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sábado, 21 de abril de 2012

Incremente o cardápio com suquinhos deliciosos

Frutas frescas são ótimas para estimular o paladar do bebê
A partir dos seis meses de vida, o bebê pode ingerir o suco de qualquer tipo de fruta, desde que aceite bem. Procure usar sempre frutas frescas e preparar a bebida pouco antes de consumir, para que as vitaminas não se percam. Até por isso é bom evitar polpas congeladas e sucos industrializados, que têm bem menos nutrientes. 

No começo, o ideal é oferecer sucos de apenas um tipo de fruta de cada vez, para que o bebê possa distinguir mais facilmente o sabor daqueles de que gosta ou não. Tente adiar as vitaminas com leite para depois que a criança completar dois anos. Assim ela se acostuma mais aos sabores das frutas, recomenda Débora.


Não existe uma ordem ideal, mas, por questão de hábito, as primeiras frutas oferecidas geralmente são laranja pêra ou do céu (mais adocicada) e mamão.

A aceitação depende de cada bebê, já que o paladar é único. Para acertar, prefira as frutas da estação que, geralmente, estão mais doces e, por isso, são mais bem recebidas. A aceitação depende de cada bebê, já que o paladar é único. Para acertar, prefira as frutas da estação que, geralmente, estão mais doces e, por isso, são mais bem recebidas. Antes dos12 meses, é recomendado não adoçar o suco, nem mesmo com mel, que pode causar botulismo.

Além disso, abolir o açúcar evita a cárie precoce e o uso abusivo do doce nas próximas fases da vida. Comece servindo o suco em pouca quantidade por volta de 50 ml e diluído em água.
Como o organismo da criança ainda não teve contato com a fruta, uma bebida 



superconcentrada pode causar cólica, prisão de ventre ou diarréia. Aos poucos, reduza a quantidade de água até deixar o suco puro. Prefira servir o suco para a criança em um copo, porque a mamadeira pode prejudicar a amamentação e a dentição.



Receitas
SUCOS
PREPARO
PRINCIPAIS
NUTRIENTES
BENEFÍCIOS
Suco de Laranja
Pêra ou Laranja do Céu
Espremedor
Vitamina C Fibras
Além da vitamina C, que melhora a imunidade celular e aumenta a absorção de ferro, é rica em fibras que regulam a função intestinal da criança.
Suco de mamão
Liquidificador ou Processador
Vitamina A Vitamina C Fibras
A Vitamina A promove o crescimento e desenvolvimento ósseo, a manutenção da visão.
Suco de maracujá
Liquidificador ou Processador (coar p/ retirada das sementes) 

Vitamina B3 (niacina) Vitamina C Pectina (fibra)
Contém uma substância calmante (passiflorina). Como a fruta é naturalmente mais ácida, o melhor é diluir e oferecer em pouca quantidade.
Fonte: Minha Vida

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Genética e alimentação na gravidez influenciam o paladar do bebê

Pesquisadores americanos descobriram que, assim como os alimentos que a gestante ingere, a genética também interfere na formação
das preferências alimentares da criança

Quantas vezes você já ouviu, durante a gravidez, que os alimentos ingeridos nesse período influenciam o desenvolvimento do paladar do seu filho? Muitos estudos mostram que os sabores desses alimentos interferem na composição do líquido amniótico (que envolve o bebê na placenta). O fato de ingerir esse líquido o tempo inteiro, antes de nascer, pode resultar em preferências por esses alimentos no futuro.

Agora, cientistas do Centro Monnel Chemical Senses (instituição norte-americana de pesquisa sobre a importância dos sentidos para a saúde) descobriram que uma determinada proteína que é encontrada em uma célula das papilas gustativas (saliência na mucosa da língua) pode ser fundamental para a criança aceitar sabores amargos. Segundo os pesquisadores, que fizeram experimentos com ratos, os animais que tinham herdado a proteína chamada Serca3 aceitavam os alimentos amargos com mais facilidade. Já os que não tinham a proteína na célula se mostraram mais sensíveis e rejeitaram os alimentos amargos.
Em outras palavras, se você não gosta de alimentos amargos, como escarola e acelga, seu filho também pode não gostar. Para o obstetra Abner Lobão, da Universidade Federal de São Paulo, o estudo reforça que não é só o meio o responsável pelos hábitos alimentares das pessoas, mas a genética também interfere no paladar do bebê. "Muitos estudos falam da importância dos alimentos que a gestante ingere durante os nove meses para a alimentação da criança, mas não se sabe o quão desenvolvidas estão as papilas gustativas do feto", diz. "Tampouco se tem certeza se os sabores que chegam pelo cordão umbilical são os mesmos do alimento in natura, por exemplo." Ele acredita que o resultado final dessas pesquisas, provavelmente, vai mostrar que todos os aspectos se completam: genética, apresentação dos alimentos durante a gestação e na primeira infância e hábitos culturais

Fonte: Revista Crescer

quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Saiba quais são as frutas indicadas para cada faixa etária

Maçã faz muito bem aos adolescentes e previne anemia. Para quem já passou dos 30 anos, o coco ajuda a controlar o colesterol.

As frutas fazem parte dos alimentos reguladores, aqueles que ajudam na absorção de proteínas, vitaminas, minerais e ferro pelo organismo. O ideal é consumir de duas a quatro frutas por dia, na hora do lanche ou como sobremesa. Algumas frutas são mais indicadas para cada faixa etária.

Na primeira infância, os pais devem priorizar o mamão, a banana e a laranja. “A criança está formando a flora intestinal. Essas frutas são interessantes pelo fato de formar bolo fecal e de auxilia a absorção do ferro, porque anemia é muito comum nessa faixa etária”, explica o nutrólogo da Unicamp Edson Credido.

De 10 a 19 anos, a sugestão é consumir mais maçã que, entre outras funções, previne a anemia e a obesidade, morango, que é antiinflamatório, e o açaí, que além de energético atua na musculatura e na coordenação motora.

Dos 20 aos 29 anos, abacate, abacaxi e melancia são ideais. “O abacate tem os ômegas 3, 6, 7 e 9, além dos polifenóis, que auxiliam na regularização do colesterol. O abacaxi é um digestivo por excelência e é interessante para ácido úrico e gota. A melancia apresenta licopeno, que previne câncer de mama na mulher e de próstata no homem”, afirma o nutrólogo.

Dos 30 aos 39 anos, a preferência deve ser dada ao coco, que auxilia na redução do colesterol, ao pêssego, que estimula o funcionamento da insulina, e à uva, que tem efeito anticancerígeno.

Dos 40 aos 49 anos, a sugestão é comer mais caju, ameixa e melão. “O caju é diurético, a ameixa ajuda na prevenção de doenças intestinais e o melão, que tem baixo valor calórico e pode ser usado pra quem quer perder peso”, sugere Edson Credido.

Entre 50 e 59 anos, a prioridade deve ser o consumo de manga, que ajuda na desnutrição, de jabuticaba, que ajuda a reter menos líquido no organismo, e da pêra. As frutas verdes têm antioxidantes que eliminam os radicais livres prejudiciais a saúde.

Para quem tem mais de 70 anos, a dica é comer muita goiaba, cereja e uva. O nutrólogo explica: “Goiaba previne problema circulatório, auxilia no intestino e previne o reumatismo. A uva, por conter resiratrol, garante longevidade e a cereja previne problemas urinários”.

Confira ao lado duas receitas de sucos, boas opções para consumir as frutas.

Suco para prisão de ventre (deve ser consumido, de preferência, à noite)

Ingredientes:
- 1 copo de 200ml de suco de laranja
- 4 ameixas pretas
- 1 colher de sopa de aveia grossa
- Açúcar mascavo a gosto

Modo de preparo:
Bata tudo no liquidificador e adoce com açúcar mascavo, porque ele também funciona como laxante.

Suco para emagrecer (tomar três vezes ao dia)

Ingredientes:
- 1 copo de 200ml de suco de limão
- 1 fatia pequena de melancia
- 1 fatia média de melão
- 1 fatia média de abacaxi

Modo de preparo:
Bata tudo no liquidificador e sirva, de preferência, gelado. Não adoce.

Fonte: Jornal Hoje

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Alimentação Infantil: Dicas práticas para ajudar seu filho a se alimentar de maneira saudável


A infância é a etapa da vida em que aprendemos muitos dos valores e hábitos que vamos levar para a fase adulta. Assim, é importante que as crianças aprendam a comer de maneira saudável desde cedo. “Educação e controle alimentar na infância podem ser determinantes para garantir o desenvolvimento físico e intelectual pleno”, explica a nutricionista Greice Caroline Baggio. Como as coisas fluem como planejadas, a especialista dá algumas dicas.

- Sim para tudo: procure não agradar apenas o paladar do seu filho, pense no desenvolvimento dele. Crianças sem limites tendem a abusar de doces e frituras com alto valor calórico e baixo valor nutricional. Reserve alguns momentos específicos para que a criança consuma aquilo que a agrada.

- Fora de hora: o ideal é fazer pequenas refeições ao longo do dia, evitando beliscar entre as refeições. Os lanches fora de hora, em geral, são calóricos e pouco nutritivos.

- Comida como recompensa: “Como a salada, senão não vai ganhar sobremesa”. Embora muitos pais já tenham dito frase semelhante, essa é uma atitude que pode distanciar a criança de alimentos saudáveis.

- Coma tudo: a criança tem limites de tolerância distintos dos adultos, por isso monte junto com ela um prato colorido, atrativo, e com as quantidades que ela acha que vai consumir.

- Substituir refeições: “Isso pode proporcionar graves deficiências nutricionais. Arroz, feijão, carne, verduras e legumes contribuem para oferecer uma gama de nutrientes impossíveis de serem substituídos por alimentos de baixo valor nutricional”, afirma a nutricionista.

- Varie sempre: talvez uma criança só consuma determinado alimento porque é o único que está sendo oferecido a ela. Procure sempre variar o cardápio.

- Dê o bom exemplo: não basta querer que a criança consuma alimentos saudáveis se o restante da família não fizer o mesmo. Os pais sempre devem dar o bom exemplo.


Fonte: revista Na Mochila