
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
Corpo Perfeito

sexta-feira, 9 de março de 2012
Obesidade Infantil

Se a quantidade de calorias é muito maior do que o gasto por esforço físico, a pessoa engorda. A combinação de pouco exercício físico e muitos alimentos calóricos é preocupante.

Para saber quem está acima do peso, médicos, enfermeiros e agentes de saúde vão visitar 22 mil escolas, em todo o país, para medir a pressão, a altura e o peso dos alunos e calcular o IMC, o índice de massa corporal de cada um. Para isso é preciso dividir o peso da pessoa pela altura ao quadrado.
A meninada aprende também como se alimentar melhor. Depois, as famílias serão orientadas sobre mudanças no cardápio de casa .

A endocrinologista lembra que é preciso fazer pelo menos cinco refeições ao dia e explica as porções mínimas de legumes, verduras e frutas. “Dentro desse padrão adequado, viriam frutas e verduras. As verduras entrariam tanto na refeição do almoço quanto na refeição chamada de jantar. As frutas poderiam entrar em qualquer das refeições, em todas elas, mas no mínimo em duas ocasiões diferentes, pela manhã e na parte da tarde, minimamente”, sugere Monalisa Azevedo.
Fonte: Jornal Hoje
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Barriga 'sarada' depende 80% da alimentação
Natação, capoeira e dança são opções que malham músculos do abdômen.
Enxugar a barriga e deixá-la chapada, com aspecto de “tanquinho”, é o objetivo de muita gente no verão. Mas alcançar essa meta exige frequência, intensidade e perseverança nos exercícios físicos.
Segundo o preparador José Rubens D’Elia, a alimentação também tem um papel fundamental: “Barriga boa depende 80% da dieta de cada um”, destaca. E a dica do endocrinologista Alfredo Halpern é reduzir o consumo de frituras, gorduras, açúcar e álcool. Passar longe das tentações também ajuda.
Além de esteticamente feia, a gordura abdominal favorece o aparecimento de doenças cardiovasculares. Apesar disso, há uma notícia boa: ela pode ser eliminada com a perda de peso, principalmente se a barriga for dura – daquelas de “chopp”. Nesse caso, os homens levam vantagem.
D’Elia ressaltou ainda que, ao trabalhar a musculatura do abdômen, a pessoa não elimina só a barriga: também melhora a sustentação da coluna e fortalece o assoalho pélvico, importante para prevenir e tratar a incontinência urinária.
A professora de educação física Zânia Menezes, presente no programa ao lado do preparador físico, enfatizou o papel dos abdominais nesse processo de “chapar” a barriga. Outra recomendação dela é aprender exercícios com bola, que tornam a atividade ainda mais prazerosa. Cada uma custa cerca de R$ 60 e deve ter pelo menos 55 cm de diâmetro.
No pilates, a bola é muito usada e chamada de "fit ball", que é ótima para quem está pensando em perder a barriga, porque ajuda a desempenhar funções específicas da musculatura e ativa regiões “adormecidas”.
E é possível perder a barriga se divertindo, seja na natação, na capoeira ou nas aulas de dança. De acordo com Zânia, os melhores ritmos para endurecer a região do abdômen são: samba, salsa, hip hop, frevo, jazz e zouk – gênero musical originário das Antilhas que mescla passos de lambada, samba, rock e forró, e faz muito sucesso no Norte do país.
Frequência, intensidade e perseverança
Só se proponha a fazer uma atividade física se tiver frequência. E é importante se programar para aquele compromisso por no mínimo 3 vezes por semana. Essa regularidade é fundamental para um bom resultado.
A intensidade do exercício é outro ponto de destaque. Treinos de pelo menos 30 minutos já têm a intensidade mínima para perder barriga. Além da duração, preste atenção no ritmo da sua atividade. No caso de uma caminhada rápida, não adianta apenas andar: o ideal é trotar e correr.
E esses dois itens só apresentarão resultados se a pessoa for perseverante. Os efeitos positivos do exercício não são imediatos nem caem do céu. Para você conseguir um bom desempenho e enxergar mudanças no corpo, é preciso esperar pelo menos dois meses. A barriga sarada vem com o tempo e, se quiser acelerar os resultados, aumente a frequência e a intensidade da malhação.
Fonte: Bem Estar
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Conheça um pouco mais sobre suplementos alimentares e seus benefícios
Ao iniciarmos algum tipo de atividade física, nosso corpo necessita de uma melhora na alimentação. Uma boa dieta é fundamental para saúde de qualquer pessoa, mesmo aquelas que não fazem nenhum tipo de exercício. Com diferentes benefícios, todos os exercícios são válidos de acordo com o seu objetivo, eles podem ser geralmente divididos em exercícios de força e aeróbicos.
Os suplementos alimentares servem como uma ferramenta que pode fazer a diferença em termos de rapidez e qualidade dos resultados. A Whey Protein, por exemplo, é uma proteína cheia de qualidades para o desempenho muscular. Sua indicação pode ser muito ampla, tanto para exercícios aeróbicos quanto para exercícios de força.
Os BCAAs, por exemplo, são aminoácidos que minimizam o cansaço e melhoram o sistema imunológico.
A Creatina é um suplemento para a melhora do desempenho daqueles que gostam de treinamentos intensos, promovendo o aumento de massa muscular.
Ainda existem os emagrecedores, suplementos que podem acelerar a perda de gordura combinados a uma dieta adequada à prática de exercícios regularmente.
E por último, os energéticos e os hipercalóricos, suplementos adequados para quem treina bastante ou precisa de calorias de qualidade em uma quantidade extra para aumentar a massa muscular.
A combinação de uma dieta equilibrada e exercícios físicos é primordial, porém uma boa suplementação é o acelerador que faltava para alcançar resultados mais rápido e com mais qualidade.
Prof.Dr.Érico Caperuto
Bacharel em Educação Física, Mestre em Fisiologia Humana e Doutor em Biologia Celular e Tecidual


sábado, 8 de outubro de 2011
Café e pimenta podem causar perda de peso, mas exercício é fundamental
O metabolismo é a atividade geral do organismo. É formado por um conjunto de reações químicas e hormonais, responsáveis por gerar energia e manter nosso corpo funcionando. Essa energia é adquirida pela alimentação e gasta em funções involuntárias – como o batimento do coração – nas atividades que exercemos no dia-a-dia.
A endocrinologista Claudia Cozer e a nutricionista Patrícia Bertolucci explicaram como

o metabolismo influi sobre o ganho e a perda de peso e sobre a sua disposição.Por natureza, uma pessoa pode ter um metabolismo mais lento ou mais acelerado. O metabolismo mais lento facilita o ganho de peso, pois a pessoa tem mais dificuldade de gastar energia. Para acelerar o metabolismo, é preciso fazer o corpo gastar energia. Não há melhor forma de fazer isso do que a atividade física. Além das calorias consumidas durante o exercício, o aumento da massa muscular faz com que o corpo passe a gastar naturalmente mais energia. Isso ocorre porque as células musculares precisam de mais energia do que as adiposas – de gordura.
Também por isso, não adianta ficar de olho na balança sem usar a fita métrica. O músculo pesa mais que a gordura. Assim, quando você faz exercícios físicos, pode perder medidas e ganhar saúde mesmo sem perder peso.
Alimentação
Existem alimentos que facilitam a queima da gordura e podem acelerar o metabolismo,
desde que a pessoa faça também atividades físicas. A pimenta, o gengibre, o café e o chá verde são alguns dos chamados alimentos “termogênicos”, em razão de substâncias que eles contêm.
É preciso tomar cuidado com dietas bruscas e muito severas, pois elas podem desacelerar o metabolismo. Se você passa a comer bem menos que o normal, o organismo se adapta ao funcionamento com menos recursos. Quando a alimentação voltar ao normal, o organismo estará funcionando mais lentamente e vai estocar o que for consumido para criar uma reserva de segurança, que é a gordura.
Outros fatores que podem desacelerar o metabolismo são o hipotireoidismo – um problema no funcionamento da glândula tireoide –, a menopausa, no caso das mulheres, e alguns tipos de medicamentos.
Fonte: Bem Estar
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Doces ou não, alimentos podem alterar as taxas de açúcar no sangue

Endocrinologista Alfredo Halpern explica o que é hipoglicemia.
A vontade de comer doce muitas vezes não tem hora, mas há as preferências gerais, como depois do almoço ou no meio da tarde. O Bem Estar fez uma enquete aqui no nosso site e 43% das pessoas responderam que sentem mais desejo após as refeições. Outros 31% votaram que gostam mais à tarde, no lanche.
Mas não é apenas o doce, aquele alimento que tem gosto de açúcar, o responsável por aumentar as taxas de glicose no sangue – o chamado índice glicêmico, que deve ser levado em conta também antes e depois dos exercícios. Cenoura, bolacha de água e sal e uva passa, a princípio inofensivos, são capazes de elevar o índice de açúcar na corrente sanguínea.
Já alimentos como iogurte, pera e cereais têm o poder contrário. No meio termo, ficam arroz, feijão, suco de laranja e chocolate, entre outros.
Para explicar como funciona o processamento do açúcar no corpo humano e por que é importante observar o que se come – para não ter uma crise de hipoglicemia ou diabetes.

Segundo a nutricionista Mônica Beyruti, a melhor hora para comer um doce é depois de uma refeição completa e variada. Dessa forma, o açúcar é absorvido mais devagar, por causa das fibras dos outros alimentos. Além disso, como o doce costuma ser mais calórico, quando a pessoa se satisfaz com a refeição primeiro se sente mais saciada e tende a ingerir menos doce.
Alimentos com fibras (que estão presentes em cascas, bagaços e polpas de frutas, na celulose das verduras e legumes, e nos grãos integrais) têm uma absorção mais lenta do que alimentos de carboidratos complexos, como o arroz branco, o macarrão, o pão francês e a batata, por exemplo. Ou seja, os produtos fibrosos tendem a ter um índice glicêmico menor que os carboidratos complexos.
Em geral, tudo o que uma pessoa come e bebe aumenta a taxa de açúcar no sangue, enquanto todo tipo de atividade física precisa de energia e, portanto, diminui a glicemia (os músculos absorvem mais o açúcar).
Alimentos de índice glicêmico maior são indicados para quem está em uma crise de hipoglicemia, porque são uma descarga rápida de energia no corpo, ou então para quem acabou de fazer exercício e precisa recuperar o que foi gasto.
No dia a dia, prefira alimentos de índice glicêmico menor, porque são absorvidos de forma mais gradual pelo corpo, o que é mais saudável. Uma boa dica para quem quer comer algo e não abrir o apetite é a fruta. A frutose, que é o açúcar da fruta, é outro tipo de carboidrato simples, mas que exige um processamento diferente do corpo, pois não precisa insulina. Sem isso, não há quedas nos níveis de glicemia e a fruta não dará mais fome.
Hipoglicemia
Quando uma pessoa come, o alimento é absorvido, digerido, e o açúcar vai para o sangue, o que aumenta a taxa da substância dentro dos vasos.
Em resposta, o pâncreas produz mais insulina, hormônio que carrega o açúcar para o interior das células, onde será usado como fonte de energia.
Alguns indivíduos têm um pâncreas “atrasado”, o que significa que o intervalo de tempo entre a ingestão de um alimento com teor de açúcar e a produção de insulina é maior que o normal. Quando isso acontece, o nível de açúcar no sangue cai.
O cérebro, então, percebe a queda de energia e aciona dois hormônios. A adrenalina sai da glândula suprarrenal, que fica acima dos rins, e se espalha pelo corpo para avisar que a glicose é necessária. Esse processo acaba causando ansiedade, tremor, transpiração e palidez.
Já o glucagon é liberado pelo pâncreas e retira açúcar do fígado para distribuir pelo resto do organismo e compensar a perda de açúcar. É pela ação desses dois hormônios que se sente fome em uma crise de hipoglicemia.
Segundo Alfredo Halpern, uma taxa de glicose em jejum superior a 100 mg/dl é considerada pré-diabetes. Se for acima de 126 mg/dl, a doença já existe.
Fonte: Bem Estar










