domingo, 5 de maio de 2013
Alimentos que acabam com o mau humor
domingo, 21 de abril de 2013
10 alimentos que fazem bem à saúde
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
Alimentação com pouco sal e muita água previnem cálculos renais

O cálcio também é um vilão na formação de pedras nos rins. Por isso, é preciso controlar o consumo de leite, derivados e vegetais verde escuro.
A alimentação e a quantidade de água são fundamentais no combate à formação de pedras nos rins. Um cardápio saudável, com mais água e menos sal, é importante para prevenir a doença.
Como o sal sobrecarrega os rins, o consumo excessivo de alimentos muito temperados ou industrializados, que também são ricos em sódio, pode favorecer a formação do cálculo renal.
Além do sal, um dos principais formadores da doença é o cálcio. Por isso, é preciso controlar o consumo de leite, derivados e vegetais verde escuro.
“O cálcio não pode ser excluído da dieta, porque pode levar a osteopenia e, consequentemente, a osteoporose. Então, indivíduos adultos normais que não tenham pedras nos rins devem consumir 1200 mg de cálcio por dia. Para os pacientes que já têm predisposição ou possuem cálculo renal, a dosagem ideal é 1000 mg por dia – o que representa cerca de três copos de leite desnatado”, explica a nutricionista Iara Barioni.
Alimentos ricos em proteína também são vilões para quem tem cólica renal. Se a opção for ovos, consumir no máximo dois por semana é o recomendado. “A proteína deve ser de 0,8 a 1,2 mg por kg de peso, por dia, o que daria em torno de duas a três porções de carne”, recomenda a nutricionista.
Por outro lado, há alimentos que ajudam a prevenir a formação do cálculo. "Alimentos ricos em potássio - como banana, leguminosas, lentilha e grão de bico - agem inversamente ao sódio. Eles reduzem a eliminam o cálcio urinário, reduzindo também a formação de pedras", afirma Iara.
Abacaxi, laranja e limão são frutas ricas em citrato, substância que inibe a cristalização. “Cerca de 30 ml de suco de limão é a quantidade suficiente diária para prevenir esse quadro”, recomenda a profissional.
Saber o que comer é importante, mas a alimentação precisa ser associada à prática de exercícios. “A atividade física vai fazer com que o cálcio fique fixo aos ossos. Se você tiver menos saída de cálcio dos ossos, vai ter menos cálcio circulando e vai perder menos cálcio pela urina”, diz o urologista Antônio Baccari.
Fonte: Jornal Hoje
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Não beber leite não é problema, desde que haja ingestão de calico
Maior causador de pedra no rim é substância chamada oxalato de cálcio.
O reumatologista Cristiano Zerbini, do Hospital Sírio-Libanês e do Centro Paulista de Investigação Clínica, falou mais sobre leite.
Não tomá-lo, como fazem vegetarianos e intolerantes à lactose, não é um problema: o que as pessoas precisam é de cálcio. Algumas são indicadas a ingerir suplemento em comprimidos para receber essa quantidade necessária por dia.
O termo pasteurizado vem do cientista francês Louis Pasteur, que primeiro sugeriu esse processo de aquecimento do leite a cerca de 75°C e resfriamento imediato, para diminuir o número de bactérias – técnica obrigatória para todos os tipos. Beber leite in natura, direto da vaca, eventualmente pode causar diarreia em indivíduos mais sensíveis, por ter uma quantidade maior de micro-organismos.
O leite tipo A é extraído mecanicamente, pasteurizado na própria fazenda e sai pronto para o consumo.
O B é feito por extração mecânica, mas não precisa ser processado na fazenda – algo feito em outra instalação. Mesmo que o transporte seja bem resfriado, há uma maior concentração de bactérias no trajeto.
No tipo C, a retirada pode ser mecânica ou manual, o transporte não precisa ser refrigerado e todo o trabalho é feito em outro local. Por essa razão, a quantidade de bactérias é maior que nos demais. Segundo Zerbini, o ideal é que ele seja fervido antes do consumo.
Pedra no rim não ocorre por ingestão de leite, disse o médico. Quando o corpo percebe um excesso de cálcio, esse volume sai na urina. Normalmente, um adulto perde de 75 mg a 250 mg de cálcio por dia no xixi. Quando esse valor é maior, o risco de cálculo renal também sobe.
O maior causador de pedra no rim, que dá uma dor fortíssima, é uma substância chamada oxalato, presente em refrigerantes à base de cola e outros alimentos (como chocolate, pimenta, nozes, beterraba, acelga, espinafre, cenoura, morango e figo), e que se mistura ao cálcio, formando o oxalato de cálcio – responsável por mais de 50% dos casos de cálculo renal (os demais são provocados por ácido úrico).
Achocolatado ajuda as crianças a gostarem mais de leite, destacou Zerbini. Porém, se for acrescentado chocolate demais, pode haver uma menor absorção de cálcio, mas isso não é tão comum. Sorvete é outra opção rica em cálcio para os pequenos que não tomam leite puro.
Depois dos 75 anos, a quantidade de lactase (enzima que quebra a lactose no intestino) pode diminuir um pouco e causar cólicas, de acordo com o reumatologista.
Por fim, ele disse que o cálcio não precisa de gordura para ser absorvido, mas a vitamina D, sim. As vitaminas lipossolúveis A, D, E e K precisam disso, mas o próprio corpo se encarrega desse trabalho.
Fonte: G1 Portal de Notícias
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Leite nas refeições pode prejudicar a absorção de ferro, diz nutricionista
Leite de soja é alternativa para intolerantes à lactose e vegetarianos.
Segunda a nutricionista Maria Gandini, os tipos de cabra ou búfala também são ricos em cálcio e podem ser consumidos normalmente. Porém, são mais difíceis de ser encontrados e mais caros.
Bebida láctea é qualquer composto que leva leite e outros ingredientes, como água, soro de leite, polpa de fruta ou chocolate. Podem conter mais açúcar, vitaminas, e não são tão ricos em cálcio, pois são mais diluídos.
A especialista destacou que o governo brasileiro recomenda que mulheres grávidas consumam leite integral. Mas um guia americano coordenado pela primeira-dama Michelle Obama sugere leite com menos gordura, seja desnatado ou semi, para todas as pessoas. Gestantes precisam de cerca de 1,2 grama de cálcio por dia – 200 mg a mais que o restante da população.
Leite pode causar gases em quem é intolerante à lactose, mas isso não costuma ocorrer em indivíduos sadios. O pH dele é um pouco ácido e pode piorar casos de refluxo, mas a dieta do paciente deve ser analisada por um médico.
Em termos nutricionais, o leite desnatado não é mais fraco: tem apenas menos calorias e gorduras. Algumas bebidas à base de soja – alternativa para intolerantes à lactose, vegetarianos ou quem não gosta de leite de vaca – são enriquecidas com cálcio.
Tomar leite nas refeições principais, como almoço e jantar, que incluem alimentos ricos em ferro, pode prejudicar a absorção de ferro pelo organismo. Por isso, comer um hambúrguer com milk shake não é uma combinação recomendada para fazer sempre.
A nutricionista disse, ainda, que leite integral não engorda desde que esteja dentro da quantidade de gordura diária recomendada. Mas o paladar dos brasileiros está mudando, acostumando-se a leites mais leves e com menos gordura.
Fonte: G1 Portal de Notícias
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
Conheça as diferenças entre os leites e qual consumo diário recomendado
O leite é o primeiro alimento de todos nós, e continua a fazer parte da vida mesmo depois que crescemos, ao contrário dos outros mamíferos. Pode ser puro, derivado (queijos e iogurtes) ou incluído como ingrediente em algum produto.
O cálcio contido no leite, junto com a vitamina D, é essencial para a formação dos ossos, principalmente até os 20 anos de idade. Entre os 30 e 45 anos, a massa óssea permanece estável. Depois disso, começa a sofrer uma redução de 0,5% por ano, o que pode chegar a até 4% por ano em algumas mulheres após a menopausa, aumentando os riscos de osteoporose. O perigo é realmente grande quando a perda chega a 25% do total.
O reumatologista Cristiano Zerbini e a nutricionista Maria Gandini comentam sobre o assunto. Um adulto precisa diariamente 1 grama de cálcio, que ajuda também na coagulação do sangue, na contração muscular, na transmissão de impulsos nervosos e na secreção de hormônios. Segundo Zerbini, 70% do esqueleto humano é herança genética. E, quando falta cálcio no sangue, o corpo o retira do esqueleto.
Os tipos de leite são muitos: integral, desnatado, semidesnatado, A, B, C ou fresco, direto da vaca (que tem alguns riscos). E a embalagem também muda – pode ser saquinho, caixinha ou garrafa. O que varia entre um e outro é a quantidade de gorduras (3,5% no integral, de 0,5% a 2,9% no semi e até 0,5% no desnatado) e calorias (veja infográfico acima). Os demais nutrientes (cálcio, proteínas, carboidratos e sódio) são iguais. O total de vitaminas B2 e B12 e de minerais como fósforo também não é alterado.
Quanto mais bactérias um leite tem, menor é o prazo de validade, que deve ser observado no rótulo do produto. O tipo A tem até 10 mil bactérias e dura, em média, 4 dias; o B tem até 500 mil micro-organismos e vence em 3 dias; o pasteurizado (sinônimo do C, embora os outros também sejam) não tem limite de contagem de bactérias e dura 2 dias; e o UHT ou longa vida (de caixinha), de 3 a 4 meses. A pasteurização é o aquecimento do leite a 75º C e o rápido resfriamento a 4º C.
A embalagem para armazenar o leite industrializado é segura e garante que ele não contenha conservantes. A caixinha é feita de três elementos: papel alumínio, plástico e papelão.
As doses diárias recomendadas de cálcio são: de 3 a 4 copos de leite, ou de 3 a 4 fatias de queijo branco, ou ainda de 6 a 8 fatias de queijo mussarela. Crianças de 1 a 6 anos precisam de 3 copos de leite por dia. Dos 7 aos 14 anos, a necessidade diária fica entre 2 e 3 copos. Um copo é considerado uma porção, uma fatia de queijo branco é uma porção e 2 fatias de mussarela são uma porção.
A intolerância ao leite de vaca é a alergia alimentar mais comum na faixa etária pediátrica, com prevalência de até 7% em crianças menores de 3 anos. No Brasil, estima-se que 37 milhões de brasileiros maiores de 15 anos sejam intolerantes à lactose. Desse total, 10 milhões são pacientes graves. No mundo todo, 1% da população tem a doença, caracterizada por cólicas, diarreia, gases, irritação intestinal e inchaço abdominal. Também pode haver manifestações respiratórias e na pele.
Para quem tem esse problema, recomenda-se leite com baixa lactose ou leite de soja, que tem menos cálcio, mas pode ser enriquecido industrialmente. A sardinha em lata é outra opção rica em cálcio (veja outros alimentos na tabela ao fim do texto).
Substâncias chamadas fitatos – presentes em cereais, aveia e soja – combinam-se com o cálcio, formando fitato de cálcio e prejudicando a absorção dele no intestino. Já o oxalato encontrado em chocolate, pimenta, nozes, beterraba, acelga, espinafre, cenoura, morango, figo e bebidas à base de cola combina-se com o cálcio, formando oxalato de cálcio e também afetando essa absorção. Esse componente pode, inclusive, dar pedra no rim.
| Alimento (100 g) | Cálcio (mg) |
| Abóbora (folhas) | 447 |
| Açafrão em pó | 250 |
| Açaí | 118 |
| Aipim (folhas) | 303 |
| Alfafa | 525 |
| Amêndoa | 254 |
| Aveia (instantânea) | 392 |
| Azeitona verde | 122 |
| Badejo (peixe) cru | 181 |
| Bolo de trigo | 217 |
| Brócolis cru | 400 |
| Camarão cozido | 96 |
| Castanha do Pará | 172 |
| Leite com achocolatado | 216 |
| Coalhada | 490 |
| Couve manteiga | 330 |
| Doce de leite | 176 |
| Farinha láctea | 260 |
| Feijão branco miúdo | 476 |
| Feijão vermelho | 100 |
Fonte: Bem Estar




