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sexta-feira, 6 de julho de 2012

Dicas rápidas para hipertensão



Os alimentos mais indicados para baixar a pressão alte são:
  • Frutas frescas;
  • Água de coco;
  • Cereais integrais;
  • Suco de beterraba;
  • Não comer alimentos gordurosos;
  • Baixo consumo de sal, no preparo das refeições;
  • Evitar comer produtos enlatados, defumados ou em conserva.
Para diminuir o consumo de sal, uma boa ideia é ao cozinhar os alimentos utilizar uma grande variedade de especiarias e de ervas aromáticas.
Fonte: Site Tua Saúde

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Cientistas desenvolvem 'detector de mentiras' para dietas



Exame de urina pode detectar qual alimento um paciente consumiu em dias anteriores,

e em que quantidade.



Cientistas britânicos desenvolveram um exame de urina que pode detectar se uma pessoa está cumprindo uma dieta rigorosamente ou se está "mentindo" sobre ela.


Pesquisadores das universidades de Newcastle e Aberystwyth criaram um teste que pode determinar qual alimento e quais as quantidades de alimento foram consumidas pelo paciente nos dias anteriores.



O exame mede as "impressões digitais" químicas, conhecidas como metabólitos, que aparecem na urina de uma pessoa que comeu carne vermelha, branca ou processada.



Os cientistas agora querem aumentar a lista de metabólitos que poderão ser identificadas pelo exame.



Por meio do exame, os metabólitos já foram identificados para alimentos considerados saudáveis, como framboesas, salmão, brócolis e suco de laranja.



"Ao buscar na urina as 'impressões digitais' químicas de alimentos diferentes, a pesquisa dos cientistas demonstrou que podem determinar se os indivíduos têm uma dieta saudável ou não", disse um porta-voz da Universidade de Aberystwyth.



"O que comemos tem um grande impacto em nossa saúde, mas é muito difícil saber exatamente o que e quanto as pessoas comem no cotidiano, e as pessoas acham difícil registrar isto com honestidade", afirmou o porta-voz.



Doenças crônicas

"Este tipo de exame tem grande potencial como uma arma contra muitas doenças crônicas", afirmou o professor John Draper, que lidera a equipe de pesquisadores no Instituto de Ciências Biológicas, Ambientais e Rurais de Aberystwyth.



"Ele vai ajudar os médicos, enfermeiras e nutricionistas a descobrir o que seus pacientes andaram comendo".



O instituto está tentando desenvolver um exame mais simples para identificar metabólitos.



No futuro, os pesquisadores esperam criar um sensor que poderá ser utilizado com pequenas quantidades de amostra de urina para descobrir quais os principais alimentos que a pessoa consumiu.



"No longo prazo, este tipo de exame vai ajudar a descobrir novas ligações entre padrões de alimentação e saúde", disse o professor John Mathers, que lidera os cientistas no Centro de Pesquisa em Nutrição Humana da Universidade de Newcastle.



Para Mathers, quando os cientistas conseguirem mais conhecimento sobre os metabólitos, eles poderão "acrescentar estes ao nosso exame e, com isso, os pesquisadores poderão afirmar com certeza quais alimentos ajudam a proteger contra doenças específicas e quais devemos estimular (o consumo) para promover a saúde" do paciente.



Fonte: Bem Estar

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Forma de preparo dos alimentos é essencial para dieta menos calórica

Consumir menos açúcar, menos gordura e mais fibras é a melhor maneira de perder peso. As calorias devem ser reduzidas e não eliminadas.


Para manter o corpo em forma é preciso abrir mão alguns alimentos. A opção para não sofrer tanto durante a dieta é fazer algumas substituições, consumindo menos calorias e, consequentemente, preservando a saúde.

As calorias e gorduras também são necessárias para a saúde, por isso, elas devem ser reduzidas e não eliminadas. “Se a pessoa tirar toda a gordura e todo o óleo da alimentação, provavelmente em um mês ela já comece a sentir os efeitos da falta do ácido graxo essencial. Os primeiros sintomas são pele descamando. Você não come e pode ficar doente”, afirma a nutricionista Salete Brito.


O cardápio mais magro pode começar logo cedo, na hora do café. Adoçado com uma colher de chá de açúcar, a bebida tem 25 calorias, já puro tem quase nenhuma. Um copo de leite integral tem 120 calorias, já o desnatado tem a metade disso. O pão francês tem em média 135 calorias, quantidade equivalente a duas fatias de pão integral. “As fibras ajudam a manter nosso intestino funcionando direito, além de manter o colesterol mais adequado no sangue e controla a glicemia”, explica a nutricionista.


No almoço também é possível consumir calorias em proporção mais reduzida. Um bife do tamanho da palma da mão tem cerca de 170 calorias. Já o bife à parmegiana pode significar o triplo – 485 calorias. O camarão frito tem quase quatro vezes mais calorias do que o cozido. O ovo frito tem cerca de 108 calorias, mas quando servido cozido tem 30 a menos.

Até a mesma fruta pode ter um número de calorias diferentes. A banana nanica, por exemplo, tem aproximadamente 87 calorias e a prata 55. A fruta é sempre mais saudável que o suco, porque mantém as fibras e vitaminas que, algumas vezes, se perdem durante a preparação. No caso do abacaxi, a diferença de calorias também é grande. Um copo de suco com 350 ml tem cerca de 150 calorias, já a fatia da fruta apenas a metade disso. Quem preferir um suco menos calórico, pode optar pelo de acerola (52 calorias) ou o de limão (20 calorias).


Fonte: Jornal Hoje

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Limpeza não consegue remover o resíduo de agrotóxicos dos alimentos

Se na cozinha de casa, não dá para se livrar totalmente do agrotóxico, a solução está nos alimentos orgânicos. Mas essa produção, que tem que seguir uma série de regras, ainda é pequena e o preço é para poucos.




Na última reportagem da série sobre agrotóxicos, que o Jornal nacional apresenta nesta semana, os repórteres Mônica Teixeira e Luiz Cláudio Azevedo mostram o que pode ser feito para diminuir a quantidade de produtos químicos nos alimentos.


Lavar, esfregar, tirar a casca. Nem mesmo uma boa limpeza é capaz de remover todo o resíduo de agrotóxicos dos alimentos.


“Você consegue reduzir um pouco dessa química, desse veneno, consegue abrandar, mas você não elimina totalmente”, garante a nutricionista Maria Marquez.

Se na cozinha de casa, não dá para se livrar totalmente do agrotóxico, a solução está no campo: reduzir ou até eliminar o veneno na hora de plantar. Já existem produtores descobrindo um jeito mais natural de produzir o que vai para a mesa dos brasileiros.


No meio das montanhas de Itaipava, Região Serrana do Rio, uma plantação bem diferente da maioria das lavouras tem de tudo um pouco, verduras, legumes, sem uma gota sequer de produto químico.

“O desafio é aprender a lidar com o solo. Se você leva nutrientes ao solo, o solo vai te devolver aquele carinho que você dá para ele”, diz o empresário Dick Thompson.

Alimentos mais limpos, justamente o que as pessoas procuram. “Menos agrotóxico e as coisas plantadas melhor para a terra poder durar um pouquinho mais”, conta um consumidor.


“Nada dessas coisas que a gente sabe que não faz bem a saúde”, destaca uma mulher.

Os alimentos orgânicos, aqueles totalmente livres de agrotóxicos, têm que ser cultivados seguindo uma série de regras. A produção ainda é pequena. São apenas 15 mil agricultores orgânicos registrados, de um total de 5 milhões de produtores agrícolas no país. É por isso que nas prateleiras dos supermercados os produtos ocupam apenas um pequeno espaço. E o preço é para poucos.


Enquanto o pimentão convencional custa, em média, R$ 3,37, o quilo, nas feiras do país, o orgânico sai a R$ 5. No pepino a diferença é ainda maior: de R$ 1,88 para R$ 4,50. E a caixa do morango convencional sai por R$ 3, e a do orgânico, por R$ 4. Esses são os três alimentos em que a Anvisa encontrou mais resíduos de agrotóxicos.


Os orgânicos têm até um selo, um comprovante de garantia atestando que foram produzidos sem veneno e com respeito ao meio ambiente. Plantar assim dá mais trabalho.

É uma das justificativas dos produtores para custar mais caro. A dúvida é: será que dá para produzir em larga escala sem recorrer ao uso de pesticida? “Esses métodos alternativos também são possíveis em grandes áreas. Nós vemos a agricultura orgânica como uma forma de mostrar que existe um caminho alternativo. E isso faz com que o que se trabalha para a agricultura orgânica possa também ser usado para a agricultura convencional”, diz Rogério Dias, coordenador de Agroecologia do Ministério da Agricultura.

Usar produtos menos tóxicos e sem excessos já pode ser uma saída. No interior do Espírito Santo, Seu Domingos usa receitas naturais contra as pragas.


“A gente aplica uma calda de sabão com óleo vegetal. Receita caseira, a gente usa quando aparece um sinal de cigarrinha, alguma coisa”, ele conta.

As plantações da família estão quase livres dos agrotóxicos. “Vantajoso com certeza é quando a gente olha o aspecto humano, social e o aspecto ecológico”, avalia a agricultora Ana Cristina Soprani.

Ainda é preciso incentivar e baratear a produção. Uma mudança no campo pode mudar também a vida na cidade. “Essa opção de comer coisas naturais sem pesticida, isso é uma benção, uma maravilha para a gente”, declara uma mulher.


Fonte: Jornal Nacional - 08.12.11


quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Número de obesos no mundo supera o de famintos, diz Cruz Vermelha




Enquanto 925 milhões estão desnutridos, 1,5 bilhão de pessoas são obesas.

Segundo nota, excesso de nutrição mata mais que a fome hoje.


O número de pessoas obesas supera o de famintos no mundo, mas o sofrimento dos desnutridos está aumentando, em meio a uma crescente crise alimentar, alertou a Cruz Vermelha Internacional na quinta-feira (22/09/11).

O grupo humanitário, com sede em Genebra, dá destaque ao tema nutrição em seu relatório anual World Disasters Report, divulgado em Nova Délhi, que se volta para o abismo entre ricos e pobres e aos problemas causados pelo aumento recente dos preços.


Em estatísticas usadas para ilustrar o acesso desigual à comida, a Cruz Vermelha assinala que 1,5 bilhão de pessoas sofriam de obesidade no mundo no ano passado, enquanto 925 milhões estavam desnutridas.

"Se a livre interação entre as forças do mercado produziram um resultado em que 15% da humanidade passam fome, enquanto 20% estão obesos, alguma coisa deu errado", disse o secretário-geral, Bekele Geleta.

O diretor para a Ásia e o Pacífico, Jagan Chapagain, em entrevista coletiva na capital indiana, assinalou que "o excesso de nutrição, atualmente, mata mais do que a fome".


O problema da fome existia não porque faltava comida no mundo, lembrou Chapagain, mas por causa de falhas na distribuição, do desperdício, e do aumento dos preços, que tornou os alimentos inacessíveis.

O preço dos alimentos deu um salto global em 2011, aumentando os temores de um retorno da crise de 2008, que levou a distúrbios e à instabilidade política em vários países.


O aumento do preço dos alimentos, que a Cruz Vermelha diz se dever à especulação e às mudanças climáticas, entre outros fatores, contribuiu para a instabilidade no norte da África e no Oriente Médio este ano. "Uma nova rodada de inflação está puxando muitas das pessoas mais pobres do mundo para a pobreza extrema, e para situações de fome severa e desnutrição", alerta a organização.


O World Disasters Report é uma publicação anual da Cruz Vermelha Internacional que procura dar destaque a um tema que gere preocupação em todo o mundo. O relatório do ano passado concentrou-se na urbanização, e o de 2009, no vírus HIV.




Fonte: Bem Estar


quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Doces ou não, alimentos podem alterar as taxas de açúcar no sangue



Endocrinologista Alfredo Halpern explica o que é hipoglicemia.


A vontade de comer doce muitas vezes não tem hora, mas há as preferências gerais, como depois do almoço ou no meio da tarde. O Bem Estar fez uma enquete aqui no nosso site e 43% das pessoas responderam que sentem mais desejo após as refeições. Outros 31% votaram que gostam mais à tarde, no lanche.


Mas não é apenas o doce, aquele alimento que tem gosto de açúcar, o responsável por aumentar as taxas de glicose no sangue – o chamado índice glicêmico, que deve ser levado em conta também antes e depois dos exercícios. Cenoura, bolacha de água e sal e uva passa, a princípio inofensivos, são capazes de elevar o índice de açúcar na corrente sanguínea.

Já alimentos como iogurte, pera e cereais têm o poder contrário. No meio termo, ficam arroz, feijão, suco de laranja e chocolate, entre outros.

Para explicar como funciona o processamento do açúcar no corpo humano e por que é importante observar o que se come – para não ter uma crise de hipoglicemia ou diabetes.




Segundo a nutricionista Mônica Beyruti, a melhor hora para comer um doce é depois de uma refeição completa e variada. Dessa forma, o açúcar é absorvido mais devagar, por causa das fibras dos outros alimentos. Além disso, como o doce costuma ser mais calórico, quando a pessoa se satisfaz com a refeição primeiro se sente mais saciada e tende a ingerir menos doce.


Alimentos com fibras (que estão presentes em cascas, bagaços e polpas de frutas, na celulose das verduras e legumes, e nos grãos integrais) têm uma absorção mais lenta do que alimentos de carboidratos complexos, como o arroz branco, o macarrão, o pão francês e a batata, por exemplo. Ou seja, os produtos fibrosos tendem a ter um índice glicêmico menor que os carboidratos complexos.


Em geral, tudo o que uma pessoa come e bebe aumenta a taxa de açúcar no sangue, enquanto todo tipo de atividade física precisa de energia e, portanto, diminui a glicemia (os músculos absorvem mais o açúcar).

Alimentos de índice glicêmico maior são indicados para quem está em uma crise de hipoglicemia, porque são uma descarga rápida de energia no corpo, ou então para quem acabou de fazer exercício e precisa recuperar o que foi gasto.


No dia a dia, prefira alimentos de índice glicêmico menor, porque são absorvidos de forma mais gradual pelo corpo, o que é mais saudável. Uma boa dica para quem quer comer algo e não abrir o apetite é a fruta. A frutose, que é o açúcar da fruta, é outro tipo de carboidrato simples, mas que exige um processamento diferente do corpo, pois não precisa insulina. Sem isso, não há quedas nos níveis de glicemia e a fruta não dará mais fome.


Hipoglicemia
Quando uma pessoa come, o alimento é absorvido, digerido, e o açúcar vai para o sangue, o que aumenta a taxa da substância dentro dos vasos.

Em resposta, o pâncreas produz mais insulina, hormônio que carrega o açúcar para o interior das células, onde será usado como fonte de energia.

Alguns indivíduos têm um pâncreas “atrasado”, o que significa que o intervalo de tempo entre a ingestão de um alimento com teor de açúcar e a produção de insulina é maior que o normal. Quando isso acontece, o nível de açúcar no sangue cai.

O cérebro, então, percebe a queda de energia e aciona dois hormônios. A adrenalina sai da glândula suprarrenal, que fica acima dos rins, e se espalha pelo corpo para avisar que a glicose é necessária. Esse processo acaba causando ansiedade, tremor, transpiração e palidez.

Já o glucagon é liberado pelo pâncreas e retira açúcar do fígado para distribuir pelo resto do organismo e compensar a perda de açúcar. É pela ação desses dois hormônios que se sente fome em uma crise de hipoglicemia.

Segundo Alfredo Halpern, uma taxa de glicose em jejum superior a 100 mg/dl é considerada pré-diabetes. Se for acima de 126 mg/dl, a doença já existe.


Fonte: Bem Estar


domingo, 25 de setembro de 2011

Conheça os alimentos que ajudam na prevenção e no combate à celulite


Terapeuta corporal ensina quais são os alimentos ideais para quem quer evitar o problema. Confira receitas de uma salada e de sucos poderosos.


A celulite é um processo inflamatório, causado por alterações hormonais, má alimentação e falta de atividade física. A nutricionista Flávia Semenow indica os alimentos que podem estimular o problema e outros que ajudam a combatê-lo.


- Evite os alimentos que pioram o processo inflamatório. “São os ricos em açúcar, farinhas refinadas, gordura animal, frituras e com muito sal”.


- Tomate, beterraba e cenoura ajudam no combate à celulite. São alimentos diuréticos que diminuem a retenção de líquidos. Outros alimentos entram nessa lista: “A água de coco, por exemplo, é muito rica em potássio e muito diurética. Abacaxi, melancia e cebola também estão neste grupo”.


- Não deixe faltar no prato alimentos que melhoram a circulação e ajudam a eliminar as toxinas, como as folhas, principalmente as verdes escuras como a couve. “O brócolis e a soja também estão neste grupo. Temos também o rabanete, que além de melhorar a circulação e eliminar toxinas, participa na renovação celular”.


- Invista em chá verde, gengibre e pimenta vermelha, que são termogênicos, aceleram o metabolismo e queimam gordura. “Quanto mais gordura a gente perde, mais celulite a gente perde”.


- Reforce a dieta com alimentos integrais, ricos em fibras, e leguminosas, como feijão lentilha e grão de bico. “Eles ajudam a eliminar mais toxinas. Quanto menos toxina, menos celulite”.


- A aveia é considerada por muitos nutricionistas a campeã no combate aos furinhos. “A aveia contém silício, um elemento estrutural do colágeno, que atua na reorganização das fibras na pele. Por isso, ele melhora aquele aspecto de casca de laranja”.


- Alimentos que contêm substâncias anti-inflamatórias devem fazer parte do cardápio diário. Azeite, frutas oleagianosas, como castanhas e nozes, e as sementes de linhaça de girassol e gergelim são bons exemplos. “Eles contêm zinco, selênio, ômega 3 e 6, que são anti-inflamatórios e vão atuar diretamente no processo da celulite”.


- Coma alimentos que tenham substâncias antioxidantes, como as frutas vermelhas: “Elas combatem os radicais livres, que pioram o processo inflamatório”.



A nutricionista Andrezza Eufrásio ensina receitas poderosas para o combate à celulite:


Suco anticelulite

Ingredientes:
- 1 colher se sobremesa de salsinha picada
- 3 folhas de couve manteiga crua
- 1 fatia média de abacaxi
- 350 ml de água de coco
- 3 folhas de hortelã
- Suco de ½ limão

Modo de Preparo:
Bata tudo no liquidificador e sirva imediatamente, sem coar para não perder as fibras.


Vitamina Anticelulite

Ingredientes:
- 250 mL de leite de soja ou desnatado
- 5 morangos
- 2 colheres de sopa de aveia em flocos

Modo de Preparo:
Bata tudo no liquidificador e sirva imediatamente.


Suchá

Ingredientes:
- 250 ml de chá verde
- 1 pedaço de gengibre
- gotas de limão

Modo de Preparo:
Durante o preparo do chá verde, no momento da infusão, coloque também o gengibre descascado e picado. Coe e adicione gotas de limão. Sirva quente ou frio.


Salada Pele Lisinha

Ingredientes:
- ½ xícara de brócolis cozido
- ½ xícara de couve flor cozida
- ½ xícara de rúcula (ou outra folha verde escura)
- ¼ de tomate
- 1 fatia de abacaxi picadinho
- 100g de atum
- 2 castanhas-do-pará picadas
- Suco de ½ limão
- Azeite extra virgem

Modo de Preparo:
Misture todos os ingredientes e tempere a salada com o suco do limão e um fio de azeite.


Fonte: Jornal Hoje


terça-feira, 25 de maio de 2010

Como conservar e acondicionar corretamente os alimentos na geladeira

Olás!


Vou postar uma série de dicas sobre: Como conservar e acondicionar corretamente os alimentos na geladeira.


Pode parecer simples, um ato quase automático, mas alguns cuidados são necessários para que você mantenha os alimentos em bom estado, com validade prolongada e saborosos...


Saúde para você e para sua família!