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domingo, 5 de maio de 2013

Alimentos que acabam com o mau humor


Alimentos da felicidade
Muitas pessoas ainda não acreditam que apenas uma alimentação saudável e adequada possa combater muitos problemas e melhorar o nosso dia a dia. Você sabia que comendo os alimentos certos é possível melhor o seu humor? Isso mesmo, saiba quais alimentos são indicados para entrarem na sua dieta e acabar com o mau humor.
Banana –  essa fruta tão comum tem o poder de combater a ansiedade, resultado em noites de sono mais tranquilas. A banana também nos dá energia, pois é rica em carboidratos, magnésio, potássio e vitamina B6. Cuidado para não exagerar, porque ela possui muita frutose, que pode fazer você engordar;
Chocolate – quem não gosta dessa delícia? Pois é, agora você fica sabendo que o chocolate é muito bom para acabar com o desânimo. Porém, apesar de ele fazer bem para o nosso humor, é preciso maneirar no consumo porque esse alimento contém alto nível de açúcar;
Ovos – esse é um alimento rico em vitaminas do complexo B, entre elas a tiamina e niacina, além do ácido fólico e acetilcolina. Esses nutrientes diminuem a ansiedade e melhoram o humor.
Existem ainda muitas outras opções de alimentos que podem ser incluídos em sua dieta diária, entre eles estão as ervilhas, o feijão, o grão de bico, a batata, os cereais, o arroz, o leite e derivados, as carnes vermelhas, as carnes brancas, os pescados, alguns alimentos integrais, cogumelos, os legumes e verduras, como brócolis, tomate, rúcula, e outros, além das amêndoas, castanhas, frutas e doces em geral.
Fonte: Blog Toda Perfeita

domingo, 21 de abril de 2013

10 alimentos que fazem bem à saúde


Alimentos nota 10 para sua saúde
A boa alimentação pode ser uma grande arma contra doenças e deficiências que se desenvolvem no nosso organismo. Coloque na sua dieta alimentos ricos em vitaminas, proteínas, minerais, antioxidantes e muitos outros nutrientes importantíssimos para nossa saúde. Veja uma lista com 10 alimentos maravilhosos que devemos consumir:
1 – Iogurte: este é um alimento muito rico, pois contém um pouquinho de tudo aquilo que precisamos para manter a saúde garantida. No iogurte encontramos cálcio, proteínas, vitamina B e bactérias que fortalecem nosso sistema imunológico, além de regularem o intestino.
2 – Banana: esta é uma das frutas mais populares no país, com valor comercial baixíssimo e nutricional altíssimo. Isto mesmo, na banana encontramos diversos nutrientes, entre eles fibras, minerais como o potássio e as vitaminas A, B6, C e K.
3 – Soja: este é um dos alimentos mais comentados da atualidade, principalmente devido ao grande número de nutrientes que ele possui. Na soja você encontra proteínas, cálcio, potássio, ferro e as vitaminas B1, B2 e B3.
4 – Oleaginosas: as castanhas, nozes, amendoim, amêndoas, avelã, pistache e muitos outros alimentos estão dentro da categoria das oleaginosas. Dentro desses alimentos é possível encontrar proteínas, vitaminas, ômega 3, zinco, magnésio, selênio, fibras, cálcio, potássio, fósforo e muitos outros nutrientes.
5 – Ovo: algumas pessoas têm medo do consumo deste alimento, geralmente ligado ao colesterol, mas ele não é somente vilão na história. O ovo é uma grande fonte de ferro, que é muito importante para a nossa saúde, principalmente para o transporte de oxigênio para as células.
6 – Leite: alimento rico em cálcio, proteínas, potássio, fósforo e vitaminas A, B1, B2 e D.
7 – Salmão: peixe rico em ômega3, nutriente que previne doenças do coração, controla o colesterol e também regula a pressão arterial.
8 – Chocolate: alimento rico em potássio, magnésio, selênio, vitamina C e serotonina, responsável pela sensação de bem-estar.
9 – Carne vermelha: rica em proteínas, vitamina B12, zinco e ferro.
10 – Aveia: alimento rico em minerais e vitaminas, fonte de energia de longa duração, além de beneficiar o coração.
Fonte: Blog Toda Perfeita

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Alimentação com pouco sal e muita água previnem cálculos renais


O cálcio também é um vilão na formação de pedras nos rins. Por isso, é preciso controlar o consumo de leite, derivados e vegetais verde escuro.

A alimentação e a quantidade de água são fundamentais no combate à formação de pedras nos rins. Um cardápio saudável, com mais água e menos sal, é importante para prevenir a doença.

Como o sal sobrecarrega os rins, o consumo excessivo de alimentos muito temperados ou industrializados, que também são ricos em sódio, pode favorecer a formação do cálculo renal.

Além do sal, um dos principais formadores da doença é o cálcio. Por isso, é preciso controlar o consumo de leite, derivados e vegetais verde escuro.

“O cálcio não pode ser excluído da dieta, porque pode levar a osteopenia e, consequentemente, a osteoporose. Então, indivíduos adultos normais que não tenham pedras nos rins devem consumir 1200 mg de cálcio por dia. Para os pacientes que já têm predisposição ou possuem cálculo renal, a dosagem ideal é 1000 mg por dia – o que representa cerca de três copos de leite desnatado”, explica a nutricionista Iara Barioni.

Alimentos ricos em proteína também são vilões para quem tem cólica renal. Se a opção for ovos, consumir no máximo dois por semana é o recomendado. “A proteína deve ser de 0,8 a 1,2 mg por kg de peso, por dia, o que daria em torno de duas a três porções de carne”, recomenda a nutricionista.

Por outro lado, há alimentos que ajudam a prevenir a formação do cálculo. "Alimentos ricos em potássio - como banana, leguminosas, lentilha e grão de bico - agem inversamente ao sódio. Eles reduzem a eliminam o cálcio urinário, reduzindo também a formação de pedras", afirma Iara.

Abacaxi, laranja e limão são frutas ricas em citrato, substância que inibe a cristalização. “Cerca de 30 ml de suco de limão é a quantidade suficiente diária para prevenir esse quadro”, recomenda a profissional.

Saber o que comer é importante, mas a alimentação precisa ser associada à prática de exercícios. “A atividade física vai fazer com que o cálcio fique fixo aos ossos. Se você tiver menos saída de cálcio dos ossos, vai ter menos cálcio circulando e vai perder menos cálcio pela urina”, diz o urologista Antônio Baccari.

Fonte: Jornal Hoje

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Não beber leite não é problema,
desde que haja ingestão de calico

Maior causador de pedra no rim é substância chamada oxalato de cálcio.

O reumatologista Cristiano Zerbini, do Hospital Sírio-Libanês e do Centro Paulista de Investigação Clínica, falou mais sobre leite.

Não tomá-lo, como fazem vegetarianos e intolerantes à lactose, não é um problema: o que as pessoas precisam é de cálcio. Algumas são indicadas a ingerir suplemento em comprimidos para receber essa quantidade necessária por dia.

O termo pasteurizado vem do cientista francês Louis Pasteur, que primeiro sugeriu esse processo de aquecimento do leite a cerca de 75°C e resfriamento imediato, para diminuir o número de bactérias – técnica obrigatória para todos os tipos. Beber leite in natura, direto da vaca, eventualmente pode causar diarreia em indivíduos mais sensíveis, por ter uma quantidade maior de micro-organismos.

O leite tipo A é extraído mecanicamente, pasteurizado na própria fazenda e sai pronto para o consumo.

O B é feito por extração mecânica, mas não precisa ser processado na fazenda – algo feito em outra instalação. Mesmo que o transporte seja bem resfriado, há uma maior concentração de bactérias no trajeto.

No tipo C, a retirada pode ser mecânica ou manual, o transporte não precisa ser refrigerado e todo o trabalho é feito em outro local. Por essa razão, a quantidade de bactérias é maior que nos demais. Segundo Zerbini, o ideal é que ele seja fervido antes do consumo.

Pedra no rim não ocorre por ingestão de leite, disse o médico. Quando o corpo percebe um excesso de cálcio, esse volume sai na urina. Normalmente, um adulto perde de 75 mg a 250 mg de cálcio por dia no xixi. Quando esse valor é maior, o risco de cálculo renal também sobe.

O maior causador de pedra no rim, que dá uma dor fortíssima, é uma substância chamada oxalato, presente em refrigerantes à base de cola e outros alimentos (como chocolate, pimenta, nozes, beterraba, acelga, espinafre, cenoura, morango e figo), e que se mistura ao cálcio, formando o oxalato de cálcio – responsável por mais de 50% dos casos de cálculo renal (os demais são provocados por ácido úrico).

Achocolatado ajuda as crianças a gostarem mais de leite, destacou Zerbini. Porém, se for acrescentado chocolate demais, pode haver uma menor absorção de cálcio, mas isso não é tão comum. Sorvete é outra opção rica em cálcio para os pequenos que não tomam leite puro.

Depois dos 75 anos, a quantidade de lactase (enzima que quebra a lactose no intestino) pode diminuir um pouco e causar cólicas, de acordo com o reumatologista.

Por fim, ele disse que o cálcio não precisa de gordura para ser absorvido, mas a vitamina D, sim. As vitaminas lipossolúveis A, D, E e K precisam disso, mas o próprio corpo se encarrega desse trabalho.


Fonte: G1 Portal de Notícias


segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Leite nas refeições pode prejudicar a absorção de ferro, diz nutricionista

Leite de soja é alternativa para intolerantes à lactose e vegetarianos.

Segunda a nutricionista Maria Gandini, os tipos de cabra ou búfala também são ricos em cálcio e podem ser consumidos normalmente. Porém, são mais difíceis de ser encontrados e mais caros.

Bebida láctea é qualquer composto que leva leite e outros ingredientes, como água, soro de leite, polpa de fruta ou chocolate. Podem conter mais açúcar, vitaminas, e não são tão ricos em cálcio, pois são mais diluídos.

A especialista destacou que o governo brasileiro recomenda que mulheres grávidas consumam leite integral. Mas um guia americano coordenado pela primeira-dama Michelle Obama sugere leite com menos gordura, seja desnatado ou semi, para todas as pessoas. Gestantes precisam de cerca de 1,2 grama de cálcio por dia – 200 mg a mais que o restante da população.

Leite pode causar gases em quem é intolerante à lactose, mas isso não costuma ocorrer em indivíduos sadios. O pH dele é um pouco ácido e pode piorar casos de refluxo, mas a dieta do paciente deve ser analisada por um médico.

Em termos nutricionais, o leite desnatado não é mais fraco: tem apenas menos calorias e gorduras. Algumas bebidas à base de soja – alternativa para intolerantes à lactose, vegetarianos ou quem não gosta de leite de vaca – são enriquecidas com cálcio.

Tomar leite nas refeições principais, como almoço e jantar, que incluem alimentos ricos em ferro, pode prejudicar a absorção de ferro pelo organismo. Por isso, comer um hambúrguer com milk shake não é uma combinação recomendada para fazer sempre.

A nutricionista disse, ainda, que leite integral não engorda desde que esteja dentro da quantidade de gordura diária recomendada. Mas o paladar dos brasileiros está mudando, acostumando-se a leites mais leves e com menos gordura.

Fonte: G1 Portal de Notícias

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Conheça as diferenças entre os leites e qual consumo diário recomendado

O leite é o primeiro alimento de todos nós, e continua a fazer parte da vida mesmo depois que crescemos, ao contrário dos outros mamíferos. Pode ser puro, derivado (queijos e iogurtes) ou incluído como ingrediente em algum produto.

O cálcio contido no leite, junto com a vitamina D, é essencial para a formação dos ossos, principalmente até os 20 anos de idade. Entre os 30 e 45 anos, a massa óssea permanece estável. Depois disso, começa a sofrer uma redução de 0,5% por ano, o que pode chegar a até 4% por ano em algumas mulheres após a menopausa, aumentando os riscos de osteoporose. O perigo é realmente grande quando a perda chega a 25% do total.

O reumatologista Cristiano Zerbini e a nutricionista Maria Gandini comentam sobre o assunto. Um adulto precisa diariamente 1 grama de cálcio, que ajuda também na coagulação do sangue, na contração muscular, na transmissão de impulsos nervosos e na secreção de hormônios. Segundo Zerbini, 70% do esqueleto humano é herança genética. E, quando falta cálcio no sangue, o corpo o retira do esqueleto.

Os tipos de leite são muitos: integral, desnatado, semidesnatado, A, B, C ou fresco, direto da vaca (que tem alguns riscos). E a embalagem também muda – pode ser saquinho, caixinha ou garrafa. O que varia entre um e outro é a quantidade de gorduras (3,5% no integral, de 0,5% a 2,9% no semi e até 0,5% no desnatado) e calorias (veja infográfico acima). Os demais nutrientes (cálcio, proteínas, carboidratos e sódio) são iguais. O total de vitaminas B2 e B12 e de minerais como fósforo também não é alterado.

Quanto mais bactérias um leite tem, menor é o prazo de validade, que deve ser observado no rótulo do produto. O tipo A tem até 10 mil bactérias e dura, em média, 4 dias; o B tem até 500 mil micro-organismos e vence em 3 dias; o pasteurizado (sinônimo do C, embora os outros também sejam) não tem limite de contagem de bactérias e dura 2 dias; e o UHT ou longa vida (de caixinha), de 3 a 4 meses. A pasteurização é o aquecimento do leite a 75º C e o rápido resfriamento a 4º C.

A embalagem para armazenar o leite industrializado é segura e garante que ele não contenha conservantes. A caixinha é feita de três elementos: papel alumínio, plástico e papelão.

As doses diárias recomendadas de cálcio são: de 3 a 4 copos de leite, ou de 3 a 4 fatias de queijo branco, ou ainda de 6 a 8 fatias de queijo mussarela. Crianças de 1 a 6 anos precisam de 3 copos de leite por dia. Dos 7 aos 14 anos, a necessidade diária fica entre 2 e 3 copos. Um copo é considerado uma porção, uma fatia de queijo branco é uma porção e 2 fatias de mussarela são uma porção.

A intolerância ao leite de vaca é a alergia alimentar mais comum na faixa etária pediátrica, com prevalência de até 7% em crianças menores de 3 anos. No Brasil, estima-se que 37 milhões de brasileiros maiores de 15 anos sejam intolerantes à lactose. Desse total, 10 milhões são pacientes graves. No mundo todo, 1% da população tem a doença, caracterizada por cólicas, diarreia, gases, irritação intestinal e inchaço abdominal. Também pode haver manifestações respiratórias e na pele.

Para quem tem esse problema, recomenda-se leite com baixa lactose ou leite de soja, que tem menos cálcio, mas pode ser enriquecido industrialmente. A sardinha em lata é outra opção rica em cálcio (veja outros alimentos na tabela ao fim do texto).

Substâncias chamadas fitatos – presentes em cereais, aveia e soja – combinam-se com o cálcio, formando fitato de cálcio e prejudicando a absorção dele no intestino. Já o oxalato encontrado em chocolate, pimenta, nozes, beterraba, acelga, espinafre, cenoura, morango, figo e bebidas à base de cola combina-se com o cálcio, formando oxalato de cálcio e também afetando essa absorção. Esse componente pode, inclusive, dar pedra no rim.

Alimento (100 g)

Cálcio (mg)

Abóbora (folhas)

447

Açafrão em pó

250

Açaí

118

Aipim (folhas)

303

Alfafa

525

Amêndoa

254

Aveia (instantânea)

392

Azeitona verde

122

Badejo (peixe) cru

181

Bolo de trigo

217

Brócolis cru

400

Camarão cozido

96

Castanha do Pará

172

Leite com achocolatado

216

Coalhada

490

Couve manteiga

330

Doce de leite

176

Farinha láctea

260

Feijão branco miúdo

476

Feijão vermelho

100

Fonte: Bem Estar