Mostrando postagens com marcador complexo B. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador complexo B. Mostrar todas as postagens

sábado, 17 de agosto de 2013

Você sabe o que um nutricionista pode fazer pela sua saúde?



O que você imagina que um nutricionista pode fazer por você? Geralmente as pessoas acham que o nutricionista só existe para quem quer perder peso, mas esse conceito é ultrapassado! 

Hoje em dia, o nutricionista se faz necessário na vida de qualquer pessoa. Ter uma alimentação adequada e balanceada é capaz de gerar mudanças hereditárias do DNA, isso é chamado de epigenética.  

A epigenética é o estudo das mudanças hereditárias na expressão de genes durante a divisão celular e que não são causadas por alterações na sequência do DNA. Os eventos epigenéticos estão relacionados com a adaptação estrutural de regiões cromossômicas, a fim de registrar, sinalizar ou perpetuar a atividade da expressão gênica que estão envolvidos na diferenciação celular, desenvolvimento embrionário, fetal e em todo ciclo da vida. 

A alimentação é um fator ambiental que tem sido muito estudado, e portanto melhor entendido entre os fatores que promovem mudanças epigenéticas. Os nutrientes que extraímos da comida, entram em uma série de reações químicas metabólicas, em que são manipulados, modificados e moldados em moléculas que o corpo possa utilizar.

Nutrientes como o ácido fólico e vitaminas do complexo B são componentes importantes dessa série de reações metabólicas. Eles aumentam a SAM que é uma molécula gerada no ciclo da metionina e a sua disponibilidade é diretamente influenciada pela dieta. Dietas de elevado conteúdo desses nutrientes conhecidos como "doadores de radical metil", podem alterar a expressão de gens ainda durante o desenvolvimento fetal, quando o epigenoma começa a se estabelecer.

Isso significa que o ambiente e o estilo de vida influenciam e alteram o comportamento genético. melhorando esses componentes a sua vida será mais saudável  e a de seus descendentes também. Pois, as caracteristicas adquiridas epigeneticamente são transmitidas por pelo menos cinco gerações.

Abaixo alguns dos alimentos que influenciam no comportamento genético:

Metionina - Aumenta a síntese de SAM; Alimentos Fontes: castanha do pará, peixes e espinafre; 

Ácido Fólico, Viatmina B12 e B6 - Aumenta a síntese de metionina; Alimentos Fontes: legumes, vegetais verdes escuros, sementes de girassol, fígado, leite, carnes, ovos, nozes;

Colina - Doador de metil para SAM; Alimentos Fontes:  gema do ovo, fígado, soja, carne cozida, frango, vitela e peru.

Fonte: Blog Papo Nutricional

sábado, 7 de julho de 2012

7 Alimentos inusitados para baixar a pressão


Inimiga silenciosa: é dessa maneira que a comunidade médica costuma se referir à hipertensão. E o motivo é tão singelo quanto assustador: 90% das pessoas com pressão arterial elevada não apresentam sintomas e, como consequência, podem receber o diagnóstico só depois de sofrer um derrame cerebral ou um ataque cardíaco. Todo esse drama, ainda bem, pode ser evitado. E para isso nem é preciso se entupir de remédio, como muita gente pensa. Em boa parte dos casos, um destino melhor para os vasos sanguíneos depende do acompanhamento com o cardiologista e da escolha correta dos alimentos incluídos no cardápio.
“Uma dieta balanceada, somada à prática de exercícios físicos, muitas vezes é o suficiente para prevenir e até mesmo controlar uma hipertensão mais leve”, afirma o cardiologista Marcus Bolívar Malachias, presidente do Departamento de Hipertensão da Sociedade Brasileira de Cardiologia. Dito isso, é hora de apresentar sete alimentos que estão em evidência nos centros de pesquisa por sua capacidade de deixar as artérias livres de sufoco. Veja se não vale a pena aproveitá-los no café da manhã, no almoço ou no jantar.
Farelo de trigo
É fato consumado que grãos e cereais integrais devem aparecer com regularidade no menu quando se quer barrar a constrição dos vasos. afinal, são exímias fontes de fibras, compostos que dificultam a absorção de gorduras e do colesterol ruim, o LDL. Por participar dessa faxina nas artérias, esses alimentos auxiliam o sangue a circular sem sujeiras no caminho. Mas, em se tratando de hipertensão, um representante dessa turma merece destaque. é o trigo, cujo farelo oferece, além das fibras, magnésio, zinco e vitaminas do complexo B. “esse conjunto de nutrientes têm impacto direto no relaxamento dos vasos”, diz a nutricionista Nairana Borim, do Hospital alemão Oswaldo Cruz, em São Paulo.Sugestão de consumo. Salpique 2 colheres de sopa do farelo em vitaminas, frutas ou refeições salgadas.
Morango
Ao longo de 14 anos, cientistas das universidades de east anglia, na inglaterra, e Harvard, nos estados Unidos, acompanharam os hábitos de cerca de 156 mil pessoas. depois desse tempão, perceberam uma queda de 8% no risco de hipertensão entre os fãs de morango e outras frutas vermelhas. O mérito parece vir de um antioxidante que dá cor a essas frutinhas, a antocianina. “ela atua na redução das moléculas de ldl, o mau colesterol, e no aumento do Hdl, a versão do bem, o que beneficia a circulação”, explica Nairana. “além disso, essa substância combate o processo inflamatório envolvido nas doenças cardiovasculares”, completa. Quem quer variar vai encontrar antocianinas de sobra em outras frutas, como amora e framboesa. Sugestão de consumoInclua 5 morangos no café da manhã ou tome o suco natural da fruta após as refeições.
Semente de abóbora
Tamanho não é documento mesmo, pois essa pequena semente é farta em nutrientes. entre eles, está o potássio, mineral famoso por melhorar a elasticidade dos vasos. Segundo a nutricionista Maria Cristina Freitas, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, vale exaltar também a presença das vitaminas a e e, fibras, magnésio e gorduras do bem. “tudo isso faz dessa semente uma grande aliada do sistema cardiovascular”, diz a especialista. essa riqueza nutricional, aliás, foi avaliada em um estudo com o óleo da semente administrado a animais na arábia Saudita. Conclusão: o preparo potencializou a ação de remédios anti-hipertensivos, facilitando bastante o ajuste da pressão arterial.Sugestão de consumo: leve ao forno 1 xícara de chá de sementes de abóbora e, após dourarem, sirva-as como aperitivo.
Clara de Ovo
Apesar de suscitar mais perguntas do que dar respostas, uma pesquisa da Universidade autônoma de Madri, na Espanha, constata que trechos de proteínas da clara do ovo têm uma surpreendente propriedade vasodilatadora — dependendo dos aminoácidos selecionados, as artérias chegam a relaxar 70% a mais. “agora é necessário checar se essas moléculas benéficas permanecem estáveis durante o cozimento. assim saberemos se é melhor consumir a clara do ovo poché ou cozido”, comenta o cardiologista Heno Lopes, do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas de São Paulo. enquanto não temos esse dado, a recomendação é incluir o ovo numa dieta balanceada, dando preferência à sua porção branquinha.Sugestão de consumo. Procure colocar água na frigideira no lugar de gordura ou frite o ovo com pouquíssimo óleo vegetal.
Soja
Os holofotes voltam a se dirigir para a isoflavona, substância mais ilustre do grão cultuado pelos orientais e famosa por silenciar sintomas indesejados da menopausa. após revisar uma porção de artigos protagonizados por ela, cientistas chineses perceberam que sua ingestão alivia o tráfego sanguíneo. Segundo o cardiologista Marcus Malachias, a isoflavona não se resume a um bom vasodilatador. “ela impede que fatores de agressão para as artérias, como o colesterol e a glicose, estimulem a formação de placas em sua camada interna, protegendo-as contra entupimentos”, explica o médico. Sem empecilhos em sua trajetória, o sangue flui mais facilmente e a pressão tende a permanecer na medida certa.Sugestão de consumo. Cozinhe 1 xícara de chá do grão e use-o como substituto do feijão ou em saladas.
Guaraná
durante anos, a fruta nativa da amazônia e outros alimentos ricos em cafeína foram tachados de perigosos às artérias. a verdade, porém, é que nenhum estudo confirmou seu elo com a hipertensão. Muito pelo contrário. em um grupo de 637 pessoas acima de 60 anos acompanhado pelas universidades Federal de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, e do estado do amazonas, as que relataram beber regularmente uma mistura de guaraná em pó, água e uma pitada de açúcar ou mel eram menos obesas e apresentavam, em menor frequência, pressão alta. “O acúmulo de gordura propicia alterações vasculares que podem culminar na hipertensão”, justifica a biogerontóloga ivana da Cruz, da instituição gaúcha. Um recado a quem controla a pressão com remédios: o guaraná só deve ser convidado se o médico liberá-lo.Sugestão de consumo: acrescente 1/2 colher de café de guaraná em pó a sucos de frutas e tome pela manhã.
Melancia
Para quem já está com a pressão no limite, esse é um item que merece lugar cativo na fruteira. a sugestão vem de pesquisadores da Universidade estadual da Flórida, nos estados Unidos, após observar o efeito de doses diárias do extrato da fruta em indivíduos com pré-hipertensão, o estágio que antecede a doença propriamente dita, durante seis semanas. O responsável pela façanha é uma substância que aparece aos montes na melancia, a l-citrulina. “No corpo, ela se transforma em outra molécula que contribui com a formação do óxido nítrico, um gás natural que relaxa a parede dos vasos sanguíneos”, esclarece Malachias. agora, os experts buscam delimitar como aproveitar melhor esse ingrediente anti-hipertensão — seria em suco, na fruta mesmo?Sugestão de consumo.Deguste 1 fatia pequena da fruta após o almoço.
Fonte: Revista Saúde

domingo, 15 de abril de 2012

Arroz e Feijão: uma combinação completa de proteínas e vegetais

Habitos saudaveis (Foto: Arte/G1)





Quando você pensa em comida típica brasileira, lembra logo de quê? Provavelmente, do tradicional feijão com arroz. Só no ano passado, a população do país consumiu 3,5 milhões de toneladas de feijão e 8,7 milhões de toneladas de arroz.


A receita remonta ao tempo dos índios, depois dos escravos e permanece em alta até hoje. Do ponto de vista nutricional, a combinação é completa e traz mais benefícios à saúde junta do que separada. Isso porque, quando a pessoa consome uma leguminosa como o feijão com um cereal, no caso o arroz, o organismo consegue fazer a digestão de todas as vitaminas e proteínas vegetais.

O arroz é rico em uma proteína chamada lisina, enquanto o feijão contém muita metionina. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), um prato de arroz com feijão garante a absorção de mais de 80% dessas proteínas. Além disso, o arroz oferece carboidratos, vitaminas e minerais, segundo o endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Sônia Tucunduva.

O Ministério sugere o seguinte consumo: uma parte de feijão para duas de arroz. O feijão tem carboidratos e é rico em fibras, vitamina B, ferro e cálcio. Já a feijoada, com a inclusão de embutidos como linguiça, joelho e outras partes do porco, torna o prato pouco saudável.

Benefícios do arroz
É rico em vitaminas do complexo B- Reduz o colesterol ruim- Tem menos de 1% de gordura- Faz bem ao coração e a outros músculos- Melhora a pele, o sistema nervoso e o aparelho digestivo- Contribui para o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas

- É bom para os olhos

Benefícios do feijão
É fonte de vitaminas B1, B2, B3 e B9- É rico em proteínas e minerais (potássio, ferro, fósforo, cálcio, cobre, zinco e magnésio)- Faz bem para o intestino- Melhora o sistema nervoso- Ajuda a crescer

Tipos de arroz

A dupla preferida dos brasileiros no dia a dia é o arroz polido, popularmente conhecido como branco, e o feijão carioca, com tom marrom claro e grãos menores.

O arroz branco perde vitaminas e minerais depois de descascado. Já o parboilizado, quando ainda está na casca, passa por um processo, sem agentes químicos, em que é imerso em água aquecida sob pressão e exposto ao vapor e à secagem. Desse procedimento, resulta um grão com mais nutrientes em relação ao arroz polido.

O arroz integral, por sua vez, não passa pela etapa de polimento, apenas a casca é retirada. Daí vem sua coloração mais escura, o gosto mais acentuado e a textura mais dura após o cozimento. O arroz integral é mais nutritivo que o tradicional, porque retém grande parte dos nutrientes que são eliminados no processo de polimento.

O arroz preto, cultivado na China há mais de 4 mil anos, é o mais rico em compostos benéficos à saúde, pois tem poder antioxidante, que previne o envelhecimento precoce. Contém 20% mais proteína e 30% mais fibra em relação ao arroz integral. Também tem menos gorduras e calorias.

Tipos de feijão

O feijão comum fornece, em cada 100 g, cerca de 350 calorias e até 24 gramas de proteínas. Diversas formas são cultivadas no mundo, mas poucos povos souberam tirar tanto proveito desse alimento como o brasileiro. A iguaria está presente na culinária de todos os estados, principalmente com o arroz, mas também com carnes, na forma de feijoada, sopas, caldos, baião de dois, acarajé, feijão tropeiro, dobradinha, salada, guisado, ensopado e tutu à mineira.

Feijão é o nome genérico para um grande grupo de plantas da família das leguminosas (Fabaceae), que tem como característica marcante a ocorrência do fruto do tipo legume, também conhecido como vagem. Nenhum feijão é melhor que outro e todos contêm ferro em proporções muito parecidas.

O feijão carioca é rico em proteína, zinco, ferro e cálcio, entre outros minerais. Tem esse nome porque suas listras lembram o calçadão de Copacabana, no Rio de Janeiro.

O feijão branco tem grãos grandes e, em sua composição, apresenta amido resistente, ideal para queimar gorduras. Já o preto ajuda a controlar o colesterol e a hipertensão arterial. É bastante consumido na Região Sul, no Espírito Santo e no Rio.

O feijão de corda, também conhecido como feijão-caupi ou fradinho, é fonte de proteína e energia, razão pela qual faz parte da dieta alimentar da população de muitos países subdesenvolvidos. O Brasil está entre os maiores produtores e consumidores mundiais.

Dicas

1 - Coma arroz e feijão diariamente: Não há problema em consumi-lo no almoço e no jantar, mas preste atenção ao tamanho da porção. A fibra do arroz e a do feijão reduzem o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e obesidade, além de contribuir para um melhor funcionamento do intestino.

2 - Não precisa lavar o arroz antes do cozimento: Esse trabalho é dispensável, já que o alimento será cozido. Também é importante lembrar que o arroz não é um prato principal, mas um complemento.

3 - Deixe o feijão de molho: Antes de prepará-lo, deixe-o de molho para reduzir o tempo de cozimento e os compostos (taninos, fitatos e oligossacarídeos) que diminuem a capacidade de digestão de certos alimentos e causam gases intestinais. Jogue a água do feijão fora e lave-o novamente.

4 - Para os fãs de feijoada, substitua a carne de porco pela carne seca magra: Dessa forma, você vai evitar o excesso de gordura do alimento, sem perder o sabor.'

Fonte: Bem Estar

terça-feira, 5 de julho de 2011

Saiba como consumir inhame, batata doce e aipim de forma saudável


Aproveitando o friozinho...

Apesar de muito parecidos, esses alimentos apresentam diferenças no valor nutricional e na quantidade de calorias.

Nas gôndolas, eles podem ser confundidos: macaxeira ou aipim, inhame ou batata doce. Todos são tubérculos, ou seja, raízes de grande valor nutritivo.

"O carboidrato é o principal componente desses alimentos, mas contém também outros nutrientes. Principalmente o inhame, que dos três é o mais rico e contém cálcio, fósforo, ferro e complexo B", explica a nutricionista Sônia Aragão.

O inhame é também o que menos engorda. 100 gramas possui 97 calorias. A mesma quantidade de batata doce tem 118. E de macaxeira, 151 calorias.

No caso destes alimentos ricos em carboidratos, a recomendação é substituir, no lugar de acrescentar. No café da manhã, comer inhame, por exemplo, no lugar do pãozinho francês. Em cada prato, a mesma quantidade: 100 gramas. Mas, no final, o pãozinho pode pesar bem mais na balança. Ele oferece 171 calorias a mais. Neste caso, o inhame é a opção mais saudável.

No almoço, esses alimentos devem substituir o arroz. Em porções de cem gramas ou quatro colheres de sopa, a economia pode ser de, no mínimo, 67 calorias. Se o inhame, a batata ou a macaxeira vêm em forma de purê ou outros pratos que levam ingredientes como leite e manteiga, é melhor ter cuidado. Nesse caso, é ideal reduzir para duas colheres da receita.

Não se deve esquecer que o prato à base de carboidrato não deve ser o único alimento da refeição. “Outros ingredientes, como salada, proteína e feijão, têm que fazer parte para se ter uma alimentação balanceada", diz a nutricionista.

Para o jantar, as melhores opções são as sopas e as saladas. Dependendo do preparo, esses vegetais podem surpreender no visual e no sabor.

Ao lado, a chefe Marana Figlioulo ensina a preparar um delicioso creme de aipim.

Ingredientes
- 1kg de aipim descascado

- 200g de queijo coalho ralado

- 1 lata de creme de leite com soro

- 45g de creme de cebola em pó

- 200g de carne de sol

- 1 maço de couve manteiga frito


O primeiro passo é colocar cerca de quatro xícaras de água para cobrir 1kg de macaxeira e deixar cozinhar até virar uma papa. Quando ela estiver bem cozida, feche o fogo e acrescente o creme de cebola. Ele pode ser substituído por creme de aspargo ou de ervilha.

Deixe a mistura esfriar um pouco e bata no liquidificador com o creme de leite. Leve ao fogo só para dar uma aquecida. Acrescente o queijo ralado e deixe derreter. Está pronto.

O creme de macaxeira pode ser servido como entrada (dentro da moranga), como um consumê com cobertura de couve ou ainda numa versão mais sofisticada, em pequenas taças. Você pode cobrir com carne de sol ou charque cozido desfiado e um puoco de couve manteiga frita no olho.

A receita pode ser servida em qualquer evento chique, passando num coquetel como um volante quente. O prato custa aproximadamente R$ 16 e rende 15 tacinhas. Mas cuidado para não exagerar! Cada taça tem 295 calorias, portanto, a recomendação é consumir apenas uma, eventualmente.

Fonte: Jornal Hoje