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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Entenda a importância do café da manhã



Ele repõe a energia gasta durante o sono e ajuda a emagrecer



Importância


Entre o intervalo da última refeição e a primeira do dia seguinte, há um longo período em jejum. Mas, também nesta fase, houve a queima de glicose e de glicogênio: a reação ocorre para gerar energia e manter e as funções do organismo, como circulação, respiração e batimentos cardíacos. Ao acordar, os níveis dessas substâncias estão muito baixos e precisam ser repostos. Dessa maneira, você começa o dia com disposição e dispõe de um bom rendimento nas atividades cotidianas. O café da manhã tem essa importante função de repor a energia que foi gasta durante o sono. Além disso, estudos indicam que realizar o café da manhã ajuda no controle da ingestão alimentar durante o dia, auxiliando no controle do peso.

Alimentos
Os alimentos do café da manhã fornecem energia, principalmente os carboidratos encontrados nos pães, nas frutas e nas geléias. Além disso, leite e derivados (queijo e iogurte) fornecem proteínas e cálcio (nutriente importante para a saúde dos ossos). As fibras, que trazem saciedade e melhoram o funcionamento do intestino, também são encontradas nos alimentos que fazem parte dessa refeição.

Opções de alimentos
Ingerir os alimentos corretos na quantidade certa é importante para manter o equilíbrio nutricional e calórico da refeição, buscando saciedade e retardando a sensação de fome. Dessa maneira, optar pelos alimentos que apresentam menor teor calórico, mas que fornecem nutrientes adequados para uma boa refeição ajudará a manter a alimentação durante o dia sob controle, além de colaborar para que atinja ou mantenha o peso adequado.


Fonte: Minha Vida


sábado, 8 de outubro de 2011

Café e pimenta podem causar perda de peso, mas exercício é fundamental


O metabolismo é a atividade geral do organismo. É formado por um conjunto de reações químicas e hormonais, responsáveis por gerar energia e manter nosso corpo funcionando. Essa energia é adquirida pela alimentação e gasta em funções involuntárias – como o batimento do coração – nas atividades que exercemos no dia-a-dia.


A endocrinologista Claudia Cozer e a nutricionista Patrícia Bertolucci explicaram como

o metabolismo influi sobre o ganho e a perda de peso e sobre a sua disposição.Por natureza, uma pessoa pode ter um metabolismo mais lento ou mais acelerado. O metabolismo mais lento facilita o ganho de peso, pois a pessoa tem mais dificuldade de gastar energia. Para acelerar o metabolismo, é preciso fazer o corpo gastar energia. Não há melhor forma de fazer isso do que a atividade física. Além das calorias consumidas durante o exercício, o aumento da massa muscular faz com que o corpo passe a gastar naturalmente mais energia. Isso ocorre porque as células musculares precisam de mais energia do que as adiposas – de gordura.


Também por isso, não adianta ficar de olho na balança sem usar a fita métrica. O músculo pesa mais que a gordura. Assim, quando você faz exercícios físicos, pode perder medidas e ganhar saúde mesmo sem perder peso.


Alimentação

Existem alimentos que facilitam a queima da gordura e podem acelerar o metabolismo,

desde que a pessoa faça também atividades físicas. A pimenta, o gengibre, o café e o chá verde são alguns dos chamados alimentos “termogênicos”, em razão de substâncias que eles contêm.

É preciso tomar cuidado com dietas bruscas e muito severas, pois elas podem desacelerar o metabolismo. Se você passa a comer bem menos que o normal, o organismo se adapta ao funcionamento com menos recursos. Quando a alimentação voltar ao normal, o organismo estará funcionando mais lentamente e vai estocar o que for consumido para criar uma reserva de segurança, que é a gordura.


Outros fatores que podem desacelerar o metabolismo são o hipotireoidismo – um problema no funcionamento da glândula tireoide –, a menopausa, no caso das mulheres, e alguns tipos de medicamentos.


Fonte: Bem Estar


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Graus a menos e quilinhos a mais? Não! Veja dicas para não perder a forma nesta estação



O sol brilha, mas a brisa fresca do outono dá aquela vontade de não sair da cama. Quando não é dia de trabalho, a diversão preferida é o filmezinho com pipoca no sofá. Por baixo do cobertor, porém, ainda está um corpinho perfeito, lapidado durante o verão. Mas a nova estação as traz tentações que vêm com as temperaturas mais baixas e podem pesar na balança. Aprenda com especialistas como evitar ganhar peso nesse período sem deixar de curtir os seus deliciosos atrativos.

Vontade de comer mais
Se existe algum culpado desse aumento de peso é o nosso metabolismo. O tempo mais ameno vai desacelerá-lo. "Com essa desaceleração, é natural ter maior vontade de comer", destaca a nutricionista Patrícia Haiat. Isso acontece porque o corpo diminui o ritmo para armazenar energias e combater o frio. "Sentimos mais fome nessa época do ano por conta dos processos metabólicos feitos pelo organismo para manter a temperatura corporal", salienta a nutricionista Marcela Casanova.
Por fora, o friozinho pede o casaco de inverno há tempos no armário só esperando por essa oportunidade. Ou aquelas botas sempre em alta na estação. Por dentro, o corpo também busca alternativas que equilibrem sua temperatura. "A metabolização das gorduras produz mais calorias do que a de carboidratos e proteínas, por exemplo. Por isso, tendemos a preferir alimentos mais quentes e de digestão mais lenta, que proporcionam sensação de saciedade por mais tempo, mas também são mais calóricos", explica Casanova.
Os alimentos que mantiveram seu corpo em forma no verão, como legumes, verduras e frutas, acabam perdendo força no cardápio para sopas e caldos. "No verão, é comum as pessoas darem preferência a comidas geladas e de mais fácil digestão, para refrescar e hidratar, já que estes alimentos contêm muita água. No inverno, elas preferem comidas mais pesadas para gerar mais energia", comenta Haiat.
Ficar mais em casa também é outro inimigo da boa forma. "O tempo ameno faz a gente perder um pouco da coragem de sair, reduzindo o nível de atividade física e aumentando o consumo de alimentos. Consequência: o ponteiro da balança sobe mesmo", complementa Casanova.

Inove o cardápio
Para combater a fome crescente e a diminuição da frequência dos passeios sem abrir mão do corpão, a solução é inovar no cardápio. A nutricionista Ana Rosa Cunha recomenda o uso de alimentos termogênicos para os lanches e intervalos entre as refeições.
"Os termogênicos são alimentos extraídos de plantas, como por exemplo o café, as pimentas e os chás. Seus elementos (cafeína, capsaicina e catquinas, respectivamente) são responsáveis por aumentar o gasto calórico", explica Ana Rosa, ressaltando que nenhum deles, no entanto, deve substituir as refeições. Outra ressalva é com relação à hidratação: "A sensação de sede diminui, mas a necessidade hídrica não. Então, continue se hidratando neste período".
Outros elementos podem incrementar ainda mais as receitas da estação. Especiarias como mostarda e gengibre dão um toque especial nos pratos e ajudam na briga com a balança. Segundo Cunha, as frutas devem fazer parte do menu: "Laranja, as gorduras de coco, kiwi, guaraná, maçã e até o vinagre de maçã são outros termogênicos de grande relevância", lista.

Na dispensa, acrescenta ela, acelga, aspargos, couve, brócolis, linhaça e produtos derivados do chocolate também são muito bem-vindos. Com estes ítens aquele jantar de queijos e vinhos pode acontecer, desde que não se torne rotina. "Se forem incorporados ao dia a dia, precisam ser combinados de uma forma que não surta efeito negativo na balança", conclui Haiat.

Fonte: Bolsa de Mulher

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O perigo das gorduras trans


As gorduras hidrogenadas ou trans, usadas em alimentos processados como doces e frituras industriais, margarinas, bolos e bolachas tipo "cookie" e "cracker", são para a saúde "lobos em pele de cordeiro", atuando comocomo gorduras saturadas dentro do organismo que se tornam um um dos maiores inimigos nutricionais para a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.
Em uma análise de quatro estudos com quase 140 mil pessoas, publicada pelo "The New England Journal of Medicine", ficou comprovado que se a energia recebida por uma pessoa da ingestão de gorduras aumentasse em 2% e este aumento viesse de gorduras 'trans', seu risco de sofrer uma doença cardiovascular poderia aumentar em 23%.
Segundo outras pesquisas realizadas nos últimos anos, as gorduras trans não só diminuem o bom colesterol (HDL) e aumentam o ruim (LDL), mas promovem a inflamação dos tecidos, principalmente nas pessoas com obesidade, e elevam a incidência de diabetes.
Apesar dos riscos que significam para a saúde, as gorduras trans não só não estão proibidas, como é muito difícil de serem evitadas, já que seu nome não está impresso em praticamente nenhum dos rótulos nutricionais que acompanham a maioria dos alimentos.
Muitas pessoas sabem que devem limitar o consumo de gorduras trans porque obstruem as artérias e elevam o colesterol, mas poucos têm conhecimento de quais alimentos as contêm e deveriam ser evitados ou controlados, de acordo a um estudo realizado nos Estados Unidos, e cujos resultados podem ser aplicados em muitos países do mundo.
Leia os rótulos
Uma pesquisa pediu a mil adultos americanos que mencionassem três fontes alimentares de gorduras trans: só 21%conseguiu, o que sugere que "há muito que ser feito" em matéria de campanhas de saúde e informação ao consumidor, segundo o doutor Robert H. Eckel, da Universidade do Colorado, em Denver, que impulsionou o estudo.
Curiosamente, quase 75% dos adultos do estudo do Colorado que conheciam a existência das gorduras trans também sabiam que essas substâncias aumentavam o risco de uma dolência cardíaca.
Segundo a doutora Luz García, nutricionista do Centro Médico Orel, "estas gorduras se formam durante o processo industrial e estão presentes em produtos cozidos e fritos (bolachas doces e salgadas, doces industriais, pãezinhos, batatas fritas), em comidas rápidas e em margarinas".
Para comer esta gordura em menor quantidade, a doutora Luz recomenda "reduzir o tamanho das porções dos alimentos que as contêm, assim como a frequência com que comemos "cookies", produtos fritos e doces".
Além disso, é aconselhável ler os rótulos dos produtos para ver se contêm óleos hidrogenados ou algum óleo vegetal parcialmente hidrogenado, o que significa que contêm gorduras trans.
A especialista aconselha limitar o consumo destes alimentos industrializados e considerar as gorduras trans como "saturadas", equivalentes às das carnes vermelhas, e que tanto prejuízos causam na saúde cardiovascular, e além disso "foram relacionadas com um maior risco de câncer de mama e parecem aumentar as células adiposas, promovendo o sobrepeso", conclui.
Segundo os pesquisadores da Universidade do Colorado, "é importante ler a informação nutricional em todos os produtos, inclusive nos alimentos denominados "sem gorduras trans", já que alguns fabricantes estão usando óleos tropicais, como os de coco ou palma, para substituir as gorduras trans, os quais também são ricos em gorduras saturadas.