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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Beterraba é alimento obrigatório no cardápio


Conhecidíssima de todo brasileiro, a beterraba chama atenção pela cor forte. No entanto, por trás de toda aquela nuance há muitos benefícios. Vale a pena conhecer um pouco mais sobre seus nutrientes e saber qual é o resultado de uma ingestão habitual.
A beterraba é rica em vitamina C, vitamina A, ácido fólico e carotenóides, além de conter fibras e também betalaína. "A betalaína é um pigmento natural que fornece a cor roxa para o legume, aumentando a atividade antioxidante das células e agindo contra o envelhecimento.
A substância presente na beterraba em maior quantidade são os carboidratos, por isso ela deve ser consumida com moderação por quem deseja emagrecer. Atletas podem se beneficiar com o tubérculo no prato pois ele gera bastante energia para o dia a dia e para a malhação. "O músculo é um tecido que recruta muita energia proveniente dos carboidratos e a beterraba é um bom alimento para nutrir o músculo, principalmente antes e após um exercício físico", garante o especialista. Isso ajuda a prevenir cãibras e dores musculares.
Pesquisas atuais mostram a grande capacidade do tubérculo na formação de óxido nítrico e vasodilatação, melhor inclusive que suplementos que prometem tal feito, conforme explica o nutricionista. "Você tem uma melhora no rendimento de treinos, aumentando o fluxo de sangue (oxigênio e nutrientes) para os tecidos", diz Renato. E esse fluxo de sangue também traz benefícios para o cérebro, melhorando a memória e aumentando a concentração. Como uma coisa leva à outra, a disposição é nota mil.
Entre as inúmeras aplicações para a saúde corporal, o suco da beterraba é usado para o tratamento de problemas nos ossos. Além disso, uma pesquisa feita pela Associação Americana de Hipertensão também comprovou que a ingestão de um copo do suco por dia foi capaz de baixar a pressão arterial de homens e mulheres com hipertensão. No entanto, Renato faz um alerta. "Quando usamos um determinado alimento para uma certa finalidade, temos que nos atentar também em tudo o que a pessoa está ingerindo. Somente a beterraba não irá ajudar na melhora de artrites e reumatismos, porém, se usada com outros alimentos de qualidade e em quantidade corretas, seu efeito pode ser potencializado e diversos benefícios podem ser revelados", assegura.
Pessoas que sofrem com anemia ferropriva - por falta de ferro -, podem ter um auxílio da beterraba. De acordo com Renato, o tubérculo contém quantidades significativas de ferro e vitamina C, que ajudam a melhorar o quadro. E os diabéticos não precisam excluir a beterraba do cardápio. "Desde que a alimentação de todo o dia esteja bem calculada e com as quantidades de carboidratos bem ajustadas e distribuídas, não há problemas", esclarece o nutricionista.
Para fazer uma boa compra desse legume não tem segredo. "Assim como os demais, a beterraba deve ter uma cor forte, sem muitas manchas, sem rachaduras profundas, de tamanho pequeno ou médio, pois facilita sua conservação na geladeira", pontua. E nada de comprar demais: uma beterraba média por semana é o suficiente para aproveitar seus benefícios para o organismo.
A beterraba é um alimento bastante versátil e pode ser consumida de diversas maneiras. Mas, para garantir o aproveitamento dos nutrientes, o ideal é não cozinhá-la. "A melhor forma de consumo é do legume cru, pois alguns nutrientes, incluindo a betalaína são sensíveis ao calor gerado pelo cozimento". Veja as receitas rápidas:

SUCO DE BETERRABA COM LARANJA 
Ingredientes:
  • 1 beterraba descascada 
  • Suco de 4 laranjas 
Modo de preparo: 
  • Bater tudo no liquidificador. 

SALADA DE BETERRABA 
Ingredientes:
  • 1 beterraba 
  • Azeite e limão a gosto 
Modo de preparo:
  • Rale a beterraba e tempere com a mistura de azeite e limão. 

Fonte: Yahoo Mulher

sábado, 17 de agosto de 2013

Você sabe o que um nutricionista pode fazer pela sua saúde?



O que você imagina que um nutricionista pode fazer por você? Geralmente as pessoas acham que o nutricionista só existe para quem quer perder peso, mas esse conceito é ultrapassado! 

Hoje em dia, o nutricionista se faz necessário na vida de qualquer pessoa. Ter uma alimentação adequada e balanceada é capaz de gerar mudanças hereditárias do DNA, isso é chamado de epigenética.  

A epigenética é o estudo das mudanças hereditárias na expressão de genes durante a divisão celular e que não são causadas por alterações na sequência do DNA. Os eventos epigenéticos estão relacionados com a adaptação estrutural de regiões cromossômicas, a fim de registrar, sinalizar ou perpetuar a atividade da expressão gênica que estão envolvidos na diferenciação celular, desenvolvimento embrionário, fetal e em todo ciclo da vida. 

A alimentação é um fator ambiental que tem sido muito estudado, e portanto melhor entendido entre os fatores que promovem mudanças epigenéticas. Os nutrientes que extraímos da comida, entram em uma série de reações químicas metabólicas, em que são manipulados, modificados e moldados em moléculas que o corpo possa utilizar.

Nutrientes como o ácido fólico e vitaminas do complexo B são componentes importantes dessa série de reações metabólicas. Eles aumentam a SAM que é uma molécula gerada no ciclo da metionina e a sua disponibilidade é diretamente influenciada pela dieta. Dietas de elevado conteúdo desses nutrientes conhecidos como "doadores de radical metil", podem alterar a expressão de gens ainda durante o desenvolvimento fetal, quando o epigenoma começa a se estabelecer.

Isso significa que o ambiente e o estilo de vida influenciam e alteram o comportamento genético. melhorando esses componentes a sua vida será mais saudável  e a de seus descendentes também. Pois, as caracteristicas adquiridas epigeneticamente são transmitidas por pelo menos cinco gerações.

Abaixo alguns dos alimentos que influenciam no comportamento genético:

Metionina - Aumenta a síntese de SAM; Alimentos Fontes: castanha do pará, peixes e espinafre; 

Ácido Fólico, Viatmina B12 e B6 - Aumenta a síntese de metionina; Alimentos Fontes: legumes, vegetais verdes escuros, sementes de girassol, fígado, leite, carnes, ovos, nozes;

Colina - Doador de metil para SAM; Alimentos Fontes:  gema do ovo, fígado, soja, carne cozida, frango, vitela e peru.

Fonte: Blog Papo Nutricional

domingo, 5 de maio de 2013

Alimentos que acabam com o mau humor


Alimentos da felicidade
Muitas pessoas ainda não acreditam que apenas uma alimentação saudável e adequada possa combater muitos problemas e melhorar o nosso dia a dia. Você sabia que comendo os alimentos certos é possível melhor o seu humor? Isso mesmo, saiba quais alimentos são indicados para entrarem na sua dieta e acabar com o mau humor.
Banana –  essa fruta tão comum tem o poder de combater a ansiedade, resultado em noites de sono mais tranquilas. A banana também nos dá energia, pois é rica em carboidratos, magnésio, potássio e vitamina B6. Cuidado para não exagerar, porque ela possui muita frutose, que pode fazer você engordar;
Chocolate – quem não gosta dessa delícia? Pois é, agora você fica sabendo que o chocolate é muito bom para acabar com o desânimo. Porém, apesar de ele fazer bem para o nosso humor, é preciso maneirar no consumo porque esse alimento contém alto nível de açúcar;
Ovos – esse é um alimento rico em vitaminas do complexo B, entre elas a tiamina e niacina, além do ácido fólico e acetilcolina. Esses nutrientes diminuem a ansiedade e melhoram o humor.
Existem ainda muitas outras opções de alimentos que podem ser incluídos em sua dieta diária, entre eles estão as ervilhas, o feijão, o grão de bico, a batata, os cereais, o arroz, o leite e derivados, as carnes vermelhas, as carnes brancas, os pescados, alguns alimentos integrais, cogumelos, os legumes e verduras, como brócolis, tomate, rúcula, e outros, além das amêndoas, castanhas, frutas e doces em geral.
Fonte: Blog Toda Perfeita

domingo, 3 de março de 2013

Sistema Imunológico

O sistema imunológico ou sistema imunitário é o conjunto de células responsáveis pelo combate de invasores, como bactérias, vírus, parasitas e outros. Além de combater invasores, o sistema imunológico tem a função de fazer a limpeza do organismo retirando dele células mortas, renovando estruturas e reagindo contra mitoses anormais que originam cânceres. Pode ser inespecífico ou específico.

O sistema inespecífico é composto por barreiras físicas onde se destaca a pele como principal. Sua composição impede a entrada de microorganismos no corpo. Outros sistemas inespecíficos são o ácido gástrico, o ph da vagina, as lágrimas, a saliva, etc. Quando o sistema inespecífico não consegue impedir a entrada dos invasores, o sistema específico é ativado.

O sistema específico é atraído até o local invadido quando as células localizadas nos tecidos liberam substâncias vasoativas que dilatam as arteríolas da região aumentando a perda de líquidos e a permeabilidade do local, provocando dor, inchaço, vermelhidão e aumento da temperatura, o que conhecemos por inflamação.

O sistema imunológico é fortalecido por vitaminas, minerais e ácido fólico que são principalmente encontrados em alimentos. Dentre eles destacam-se:

Vitamina A: Mantém os linfócitos T circulantes, diminui o risco de infecções provocadas por bactérias, vírus e parasitas.

Vitamina C: Fortifica a atividade imunológica dos leucócitos, aumenta a produção das células de defesa e a resistência do organismo. Vale lembrar que a vitamina C é bastante frágil a luz e ao calor e por isso deve ser consumida rapidamente.

Vitamina E: Age como antioxidante e protege as membranas celulares.

Ácido Fólico: Auxilia na formação dos leucócitos na medula óssea.

Zinco: Recupera os tecidos e mantém a quantidade dos linfócitos.

Selênio: Neutraliza os radicais livres, retarda o envelhecimento e combate o processo cancerígeno.

Fonte: www.mundoeducacao.com.br

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Trio Andino: Amaranto, Chia, Quinoa



Amaranto: estudo realizado pelo Laboratório de Bioquímica e Propriedades Funcionais dos Alimentos da Universidade de São Paulo (USP), que investiga os chamados alimentos funcionais mostrou que o amaranto é um excelente redutor dos níveis de colesterol plasmático através de sua fração protéica que, ao ser digerida, inibe a enzima responsável pelo acúmulo de colesterol no organismo. Naturalmente rico em proteínas de alto valor biológico, é fonte de fibras, vitaminas - A, B6, riboflavina (B2), folato (ácido fólico)
minerais - cálcio, ferro, magnesio, fósforo, potássio, zinco, cobre, e manganês.


Quinoa: A OMS (organização Mundial de Sáude) a considera um alimento único, sua qualidade é comparada ao leite materno. Foi selecionada pela NASA para integrar a dieta dos astronautas em vôos espaciais de longa duração, devido ao seu extraordinário valor nutritivo. Possui 23% de proteínas, com 20 aminoácidos, sendo que 10 deles são essenciais: histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e arginina. Rica em vitaminas A, B6, B1. Rica em ômega 3 e 6. Em cada 100g, são 10,9mg de ferro , importante no combate da anemia e imunidade do corpo.
Chia: Chia é a palavra Maia para designar força. É considerada por muitos especialistas em nutrição um superalimento da natureza. É uma excelente fonte de fibras alimentares solúveis (80%) e insolúveis (20%), e a maior fonte natural de ômega 3. É fonte de proteína completa, fornecendo todos os aminoácidos essenciais ao organismo. Seus antioxidantes estão associados a diminuição da incidências de doenças crônicas não degenerativas como obesidade, diabetes, hipertensão, etc. Fonte de cálcio, fósforo, magnésio, manganês, cobre, ferro, molibdênio, niacina e zinco.
Fonte: Grings

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O que você come na gravidez afeta a saúde do seu filho no futuro


Novo estudo comprova que incluir frutas e verduras
no cardápio protege o bebê contra alergias

Assim que descobre que está grávida, todas as suas atitudes passam a influenciar diretamente na sua saúde e na do seu bebê. A escolha dos alimentos na gravidez é uma das mais importantes formas de garantir que seu filho seja saudável. Uma nova pesquisa japonesa, publicada na revista médica Allergy, comprovou que incluir frutas, verduras e legumes no cardápio protegem o bebê contra diferentes tipos de alergias.


Segundo os cientistas, os alimentos ricos em betacaroteno, como os vegetais verdes e amarelos e as frutas cítricas reduzem os riscos de o bebê ter eczema, um tipo de alergia de pele. Já, os alimentos com vitamina E, como amêndoas, castanhas e milho diminuem as chances de seu filho desenvolver alergias respiratórias. Para chegar a esse resultado, os cientistas avaliaram a alimentação de 763 mulheres durante a gestação, em seguida, analisaram a presença de sintomas alérgicos em seus filhos. O resultado mostrou que os bebês das mães que consumiram mais betacaroteno e vitamina E eram mais saudáveis. Confira o que vale a pena ter no seu cardápio como regra e o que é melhor evitar.

1 – Tome ácido fólico

Segundo especialistas, o ideal é que toda mulher em período fértil tome 400 mcg (microgramas) de ácido fólico todos os dias, principalmente três meses antes de engravidar - e continuem com o suplemento durante o primeiro trimestre da gravidez. O folato (ácido fólico), uma vitamina do complexo B, é fundamental para que a coluna do bebê se desenvolva corretamente, o que acontece nas primeiras quatro semanas de gestação, evitando defeitos do tubo neural, como falha no desenvolvimento do cérebro e medula espinhal. Além disso, estudos mostram que ele reduz também o risco de problemas cardíacos congênitos no bebê e a chance de um parto prematuro. Alguns alimentos, como os vegetais verde-escuros, caso do brócolis, contém esse nutriente, mas não em quantidade suficiente. Por isso, o composto vitamínico é essencial.

2 – Não coma por dois

Isso não quer dizer que você deva fazer regime na gravidez. Longe disso. Ao controlar o que você come, com uma dieta equilibrada, você está preservando não apenas a sua saúde, mas também a do bebê. Estudos mostram que a obesidade da mãe, que pode ter como consequências diabetes gestacional e pré-eclampsia aumenta o risco de o bebê nascer com peso acima do normal e de a criança ter problemas metabólicos e de obesidade já na primeira infância.


3 – Inclua peixes, frutas e gorduras boas na dieta

Estudos revelam que mães que optam por uma alimentação rica nesses nutrientes previnem os filhos de ter asma e outras alergias. “Alguns nutrientes da dieta mediterrânea têm capacidade antiinflamatória e antioxidante - como o tipo de gordura (ácido graxo e ômega-3), frutas, vitaminas -, diferentes daqueles com potencial alérgeno e inflamatório existentes na dieta ocidental, como os óleos de milho, soja e girassol (ômega-6)”, diz Celso Cukier, nutrólogo do Hospital Albert Einstein. É nessa troca que pode estar a explicação para a redução do risco de alergia das crianças. E os benefícios se estendem ainda mais. Estudo realizado por Departamentos de Medicina dos Estados Unidos e da Dinamarca afirma que o ácido graxo ômega-3 encontrado nos peixes são importantes para a inteligência e o crescimento dos bebês.


4 – Fique longe de bebidas alcoólicas

O consumo de álcool durante a gravidez pode significar alterações cerebrais e outras malformações no bebê, algumas até irreversíveis. Pesquisas mostram que beber regularmente na gestação pode prejudicar a visão do feto – levando a criança a enxergar mal ou, pior, ficar cega. Outros danos também foram comprovados, como no desenvolvimento neurológico do bebê, o que pode comprometer para sempre a vida da criança no futuro.


5 – Reduza o consumo de cafeína

Estudos indicam que o consumo de mais de quatro xícaras de café por dia pode estar associado a bebês de baixo peso, além de afetar o sistema respiratório do feto. Isso porque, acredita-se que a cafeína atravessa facilmente a barreira placentária, chegando até o bebê. Para o obstetra Ricardo Gonçalves Alanda, a redução no consumo de cafeína durante a gestação é fundamental, mas a grávida não precisa se desesperar. "Ingerir uma quantidade alta de cafeína é prejudicial. Mas a gestante não precisa deixar de comer chocolate quando estiver com vontade. O que deve estar em mente é a dosagem. A palavra-chave é moderação", afirma.


6 – Coma fibras

Vegetais, frutas e cereais integrais devem estar presentes na sua dieta. Elas regulam todo o organismo, e agem principalmente no intestino, evitando a prisão de ventre, além de controlar o colesterol e os níveis de açúcar no sangue, o que ajuda a prevenir a diabetes gestacional. Estudo americano sugere que as fibrar reduzem ainda a chance de a grávida desenvolver pré-eclâmpsia. A nutricionista Tânia Rodrigues aconselha que as gestantes consumam, pelo menos, 20 gramas de fibra todo dia, o que corresponde, por exemplo, a dois pratos de sobremesa de salada de folhas ou cinco frutas. As fibras também estão no arroz, pão integral, feijão e legumes.

A linhaça, por exemplo, pode, e deve, ser um item obrigatório na sua alimentação. A semente, rica em ômega 3, ômega 6 e fibras, também ajuda o seu intestino a funcionar melhor e auxilia na formação do cérebro e da retina do bebê. Outro benefício, comprovado por estudiosos, é que mulheres que ingerem a semente durante a gravidez e a amamentação têm filhos com mais facilidade de compreensão e memória. “A ação antioxidante da linhaça no desenvolvimento cerebral da criança e ela tem mais facilidade para se concentrar", afirma Daniella Galego, nutricionista do Hospital Sírio Libanês.

7 – Tome mais leite

A necessidade diária de cálcio durante a gravidez aumenta 20%. Como o nutriente é imprescindível para a formação dos ossos e dentes do bebê, o próprio organismo da mãe absorve-o em maior quantidade nesse período. O ideal é ingerir quatro copos de leite por dia para suprir as necessidades de cálcio. É importante sempre optar pelo pasteurizado por não ter risco de conter microorganismos e bactérias.

8 – Fique longe de bactérias

Alguns alimentos devem ser excluídos do seu cardápio durante a gestação, como é o caso de peixes e carnes cruas. Doenças contraídas deles são especialmente perigosas. Um exemplo é a toxoplasmose, que coloca em risco a saúde do feto, provocando anomalias irreversíveis. Mel e palmito merecem atenção especial. Escolha o mel que tenha o selo SIF (Selo de Inspeção Federal), que garante sua qualidade e procedência. O caseiro pode conter bactérias, como as que causam o botulismo, infecção que compromete o sistema nervoso e pode levar à morte. O mesmo ocorre com o palmito, que deve ser fervido por dez minutos antes do consumo.


9 – Lembre-se dos alimentos com ferro

Esse sal mineral é essencial para a formação de alguns elementos do sangue, como a hemoglobina, presente nas células vermelhas. É a hemoglobina que transporta nutrientes e oxigênio para todas as células do organismo e, quando há carência de ferro, sua produção diminui. O resultado pode ser uma anemia. Durante a gestação, ela pode trazer consequências sérias para o bebê, pois diminui a oxigenação e a nutrição da placenta ficam reduzidas, colocando em risco o desenvolvimento do bebê, que poderá nascer com baixo peso. Esse nutriente está presente na carne vermelha, por exemplo. Para melhorar a absorção de ferro no organismo, combine alimentos ricos nesse nutriente com aqueles que têm vitamina C, como laranja, limão, pimentão.


10 – Consuma colina

Esse nutriente é encontrado em gemas de ovos, soja, gérmen de trigo e carnes. Segundo cientistas, ela tem uma relação com o desenvolvimento do tubo neural (cérebro e coluna) do bebê. Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte revelou ainda que a colina desempenha um papel fundamental na região cerebral do bebê responsável pela memória.


Fonte: Revista Crescer

quinta-feira, 15 de março de 2012

Gestação Saudável

O que posso comer? Quantos quilos eu vou engordar durante a gravidez? Tenho mesmo que comer por dois?

Essas são perguntas frequentes para a grande maioria das futuras mamães, e não é por menos.

A alimentação e o ganho de peso durante a gestação têm influência direta no desenvolvimento e saúde do bebê.

Selecionamos algumas das perguntas mais comuns e colocamos as respostas a seguir:

1. É verdade que preciso realmente comer por dois?

R: É fato que durante a gravidez a mulher deve ganhar peso, e consequentemente comer mais. Entretanto, isso não significa que a mulher deve comer por dois, uma vez que não vale apenas comer grande quantidade e sim comer com qualidade.

2. Quantos quilos devo ganhar durante a gravidez?

R: O ganho de peso durante a gravidez varia em função do estado nutricional da mãe no início da gestação. Um dos parâmetros utilizados é o IMC (Índice de Massa Corporal), a partir do qual é possível calcular quantos quilos a mulher deve ganhar. Em geral, o ganho de peso pode variar de 12 a 18 kg sem que a saúde da mãe seja comprometida.

3. Há algum alimento que melhore o enjôo e a azia no início da gestação?

R: Não há um alimento que resolva definitivamente o problema do enjôo no início da gravidez, e esse sintoma não quer dizer falta de saúde. Ele pode ser amenizado ingerindo-se sucos ou frutas cítricas, de limão por exemplo. No caso da azia alimentos mais secos como torradas e biscoitos salgados podem ajudar.

Além desses alimentos, o ideal é fazer as refeições em intervalos curtos, a cada duas ou três horas, incluindo pequenos lanches entre as refeições.

4. Quais os alimentos preciso evitar na gravidez?

R: O álcool e os adoçantes artificiais devem ser evitados durante a gestação, pois podem trazer prejuízos à saúde do bebê. Há ainda, alguns alimentos que devem ter seu consumo controlado como sal, açúcar, doces, frituras, alimentos ricos em gordura, refrigerantes e outras guloseimas.

5. O que posso fazer para evitar a prisão de ventre?

R: A constipação (prisão de ventre), comum durante a gravidez, pode ser melhorada com algumas pequenas mudanças no hábito alimentar como: ingestão de hortaliças cruas e verduras ou legumes cozidos no almoço e no jantar; inclusão de frutas nos lanches e intervalos (preferencialmente com casca); consumo regular de no mínimo dois litros de água por dia e aumento no consumo de alimentos integrais (pão, arroz, macarrão, aveia, linhaça, entre outros). Evitar goiaba!

6. Quais os principais nutrientes necessários para o bom desenvolvimento do bebê?

R: A alimentação deve ser variada, de forma a fornecer os nutrientes necessários. Mas alguns têm sua necessidade aumentada durante a gravidez e pode, muitas vezes, ser necessário sua suplementação tendo em vista a saúde da mãe e bebê. São eles:

Ácido fólico - fundamental para o desenvolvimento neurológico do bebê e diminui o risco de anemia na gravidez. Presente nos vegetais verdes escuros (couve, espinafre, brócolis), nozes, castanhas e amêndoas.

Ferro - indispensável para a futura mamãe que tem seu fluxo de sangue aumentado. Presente nas carnes vermelhas, feijões e vegetais verdes escuros. Consumir alimentos fonte de ferro junto a vegetais frescos e frutas cítricas (ricos em vitamina C) ajuda no melhor aproveitamento do ferro pelo organismo.

Cálcio - necessário para a manutenção da saúde óssea da mulher durante a gravidez, uma vez que o feto está em desenvolvimento e que estoques deste nutriente serão formados para a amamentação. Os alimentos ricos em cálcio são o leite e seus derivados (iogurte, queijos).

Proteínas - presente nas carnes, peixes, aves, leite, ovos, feijões e castanhas, participam da formação de tecidos, músculos e sangue. Devem compor a alimentação diária da futura mamãe.

Os cuidados com o bebê devem começar antes mesmo da gravidez, para que aconteça de forma saudável e segura. O acompanhamento profissional do obstetra tendo em vista a saúde da mãe e do bebê é indispensável para que tudo corra bem nesse período tão importante para a mulher.

Combinar tantos alimentos, informações e sensações, é uma tarefa difícil, porém necessária para sua saúde. Conte com o auxílio de um profissional Nutricionista para ajudá-la a conseguir uma alimentação balanceada durante a gravidez, promover um ganho de peso adequado e garantir, assim, uma gestação saudável.

Fonte: Blog da BBel