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sábado, 22 de junho de 2013

O que é Diabetes?

Diabetes é uma doença metabólica, que se caracteriza pela elevação da taxa de glicose (açúcar) no sangue que se denomina de hiperglicemia.

A doença ocorre porque o organismo se torna incapaz ou tem deficiência em secretar insulina ou porque a insulina que o organismo produziu não consegue agir adequadamente. A insulina é um hormônio que é produzido por um tipo de célula do pâncreas denominada célula beta.

Ela é um dos principais hormônios que controlam nosso metabolismo fazendo com que o açúcar (glicose) que é proveniente dos alimentos seja digerida e absorvida pelo organismo para gerar energia para o seu funcionamento. 



É importante lembrarmos sempre que a glicose pode ser produzida pelo organismo pela transformação do amido que existe em vários alimentos como pão, massas, arroz, etc., ou pode ser introduzida no organismo naturalmente através do açúcar de mesa, mel e frutas. Quando nos alimentamos grande parte da glicose será absorvida por nossas células musculares para servir como combustível energético para a contração dos nossos músculos. Quando ela não for absorvida, acabará sendo eliminada na urina ou se acumulando no sangue.

O diagnóstico do diabetes é feito com base em um dos seguintes critérios, definidos pela Associação Americana de Diabetes e endossados pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).




Quadro 1: Diagnóstico de diabetes
Normal: glicemia de jejum entre 70 mg/dl e 99 mg/dl e inferior a 140mg/dl duas horas após sobrecarga de glicose

Intolerância à glicose: glicemia de jejum entre 100 mg/dl a 125 mg/dl.

Diabetes: glicemia de jejum igual ou acima de 126 mg/dl ou quando a glicemia aleatória (feita a qualquer hora) estiver igual ou acima de 200 mg/dl na presença de sintomas.


Fonte: www.diabetesnasescolas.org.br

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Dia Mundial do Diabetes

Hoje é o Dia Mundial do Diabetes...

Infelizmente a população brasileira tem cada vez mais casos de Diabetes; porém o mais alarmante, é que a metade não sabe.

É uma doença perigosa, mas se bem controlada, o portador pode levar uma vida "normal".

Para saber mais acesse: www.adiabc.org.br

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Mousse de Café Diet

Diabetes

Dia 26 de junho foi o Dia Nacional do Combate ao Diabetes e esta semana achei mais do que justo colocar aqui uma receita dedicada aos diabéticos – o que não significa que todo o restante do mundo não possa ou deva experimentá-la. Muito pelo contrário. Ela é deliciosa até para quem não tem o hábito de consumir adoçantes especiais e é ideal para quem está em dieta de emagrecimento.

Prevenindo o Diabetes


O diabetes tipo 1 é mais difícil de se evitar e/ou prevenir por contar com fatores genéticos como causa da doença; já o diabetes tipo 2 pode ser evitado com hábitos e estilo de vida saudáveis, alimentação balanceada e prática de exercícios físicos desde a infância. Visitas periódicas ao médico e realização de exames regularmente são fundamentais para o diagnóstico precoce e tratamento adequados.





MOUSSE DE CAFÉ DIET

Ingredientes Mousse
  • 350 ml de leite desnatado
  • 100 gr de creme de leite light
  • 5 colheres (sopa) queijo cottage
  • 1 pacote de gelatina incolor e sem sabor
  • 5 colheres (sopa) de adoçante para culinária
  • 4 colheres (sopa) de chocolate em pó dietético
  • 4 colheres (chá) de café instantâneo
  • 2 cubos de gelo

Ingredientes Calda

  • 100 ml de leite desnatado
  • 3 colheres (chá) café instantâneo
  • 3 colheres (sopa) chocolate em pó dietético
  • 1 colher (sopa) margarina

Modo de Preparo Mousse
  • Em uma panela grande e de boca larga leve o leite para ferver com o adoçante, o café e o chocolate em pó até que tudo esteja dissolvido. Reserve e deixe esfriar bem.
  • Prepare a gelatina de acordo com as instruções da embalagem.
  • Leve a mistura do leite já fria ao liquidificador, acrescentando o creme de leite. Com o motor do aparelho ligado adicione a gelatina, despejando-a bem no centro do copo.
  • Ainda com o liquidificador funcionando adicione os 2 cubos de gelo e bata até que estejam completamente triturados.
  • Leve o creme para gelar por aproximadamente 3 horas ou até que esteja firme.
  • Bata novamente a mistura no liquidificador e leve para gelar por mais 1 hora.

Modo de Preparo Calda
  • Em uma panelinha ferva o leite com a margarina.
  • Desligue o fogo, coloque o café e o chocolate em pó e mexa até que estejam completamente dissolvidos.
  • Deixe esfriar e leve a geladeira por 1 hora para adquirir consistência.
  • Retire da geladeira e mantenha em temperatura ambiente até servir.

Finalização

  • Coloque 3 colheres de calda em um prato de sobremesa.
  • Utilize um boleador de sorvete ou uma colher funda para servir a mousse e acomode sobre a calda.
  • Se desejar regue com mais calda por cima.
  • Enfeite com raspas de chocolate diet ou chocolate granulado também diet.

Sugestão da chef Renata Abdalla: 
Para quem não precisar ou não quiser a receita light/ diet é só substituir o adoçante por açúcar, e o chocolate em pó dietético pelo equivalente tradicional, ambos nas mesmas quantidades. Sugiro que o creme de leite light seja mantido para não alterar a textura do resultado final e a receita ficar menos gordurosa.


Fonte: Yahoo Mulheres

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Especialistas falam sobre os riscos do açúcar para obesidade e diabetes


O açúcar não está presente apenas em doces, frutas e refrigerantes, mas também em alimentos salgados como pães e massas, que se transformam em glicose dentro do organismo. A diferença entre eles está na velocidade com que caem na corrente sanguínea: o doce leva poucos segundos, enquanto as moléculas dos demais podem demorar até uma hora para serem quebradas.


Em excesso, o açúcar pode provocar obesidade e diabetes tipo 2, doenças que são facilmente evitadas, com atividade física e reeducação alimentar. Para falar sobre os perigos dessa substância de alto poder calórico e sobre como prevenir a diabetes, os endocrinologistas Maria Lúcia Giannella Alfredo Halpern. Segundo os médicos, a gordura abdominal predispõe a doenças metabólicas.
Tomar uma bola de sorvete é o mesmo que comer uma colher e meia de sopa de açúcar. Veja abaixo quanto há em outros alimentos:

Apesar dos riscos, o açúcar não é apenas um vilão: a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que ele responda por 10% do consumo total de calorias diárias. Em colheres de sopa, a quantidade não deve passar de quatro, o equivalente a 50 gramas.



Por dia, um indivíduo deve ingerir de 45% a 65% das calorias sob a forma de fibras e carboidratos complexos (batata, arroz, pães e massas), 10% de açúcares livres (de mesa, refrigerantes, sucos artificiais, doces e guloseimas), de 10% a 15% de proteínas (leites, derivados e carnes) e de 15% a 30% de gorduras. Produtos diet não contêm açúcar, enquanto os light apresentam quantidade reduzida de calorias e podem ser adoçados.


Conheça a incrível história da mulher que há dez anos toma 12 litros de refrigerante por dia e não é gorda, mas sofre de pressão alta (20 por 11 sem medicação e 16 por 8 com). Antigamente, a funcionária pública Vera Lúcia Fernandes, de 56 anos, bebia 16 litros. E também é fumante.



Só com o refrigerante, Vera Lúcia consome 1,2 quilo de açúcar por dia, 8,6 quilos por semana, 37 quilos por mês e 451 quilos por ano – quase meia tonelada. Além disso, a bebida apresenta uma alta concentração de sódio. Por mês, a funcionária pública gasta R$ 430 com refrigerante, e R$ 5.280 por ano. O vício, que causa abstinência, tremedeiras e já a fez procurar terapia, não atinge só ela, mas o filho e o neto de 7 anos, que começou a receber a bebida com 3 meses de vida.
Muitos não abusam do açúcar no refrigerante, mas no café. Sem se dar conta, as pessoas adoçam o cafezinho durante o expediente e perdem a conta. Ao longo do dia, são vários copinhos. Quem toma cinco cafés, por exemplo, chega a consumir de 10 a 12 colheres de açúcar.

O caminho do açúcar

Quando os alimentos passam pelo intestino, onde a glicose é absorvida, há um sinal para que o pâncreas produza insulina, hormônio responsável por fazer com que a glicose que chegou à corrente sanguínea entre nas células e nos músculos do corpo, que usam o açúcar como fonte de energia.



Quem ingere mais glicose que o necessário acaba armazenando a substância sob a forma de gordura. A insulina também faz com que a glicose entre nas células do tecido adiposo, por isso o excesso desse hormônio acarreta ganho de peso.



Já na falta da insulina, que ocorre em diabéticos, a glicose não consegue entrar nas células e fica na corrente sanguínea, não se transformando em energia. Isso causa a hiperglicemia, ou seja, alto índice de açúcar no sangue - que também pode estar presente na urina.



Tipos de diabetes



Na diabetes tipo 1, um processo imunológico destrói as células que fabricam insulina. Em geral, a doença se manifesta na infância ou adolescência, e o pacientes precisam tomar insulina pelo resto da vida.



O tipo 2 é o mais comum. Na maioria das vezes, está associado à obesidade ou à presença de gordura abdominal. Costuma aparecer depois dos 45 anos de idade. O tratamento é feito com remédios, exercícios físicos e dieta.



A diabetes pode ser, ainda, gestacional, que aparece apenas durante a gravidez, ou decorrente do uso de medicamentos e pancreatite crônica.



Quem é diabético deve contar todos os dias a quantidade de açúcar que consome. Também precisa controlar o açúcar contido nas frutas.



Os sinais de alerta para a doença são: ter o problema na família, excesso de peso, vida sedentária, mais de 40 anos, pressão, colesterol e triglicérides altos, usar corticoides e anticoncepcionais e, no caso das mulheres, ter tido filhos com mais de 4 quilos, abortos ou natimortos.



Entre os sintomas da diabetes tipo 2, estão infecções frequentes, alterações visuais, dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento dos pés e furúnculos.


Açúcar refinado e adoçante



O açúcar refinado não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é optar pelos tipos mascavo ou orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos



Já o adoçante é uma substância doce, mas o corpo não ganha energia com esse produto químico. Alguns estudos revelam efeitos colaterais do excesso de adoçante, como retenção de líquido e obesidade.

Fonte: Bem Estar

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Diabetes Gestacional


A partir do momento que você se programa para engravidar, descobre uma série de exames que nunca ouviu falar e que talvez terá de fazer durante a gestação. Entre tantos, um dos mais familiares talvez seja a glicemia de jejum, aquele que se costuma fazer no check-up com o seu ginecologista. Responsável por medir o nível de açúcar no sangue, ele é um dos primeiros do pré-natal e mostra se a grávida tem ou não diabetes gestacional. A novidade é que a maneira como esse exame é avaliado está sofrendo modificações. Um novo consenso internacional, publicado este ano na revista científica Diabetes Care, visa tornar mais rápido o diagnóstico de mulheres com diabetes na gravidez.


A principal alteração é que as grávidas com um resultado de glicemia de 92 mg/dL (confirmado em dois exames) até 125 mg/dL já serão consideradas com diabetes. Abaixo de 92 mg/dL, todas deverão realizar um teste oral de tolerância à glicose a 75 mg (também conhecido por curva glicêmica), entre a 24a. a 28a semana, para rastreio da doença. “A tendência é de que, com essa nota de corte, o número de casos de mulheres com diabetes gestacional aumente, porque o exame está mais rigoroso”, afirma Lenita Zajdenverg, endocrinologista, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e presidente regional da Sociedade Brasileira de Diabetes (RJ). Atualmente, de acordo com o Ministério da Saúde, a prevalência da doença em mulheres acima de 20 anos é de 7,6%. Um dos estudos usado como base para esse novo modelo de diagnóstico foi uma pesquisa realizada pela Northwestern University Feinberg School of Medicine, em Chicago, com mais de 23 mil grávidas de nove países cujos resultados mostraram que níveis de açúcar no sangue da gestante até então considerados normais poderiam apresentar riscos para a mãe e o bebê. Essas recomendações, no entanto, ainda não são adotadas por todos os especialistas e continuam em discussão. Mas há muito que você precisa saber a respeito da doença na gestação.

Como é feito o exame atualmente

Um dos critérios que os especialistas adotam é o preconizado pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), que usa como nota de corte o valor da glicemia de 85 mg/dL. Ou seja, se o seu exame der abaixo desse valor, e não houver qualquer fator de risco que peça o rastreio da doença, como obesidade, hipertensão, idade avançada, a doença está descartada. A não ser que você apresente ao longo da gravidez algum indicador de que algo não está bem, como engordar demais em pouco tempo. Nesse caso, o obstetra deve solicitar um novo teste.

Se a glicemia estiver entre 85 mg/dL e 125 mg/dL, você vai realizar o teste oral de tolerância à glicose (curva glicêmica) entre a 24a e 28a semana de gestação. O seu sangue será coletado primeiramente em jejum e novamente uma e duas horas após a ingestão de um líquido com 75 mg de glicose. Se mais de dois valores estiverem acima do esperado, o diagnóstico para diabetes gestacional será positivo.

Fatores que aumentam o risco

Os hormônios produzidos pela placenta podem levar à resistência da ação da insulina, responsável por equilibrar o nível de açúcar no sangue, o que vai aumentando à medida que a gravidez progride. As grávidas que não conseguem produzir insulina em quantidades suficientes para vencer essa resistência desenvolvem a doença.

Mulheres com mais de 25 anos, obesas, antes da gravidez ou no primeiro trimestre, com histórico familiar de diabetes em parentes de primeiro grau, que já tiveram a doença em outra gestação e que tenham tido bebês com mais de 4 quilos estão entre as que têm mais tendência de ter a doença. Entram para o grupo de risco quem engorda muito durante a gestação, tem excesso de líquido amniótico ou hipertensão e usa medicamentos que podem causar hiperglicemia, como alguns tipos de diuréticos e doses excessivas de hormônios tireoideanos.

Fonte: Revista Crescer