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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Efeito Sanfona e magreza excessiva prejudicam aparência e autoestima

Efeito sanfona, é um mal que atinge muitas pessoas, sendo o ato de engordar e emagrecer repetidas vezes. Isso acontece devido a dietas muito restritas, onde a pessoa não consegue seguir adiante por muito tempo a dieta, voltando a comer em excesso, tendo de volta seu peso indesajável.

Após tantas oscilações de peso, o organismo acaba criando maior resistência a emagrecer e manter o peso desejado se torna cada vez mais difícil. Para sair do efeito sanfona, você deve deixar de lado e mantêr uma alimentação saudável e equilibrada.

Para você que sempre está insatisfeita com a balança, algumas dicas que a ajudarão mantêr o peso e livrar-se do efeito sanfona.

Primeira dica:

Evite dietas radicais.

Segunda dica:

Adote um alimentação ideal (Segundo a OMS – Organização Mundial de Saúde, alimentação idela consiste em 55% a 60% de carboídratos, 25 a 30% de gordura e 10 a 20% de proteínas, divididas em 3 refeições principais e 2 refeições intermediárias).


Terceira dica:

Invista em alimentos saudáveis: O ideal é aumentar a ingestão de frutas, legumes, verduras e carnes brancas. Diminuir a ingestão de carne vermelha, gordura e açúcar.

Lembrando que alguns estudos apontam que o efeito sanfona pode trazer riscos a saúde. Com um sistema imunológico prejudicado e risco para doenças coronarianas, hipertensão e colesterol elevado.

Fonte: WDicas


sexta-feira, 26 de outubro de 2012

"Magros de ruins"se incomodam com peso e se esforçam para engordar

Apelidos e dificuldades sociais levam jovens a almejar quilos extras.

Nutricionista dá dicas para quem quer ver a balança disparar com saúde.

A carioca Ana Carolina Vieira, de 25 anos, tem sido chamada desde criança por vários nomes que não o seu: "Magrela", "Olívia", "Esqueleto" e até "Hashi" – os palitinhos japoneses. Com um biotipo próprio de pessoas consideradas "magras de ruins", que geralmente têm um metabolismo mais acelerado e não engordam de jeito nenhum, a estudante universitária é um dos brasileiros que, embora sejam vistos como "sortudos", não se sentem felizes assim.
"Os apelidos já me incomodaram muito, hoje não mais. Levo na brincadeira, porque não vale a pena. Mas quero engordar, porque até profissionalmente é um pouco complicado, pois tenho jeito de menina e as pessoas não sabem separar quem eu sou do meu tipo físico", diz Ana Carolina.
Ana Carolina (Foto: Arquivo pessoal)Ana Carolina não se policia ao pedir fast-food e, mesmo assim, não passa dos 40 kg (Foto: Arquivo pessoal)











A jovem conta que para encontrar roupa também é difícil, e o jeito é mandar fazer em alguma costureira. Segundo ela, o padrão de modelagem do Brasil está muito grande, razão pela qual o P já não é mais P, e o PP nem todas as marcas fabricam.
Ana Carolina pesa 40 kg em 1,56 metro de altura, o que a deixa com um índice de massa corporal (IMC) de 16,4. Segundo o parâmetro usado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), com menos de 18,5, a pessoa é considerada abaixo do peso ou desnutrida.
Ana Carolina (Foto: Arquivo pessoal)
Apesar de sorridente, a carioca diz que não está
feliz com seu baixo peso (Foto: Arquivo pessoal)
Para se sentir mais confortável consigo mesma, a carioca pretende ganhar de 10 kg a 12 kg. Ela revela que não mede a quantidade ao comer massas, feijão, hambúrguer, cachorro-quente, angu, sonho e outros alimentos gordurosos.
"As pessoas falam para eu não fazer isso, que é loucura, que posso me arrepender depois. Mas, se estou há esse tempão magra, acho que não tem problema. Quero vestir melhor, ter mais coxa, perna, para não ficar sobrando pano", destaca.
Mas quem pensa que a jovem só se empanturra de comida, sem cuidar da saúde, engana-se. Há quatro anos, Ana Carolina consultou uma nutricionista e começou a ter horários certos para as refeições. Também anda muito a pé e pedala cerca de 50 minutos por dia.
"Além disso, já fiz check-up, exame de tireoide e anemia para ver se tinha alguma coisa, mas não deu nada", conta a carioca, cujos pais e irmãs são gordinhos – apenas um irmão está dentro do peso.
Lucas (Foto: Arquivo pessoal)Em 3 anos, Lucas ganhou 15 kg de massa muscular ao treinar pesado na academia (Foto: Arquivo pessoal)
Massa magra
O paulistano Lucas André Barbosa, de 31 anos, também se achava magro demais e, de 2009 para cá, conseguiu aumentar o peso de 55 kg para 70 kg, em 1,65 metro de altura. No caso dele, o ganho foi de massa muscular, com muito exercício na academia e mudanças na alimentação.
Lucas (Foto: Arquivo pessoal)
Jovem vive no Japão e mantém malhação e dieta
para deixar de ser magro (Foto: Arquivo pessoal)
O jovem vive com a mulher, Marcia, na cidade japonesa de Toyohashi-shi, no centro do país, onde ele trabalha em uma fábrica de paredes de gesso.
Lucas quer chegar aos 90 kg e, para isso, mudou o treino de três para cinco vezes por semana e faz suplementação sintética, com proteínas, aminoácidos, creatina e vitamina C, além de ingerir alimentos naturais como mel, ovo, frango, legumes e arroz integral.
Conselhos de especialista
A nutricionista esportiva Emy Takahashi diz que ninguém deve tomar suplementação por conta própria, pois é preciso ter um acompanhamento profissional. Além disso, o aumento da ingestão calórica deve ser feito com cuidado, para não elevar o percentual de gordura do indivíduo – o que pode causar problemas como sobrepeso, diabetes e doenças cardiovasculares.
"Para quem quer ganhar peso com saúde, o ideal é fracionar as refeições em pelo menos sete vezes por dia, e começar pelos pratos quentes, não pela salada. Também se devem investigar os hábitos da pessoa – se há algum transtorno alimentar –, o gasto energético, o sono, a questão genética, e ver se o paciente já malhava antes ou não. Quem nunca treinou e quer ficar forte precisa esperar um pouco mais", explica.
Emy ressalta que muitos "magros de ruins" acreditam que comem muito, mas na verdade esse parâmetro não condiz com a realidade – ou seja, para a maioria da população, aquela quantidade de comida seria insuficiente.
Se o paciente não tem nenhum problema hormonal, consegue engordar em um prazo de seis meses a um ano"
O baixo peso, de acordo com ela, pode trazer alguns problemas clínicos, como perda de cabelo, queda do rendimento e baixa imunidade. Mas os magros que fazem bastante atividade física aeróbica não devem diminuir essa intensidade, já que se mexer é saudável.
Outra recomendação é não se encher de energia "vazia", como guloseimas, chocolates, frituras e refrigerante, pois não nutrem o corpo e ainda podem tirar o apetite. A especialista indica três porções de carboidratos no almoço e mais três no jantar, além de outros bons alimentos calóricos, como mix de castanhas (castanha-do-pará, castanha de caju, nozes, amêndoas, avelã e macadâmia), azeite de oliva e shakes (uma vez por dia).
A nutricionista também frisa que não se deve olhar apenas o IMC, mas a composição corporal do indivíduo. Para mulheres entre 18 e 25 anos que praticam exercícios, como é o caso de Ana Carolina, a média de gordura corporal pode variar de 23% a 25%. Para homens dos 26 aos 35 anos, na faixa de Lucas, a média ideal fica entre 18% e 20%.
"Se o paciente não tem nenhum problema hormonal, consegue engordar em um prazo de seis meses a um ano", garante Emy.
Três dietas (Foto: Arte/G1)



segunda-feira, 28 de maio de 2012

Especialistas falam sobre os riscos do açúcar para obesidade e diabetes


O açúcar não está presente apenas em doces, frutas e refrigerantes, mas também em alimentos salgados como pães e massas, que se transformam em glicose dentro do organismo. A diferença entre eles está na velocidade com que caem na corrente sanguínea: o doce leva poucos segundos, enquanto as moléculas dos demais podem demorar até uma hora para serem quebradas.


Em excesso, o açúcar pode provocar obesidade e diabetes tipo 2, doenças que são facilmente evitadas, com atividade física e reeducação alimentar. Para falar sobre os perigos dessa substância de alto poder calórico e sobre como prevenir a diabetes, os endocrinologistas Maria Lúcia Giannella Alfredo Halpern. Segundo os médicos, a gordura abdominal predispõe a doenças metabólicas.
Tomar uma bola de sorvete é o mesmo que comer uma colher e meia de sopa de açúcar. Veja abaixo quanto há em outros alimentos:

Apesar dos riscos, o açúcar não é apenas um vilão: a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que ele responda por 10% do consumo total de calorias diárias. Em colheres de sopa, a quantidade não deve passar de quatro, o equivalente a 50 gramas.



Por dia, um indivíduo deve ingerir de 45% a 65% das calorias sob a forma de fibras e carboidratos complexos (batata, arroz, pães e massas), 10% de açúcares livres (de mesa, refrigerantes, sucos artificiais, doces e guloseimas), de 10% a 15% de proteínas (leites, derivados e carnes) e de 15% a 30% de gorduras. Produtos diet não contêm açúcar, enquanto os light apresentam quantidade reduzida de calorias e podem ser adoçados.


Conheça a incrível história da mulher que há dez anos toma 12 litros de refrigerante por dia e não é gorda, mas sofre de pressão alta (20 por 11 sem medicação e 16 por 8 com). Antigamente, a funcionária pública Vera Lúcia Fernandes, de 56 anos, bebia 16 litros. E também é fumante.



Só com o refrigerante, Vera Lúcia consome 1,2 quilo de açúcar por dia, 8,6 quilos por semana, 37 quilos por mês e 451 quilos por ano – quase meia tonelada. Além disso, a bebida apresenta uma alta concentração de sódio. Por mês, a funcionária pública gasta R$ 430 com refrigerante, e R$ 5.280 por ano. O vício, que causa abstinência, tremedeiras e já a fez procurar terapia, não atinge só ela, mas o filho e o neto de 7 anos, que começou a receber a bebida com 3 meses de vida.
Muitos não abusam do açúcar no refrigerante, mas no café. Sem se dar conta, as pessoas adoçam o cafezinho durante o expediente e perdem a conta. Ao longo do dia, são vários copinhos. Quem toma cinco cafés, por exemplo, chega a consumir de 10 a 12 colheres de açúcar.

O caminho do açúcar

Quando os alimentos passam pelo intestino, onde a glicose é absorvida, há um sinal para que o pâncreas produza insulina, hormônio responsável por fazer com que a glicose que chegou à corrente sanguínea entre nas células e nos músculos do corpo, que usam o açúcar como fonte de energia.



Quem ingere mais glicose que o necessário acaba armazenando a substância sob a forma de gordura. A insulina também faz com que a glicose entre nas células do tecido adiposo, por isso o excesso desse hormônio acarreta ganho de peso.



Já na falta da insulina, que ocorre em diabéticos, a glicose não consegue entrar nas células e fica na corrente sanguínea, não se transformando em energia. Isso causa a hiperglicemia, ou seja, alto índice de açúcar no sangue - que também pode estar presente na urina.



Tipos de diabetes



Na diabetes tipo 1, um processo imunológico destrói as células que fabricam insulina. Em geral, a doença se manifesta na infância ou adolescência, e o pacientes precisam tomar insulina pelo resto da vida.



O tipo 2 é o mais comum. Na maioria das vezes, está associado à obesidade ou à presença de gordura abdominal. Costuma aparecer depois dos 45 anos de idade. O tratamento é feito com remédios, exercícios físicos e dieta.



A diabetes pode ser, ainda, gestacional, que aparece apenas durante a gravidez, ou decorrente do uso de medicamentos e pancreatite crônica.



Quem é diabético deve contar todos os dias a quantidade de açúcar que consome. Também precisa controlar o açúcar contido nas frutas.



Os sinais de alerta para a doença são: ter o problema na família, excesso de peso, vida sedentária, mais de 40 anos, pressão, colesterol e triglicérides altos, usar corticoides e anticoncepcionais e, no caso das mulheres, ter tido filhos com mais de 4 quilos, abortos ou natimortos.



Entre os sintomas da diabetes tipo 2, estão infecções frequentes, alterações visuais, dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento dos pés e furúnculos.


Açúcar refinado e adoçante



O açúcar refinado não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é optar pelos tipos mascavo ou orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos



Já o adoçante é uma substância doce, mas o corpo não ganha energia com esse produto químico. Alguns estudos revelam efeitos colaterais do excesso de adoçante, como retenção de líquido e obesidade.

Fonte: Bem Estar

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Quase metade da população está acima do peso

Percentual passou de 42,7% em 2006 para 48,5% em 2011.
De acordo com o levantamento, 52,6% dos homens estão acima do peso.


Pesquisa divulgada pelo Ministério da Saúde revela que quase metade da população brasileira está acima do peso.
De acordo com o estudo, o percentual passou de 42,7% em 2006, para 48,5% em 2011. No mesmo período, a proporção de obesos subiu de 11,4% para 15,8%.
Segundo o ministro Alexandre Padilha, um dos fatores do aumento do excesso de peso e da obesidade no Brasil é o consumo de alimentos gordurosos. Os dados revelam que 34,6% dos brasileiros comem em excesso carnes com gordura e mais da metade da população (56,9%) bebe leite integral regularmente.
Além disso, 29,8% dos brasileiros consomem refrigerantes pelo menos cinco vezes por semana. Por outro lado, apenas 20,2% ingere a quantidade recomendada pela Organização Mundial de Saúde de cinco ou mais porções por dia de frutas e hortaliças.


Os números são da pesquisa Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), que coletou informações nas 26 capitais brasileiras e no Distrito Federal.
O levantamento, divulgado anualmente pelo ministério desde 2006, traz um diagnóstico da saúde do brasileiro a partir de questionamentos sobre os hábitos da população, como tabagismo, consumo abusivo de bebidas alcoólicas, alimentação e atividade física. Em 2011 foram entrevistadas 54.144 pessoas de janeiro a dezembro.
“Alimentar-se bem é o primeiro passo para ter uma qualidade de vida saudável. Temos que ter maior oferta de produtos industrializados saudáveis. No tocante aos supermercados, o objetivo é colocar produtos saudáveis mais visíveis, como o leite desnatado”, afirmou Padilha, na coletiva de imprensa em que os dados foram apresentados.


A pesquisa revela que as mulheres comem mais frutas e hortaliças, enquanto os homens comem mais carne com excesso de gordura. Quem tem mais de 12 anos de escolaridade tende consumir mais frutas e hortaliças, de acordo com o levantamento.
Apesar de "comer pior", os homens se exercitam mais do que as mulheres. Segundo a pesquisa, 39,6% dos homens fazem exercícios com regularidade. Entre as mulheres, a frequência é de 22,4%. O percentual de homens sedentários no Brasil passou de 16% em 2009 para 14,1% em 2011.
De acordo com o Ministério da Saúde, o sedentarismo aumenta com a idade. Entre homens entre 18 e 24 anos, 60,1% praticam exercícios. Esse percentual reduz para menos da metade aos 65 anos (27,5%). Entre mulheres de 25 a 45 anos, 24,6% se exercitam regularmente. A proporção é de apenas 18,9% entre mulheres com mais de 65 anos.


Criterioso, o Ministério da Saúde considera "acima do peso" as pessoas com um IMC (Índice de Massa Corporal) mais alto que 25, segundo a assessoria de imprensa. O IMC é calculado dividindo o peso pela altura ao quadrado. Acima de 30 no IMC faz a pessoa ser considerada "obesa".
“Existe uma tendência de aumento do peso e obesidade no país. Agora é a hora de virar o jogo para não chegarmos a países como os Estados Unidos, que tem mais de 20% de sua população obesa”, afirmou o ministro da Saúde.
Ele citou acordos feitos no ano passado entre o governo e a indústria de alimentos e escolas para a redução de sal e gordura na comida. O ministro defendeu ainda a criação de "espaços de saúde", com máquinas para exercícios em áreas públicas.
O levantamento revela que o sobrepeso é maior entre a população masculina. Mais da metade dos homens – 52,6% – está acima do peso ideal, enquanto 44,7% das mulheres apresentam sobrepeso.

A pesquisa do Ministério da Saúde mostra ainda que o excesso de peso entre homens começa na juventude. Entre os que têm entre 18 e 24 anos, 29,4% já estão acima do peso. Na faixa etária entre 25 e 34, 55% da população masculina apresenta excesso de peso. A porcentagem sobe para 63% na faixa etária entre 35 e 45 anos.
Já entre mulheres jovens (entre 18 e 24 anos), 25,4% apresentam sobrepeso. A proporção aumenta para 39,9% na faixa etária entre 25 e 34 anos, e mais que dobra entre brasileiras de 45 a 54 anos (55,9).


“Uma parte dessa tendência do aumento de peso que é que temos mais pessoas entre 18 e 24 anos com excesso de peso e obesidade. Agir sobre as crianças e adolescentes é fundamental para prevenir uma população obesa”, afirmou o ministro.


Capitais

Segundo o Ministério da Saúde, Porto Alegre é a capital que possui a maior
 quantidade de pessoas com excesso de peso (55,4%), seguida por Fortaleza (53,7) e Maceió (53,1). Na outra ponta da lista, com a menor proporção de pessoas com sobrepeso, estão São Luís (39,8%), Palmas (40,3%), Teresina (44,5%) e Aracaju (44,5%).
São Paulo apresenta 47,9% de pessoas com excesso de peso. A proporção no Rio de Janeiro é de 49,6%, e no Distrito Federal é de 49,1%.
A capital com mais obesos é Macapá (21,4%), seguida por Porto Alegre (19,6%), Natal (18,5%) e Fortaleza (18,4%). As capitais com menor quantidade de obesos são: Palmas (12,5%), Teresina (12,8) e São Luís (12,9%).
Em São Paulo, a proporção de obesos é de 15,5%; no Rio de Janeiro o percentual é de 16,5%; e no Distrito Federal os obesos representam 15% da população.


Pontos positivos
Se, por um lado, o avanço da obesidade preocupa, por outro, a queda do tabagismo é vista como um ponto positivo pelo Ministério. No mesmo levantamento, a taxa de fumantes ficou em 14,8% – é a primeira vez que o número cai para menos de 15%. O número de fumantes pesados – que fumam mais de 20 cigarros por dia – também caiu e está em 4,3%.
O governo também comemorou o crescimento do número de exames de mamografia feitos por mulheres com entre 50 e 69 anos de 2007 até agora.
“Na minha avaliação, tanto a questão do tabagismo quanto da mamografia mostram que o povo brasileiro adere sim às medidas de acesso à saúde”, apontou Padilha.
Fonte: Jornal Hoje

quinta-feira, 15 de março de 2012

Gestação Saudável

O que posso comer? Quantos quilos eu vou engordar durante a gravidez? Tenho mesmo que comer por dois?

Essas são perguntas frequentes para a grande maioria das futuras mamães, e não é por menos.

A alimentação e o ganho de peso durante a gestação têm influência direta no desenvolvimento e saúde do bebê.

Selecionamos algumas das perguntas mais comuns e colocamos as respostas a seguir:

1. É verdade que preciso realmente comer por dois?

R: É fato que durante a gravidez a mulher deve ganhar peso, e consequentemente comer mais. Entretanto, isso não significa que a mulher deve comer por dois, uma vez que não vale apenas comer grande quantidade e sim comer com qualidade.

2. Quantos quilos devo ganhar durante a gravidez?

R: O ganho de peso durante a gravidez varia em função do estado nutricional da mãe no início da gestação. Um dos parâmetros utilizados é o IMC (Índice de Massa Corporal), a partir do qual é possível calcular quantos quilos a mulher deve ganhar. Em geral, o ganho de peso pode variar de 12 a 18 kg sem que a saúde da mãe seja comprometida.

3. Há algum alimento que melhore o enjôo e a azia no início da gestação?

R: Não há um alimento que resolva definitivamente o problema do enjôo no início da gravidez, e esse sintoma não quer dizer falta de saúde. Ele pode ser amenizado ingerindo-se sucos ou frutas cítricas, de limão por exemplo. No caso da azia alimentos mais secos como torradas e biscoitos salgados podem ajudar.

Além desses alimentos, o ideal é fazer as refeições em intervalos curtos, a cada duas ou três horas, incluindo pequenos lanches entre as refeições.

4. Quais os alimentos preciso evitar na gravidez?

R: O álcool e os adoçantes artificiais devem ser evitados durante a gestação, pois podem trazer prejuízos à saúde do bebê. Há ainda, alguns alimentos que devem ter seu consumo controlado como sal, açúcar, doces, frituras, alimentos ricos em gordura, refrigerantes e outras guloseimas.

5. O que posso fazer para evitar a prisão de ventre?

R: A constipação (prisão de ventre), comum durante a gravidez, pode ser melhorada com algumas pequenas mudanças no hábito alimentar como: ingestão de hortaliças cruas e verduras ou legumes cozidos no almoço e no jantar; inclusão de frutas nos lanches e intervalos (preferencialmente com casca); consumo regular de no mínimo dois litros de água por dia e aumento no consumo de alimentos integrais (pão, arroz, macarrão, aveia, linhaça, entre outros). Evitar goiaba!

6. Quais os principais nutrientes necessários para o bom desenvolvimento do bebê?

R: A alimentação deve ser variada, de forma a fornecer os nutrientes necessários. Mas alguns têm sua necessidade aumentada durante a gravidez e pode, muitas vezes, ser necessário sua suplementação tendo em vista a saúde da mãe e bebê. São eles:

Ácido fólico - fundamental para o desenvolvimento neurológico do bebê e diminui o risco de anemia na gravidez. Presente nos vegetais verdes escuros (couve, espinafre, brócolis), nozes, castanhas e amêndoas.

Ferro - indispensável para a futura mamãe que tem seu fluxo de sangue aumentado. Presente nas carnes vermelhas, feijões e vegetais verdes escuros. Consumir alimentos fonte de ferro junto a vegetais frescos e frutas cítricas (ricos em vitamina C) ajuda no melhor aproveitamento do ferro pelo organismo.

Cálcio - necessário para a manutenção da saúde óssea da mulher durante a gravidez, uma vez que o feto está em desenvolvimento e que estoques deste nutriente serão formados para a amamentação. Os alimentos ricos em cálcio são o leite e seus derivados (iogurte, queijos).

Proteínas - presente nas carnes, peixes, aves, leite, ovos, feijões e castanhas, participam da formação de tecidos, músculos e sangue. Devem compor a alimentação diária da futura mamãe.

Os cuidados com o bebê devem começar antes mesmo da gravidez, para que aconteça de forma saudável e segura. O acompanhamento profissional do obstetra tendo em vista a saúde da mãe e do bebê é indispensável para que tudo corra bem nesse período tão importante para a mulher.

Combinar tantos alimentos, informações e sensações, é uma tarefa difícil, porém necessária para sua saúde. Conte com o auxílio de um profissional Nutricionista para ajudá-la a conseguir uma alimentação balanceada durante a gravidez, promover um ganho de peso adequado e garantir, assim, uma gestação saudável.

Fonte: Blog da BBel