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sábado, 6 de julho de 2013

Nutrição e Alimentação para Diabéticos


A Nutrição, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, é parte fundamental do tripé do controle do Diabetes (dieta, atividade física e medicamentos). Pensando nisso há muitos anos atrás na ADIABC (ASSOCIAÇÃO DE DIABETES DO ABC) foi feita uma parceria entre a NUTRIÇÃO e a CULINÁRIA, onde juntamos a parte teórica (NUTRIÇÃO) a prática (CULINÁRIA). Segundo a Culinarista Berenice Andretta, “é importante juntarmos o conhecimento teórico a prática, pois assim o PORTADOR de DIABETES consegue aplicar o conhecimento adquirido de forma simples e adaptada a sua realidade”.

Todas as receitas dadas durante as aulas na ADIABC e no site são previamente: testadas, degustadas e avaliadas quanto a sabor, aparência e textura. Além disso, o VALOR NUTRICIONAL é calculado pela Nutricionista Elaine Moraes e assim são verificadas se são apropriadas ao PORTADOR de DIABETES.Este site traz uma diversidade de receitas para você, PORTADOR DE DIABETES, diversificar suas refeições e trazer mais novidades a sua alimentação.Bom apetite!!!


Fonte: www.adiabc.org.br

sábado, 22 de junho de 2013

O que é Diabetes?

Diabetes é uma doença metabólica, que se caracteriza pela elevação da taxa de glicose (açúcar) no sangue que se denomina de hiperglicemia.

A doença ocorre porque o organismo se torna incapaz ou tem deficiência em secretar insulina ou porque a insulina que o organismo produziu não consegue agir adequadamente. A insulina é um hormônio que é produzido por um tipo de célula do pâncreas denominada célula beta.

Ela é um dos principais hormônios que controlam nosso metabolismo fazendo com que o açúcar (glicose) que é proveniente dos alimentos seja digerida e absorvida pelo organismo para gerar energia para o seu funcionamento. 



É importante lembrarmos sempre que a glicose pode ser produzida pelo organismo pela transformação do amido que existe em vários alimentos como pão, massas, arroz, etc., ou pode ser introduzida no organismo naturalmente através do açúcar de mesa, mel e frutas. Quando nos alimentamos grande parte da glicose será absorvida por nossas células musculares para servir como combustível energético para a contração dos nossos músculos. Quando ela não for absorvida, acabará sendo eliminada na urina ou se acumulando no sangue.

O diagnóstico do diabetes é feito com base em um dos seguintes critérios, definidos pela Associação Americana de Diabetes e endossados pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).




Quadro 1: Diagnóstico de diabetes
Normal: glicemia de jejum entre 70 mg/dl e 99 mg/dl e inferior a 140mg/dl duas horas após sobrecarga de glicose

Intolerância à glicose: glicemia de jejum entre 100 mg/dl a 125 mg/dl.

Diabetes: glicemia de jejum igual ou acima de 126 mg/dl ou quando a glicemia aleatória (feita a qualquer hora) estiver igual ou acima de 200 mg/dl na presença de sintomas.


Fonte: www.diabetesnasescolas.org.br

domingo, 31 de março de 2013

Dieta de Baixo Índice Glicêmico


As refeições deverão seguir, sempre que possível, uma ordem correta de ingestão de determinados tipos de alimento em determinado tempo. Além disso, realizando de 5 a 6 refeições de baixo índice glicêmico, além de se preservar da resistência à insulina, o metabolismo do seu corpo será estimulado.

* Comer de 5 à 6 vezes no dia
Mantendo assim o metabolismo mais estimulado.

* Utilizar alimentos de baixo índice glicêmico 
Que fazem a glicose subir lentamente na corrente sanguínea.

* Dar tempo de se formar
O hormônio da saciedade – Colecistoquinina (CCK).

* Dar tempo de sintetizar enzimas 
Digestivas para metabolizar os alimentos.


* Por que comer em 10 minutos ?
Para dar tempo de liberar o hormônio CCK (colicistoquinina) , que leva 8 minutos para ser produzido e chegar ao cérebro levando informações de que está entrando alimentos, o que provocará a sensação de saciedade. Outro motivo é estimular o pâncreas a produzir as enzimas para digerir os próximos alimentos, pois tudo que não conseguimos digerir , armazenamos em forma de gordura.

Fonte: www.cimpsaude.com

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Especialistas falam sobre os riscos do açúcar para obesidade e diabetes


O açúcar não está presente apenas em doces, frutas e refrigerantes, mas também em alimentos salgados como pães e massas, que se transformam em glicose dentro do organismo. A diferença entre eles está na velocidade com que caem na corrente sanguínea: o doce leva poucos segundos, enquanto as moléculas dos demais podem demorar até uma hora para serem quebradas.


Em excesso, o açúcar pode provocar obesidade e diabetes tipo 2, doenças que são facilmente evitadas, com atividade física e reeducação alimentar. Para falar sobre os perigos dessa substância de alto poder calórico e sobre como prevenir a diabetes, os endocrinologistas Maria Lúcia Giannella Alfredo Halpern. Segundo os médicos, a gordura abdominal predispõe a doenças metabólicas.
Tomar uma bola de sorvete é o mesmo que comer uma colher e meia de sopa de açúcar. Veja abaixo quanto há em outros alimentos:

Apesar dos riscos, o açúcar não é apenas um vilão: a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que ele responda por 10% do consumo total de calorias diárias. Em colheres de sopa, a quantidade não deve passar de quatro, o equivalente a 50 gramas.



Por dia, um indivíduo deve ingerir de 45% a 65% das calorias sob a forma de fibras e carboidratos complexos (batata, arroz, pães e massas), 10% de açúcares livres (de mesa, refrigerantes, sucos artificiais, doces e guloseimas), de 10% a 15% de proteínas (leites, derivados e carnes) e de 15% a 30% de gorduras. Produtos diet não contêm açúcar, enquanto os light apresentam quantidade reduzida de calorias e podem ser adoçados.


Conheça a incrível história da mulher que há dez anos toma 12 litros de refrigerante por dia e não é gorda, mas sofre de pressão alta (20 por 11 sem medicação e 16 por 8 com). Antigamente, a funcionária pública Vera Lúcia Fernandes, de 56 anos, bebia 16 litros. E também é fumante.



Só com o refrigerante, Vera Lúcia consome 1,2 quilo de açúcar por dia, 8,6 quilos por semana, 37 quilos por mês e 451 quilos por ano – quase meia tonelada. Além disso, a bebida apresenta uma alta concentração de sódio. Por mês, a funcionária pública gasta R$ 430 com refrigerante, e R$ 5.280 por ano. O vício, que causa abstinência, tremedeiras e já a fez procurar terapia, não atinge só ela, mas o filho e o neto de 7 anos, que começou a receber a bebida com 3 meses de vida.
Muitos não abusam do açúcar no refrigerante, mas no café. Sem se dar conta, as pessoas adoçam o cafezinho durante o expediente e perdem a conta. Ao longo do dia, são vários copinhos. Quem toma cinco cafés, por exemplo, chega a consumir de 10 a 12 colheres de açúcar.

O caminho do açúcar

Quando os alimentos passam pelo intestino, onde a glicose é absorvida, há um sinal para que o pâncreas produza insulina, hormônio responsável por fazer com que a glicose que chegou à corrente sanguínea entre nas células e nos músculos do corpo, que usam o açúcar como fonte de energia.



Quem ingere mais glicose que o necessário acaba armazenando a substância sob a forma de gordura. A insulina também faz com que a glicose entre nas células do tecido adiposo, por isso o excesso desse hormônio acarreta ganho de peso.



Já na falta da insulina, que ocorre em diabéticos, a glicose não consegue entrar nas células e fica na corrente sanguínea, não se transformando em energia. Isso causa a hiperglicemia, ou seja, alto índice de açúcar no sangue - que também pode estar presente na urina.



Tipos de diabetes



Na diabetes tipo 1, um processo imunológico destrói as células que fabricam insulina. Em geral, a doença se manifesta na infância ou adolescência, e o pacientes precisam tomar insulina pelo resto da vida.



O tipo 2 é o mais comum. Na maioria das vezes, está associado à obesidade ou à presença de gordura abdominal. Costuma aparecer depois dos 45 anos de idade. O tratamento é feito com remédios, exercícios físicos e dieta.



A diabetes pode ser, ainda, gestacional, que aparece apenas durante a gravidez, ou decorrente do uso de medicamentos e pancreatite crônica.



Quem é diabético deve contar todos os dias a quantidade de açúcar que consome. Também precisa controlar o açúcar contido nas frutas.



Os sinais de alerta para a doença são: ter o problema na família, excesso de peso, vida sedentária, mais de 40 anos, pressão, colesterol e triglicérides altos, usar corticoides e anticoncepcionais e, no caso das mulheres, ter tido filhos com mais de 4 quilos, abortos ou natimortos.



Entre os sintomas da diabetes tipo 2, estão infecções frequentes, alterações visuais, dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento dos pés e furúnculos.


Açúcar refinado e adoçante



O açúcar refinado não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é optar pelos tipos mascavo ou orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos



Já o adoçante é uma substância doce, mas o corpo não ganha energia com esse produto químico. Alguns estudos revelam efeitos colaterais do excesso de adoçante, como retenção de líquido e obesidade.

Fonte: Bem Estar

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Adoçante não dá saciedade e deve ser usado com orientação médica

Produto é recomendado principalmente para diabéticos e pré-diabéticos.

Calcule o quanto você pode consumir por dia, com base no seu peso.


Se você se identifica com 61% das pessoas que responderam à enquete aqui no site sobre adoçantes, você usa o produto para economizar calorias, com o objetivo de perder peso ou se manter nele.
O adoçante é indicado para pessoas diabéticas, com pré-diabetes ou que precisam emagrecer, desde que com recomendação de um médico ou nutricionista.

Cinco gotas do produto equivalem, em geral, a uma colher de chá de açúcar. E um sachê corresponde a duas colheres de chá de açúcar. Um sachê de aspartame, sacarina, sucralose ou ciclamato (800 mg) tem 3 kcal, um de estévia tem 0,81 kcal, e um de açúcar (6 g) tem 24 kcal.
Calcule o quanto você pode consumir por dia, com base no seu peso. Veja também qual é o seu índice de massa corporal (IMC).


A sucralose adoça 600 vezes mais que a sacarose, a sacarina adoça 500 vezes mais e o aspartame tem capacidade de adoçar 200 vezes mais.
Segundo o endocrinologista Alfredo Halpern e a engenheira de alimentos Ana Maria Giandon, o adoçante não satisfaz nossa necessidade de glicose. Agrada ao paladar, mas o cérebro não interpreta a ingestão como a de um doce. Ele entra e sai do organismo sem ser metabolizado – com exceção do aspartame.


Os adoçantes podem ser usados por diabéticos porque não necessitam de insulina para serem metabolizados. Pessoas com a doença têm deficiência na absorção de insulina ou não produzem esse hormônio no pâncreas.


A função da insulina é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia aproveitada por todas as células.
Uma boa dica do Bem Estar é tentar se acostumar ao gosto natural dos alimentos, seja um suco de frutas ou um cafezinho.
E a redução de calorias não ocorre apenas com o uso de adoçantes não calóricos. Uma alimentação rica em fibras, cereais integrais, vegetais e carnes magras, além de atividade física regular, são os maiores aliados para manter o peso e a glicemia no nível ideal.


Metabolização
Alguns adoçantes não são metabolizados pelo organismo e são eliminados diretamente pela urina. É o caso da sacarina, da sucralose e da estévia.
Já o ciclamato é absorvido parcialmente no intestino e depois eliminado pela urina. O aspartame, por ser uma proteína, é metabolizado.


Dicas
- O açúcar não é um vilão e pode ser consumido também por indivíduos acima do peso, desde que em quantidades adequadas
- Preste atenção aos açúcares e achocolatados light. Como são mais doces, ingira uma quantidade menor que o normal para economizar calorias
- Leia sempre o rótulo, pois alguns produtos light só garantem economia de calorias se for usado leite desnatado. Um bolo normal tem 127 kcal, enquanto um light pode ter até 100 kcal.

Fonte: Bem Estar