de exercícios físicos. Muitas pessoas trocam um alimento ou substância por outra por pura vaidade, sem se importar se faz bem ou mal à saúde.

No estudo norte americano comentado no início, os cientistas acompanharam a alimentação de 17 ratos divididos em dois grupos. O primeiro recebeu iogurte adoçado com sacarina, enquanto o segundo tinha o alimento acrescido de açúcar. Depois do iogurte, os animais receberam suas dietas normais. Decorridas cinco semanas, o grupo dos ratos que comeram iogurte com adoçante ganharam mais peso se comparados aos que comeram iogurte com açúcar. Essa informação não basta para você de repente substituir o adoçante pelo açúcar.

O brasileiro, em média, já consome em média 19% das calorias recomendadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sob a forma de açúcar; enquanto o máximo seria de 10%. Para a Fundação Britânica de Nutrição, o tema requer mais pesquisas, pois o resultado deste estudo ainda não prova que os adoçantes são prejudiciais às dietas dos humanos.

Quando for comprar um adoçante, leia o rótulo e conheça o tipo de edulcorante utilizado. Conheça a nova norma e recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre os edulcorantes (RDC 18/08), que mostra a redução do limite máximo de uso de sacarina e ciclamato em bebidas e alimentos; e a aprovação do uso de três novas substâncias: a taumatina, o eritritol e oneotame. Os aditivos só poderão ser utilizados pela indústria quando estiverem explicitamente definidos em legislação específica, com suas respectivas funções, limites máximos de uso e categorias de alimentos permitidas.

Diante de tantas dúvidas, resta a conclusão: tanto no consumo de açúcar ou no de adoçantes, a solução ideal parece ser mesmo a boa e velha moderação. Experimente e verifique quais os melhores produtos para você, visando sempre o seu objetivo: emagrecer, ter uma vida saudável ou restringir a ingestão de açúcar devido a alguma doença. Procure sempre um nutricionista e faça a escolha certa!

Fontes consultadas:

Swithers SE, Davidson TL. A Role for Sweet Taste: Calorie Predictive Relations in Energy Regulation by Rats. Purdue University, Behavioral Neuroscience. 2008;122(1):161-173.

Fonte: Blog da BBel