Mostrando postagens com marcador glicose. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador glicose. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

Traduza os rótulos e escolha bem os alimentos


Share on email

Share on facebookShare on google_pluson

Colesterol, gordura trans, carboidratos, proteínas... já foi o tempo em que ir ao supermecado era uma coisinha simples, acomodada entre uma atividade e outra. Escolher bem os alimentos que bom! é uma preocupação cada vez mais comum. Mas a tarefa leva tempo e requer preparo.

Ei, mas nada de torcer o nariz. A nutricionista do Minha Vida, Roberta Stella, encarou a missão de traduzir o que está por trás da maioria dos rótulos existentes por aí, incluindo aqueles mais compliados e cheios de palavras difíceis. A seguir, ela destrinça tudo (tu-di-nho mesmo) sobre os principais conceitos que precisam estar na ponta da língua de qualquer pessoa interessada em manter a alimentação saudável e o peso em dia. 

Calorias: é sinônimo de energia. Nos alimentos, a unidade correta a ser usada é quilocalorias (kcal) substituída, no dia-a-dia pelas simples calorias . Os nutrientes que fornecem energia para o corpo são três, denominados macronutrientes: carboidratos (4 kcal/g), proteínas (4 kcal/g) e as gorduras (9 kcal/g).

Carboidratos: eles são a primeira fonte de energia para o organismo e não devem jamais ser cortados da alimentação. São de três tipos: monossacarídeos (frutose, glicose e galactose), dissacarídeos (sacarose, maltose e lactose) e polissacarídeos (amido, dextrina, celulose e glicogênio). Não existe alimentação saudável sem frutas, legumes, verduras e grãos integrais, todos exemplos de carboidratos. Mas, cuidado: evite os açúcares simples ou refinados, porque eles fornecem muita energia sem uma variedade de nutrientes importante para o bom funcionamento do organismo. De toda a quantidade de calorias ingeridas no dia, de 50 a 60% devem vir dos carboidratos. 
Proteínas: são os nutrientes envolvidos com a formação de células, enzimas e hormônios, daí sua denominação de construtores. São fonte de substâncias que nosso organismo não produz, conhecidas por aminoácidos essenciais. Por isso, alimentos ricos em proteínas devem fazer parte do cardápio diário , explica a especialista do Dieta e Saúde. Os alimentos fontes de proteínas são os de origem animal (carnes, leites) e alguns de origem vegetal (leguminosas, como soja e feijão). De toda a quantidade de calorias ingeridas no dia, de15 a 20% devem vir das proteínas. 
Gordura trans: desde 31 de julho de 2006, as empresas são obrigadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) a indicar, no rótulo dos  alimentos, a quantidade de gordura trans. Trata-se de um tipo de nutriente originado na gordura vegetal (que, naturalmente, é insaturada e não prejudica a saúde). Para a gordura vegetal dar sabor, forma e textura aos alimentos industrializados, ela passa por um processo denominado hidrogenação (daí o termo gordura hidrogenada). Nesse momento, a gordura que era líquida e insaturada passa a ser sólida e saturada, trazendo riscos quando consumida em grandes quantidades. Bolos e tortas industrializadas, biscoitos salgados, biscoitos recheados, pratos congelados, sorvetes cremosos e margarinas incluem essa gordura em suas receitas. Ainda não existe uma recomendação de quantidade de gordura trans para a dieta, mas sugerimos o consumo de, no máximo, 2 gramas por dia , afirma Roberta. 
Gordura saturada: sólida em temperatura ambiente e, assim como a gordura trans, está relacionada com o aumento do colesterol ruim. Conseqüentemente, o excesso dela é fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Os alimentos de origem animal são a principal fonte de gorduras saturadas. Mas os óleos de coco e de dendê (origem vegetal) também fornecem esse tipo de gordura. 
Colesterol: o colesterol é um tipo de gordura, importante para o organismo, pois está envolvido na produção de hormônios sexuais e das glândulas supra-renais, na formação da membrana celular e da bile, usada na digestão das gorduras. O corpo obtém o colesterol de duas maneiras: o próprio organismo produz, no fígado, e a partir das refeições. Mas somente os alimentos de origem animal contêm colesterol , explica Roberta Stella. Todos os tipos de carnes, leite e derivados, por exemplo. Na versão integral, esses produtos contêm mais colesterol afinal, contêm mais gordura. Bacon, vísceras, embutidos e gema de ovo são campeões em quantidade de mau colesterol, cuja ingestão diária não deve ultrapassar 300 mg. 
Fibras: é um termo genérico para várias substâncias que não são absorvidas pelo organismo durante a digestão dos alimentos. Há dois tipos de fibras: as solúveis e as insolúveis. As fibras solúveis, durante o processo de digestão, absorvem água e formam um gel, ajudando na redução dos níveis de colesterol ruim no sangue. Já as fibras insolúveis estão relacionadas com a melhora do funcionamento intestinal e com a prevenção de câncer do cólon e reto. Os alimentos ricos em fibras são as frutas, os grãos integrais, as leguminosas, os legumes e verduras. A quantidade de fibra recomendada por dia é de 30 gramas
É mito ou verdade que carboidratos consumidos em excesso acumulam-se sob a forma de gordura? Como e por que isso acontece?
Depende. De fato, o consumo excessivo de carboidratos pode levar ao acúmulo de energia em forma de gordura. Mas isso também acontece com as proteínas (e, claro, com as próprias gorduras).O ganho de peso acontece devido ao consumo excessivo de calorias, não gasto durante o dia: todas as calorias excedentes são transformadas em reserva pelo organismo e depositadas no corpo na forma de gordura (não importa se estas calorias vêm de carboidratos ou proteínas). Entretanto, a recomendação é que todos os nutrientes sejam distribuídos entre todas as refeições do dia. Se você não conhece a composição dos alimentos, é fácil: varie. Inclua no seu cardápio alimentos de origem animal (carnes e leites), vegetais (cereais, frutas, legumes e verduras) e faça pequenos lanches entre essas refeições. Assim, você terá uma variedade de alimentos e evitará o acúmulo de um determinado nutriente. Se, à noite, você ingerir somente macarrão, saladas, legumes e frutas, a sua alimentação será rica em carboidratos. Consumindo um pequeno filé grelhado, acompanhado de pequenas porções de legumes cozidos e salada, a quantidade de carboidratos irá se reduzir, além de haver uma maior variedade de nutrientes.
Fonte: Minha Vida

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

17 fatos sobre a gordura


Se você já tinha medo dela, se apavore com esses dados! (Foto: Thinkstock)
Ninguém gosta dos resultados que a gordura exerce no corpo, isso não é novidade. Com essa tendência irritante de se acumular onde menos nos convém, a gordura é alvo da mulherada. Dietas, exercícios, rezas, mandingas... Os métodos que as mulheres usam para tentar se livrar dessas benditas células não têm limites. 
 
Contudo, a gordura é mais do que apenas aquela parte “gordinha” que salta por cima do jeans ou escapa por baixo da camiseta. Gordura é constituída pelas células adiposas e é muito mais complexa do que parece. Confira 17 fatos sobre a gordura e entenda como ela é acumulada no seu corpo:

  1. Um adulto tem, em média, 40 bilhões de células adiposas (que armazenam gordura).
  2. O tecido adiposo é um componente dinâmico, complexo e necessário à vida.
  3. O tecido adiposo é também um dos mais abundantes no nosso corpo.
  4. As meninas nascem com mais células adiposas que os meninos.
  5. Na adolescência, já podemos estar com a quantidade total de células adiposas que teremos o resto da vida.
  6. A gordura aumenta quando as células existentes se ampliam e quando são criadas novas células.
  7. O número de células adiposas pode aumentar, mas não diminui.
  8. Quando você emagrece, as células adiposas murcham.
  9. As células adiposas morrem, mas o corpo rapidamente as repõe.
  10. As células adiposas são maiores em obesos.
  11. Existem dois tipos de células adiposas: a branca e a marrom. A branca é o tipo que faz suas roupas ficarem apertadas. A marrom é encontrada em bebês e tem a capacidade de queimar calorias.
  12. Células adiposas, assim como as cancerosas e outras células no corpo, alimentam-se de oxigênio com novos vasos sanguíneos em um processo conhecido com angiogênese. A gordura não pode se expandir sem expandir seus vasos sanguíneos. Pesquisadores estão estudando se determinados medicamentos usados no combate ao câncer podem fazer as células adiposas morrerem de fome da mesma forma que fazem com os tumores.
  13. Quando você se exercita, as células produzem uma enzima que faz o tecido adiposo liberar suas reservas para serem queimadas pelos músculos.
  14. O fígado armazena a glicose dos alimentos sob a forma de glicogênio e a libera na corrente sanguínea quando a energia é necessária. Se a glicose se esgota, o organismo começa a queimar gordura.
  15. As células adiposas secretam estrogênio, que está associado a certos tipos de câncer, principalmente câncer de mama em mulheres na pós-menopausa.
  16. A gordura corporal se acumula dos pés à cabeça e é eliminada do mesmo jeito.
  17. A gordura corporal é como um traje de esqui: proporciona isolamento contra o frio. Uma desvantagem de ficar magro é sentir mais frio.

Fonte: Livro "A dieta dos 17 dias", de autoria do médico norte-americano Mike Moreno. Editora Sextante.

sábado, 6 de julho de 2013

Nutrição e Alimentação para Diabéticos


A Nutrição, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, é parte fundamental do tripé do controle do Diabetes (dieta, atividade física e medicamentos). Pensando nisso há muitos anos atrás na ADIABC (ASSOCIAÇÃO DE DIABETES DO ABC) foi feita uma parceria entre a NUTRIÇÃO e a CULINÁRIA, onde juntamos a parte teórica (NUTRIÇÃO) a prática (CULINÁRIA). Segundo a Culinarista Berenice Andretta, “é importante juntarmos o conhecimento teórico a prática, pois assim o PORTADOR de DIABETES consegue aplicar o conhecimento adquirido de forma simples e adaptada a sua realidade”.

Todas as receitas dadas durante as aulas na ADIABC e no site são previamente: testadas, degustadas e avaliadas quanto a sabor, aparência e textura. Além disso, o VALOR NUTRICIONAL é calculado pela Nutricionista Elaine Moraes e assim são verificadas se são apropriadas ao PORTADOR de DIABETES.Este site traz uma diversidade de receitas para você, PORTADOR DE DIABETES, diversificar suas refeições e trazer mais novidades a sua alimentação.Bom apetite!!!


Fonte: www.adiabc.org.br

sábado, 22 de junho de 2013

O que é Diabetes?

Diabetes é uma doença metabólica, que se caracteriza pela elevação da taxa de glicose (açúcar) no sangue que se denomina de hiperglicemia.

A doença ocorre porque o organismo se torna incapaz ou tem deficiência em secretar insulina ou porque a insulina que o organismo produziu não consegue agir adequadamente. A insulina é um hormônio que é produzido por um tipo de célula do pâncreas denominada célula beta.

Ela é um dos principais hormônios que controlam nosso metabolismo fazendo com que o açúcar (glicose) que é proveniente dos alimentos seja digerida e absorvida pelo organismo para gerar energia para o seu funcionamento. 



É importante lembrarmos sempre que a glicose pode ser produzida pelo organismo pela transformação do amido que existe em vários alimentos como pão, massas, arroz, etc., ou pode ser introduzida no organismo naturalmente através do açúcar de mesa, mel e frutas. Quando nos alimentamos grande parte da glicose será absorvida por nossas células musculares para servir como combustível energético para a contração dos nossos músculos. Quando ela não for absorvida, acabará sendo eliminada na urina ou se acumulando no sangue.

O diagnóstico do diabetes é feito com base em um dos seguintes critérios, definidos pela Associação Americana de Diabetes e endossados pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).




Quadro 1: Diagnóstico de diabetes
Normal: glicemia de jejum entre 70 mg/dl e 99 mg/dl e inferior a 140mg/dl duas horas após sobrecarga de glicose

Intolerância à glicose: glicemia de jejum entre 100 mg/dl a 125 mg/dl.

Diabetes: glicemia de jejum igual ou acima de 126 mg/dl ou quando a glicemia aleatória (feita a qualquer hora) estiver igual ou acima de 200 mg/dl na presença de sintomas.


Fonte: www.diabetesnasescolas.org.br

domingo, 31 de março de 2013

Dieta de Baixo Índice Glicêmico


As refeições deverão seguir, sempre que possível, uma ordem correta de ingestão de determinados tipos de alimento em determinado tempo. Além disso, realizando de 5 a 6 refeições de baixo índice glicêmico, além de se preservar da resistência à insulina, o metabolismo do seu corpo será estimulado.

* Comer de 5 à 6 vezes no dia
Mantendo assim o metabolismo mais estimulado.

* Utilizar alimentos de baixo índice glicêmico 
Que fazem a glicose subir lentamente na corrente sanguínea.

* Dar tempo de se formar
O hormônio da saciedade – Colecistoquinina (CCK).

* Dar tempo de sintetizar enzimas 
Digestivas para metabolizar os alimentos.


* Por que comer em 10 minutos ?
Para dar tempo de liberar o hormônio CCK (colicistoquinina) , que leva 8 minutos para ser produzido e chegar ao cérebro levando informações de que está entrando alimentos, o que provocará a sensação de saciedade. Outro motivo é estimular o pâncreas a produzir as enzimas para digerir os próximos alimentos, pois tudo que não conseguimos digerir , armazenamos em forma de gordura.

Fonte: www.cimpsaude.com

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Mousse de Café Diet

Diabetes

Dia 26 de junho foi o Dia Nacional do Combate ao Diabetes e esta semana achei mais do que justo colocar aqui uma receita dedicada aos diabéticos – o que não significa que todo o restante do mundo não possa ou deva experimentá-la. Muito pelo contrário. Ela é deliciosa até para quem não tem o hábito de consumir adoçantes especiais e é ideal para quem está em dieta de emagrecimento.

Prevenindo o Diabetes


O diabetes tipo 1 é mais difícil de se evitar e/ou prevenir por contar com fatores genéticos como causa da doença; já o diabetes tipo 2 pode ser evitado com hábitos e estilo de vida saudáveis, alimentação balanceada e prática de exercícios físicos desde a infância. Visitas periódicas ao médico e realização de exames regularmente são fundamentais para o diagnóstico precoce e tratamento adequados.





MOUSSE DE CAFÉ DIET

Ingredientes Mousse
  • 350 ml de leite desnatado
  • 100 gr de creme de leite light
  • 5 colheres (sopa) queijo cottage
  • 1 pacote de gelatina incolor e sem sabor
  • 5 colheres (sopa) de adoçante para culinária
  • 4 colheres (sopa) de chocolate em pó dietético
  • 4 colheres (chá) de café instantâneo
  • 2 cubos de gelo

Ingredientes Calda

  • 100 ml de leite desnatado
  • 3 colheres (chá) café instantâneo
  • 3 colheres (sopa) chocolate em pó dietético
  • 1 colher (sopa) margarina

Modo de Preparo Mousse
  • Em uma panela grande e de boca larga leve o leite para ferver com o adoçante, o café e o chocolate em pó até que tudo esteja dissolvido. Reserve e deixe esfriar bem.
  • Prepare a gelatina de acordo com as instruções da embalagem.
  • Leve a mistura do leite já fria ao liquidificador, acrescentando o creme de leite. Com o motor do aparelho ligado adicione a gelatina, despejando-a bem no centro do copo.
  • Ainda com o liquidificador funcionando adicione os 2 cubos de gelo e bata até que estejam completamente triturados.
  • Leve o creme para gelar por aproximadamente 3 horas ou até que esteja firme.
  • Bata novamente a mistura no liquidificador e leve para gelar por mais 1 hora.

Modo de Preparo Calda
  • Em uma panelinha ferva o leite com a margarina.
  • Desligue o fogo, coloque o café e o chocolate em pó e mexa até que estejam completamente dissolvidos.
  • Deixe esfriar e leve a geladeira por 1 hora para adquirir consistência.
  • Retire da geladeira e mantenha em temperatura ambiente até servir.

Finalização

  • Coloque 3 colheres de calda em um prato de sobremesa.
  • Utilize um boleador de sorvete ou uma colher funda para servir a mousse e acomode sobre a calda.
  • Se desejar regue com mais calda por cima.
  • Enfeite com raspas de chocolate diet ou chocolate granulado também diet.

Sugestão da chef Renata Abdalla: 
Para quem não precisar ou não quiser a receita light/ diet é só substituir o adoçante por açúcar, e o chocolate em pó dietético pelo equivalente tradicional, ambos nas mesmas quantidades. Sugiro que o creme de leite light seja mantido para não alterar a textura do resultado final e a receita ficar menos gordurosa.


Fonte: Yahoo Mulheres

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Especialistas falam sobre os riscos do açúcar para obesidade e diabetes


O açúcar não está presente apenas em doces, frutas e refrigerantes, mas também em alimentos salgados como pães e massas, que se transformam em glicose dentro do organismo. A diferença entre eles está na velocidade com que caem na corrente sanguínea: o doce leva poucos segundos, enquanto as moléculas dos demais podem demorar até uma hora para serem quebradas.


Em excesso, o açúcar pode provocar obesidade e diabetes tipo 2, doenças que são facilmente evitadas, com atividade física e reeducação alimentar. Para falar sobre os perigos dessa substância de alto poder calórico e sobre como prevenir a diabetes, os endocrinologistas Maria Lúcia Giannella Alfredo Halpern. Segundo os médicos, a gordura abdominal predispõe a doenças metabólicas.
Tomar uma bola de sorvete é o mesmo que comer uma colher e meia de sopa de açúcar. Veja abaixo quanto há em outros alimentos:

Apesar dos riscos, o açúcar não é apenas um vilão: a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que ele responda por 10% do consumo total de calorias diárias. Em colheres de sopa, a quantidade não deve passar de quatro, o equivalente a 50 gramas.



Por dia, um indivíduo deve ingerir de 45% a 65% das calorias sob a forma de fibras e carboidratos complexos (batata, arroz, pães e massas), 10% de açúcares livres (de mesa, refrigerantes, sucos artificiais, doces e guloseimas), de 10% a 15% de proteínas (leites, derivados e carnes) e de 15% a 30% de gorduras. Produtos diet não contêm açúcar, enquanto os light apresentam quantidade reduzida de calorias e podem ser adoçados.


Conheça a incrível história da mulher que há dez anos toma 12 litros de refrigerante por dia e não é gorda, mas sofre de pressão alta (20 por 11 sem medicação e 16 por 8 com). Antigamente, a funcionária pública Vera Lúcia Fernandes, de 56 anos, bebia 16 litros. E também é fumante.



Só com o refrigerante, Vera Lúcia consome 1,2 quilo de açúcar por dia, 8,6 quilos por semana, 37 quilos por mês e 451 quilos por ano – quase meia tonelada. Além disso, a bebida apresenta uma alta concentração de sódio. Por mês, a funcionária pública gasta R$ 430 com refrigerante, e R$ 5.280 por ano. O vício, que causa abstinência, tremedeiras e já a fez procurar terapia, não atinge só ela, mas o filho e o neto de 7 anos, que começou a receber a bebida com 3 meses de vida.
Muitos não abusam do açúcar no refrigerante, mas no café. Sem se dar conta, as pessoas adoçam o cafezinho durante o expediente e perdem a conta. Ao longo do dia, são vários copinhos. Quem toma cinco cafés, por exemplo, chega a consumir de 10 a 12 colheres de açúcar.

O caminho do açúcar

Quando os alimentos passam pelo intestino, onde a glicose é absorvida, há um sinal para que o pâncreas produza insulina, hormônio responsável por fazer com que a glicose que chegou à corrente sanguínea entre nas células e nos músculos do corpo, que usam o açúcar como fonte de energia.



Quem ingere mais glicose que o necessário acaba armazenando a substância sob a forma de gordura. A insulina também faz com que a glicose entre nas células do tecido adiposo, por isso o excesso desse hormônio acarreta ganho de peso.



Já na falta da insulina, que ocorre em diabéticos, a glicose não consegue entrar nas células e fica na corrente sanguínea, não se transformando em energia. Isso causa a hiperglicemia, ou seja, alto índice de açúcar no sangue - que também pode estar presente na urina.



Tipos de diabetes



Na diabetes tipo 1, um processo imunológico destrói as células que fabricam insulina. Em geral, a doença se manifesta na infância ou adolescência, e o pacientes precisam tomar insulina pelo resto da vida.



O tipo 2 é o mais comum. Na maioria das vezes, está associado à obesidade ou à presença de gordura abdominal. Costuma aparecer depois dos 45 anos de idade. O tratamento é feito com remédios, exercícios físicos e dieta.



A diabetes pode ser, ainda, gestacional, que aparece apenas durante a gravidez, ou decorrente do uso de medicamentos e pancreatite crônica.



Quem é diabético deve contar todos os dias a quantidade de açúcar que consome. Também precisa controlar o açúcar contido nas frutas.



Os sinais de alerta para a doença são: ter o problema na família, excesso de peso, vida sedentária, mais de 40 anos, pressão, colesterol e triglicérides altos, usar corticoides e anticoncepcionais e, no caso das mulheres, ter tido filhos com mais de 4 quilos, abortos ou natimortos.



Entre os sintomas da diabetes tipo 2, estão infecções frequentes, alterações visuais, dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento dos pés e furúnculos.


Açúcar refinado e adoçante



O açúcar refinado não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é optar pelos tipos mascavo ou orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos



Já o adoçante é uma substância doce, mas o corpo não ganha energia com esse produto químico. Alguns estudos revelam efeitos colaterais do excesso de adoçante, como retenção de líquido e obesidade.

Fonte: Bem Estar

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Efeito sanfona e magreza excessiva prejudicam aparência e autoestima

Os médicos Alfredo Halpern e Caio Rosenthal,
explicam como funcionam o metabolismo e a saciedade

Manter o peso ideal não é tarefa fácil. Muitas pessoas sofrem com o efeito sanfona, processo em que a pessoa engorda e emagrece constantemente, e outras são as chamadas “magras de ruins”, que comem de tudo e não conseguem ganhar peso, curvas e músculos a ponto de se sentirem satisfeitas com o próprio corpo.
Para falar desses dois problemas, que não prejudicam apenas a aparência, mas também a autoestima, o endocrinologista Alfredo Halpern e o infectologista Caio Rosenthal, irão falar do problema.
Os médicos explicaram como funcionam o metabolismo e o hormônio da saciedade (leptina), por que alguns comem muito e não engordam e quais os riscos à saúde que um indivíduo obeso pode correr. Entre os perigos, estão mais doenças infecciosas, como bronquite e pneumonia, micoses e problemas de pele, diabetes, apneia do sono e septicemia (infecção generalizada).
Na tentativa de emagrecer, algumas pessoas chegam a guardar roupas antigas para caber nelas novamente.

Para exemplificar a diferença, o diretor de operações Vitório Buongiorno, de 56 anos, e o estudante universitário Maurício Perez, de 21 anos, que têm diferenças de peso e metabolismo. O gasto calórico que o primeiro precisa para se manter vivo (deitado ou parado), o chamado metabolismo basal, é de 2.995 calorias por dia, contra 2.224 do segundo.
Como Vitório queima menos gordura, armazena mais. Ele tem um índice de massa corporal (IMC) 25, que indica sobrepeso. Já Maurício tem um IMC 15, ou seja, abaixo do ideal – e quer engordar. Sua idade real é de 26 anos (ele é sedentário), e a de Vitório é de 70 (é sedentário e está com o colesterol no limite).
Segundo Halpern, pessoas com efeito sanfona geralmente são compulsivas, principalmente por doces, o que é provocado por um distúrbio químico que causa deficiência de serotonina, neurotransmissor associado à sensação de bem-estar.
O especialista disse, ainda, que o mais difícil é recomendar tratamento aos "magros de ruins", que devem ficar atentos às taxas de colesterol e glicose quando engordar. Halpern acrescentou que os obesos têm mais leptina, mas também mais dificuldade para que a informação de saciedade chegue até o cérebro.
Por fim, ele resumiu que o que engorda não é que se come com garfo e faca, mas o que se come com a mão, ou seja, lanches, frituras, doces, refrigerantes e produtos industrializados.
Em um estudo publicado na revista Nature Genetics, cientistas britânicos descobriram um gene, ligado à diabetes e ao colesterol, que funciona como um interruptor e controla o metabolismo da gordura corporal, influenciando características como IMC, grau de obesidade e níveis de insulina e glicose.
Na calculadora abaixo, você descobre quantas calorias consome por dia, considerados fatores como idade, peso, altura, sexo e índice de massa corporal (IMC), este já incluído no cálculo. Se você é sedentário (mas faz atividades do dia a dia, como ir ao trabalho, tomar banho, se movimentar, etc), pratica exercícios 3 vezes por semana, diariamente ou é atleta, o gasto total aumenta.
Fonte: Bem Estar