segunda-feira, 17 de março de 2014
Sem proteínas, seu corpo vai à falência
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Aposentado de PE elimina 12 kg com mais verduras, jantar leve e exercícios
José Eraldo da Silva, de 53 anos, também evita beber junto com a comida. Ele baixou nível de colesterol e triglicérides.
O eletrotécnico aposentado José Eraldo da Silva, de 53 anos, começou 2011 com 92 kg, em 1,72 m de altura. Em cinco meses, eliminou 14 kg. “Aí fiquei seco, só osso, e decidi engordar 2 kg”, conta o morador de Bezerros (PE), a 100 km de Recife.
José Eraldo perdeu principalmente barriga, papo e gordura nos braços e pernas. Para atingir esse resultado, ele introduziu mais verduras e legumes na alimentação, parou de comer alimentos pesados à noite – trocou o prato de arroz, feijão e carne por frutas, sopas ou mingau de aveia – e passou a evitar líquidos durante as refeições. “Se quero beber algo, faço isso antes ou depois”, diz.
Ele também pratica atividade física, respeitando seus limites, já que já fez duas cirurgias de hérnia de disco na coluna, rompeu a panturrilha e há um ano passou por uma cirurgia para retirada de um câncer de próstata.
“Caminho todos os dias por uma hora e corro três vezes por semana, intercalando com trechos de ritmo mais lento”, revela. Antes de operar o tumor, José Eraldo fazia musculação, mas parou por recomendação médica.
O aposentado diz que o programa do dia 7 de outubro o ajudou na superação e tirou dúvidas sobre como se comportar na caminhada e na corrida, que realiza próximo a uma rodovia e também no quintal de sua chácara. “Hoje sei escolher o terreno certo, e locais mais inclinados são bons para subidas”, afirma.
Além dos benefícios no peso,o exercício baixou o colesterol total de 330 mg/dl para 210 mg/dl – faltando pouco para o nível recomendado: até 200 mg/dl. Os triglicérides foram reduzidos de 490 mg/dl para 220 mg/dl, a caminho da taxa indicada, que é inferior a 150 mg/dl.
Para quem morou 35 anos na capital paulista e outros sete em Goiás, José Eraldo destaca a importância de hoje estar mais tranquilo, perto do litoral. “Vivo bem, porque o estresse só leva a problemas de saúde”, destaca.
Fonte: Bem Estar
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Brasileiro consome menos peixes do que o indicado
Alimento é rico em vitaminas, minerais e gorduras boas para o organismo
A população brasileira consome menos carne de peixe do que o indicado pela Organização Mundial da Saúde, diz uma pesquisa feita pelo Ministério da Pesca e Aquicultura. Por esse motivo, o governo brasileiro promove a Semana do Peixe, em setembro de 2011, começando dia 17 e termina no dia 24.
A população brasileira consome em média nove quilos de carne de peixe por ano, enquanto a OMS definiu como 12 quilos o consumo ideal. A OMS indica a carne de peixe como um componente da alimentação saudável, já que ela é rica em aminoácidos essenciais, vitaminas e minerais como sódio, potássio, magnésio, cálcio, ferro e fósforo, entre outros que regularizam as funções do corpo e participam do metabolismo de nutrientes.
Além disso, segundo a instituição, o consumo de peixes deve ser incentivado a fim de diminuir a ingestão de ácidos graxos saturados e aumentar a de ácidos graxos poli-insaturados.
Outro destaque do peixe é a oferta de ômega 3, que proporciona grandes benefícios à saúde, como diminuição dos riscos de doenças cardiovasculares, redução da pressão arterial e diminuição das taxas de triglicérides e colesterol no sangue.
De acordo com o ministro de Pesca, Sérgio Luiz, o preço cobrado pela carne de peixe no Brasil é o principal motivo de a população brasileira não consumir tanto esse alimento. Além disso, a pesquisa mostrou que o brasileiro não tem como hábito consumir carne de peixe durante a semana.
A pesquisa alerta que o consumidor precisa observar uma série de detalhes na hora de comprar o peixe, como se a carne está firme, se odor não está desagradável e se cor não está estranha.
Peixe previne doenças cardíacas
Estudos comprovam os diversos benefícios desse alimento. Um estudo feito pela American Heart Association e publicado no periódico Circulation: Heart Failure, nos Estados Unidos, por exemplo, mostrou que o risco de desenvolver doenças cardíacas em mulheres na pós-menopausa que comem frequentemente peixe assado ou cozido é menor. Por outro lado, mulheres nesse mesmo período que comem mais peixe frito possuem maior risco de desenvolver essas doenças.
A equipe examinou o diário de dieta de mais de 84 mil mulheres na pós-menopausa, com idade média de 63 anos e que fazem parte do Women's Health Initiative Observational Study. Eles dividiram as participantes com base na frequência e tipo de peixe consumido. Dois grupos de peixes ingeridos foram definidos: peixe assado ou cozido e peixe frito.
Pesquisas anteriores já haviam descoberto que as gorduras do peixe (Ômega 3) - EPA, DHA e ALA - podem reduzir o risco de doenças cardiovasculares por diminuírem inflamações e estresse oxidativo e melhorarem a pressão arterial, função cardíaca e vasos sanguíneos. Apesar disso, a relação exata do ômega 3 com insuficiências cardíacas não ficou clara. O próximo passo do estudo é esclarecer a ligação entre os peixes e o risco em mulheres na pós-menopausa.
Fonte: Minha Vida