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segunda-feira, 4 de junho de 2012

Diabetes pré-gravidez quadruplica risco de defeitos em bebês, diz estudo

Estudo recomenda mães controlar o nível de açúcar no sangue antes mesmo de tentar engravidar para garantir saúde do bebê.

Mães que sofrem de diabetes têm risco quatro vezes mais elevado de dar à luz bebês com defeitos de nascença, segundo um estudo realizado na Grã-Bretanha.

A pesquisa da Universidade de Newcastle, publicada na revista cientìfica 'Diabetologia', analisou mais de 400 mil gestações no nordeste da Inglaterra entre 1996 e 2008.

A conclusão é de que a diabetes aumenta as chances de os filhos nascerem com defeitos tais como problemas cardíacos congênitos e mielomeningocele, ou espinha bífida, o fechamento incompleto do canal da coluna vertebral.

Os médicos já aconselham as mulheres a controlar o nível de açúcar no sangue antes de tentar engravidar. Na Grã-Bretanha, essa recomendação é de que o nível de açúcar fique abaixo de 6,1% antes da gravidez.

Tanto a diabetes tipo 1, que tende a aparecer na infância, e tipo 2, majoritariamente em decorrência da alimentação, levam a problemas de controle do nível de açúcar no sangue, e podem ter como consequência defeitos de nascença, aborto e excesso de peso do bebê.

Na pesquisa da universidade britânica, 1.677 das 401.149 mulheres pesquisadas tinham diabetes.

Nestas, observaram os pesquisadores, os riscos de defeitos de nascença eram de 72 em cada mil nascimentos, contra 19 em cada mil entre as mulheres sem diabetes preexistente.

Segundo o estudo, o nível de açúcar antes da gravidez é 'o fator mais importante' possível de ser controlado pela mãe para evitar anomalias, que normalmente aparecem nas primeiras quatro ou seis semanas.

A coordenadora da pesquisa, Ruth Bell, disse que o número de gestações ocorrendo com pouco controle dos níveis de açúcar 'é mais do que o desejável'.

'É um problema quando a gravidez não é planejada ou quando as pessoas não estão cientes de que precisam de acompanhamento médico antes da gravidez', afirmou.

Para Bell, entretanto, 'a boa notícia é que, com acompanhamento médico antes e durante a gravidez, a maioria das mulheres com diabetes poderá ter um bebê saudável'.

Fonte: G1 Portal de Notícias

sábado, 12 de maio de 2012

Cardápio para emagrecer depois do parto

Depois da amamentação, a dieta pode ficar mais magra, mas ainda assim é importante manter os mesmos nutrientes para que o corpo não sinta o baque e adoeça. Ainda não dá para fazer uma dieta de 1200 calorias: o ideal para quem quer perder peso é seguir um cardápio com cerca de 1500 calorias por pelo menos três meses após o desmame. Seja compreensiva com o seu organismo e lembre-se de que ele sofreu grandes transformações durante a gestação. Não espere recuperar as curvas em menos de seis meses – mesmo porque, internamente, seu organismo vai levar cerca de um ano para voltar ao que era antes. A seguir, confira os cardápios propostos pela nutricionista Gabriella Guerrero Pereira – para a mãe que está amamentando e para quem já parou de amamentar.

Perca peso enquanto amamenta


O cardápio da mulher que está amamentando deve conter aproximadamente 1900 calorias por dia

Café da manhã

Opção 1
• 1 copo de suco de abacaxi com hortelã
• 2 fatias de pão integral light
• 2 col. (sobremesa) de queijo cottage
• 1 fatia média de melão

Opção 2
• 1 copo de iogurte natural desnatado batido com ½ papaia e 1 col. (sobremesa) de linhaça
• 1 fatia de pão integral light com 1 fatia fina de queijo de minas e 1 col. (sobremesa) de geleia sem açúcar
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 3
• 1 xíc. (chá) de salada de frutas (banana, maçã, mamão, melão e morango)
• 1 copo de iogurte natural desnatado com 3 col. (sopa) de aveia
• 1 col. (chá) de mel
• 1 fatia de pão integral light com 1 ponta de faca de margarina light

Lanche da manhã

Opção 1
• ½ papaia com 2 col. (sopa) de aveia e 1 col. (sobremesa) de linhaça
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 2
• 1 Polenguinho Light
• 1 banana
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 3
• 1 fatia fina de bolo simples
• 1 xíc. de chá de ervas*

Almoço 
Opção 1
• 1 prato (sobremesa) de salada: agrião, rúcula, alface, tomate, cenoura e erva-doce com 1 col. (sopa) de azeite
• 3 col. (sopa) de arroz integral
• 2 conchas cheias de feijão
• 1 filé médio de frango grelhado (130 gramas)
• 1 pires de brócolis no vapor com lascas de amêndoa

Opção 2
• 1 prato (sobremesa) de salada: alface, tomate, ricota esfarelada e lascas de maçã com 1 col. (sopa) de azeite
• 2 col. (sopa) de purê de mandioquinha
• 1 concha de lentilha
• 4 col. (sopa) de carne moída magra
• 4 col. (sopa) de abobrinha refogada

Opção 3
• 1 prato (sobremesa) de salada: folhas verdes-escuras, beterraba ralada e pepino com 1 col. (sopa) de azeite
• 2 col. (sopa) de suflê de espinafre
• 2 col. (sopa) de batata cozida ou assada ou 1 xíc. (chá) de macarrão integral cozido com 1 fio de azeite
• 1 filé grande de peixe grelhado (150 gramas)
• 3 col. (sopa) de vagem refogada

Lanche da tarde
Opção 1
• 2 torradas integrais com 2 col. (sobremesa) de geleia sem açúcar
• 1 xíc. de café com leite desnatado

Opção 2
• 1 fatia de pão integral light com 1 fatia de queijo de minas
• 1 copo de suco de uva sem açúcar

Opção 3
• 1 barrinha de cereais
• 1 copo de água-de-coco
• 1 maçã

Jantar 

Opção 1
• 1 prato de sopa de legumes
• 1 filé médio de frango grelhado (130 gramas)
• 4 col. (sopa) de cenoura cozida

Opção 2
• 1 prato de sopa de espinafre
• 1 abobrinha média recheada com carne moída e tomate
• 3 col. (sopa) de ervilha torta refogada

Opção 3
• 1 prato (sobremesa) de salada: folhas verdes-escuras, tomate e cenoura ralada com gotas de limão
• 3 col. (sopa) de arroz integral com ervilha
• 1 filé médio de salmão grelhado (130 gramas)
• 1 berinjela assada

Ceia 

Opção 1
• 1 banana assada com canela
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 2
• 1 copo de iogurte de frutas com 1 col. (sopa) de aveia
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 3
• ½ xíc. (chá) de frutas secas (damasco, castanha-do-pará, nozes e amêndoas)
• 1 xíc. de chá de ervas*

Lanche da madrugada
(Para depois da mamada)

Opção 1
• 1 bananinha seca sem açúcar

Opção 2
• 1 copo de iogurte de frutas

Opção 3
• 1 copo de água-de-coco

* Erva-doce, camomila, cidreira ou hortelã.

Fonte: Boa Forma

sábado, 5 de maio de 2012

Dieta pós parto


Angélica
Após o nascimento de Benício, se segundo filho, Angélica adotou uma dieta especial e pelo visto funcionou já que ela voltou a forma e ficou ainda mais bonita.

Vamos aguardar as dicas após o nascimento do seu terceiro bebê, ao que tudo indica será uma menina!

Fome, muita fome. É o que a Angélica jura sentir durante a amamentação. Não é à toa: produzir leite consome cerca de 700 calorias adicionais por dia. “Isso significa que a mamãe nessa fase pode ter um cardápio diário entre 2000 e 2200 calorias”, explica Cynthia Antonaccio, nutricionista da Equilibrium Healthy Food, em São Paulo. Por isso, a loira não está economizando no que coloca no prato. “Sem amamentar, não sou muito de comer carboidrato, mas agora faço questão de arroz, batata, massa”, conta. Veja os alimentos que entram nas refeições de Angélica e os comentários da nutricionista.


Café da manhã

• 1 iogurte com linhaça dourada
• 1 minicroissant ou bisnaguinha com geleia e requeijão
• 1 xícara de chá Misto da Mamãe Weleda (funcho, alcarávia, erva-doce e urtiga maior)

“Acordo cedo para amamentar o Benício e volto um pouquinho para cama. Meu café é às 9 da manhã. Estou tomando um chá, que ajuda na produção de leite, além de vitamina C e ginseng para ganhar energia.”

Palavra da nutricionista
A linhaça é fonte de gordura de boa qualidade. Já o croissant contém muita gordura saturada, o que, além de engordar, faz mal à saúde. Sugiro alterar a bisnaguinha com uma fatia de pão integral, rico em fibras. Também prefira as versões light da geleia e do requeijão.


Lanche da manhã

• 1 barrinha de cereal ou 1 banana

“Faço um lanche rápido depois da malhação. Nessa hora, já estou morrendo de fome.”

Palavra da nutricionista
As duas opções são legais. Vale tomar cuidado, apenas, com algumas versões de barrinhas muito açucaradas, que acabam sendo pobre em fibras e outros nutrientes. Uma vitamina ou uma salada de frutas também é ótima alternativa.


Almoço

• 2 col. (sopa) de arroz integral
• 1 concha de feijão
• Legumes e cogumelos cozidos (shiitake, berinjela, brócolis, cenoura...)
• 1 filé de peixe grelhado (salmão, atum, pescada...) ou 1 hambúrguer de soja
• Salada verde
• 1 fatia fina de torta doce light ou 2 bolas de sorvete com frutas ou 1 banana assada com açúcar mascavo e canela com 1 col. (sobremesa) de doce de leite light

“Durante a amamentação, feijão nunca falta na mesa. E estou me dando ao luxo de saborear uma sobremesa, mas isso já vai acabar!”

Palavra da nutricionista
Dá para variar e trocar o arroz integral por dois pegadores de macarrão ou 1 batata média assada. Se preferir, inclua lentilha no lugar do feijão. Como Angélica não come carne, ela fez uma ótima escolha ao optar pela proteína do peixe e da soja – as duas ricas em gordura do bem. O perigo mora na sobremesa! Atenção para não exagerar na quantidade. Ficaria com as duas últimas opções – são mais magrinhas, porque levam frutas.


Lanche da tarde

• Biscoitinhos ou 1 pão de queijo pequeno

“Não paro para lanchar. Geralmente, belisco alguma coisinha que o Joaquim estiver comendo.”

Palavra da nutricionista
Quem tem um dia corrido como o da Angélica pode investir num lanche da tarde mais nutritivo. Isso vai dar mais energia e evitar belisquinhos até a hora do jantar. Boas pedidas: uma fatia de pão integral com uma fatia de peito de peru ou com uma colher de sopa de pasta de atum acompanhados de um copo de suco de melancia, morango ou abacaxi. Se não tiver como fugir dos biscoitinhos, limite a quantidade – cinco unidades pequenas são suficientes.


Jantar

• 1 prato de risoto ou massa

“A hora do jantar é o momento do casal. Por isso, sempre tem alguma receita mais requintada. Eu e o Luciano aproveitamos para conversar sobre o dia de cada um, falamos dos filhos... mas logo desmaiamos de cansaço.”

Palavra da nutricionista
Se der, limite o risoto ou a massa em uma ou duas vezes na semana. Também é importante incluir uma proteína (carne, frango ou peixe) e uma salada ou vegetais grelhados na refeição. Nos demais dias, fique com um repeteco do almoço, que é mais variado e saudável.

Fonte: Boa Forma

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Cardápio para emagrecer depois do parto

Depois da amamentação, a dieta pode ficar mais magra, mas ainda assim é importante manter os mesmos nutrientes para que o corpo não sinta o baque e adoeça. Ainda não dá para fazer uma dieta de 1200 calorias: o ideal para quem quer perder peso é seguir um cardápio com cerca de 1500 calorias por pelo menos três meses após o desmame. Seja compreensiva com o seu organismo e lembre-se de que ele sofreu grandes transformações durante a gestação. Não espere recuperar as curvas em menos de seis meses – mesmo porque, internamente, seu organismo vai levar cerca de um ano para voltar ao que era antes. A seguir, confira os cardápios propostos pela nutricionista Gabriella Guerrero Pereira – para a mãe que está amamentando e para quem já parou de amamentar.


Perca peso enquanto amamenta


O cardápio da mulher que está amamentando deve conter aproximadamente 1900 calorias por dia

Café da manhã

Opção 1
• 1 copo de suco de abacaxi com hortelã
• 2 fatias de pão integral light
• 2 col. (sobremesa) de queijo cottage
• 1 fatia média de melão

Opção 2
• 1 copo de iogurte natural desnatado batido com ½ papaia e 1 col. (sobremesa) de linhaça
• 1 fatia de pão integral light com 1 fatia fina de queijo de minas e 1 col. (sobremesa) de geleia sem açúcar
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 3
• 1 xíc. (chá) de salada de frutas (banana, maçã, mamão, melão e morango)
• 1 copo de iogurte natural desnatado com 3 col. (sopa) de aveia
• 1 col. (chá) de mel
• 1 fatia de pão integral light com 1 ponta de faca de margarina light

Lanche da manhã

Opção 1
• ½ papaia com 2 col. (sopa) de aveia e 1 col. (sobremesa) de linhaça
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 2
• 1 Polenguinho Light
• 1 banana
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 3
• 1 fatia fina de bolo simples
• 1 xíc. de chá de ervas*

Almoço 
Opção 1
• 1 prato (sobremesa) de salada: agrião, rúcula, alface, tomate, cenoura e erva-doce com 1 col. (sopa) de azeite
• 3 col. (sopa) de arroz integral
• 2 conchas cheias de feijão
• 1 filé médio de frango grelhado (130 gramas)
• 1 pires de brócolis no vapor com lascas de amêndoa

Opção 2
• 1 prato (sobremesa) de salada: alface, tomate, ricota esfarelada e lascas de maçã com 1 col. (sopa) de azeite
• 2 col. (sopa) de purê de mandioquinha
• 1 concha de lentilha
• 4 col. (sopa) de carne moída magra
• 4 col. (sopa) de abobrinha refogada

Opção 3
• 1 prato (sobremesa) de salada: folhas verdes-escuras, beterraba ralada e pepino com 1 col. (sopa) de azeite
• 2 col. (sopa) de suflê de espinafre
• 2 col. (sopa) de batata cozida ou assada ou 1 xíc. (chá) de macarrão integral cozido com 1 fio de azeite
• 1 filé grande de peixe grelhado (150 gramas)
• 3 col. (sopa) de vagem refogada

Lanche da tarde
Opção 1
• 2 torradas integrais com 2 col. (sobremesa) de geleia sem açúcar
• 1 xíc. de café com leite desnatado

Opção 2
• 1 fatia de pão integral light com 1 fatia de queijo de minas
• 1 copo de suco de uva sem açúcar

Opção 3
• 1 barrinha de cereais
• 1 copo de água-de-coco
• 1 maçã

Jantar 

Opção 1
• 1 prato de sopa de legumes
• 1 filé médio de frango grelhado (130 gramas)
• 4 col. (sopa) de cenoura cozida

Opção 2
• 1 prato de sopa de espinafre
• 1 abobrinha média recheada com carne moída e tomate
• 3 col. (sopa) de ervilha torta refogada

Opção 3
• 1 prato (sobremesa) de salada: folhas verdes-escuras, tomate e cenoura ralada com gotas de limão
• 3 col. (sopa) de arroz integral com ervilha
• 1 filé médio de salmão grelhado (130 gramas)
• 1 berinjela assada

Ceia 

Opção 1
• 1 banana assada com canela
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 2
• 1 copo de iogurte de frutas com 1 col. (sopa) de aveia
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 3
• ½ xíc. (chá) de frutas secas (damasco, castanha-do-pará, nozes e amêndoas)
• 1 xíc. de chá de ervas*

Lanche da madrugada
(Para depois da mamada)

Opção 1
• 1 bananinha seca sem açúcar

Opção 2
• 1 copo de iogurte de frutas

Opção 3
• 1 copo de água-de-coco

* Erva-doce, camomila, cidreira ou hortelã.

Fonte: Boa Forma

sábado, 28 de abril de 2012

Alimentação pós-parto (para a mamãe)





Preferir- Ômega 3 (salmão, 
semente de linhaça, castanha 
do pará, rúcula, couve, 
espinafre) efeito antidepressivo.
- Vitaminas do complexo B 
( levedo de cerveja, farelo de 
arroz, castanha do pará, 
farinha de trigo integral, gérmem de trigo, aveia em flocos) 
equilibra os hormônios femininos.
- Zinco, selênio e magnésio (castanha-do-pará, castanha 
de caju, amêndoas, nozes) evita a queda de cabelo.
- Cálcio (agrião, amêndoa, aveia, avelã, castanha do pará, 
couve-manteiga, gergelim) contribuem para o equilíbrio da 
produção do leite .
- Ferro (acelga, agrião, beterraba crua, carne de frango 
assada, flocos de cereais, melaço, folha de abóbora, folha 
de beterraba) evita anemia.
- Beber no mínimo 8 copos de água por dia.

Evitar
- Bebidas alcoólicas e cafeína (chá, coca-cola, chocolate) 
podem provocar gases no bebê.
- Leite de vaca e seus derivados (nos primeiros três meses 
após o parto) sua proteína é de difícil digestão que pode passar 
para o bebê através do leite materno provocando cólicas no bebê.
- Fazer dietas com restrição calórica.Se a mamãe não está 
amamentando ou passou do peso recomendado da gestação é 
possível fazer uma dieta hipocalórica (com poucas calorias) 
individualizada que poderá ser prescrita por um nutricionista.
A fadiga, estresse e ansiedade podem prejudicar a 
produção de leite. Mamãe tenha um tempinho para você 
e amamente em um lugar tranquilo!Quanto mais a 
mãe amamentar melhor para ela 
e para o bebê. A produção de leite consome cerca de 500 
calorias por dia. Amamentar emagrece! Além de fortalecer 
o sistema imunológico do bebê.

sábado, 21 de abril de 2012

Incremente o cardápio com suquinhos deliciosos

Frutas frescas são ótimas para estimular o paladar do bebê
A partir dos seis meses de vida, o bebê pode ingerir o suco de qualquer tipo de fruta, desde que aceite bem. Procure usar sempre frutas frescas e preparar a bebida pouco antes de consumir, para que as vitaminas não se percam. Até por isso é bom evitar polpas congeladas e sucos industrializados, que têm bem menos nutrientes. 

No começo, o ideal é oferecer sucos de apenas um tipo de fruta de cada vez, para que o bebê possa distinguir mais facilmente o sabor daqueles de que gosta ou não. Tente adiar as vitaminas com leite para depois que a criança completar dois anos. Assim ela se acostuma mais aos sabores das frutas, recomenda Débora.


Não existe uma ordem ideal, mas, por questão de hábito, as primeiras frutas oferecidas geralmente são laranja pêra ou do céu (mais adocicada) e mamão.

A aceitação depende de cada bebê, já que o paladar é único. Para acertar, prefira as frutas da estação que, geralmente, estão mais doces e, por isso, são mais bem recebidas. A aceitação depende de cada bebê, já que o paladar é único. Para acertar, prefira as frutas da estação que, geralmente, estão mais doces e, por isso, são mais bem recebidas. Antes dos12 meses, é recomendado não adoçar o suco, nem mesmo com mel, que pode causar botulismo.

Além disso, abolir o açúcar evita a cárie precoce e o uso abusivo do doce nas próximas fases da vida. Comece servindo o suco em pouca quantidade por volta de 50 ml e diluído em água.
Como o organismo da criança ainda não teve contato com a fruta, uma bebida 



superconcentrada pode causar cólica, prisão de ventre ou diarréia. Aos poucos, reduza a quantidade de água até deixar o suco puro. Prefira servir o suco para a criança em um copo, porque a mamadeira pode prejudicar a amamentação e a dentição.



Receitas
SUCOS
PREPARO
PRINCIPAIS
NUTRIENTES
BENEFÍCIOS
Suco de Laranja
Pêra ou Laranja do Céu
Espremedor
Vitamina C Fibras
Além da vitamina C, que melhora a imunidade celular e aumenta a absorção de ferro, é rica em fibras que regulam a função intestinal da criança.
Suco de mamão
Liquidificador ou Processador
Vitamina A Vitamina C Fibras
A Vitamina A promove o crescimento e desenvolvimento ósseo, a manutenção da visão.
Suco de maracujá
Liquidificador ou Processador (coar p/ retirada das sementes) 

Vitamina B3 (niacina) Vitamina C Pectina (fibra)
Contém uma substância calmante (passiflorina). Como a fruta é naturalmente mais ácida, o melhor é diluir e oferecer em pouca quantidade.
Fonte: Minha Vida

quarta-feira, 28 de março de 2012

Alimentação Infantil: Meu filho não quer comer; e agora?

Esqueça distrações e aprenda como não sair do sério com as birras

A cena é conhecida por nove entre dez mães: depois de horas no fogão, preparando a refeição perfeita para o filhote, ele simplesmente se nega a experimentar. 

Você faz aviãozinho, monta uma carinha engraçada no prato, usa toda a sua lábia, inventa histórias, promete mundos e fundos se ele provar... mas aquele bebê tão fofinho se revela um monstrinho teimoso, que não tira a mão da frente da boca. 

Se forçar, pior ainda: ele cospe tudo, faz que vai vomitar e ainda abre o berreiro. Resultado: você troca o jantar por um iogurte, fica frustrada e o pequeno ainda se alimenta mal.

E agora?

 Para começo de conversa, saiba que negar comida é um comportamento perfeitamente normal entre as crianças. A nutricionista Teresa Bello explica que a falta de apetite pode ocorrer por diferentes motivos, até mesmo chamar sua atenção, porque o pequeno logo percebe a importância que os pais dão à refeição.

 O que não é normal é isso virar hábito, colocando em risco a saúde do seu filho e transformando cada refeição num tormento. Se é o seu caso, vá ao pediatra, porque só um longo tratamento de reeducação pode transformar esse comportamento.

Se a negação acontece só de vez em quando, ou se você tem a sorte de não ter passado por isso ainda, tanto melhor, porque está em tempo de prevenir.

Ensinadas desde bem pequenas, as crianças podem aprender a gostar de qualquer tipo de alimento. 

Como mudar um hábito é sempre muito difícil, é essencial passar aos pequenos costumes saudáveis desde cedo. Para ajudá-la, reunimos com a ajuda da nutricionista Teresa dicas simples e eficazes para ensinar o pimpolho a comer bem e com prazer.



Até os seis meses, seu filho não precisa de nada além do leite materno

Nesse período de vida, oferecer só leite materno é mais do que suficiente, pois ele supre todas as necessidades do bebê e ainda protege contra doenças, evita diarréia, fortalece a musculatura do rosto e previne problemas de fala. Assim, a oferta de chás e água é desnecessária e ainda pode prejudicar a sucção do bebê.



Seja um bom exemplo

Quando nasce, a criança tem nas papilas gustativas, localizadas na língua, a determinação genética das preferências e aversões alimentares que terá ao longo da vida. Entretanto, a influência do ambiente em que ela vive, o exemplo dos pais e as experiências positivas ou negativas podem ser mais fortes que a genética. 

Ou seja, talvez sua filha naturalmente não se sinta atraída por carne vermelha, mas com o hábito em casa, pode aprender a gostar.

Maus exemplos e preconceitos também são ensinados desse jeito. 

Talvez ela seja uma fã de frutas por natureza, mas se você não tem o costume de comê-las e ainda faz cara feia quando lhe oferecem uma maçã, é provável que sua filha também adquira resistência a esses alimentos. Depois não adianta exigir que a criança goste de pratos que os próprios pais não comem. 



Não insista demais


Mãe sempre acha que o filho está comendo pouco e acaba forçando o pequeno a comer mais do que ele precisa ou agüenta. A oferta de um volume de alimentos maior do que a capacidade gástrica da criança diminui o prazer de comer do bebê e aumenta a ansiedade dos pais, alerta a nutricionista Teresa.

Não tente bancar a chef de cozinha testando várias misturas


Prefira os alimentos básicos e introduza-os um a um na alimentação do bebê, gradativamente. É no primeiro ano de vida que a criança conhece novos sabores e aprende sobre as texturas dos alimentos, e cabe a você apresentá-los ao pequeno e identificar uma possível intolerância ou alergia. Ofereça uma fruta, um legume ou uma verdura de cada vez, na forma de papa ou purê, amassado com o garfo, nunca liquidificado.



Aposente de vez o aviãozinho

Inventar técnicas para fazer o filho abocanhar a comida, como distrair com um brinquedo ou com a televisão ligada e camuflar o alimento não educam para o prazer de se comer bem. Podem até funcionar na hora, mas perdem rápido seu efeito e você vai ter que exercitar muito a criatividade para criar tantas novas artimanhas. A hora de comer é hora só de comer, prestando atenção aos sabores, texturas, aromas, cores... 



Substitua o alimento recusado por outro do mesmo grupo nutricional

Você insiste no brócolis mas o bebê cospe tudo, abre o berreiro e provoca ânsia de vômito? Tente espinafre. Rejeita o feijão? Ofereça a lentilha. Insistir exageradamente em um alimento específico pode diminuir o prazer com o ato de comer, reforçando a falta de apetite , explica Teresa. 



Também vale mudar o jeito de preparar. Ela não quis espinafre refogado? Ponha as folhas no suflê, na omelete, no sanduíche... Lançar mão de ervas e condimentos como pimenta, páprica e curry também pode ajudar muito. A idéia não é encobrir o gosto, mas deixá-lo mais interessante. 



A criança deve comer primeiro com os olhos

Nada de gororobas misturadas. Ofereça as comidinhas em porções pequenas e coloridas, dispostas no prato em porções separadas e divertidas. De preferência, que ele possa comer sozinho, com as mãos até. 

Deixe que ele descubra as cores, formas, texturas e faça combinações como quiser. Transformar o chato prato-feito em uma refeição lúdica aumenta as chances do pequeno experimentar novidades e aprender sobre o sabor de cada alimento. 

Assim como o humor, o apetite pode variar de um dia para outro
Instabilidade alimentar é normal. Comeu pouco hoje? Compense os nutrientes no dia seguinte.

Mas é bom deixar claro: compensar em qualidade, não em quantidade!



Não tenha medo de impor limites

Já foi comprovado que a criança nasce com preferência para o sabor doce e resistência ao amargo.

Por isso, é normal preferir chocolate a espinafre. O problema está em deixar de ingerir o alimento saudável e abusar da guloseima. 

Até um ano de idade, seu bebê possui um estômago mais sensível, que pode ser irritado pelas substâncias presentes nas porcarias, como enlatados e refrigerantes. Isso compromete a digestão e a absorção nos nutrientes.

Resista às birras e estabeleça limites, seguindo horários fixos para fazer as refeições e insistindo em uma alimentação nutritiva. 



Use a regra do três

Se seu filho está na fase de contrariar, é bem capaz que diga não só por esporte. Drible as negações propondo um trato. Ele terá que provar cada alimento três vezes para ter certeza de que não gosta. São três garfadas: a primeira para descobrir que gosto tem, a segunda para saber se é bom ou ruim, e a terceira para ter certeza. 

Você vai se surpreender ao ver como a terceira garfada faz crianças mudarem de opinião! Se ele realmente não gostar, cumpra a sua parte no trato e deixe a comida de lado ao menos por essa refeição. 



Alimento não é recompensa e muito menos castigo

Nada de se comer a salada pode comer a sobremesa ou vai ficar sem ver TV se não raspar o prato. Também não invente de fazer o jogo dele, em chantagens do tipo se comer tudo, a mamãe vai ficar feliz e você vai ganhar uma surpresa . A comida não deve ser vinculada a sentimentos nem prêmios. 

Dentro do nível de entendimento da criança, ensine por que é realmente importante comer determinados alimentos: a cenoura é boa para a pele e os olhos, o macarrão e o arroz dão energia e o feijão deixa forte... 



Não ceda à chantagem da greve de fome

Ele não quer comer o jantar balanceado e insiste em tomar sorvete. Para não deixar o pequeno de barriga vazia, você topa a chantagem e deixa ele se lambuzar à vontade, depois de prometer que vai comer direitinho na próxima refeição. 

Sabe o que vai acontecer?
 No dia seguinte, seu espertíssimo filhote vai recorrer à mesma tática, se negando a comer o que é certo, em troca dos seus alimentos preferidos. Não caia nessa. Se ele não quer comer o jantar nem nenhuma das alternativas saudáveis que você ofereceu, deixe ele ir para a cama de barriga vazia. Fome só de sorvete (ou chocolate, ou bolacha, ou pão...) não existe.



Não deixe os lanchinhos melarem a disciplina

Na hora do almoço ele não quis comer nada, mas uma hora depois estava pedindo pelo lanche e se entupiu de biscoitos. Não deixe! Seja firme: se a criança disse que estava sem fome no almoço, vai ter que esperar até a hora certa do lanche e quando ela chegar, vai ter que se contentar com a quantidade correta, mesmo que a fome seja maior. 

Continuou com vontade? Ensine a ela a guardar a barriga para o jantar. Depois de alguns dias, seu filhote vai perceber que não tem jogo e é melhor comer o almoço inteiro para não ficar com vontade depois. 



O lanche da escola deve ser uma continuação da refeição em casa

A formação de um hábito alimentar saudável continua fora de casa. Para as crianças que fazem as refeições na escola, cabe aos pais conferir se o cardápio é variado, se é elaborado por um profissional e a forma como são apresentados os alimentos. Se o lanche é levado pronto de casa, é importante acompanhar o padrão da alimentação oferecida pela família.



Informe os avós sobre a alimentação adotada para o bebê
: Antes de dizer que avô e avó estragam a criança, converse com eles sobre como seu filho está se alimentando. Se um diz que pode e o outro diz que não, o pequeno fica confuso e não sabe a quem deve obedecer. É importante estabelecer regras para que a criança não adquira hábitos negativos em relação à alimentação , diz Teresa. 



Meu filho só quer comer macarrão instantâneo! 

Roberta Faria é mãe de Gabriela, 7 anos, e penou com os jejuns e as chantagens da pequena que, hoje, come de tudo apesar de ainda adorar uma bobagem 


A Gabi comia de tudo, mas quando estava com um ano, de uma hora para outra resolveu que só queria macarrão tipo Miojo, que tinha provado na casa dos avós. Não tinha jeito: qualquer outra comida que a gente insistisse, em casa ou na escola, ela negava. Fazia escândalos, vomitava, se arranhava e era capaz de passar dias sem comer nada além de leite. 

Aos poucos consegui introduzir outros alimentos, mas nem de longe ela tinha uma alimentação bacana. Para chegar lá, tive que adotar uma linha duríssima. Não foi nem um pouco fácil: durante um ano ela pulou refeições, fez jejuns, muitos berreiros, infernizou a vida das professoras e transformou cada refeição em casa numa tortura para nós duas. 

Mesmo cansada, não cedi nenhuma vez: nada de Miojo, nada de porcarias, nada de comer só o que ela queria, nada de ficar sem almoçar e se encher de bolacha no lanche. Adotei o truque das três garfadas, inventei receitas, levei-a para a cozinha comigo e deixei claro que ela pode até não gostar, mas tem que provar e algumas coisas tem que comer mesmo sem achar a maior maravilha. 

Hoje a Gabi ainda não toma a iniciativa de provar uma fruta nova, mas já come tudo que eu coloco no prato, e diz na escola que sou a melhor cozinheira do mundo. É um longo e árduo caminho para mudar. Aprendi a lição: o melhor jeito para a criança não comer bobagens é simplesmente não oferecer.

Fonte: Minha Vida