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sábado, 26 de outubro de 2013

Qual açúcar usar – mascavo ou refinado?





Não há como evitar, os doces são sempre bem-vindos para proporcionar uma sensação gostosa no paladar de qualquer pessoa. O importante é que se tenha limite nesse consumo e também que se façam escolhas mais saudáveis no momento em que a guloseima será preparada. Você costuma usar açúcar comum, o refinado, ou o mascavo? 

Afinal, qual a diferença entre um e outro? Quais seus benefícios?
O açúcar branco, que é o mais comum de consumo, também é chamado de refinado. O fato é que ele não fica assim naturalmente. Para obter um açúcar branquinho é necessário realizar um processo químico, que contém, por exemplo, clarificantes e consevantes. Nesse processo é retirada grande parte da carga nutritiva do açúcar, perdendo as fibras, proteínas, vitaminas e sais minerais, restando apenas o carboidrato.

Já o açúcar mascavo é uma forma mais natural de obter o sabor adocicado nos alimentos. Ele é resultado da extração do caldo de cana-de-açucar. Esse é um processo totalmente natural, livre de qualquer interferência química. Desta forma ele não perde a sua coloração natural, como acontece com o açúcar refinado, que é exposto a um processo de branqueamento.

Pelo fato de o açúcar mascavo não passar pelo processo de refinamento que o açúcar comum passa, ele não perder a principais características nutricionais, como as vitaminas, sais minerais, fibras e outros. Em relação ao potencial calórico os dois não possuem muita diferença, sendo que em 100g o açúcar comum possui 99cal e o mascavo possui 90cal.

Fonte: Blog Toda Perfeita

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Açúcar não está só nos alimentos doces e fornece energia para o corpo


No entanto, excesso pode causar obesidade e consequentemente diabetes.

Bem Estar mostrou que todos tipos de açúcar têm o mesmo valor calórico.















Todo mundo gosta de comer doce, mas poucos conseguem comer a quantidade certa para prevenir problemas.
Como mostrou o endocrinologista Alfredo Halpern, o açúcar não está apenas nos alimentos doces e pode fazer bem e fornecer energia para o organismo, se consumido na medida certa. Mas o problema é que a maioria dos brasileiros consome mais do que o recomendado por dia.
Esse excesso pode causar obesidade e, consequentemente, diabetes. Para o endocrinologista, evitar a obesidade é a melhor maneira de prevenir o diabetes e, por isso, é importante evitar também o excesso do consumo de açúcar.
Info Bem Estar Açúcar (Foto: Arte/G1)
O aumento do tecido gorduroso ocasionado pelo excesso de peso, especialmente no abdômen, provoca a produção exagerada de substâncias que interferem na ação da insulina produzida pelo pâncreas, o que favorece o aparecimento da diabetes.
Além disso, estudos mostram que as pessoas que consomem muito açúcar têm uma dieta mais rica em gordura e isso também é fator de risco para o aparecimento dessas doenças.
Como mostrou a nutricionista Ana Maria Lottenberg, o consumo recomendado de sacarose, ou seja, o açúcar refinado, cristal, mascavo ou light, é de, no máximo, 10% das calorias diárias. No entanto, os brasileiros consomem, em média, 14% dessas calorias, mais do que o recomendado.
No caso dos diabéticos, eles também podem consumir essa mesma quantidade de açúcar do que as pessoas sem a doença – 10% das calorias diárias.
Mas aqueles com a glicemia muito alta (acima de 140 mg/dl) devem evitar o consumo de sacarose, que tem rápida absorção e favorecem os picos hiperglicêmicos.
Entre os diferentes tipos de açúcar - refinado, mascavo, cristal e orgânico, não há diferença no valor calórico. Eles não têm valor nutricional e a diferença é que um é mais refinado que o outro. Por exemplo, o açúcar mascavo  não passa pelo processo de branqueamento e refinamento, mas tem o mesmo valor calórico dos outros tipos.



Um alimento que tem açúcar, mas que é essencial para o organismo, é a fruta. A recomendação é comer 4 porções de frutas por dia e uma delas deve ser fonte de vitamina C, como é o caso da laranja e da mexerica.
A nutricionista recomenda evitar acrescentar açúcar nas frutas ou outros alimentos para que a pessoa sinta melhor o sabor.  As frutas podem servir também como substituição do doce na dieta. Uma dica é assar frutas como banana, pera e maçã com canela, por exemplo.
Já o consumo de produtos com lactose, como o leite, o iogurte e o requeijão, deve ser de duas porções diárias. Os mais indicados são os iogurtes naturais desnatados, que têm apenas lactose. Os iogurtes com mel têm frutose e sacarose.
O endocrinologista Alfredo Halpern explicou que o açúcar no sangue em excesso é o que faz mal, mas o consumo moderado não traz problemas. Segundo ele, o consumo de carboidratos e outros alimentos, como beterraba, também aumentam esse índice de açúcar no sangue e só causam problemas se o aumento for exagerado.
Fonte: g1.globo.com/bemestar

segunda-feira, 19 de março de 2012

Açúcar x Adoçante

O consumo do adoçante artificial virou um mito. Alguns profissionais da saúde defendem os seus benefícios e outros os seus malefícios. As informações ainda são contraditórias.

Recentemente uma pesquisa polêmica norte-americana concluiu que o consumo de adoçante para redução da ingestão de calorias pode ser uma grande armadilha. Muita calma! Este estudo foi feito em ratos e não em humanos e a escolha sobre o que é melhor (adoçante ou açúcar), depende de alguns fatores individuais de cada pessoa. A verdade é que podemos conviver com os dois, o que é bom para alguns, pode não ser para outros e vice-versa! O adoçante é produzido a partir da mistura de algum nutriente com um ou mais edulcorantes, substâncias naturais ou artificiais, responsáveis pelo sabor doce que eles têm.


A sua principal vantagem é ter poucas calorias, mas, isso não quer dizer que podem ser consumidos sem critério. São recomendados para dietas especiais como as de restrição (Obesidade e Diabetes) e as de emagrecimento, mas, gestantes, nutrizes e crianças não devem consumi-los a não ser com ordem médica. Leia nosso artigo que fala sobre adoçantes.

Sobre o consumo de açúcar refinado já sabemos que pode causar efeitos indesejáveis, como cárie dental, aumento na produção de insulina, fermentação no sistema digestivo, aumento de peso, entre outros. Além disso, este tipo de açúcar (refinado) não possui nutrientes, devido ao processo de refinamento. Indivíduos diabéticos devem evitar além de açúcar refinado, mascavo e light, alguns adoçantes dietéticos como frutose, sorbitol e manitol. Os outros podem ser consumidos, porém é sempre importante estar atento às recomendações de médicos e nutricionistas.

Para aqueles que realmente não gostam do sabor e não conseguem tomar ou comer nada com adoçante e precisam reduzir as calorias do cardápio, vale experimentar o açúcar light. Possui um tipo de adoçante em sua composição, a sucralose; que adoça mais que o açúcar refinado e apresenta a mesma caloria.

As opções hoje são diversas. Somos bombardeados com anúncios e rótulos induzindo-nos constantemente a substituir o açúcar por adoçantes artificiais, no cafezinho, nas bolachas, iogurtes, balas, sorvetes, pães e até em remédios. Saudados como a solução para quem luta contra a balança e não quer abrir mão de uma saborosa sobremesa, os adoçantes fazem parte de uma matemática desigual: nunca foram usados tantos substitutos artificiais para o açúcar e, ao mesmo tempo, o mundo nunca esteve tão gordo.

Para se ver livre dessa dependência, é preciso acompanhamento de especialista, mudança gradativa da dieta (reeducação alimentar) e prática de exercícios físicos. Muitas pessoas trocam um alimento ou substância por outra por pura vaidade, sem se importar se faz bem ou mal à saúde.

No estudo norte americano comentado no início, os cientistas acompanharam a alimentação de 17 ratos divididos em dois grupos. O primeiro recebeu iogurte adoçado com sacarina, enquanto o segundo tinha o alimento acrescido de açúcar. Depois do iogurte, os animais receberam suas dietas normais. Decorridas cinco semanas, o grupo dos ratos que comeram iogurte com adoçante ganharam mais peso se comparados aos que comeram iogurte com açúcar. Essa informação não basta para você de repente substituir o adoçante pelo açúcar.

O brasileiro, em média, já consome em média 19% das calorias recomendadas pela OMS (Organização Mundial da Saúde) sob a forma de açúcar; enquanto o máximo seria de 10%. Para a Fundação Britânica de Nutrição, o tema requer mais pesquisas, pois o resultado deste estudo ainda não prova que os adoçantes são prejudiciais às dietas dos humanos.

Quando for comprar um adoçante, leia o rótulo e conheça o tipo de edulcorante utilizado. Conheça a nova norma e recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) sobre os edulcorantes (RDC 18/08), que mostra a redução do limite máximo de uso de sacarina e ciclamato em bebidas e alimentos; e a aprovação do uso de três novas substâncias: a taumatina, o eritritol e oneotame. Os aditivos só poderão ser utilizados pela indústria quando estiverem explicitamente definidos em legislação específica, com suas respectivas funções, limites máximos de uso e categorias de alimentos permitidas.

Diante de tantas dúvidas, resta a conclusão: tanto no consumo de açúcar ou no de adoçantes, a solução ideal parece ser mesmo a boa e velha moderação. Experimente e verifique quais os melhores produtos para você, visando sempre o seu objetivo: emagrecer, ter uma vida saudável ou restringir a ingestão de açúcar devido a alguma doença. Procure sempre um nutricionista e faça a escolha certa!

Fontes consultadas:

Swithers SE, Davidson TL. A Role for Sweet Taste: Calorie Predictive Relations in Energy Regulation by Rats. Purdue University, Behavioral Neuroscience. 2008;122(1):161-173.

Fonte: Blog da BBel

terça-feira, 5 de abril de 2011

Alimentos "light" x "diet"


Eles também possuem calorias e precisam ser consumidos com cuidado e moderação


É só começar a dieta que muita gente não hesita em encher o carrinho de compras com alimentos lights. Só para ter uma ideia do peso dessa turma no cardápio dos brasileiros, um levantamento feito pela Indústria Brasileira de Alimentos Dietéticos (Abiad) mostrou que esses produtos estão presentes em mais de 35% dos lares da população. A grande preferência por eles está relacionada à ideia de que eles aumentam as chances de perder peso ao fazer dieta para emagrecer.

É aí que muita gente erra a mão, ignorando até mesmo as quantidades das porções. Os "lights" também têm calorias e, quando ingeridos em excesso, contribuem tanto quanto a versão convencional para o ganho de peso. Conversamos com as nutricionistas Camila Abreu e Ana Paula Souza que esclarecem as dúvidas a respeito desses alimentos.



É light ou diet?

Os termos ainda confundem, mas a diferença entre os dois é grande. Entretanto, diet é aquele produto que indica em sua embalagem a ausência total de algum nutriente ou ingrediente, que pode ser o açúcar, o sal, a gordura, a lactose, entre outros.

Segundo a nutricionista Camila Abreu, a escolha do "diet" deve variar conforme a necessidade de cada pessoa. "Produtos específicos para diabéticos devem ser totalmente isentos de açúcar, por exemplo. Para pessoas com problemas cardiovasculares, a restrição deve ser de gordura e assim por diante", completa a profissional.

Já os alimentos classificados como "light" têm uma redução de pelo menos 25% da quantidade de um determinado elemento de sua composição em relação ao alimento tradicional. "São aqueles com baixo teor de componentes - sódio, açúcares, gorduras, colesterol - e/ou calorias, ou seja, não são isentos totalmente como os diet", explica Camila.



O produto Light faz mal?

Na verdade, não é que eles fazem mal. "É que muitos produtos light têm adoçante e essa substância, quando consumida em excesso, pode fazer mal no futuro", esclarece a nutricionista Ana Paula Souza. Apesar de existirem muitas pesquisas sobre o assunto, os malefícios do adoçante não são comprovados.

Como o adoçante é químico, a substituição por mel ou açúcar mascavo pode ser feita. "Eu indico a substituição pelo açúcar Demerara que é ainda mais saudável do que o açúcar mascavo, por conter mais nutrientes", recomenda Ana Paula.



É light mesmo?

A informação deve estar impressa nas embalagens. Se você identificar uma redução de, pelo menos, 25% de nutrientes ou calorias num alimento, ele pode ser considerado light. Apesar disso, a própria tabela nutricional pode confundir o consumidor. Ás vezes, um pão normal tem uma tabela em que se avalia 30 gramas do produto, enquanto o pão light possui uma que considera a porção de 20 gramas. Por isso, deve-se ficar atento ao rótulo e verificar a proporcionalidade entre eles.

A nutricionista Camila Abreu enfatiza que não é preciso consumir apenas alimentos diet ou light. O importante são os conceitos de bom-senso e moderação. "Mesmo se o alimento for light fique atento às quantidades ingeridas. Não só a escolha dos alimentos certos, mas também a quantidade é o que faz alguém engordar ou emagrecer", aponta a nutricionista.

Substituições inteligentes

Em alguns casos, a escolha do alimento light é, de fato, a mais saudável para sua alimentação. Troque sempre o leite integral, que possui muita gordura, pelo desnatado. Se achar que o gosto é muito diferente, opte pelo semi-desnatado. "Essa dica também vale para outros produtos lácteos, como os iogurtes", diz Camila Abreu.

Para os fãs de chocolate, a boa notícia é que as versões meio-amarga e com 75% de cacau têm ação antioxidante e são mais saudáveis que a tradicional ou a diet, que possui mais gordura em sua formulação.

Trocar a famosa manteiga do pãozinho francês por uma margarina light em um pão integral também compensa. "Além da redução de gordura e calorias, é uma opção de lanche mais saudável, pois os alimentos integrais contêm mais fibras, que ajudam no bom funcionamento do intestino e na saciedade", afirma a nutricionista.

As geleias e achocolatados também podem (e devem!) ser substituídos pelas versões light, pois realmente se diferenciam nas calorias das versões tradicionais. Já os refrigerantes, mesmo os "lights", devem ser consumidos com moderação por causa do adoçante, do sódio e do gás. Prefira os sucos naturais, que carregam todos os nutrientes das frutas.

Fonte: Site Minha Vida