segunda-feira, 10 de março de 2014
5 armadilhas destroem a alimentação saudável, fuja delas
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Dieta Mediterrânea
Atividade física é o diferencial mesmo quando a alimentação é saudávelon email
sábado, 3 de agosto de 2013
Alimentação saudável para os idosos
1- Consumir alimentos ricos em vitaminas e minerais. Muitos idosos não consomem a quantidade que deveria, apresentando carência de alguns nutrientes. Por isso, deve fazer uma alimentação variada, consumir, por exemplo, cereais integrais, frutas, legumes, carnes e laticínios.
2- Escolher alimentos saudáveis. Ao utilizar alimentos saudáveis, as refeições serão mais atrativas, o que pode estimular o apetite do idoso. É uma forma de melhorar os aromas e os sabores dos alimentos para pessoas cujos sentidos do paladar e do olfato não são o que costumavam ser.
3- Fazer da refeição um evento social. Alguns idosos que vivem sozinhos ou sofrem de depressão, podem parar de cozinhar as suas próprias refeições, levando-os à perda do apetite. É importante fazer das refeições um encontro de família. É uma boa forma do idoso sentir-se motivado a alimentar-se.
4- Ter o hábito de realizar pequenos lanches. A grande maioria das pessoas não tem o hábito de fazer lanches, um idoso muito menos - já que perde o apetite com facilidade. Por isso, faça várias refeições durante o dia. Consuma uma fruta no meio da manhã e da tarde, um iogurte com cereais, um pão integral com queijo branco, são bons exemplos de lanches saudáveis.
5- Vá com o idoso ao supermercado e ajude-o a fazer compras. Ir sozinho ao supermercado pode ser uma carga de trabalhos para os mais velhos. Existe sempre a dificuldade de escolher os alimentos, de carregar as compras e saber em que seção estão determinados produtos. Assim, acompanhe o idoso.
Com uma alimentação correta, o idoso poderá viver de forma mais saudável e ainda evitar possíveis doenças.
domingo, 5 de maio de 2013
Alimentos que acabam com o mau humor
domingo, 28 de abril de 2013
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Dieta para diminuir hipertensão e evitar infarto vira moda nos EUA
Dieta dash foca ingestão em carnes magras, frutas, vegetais e cereais. Proposta reduz consumo de sódio e aumenta o de cálcio e potássio.

Uma dieta para reduzir a pressão arterial e, consequentemente, o risco de problemas cardiovasculares tem ganhado adeptos nos EUA, com promoção do Instituto Nacional de Coração, Pulmão e Sangue americano.
A dieta dash (sigla em inglês para “abordagem dietética para interromper a hipertensão”) concentra a ingestão de alimentos em carnes magras, frutas, vegetais, laticínios desnatados e cereais integrais.
Além disso, reduz consideravelmente o consumo de sódio a 2,4 mg por dia – a recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é de até 5 mg por dia, e o brasileiro consome três vezes esse valor. Também busca aumentar os níveis de cálcio, potássio e magnésio nas refeições.
De acordo com a nutricionista Mariana del Bosco, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso), o aumento de cálcio e potássio na alimentação interfere na maior eliminação de sódio pelo rim, o que facilita a redução da hipertensão.
Os benefícios também acabam passando pela diminuição da gordura saturada e de doces, o que tem impacto direto sobre os níveis de colesterol no sangue.
Segundo a nutricionista Mônica Beyruti, também da Abeso, essa não é uma dieta propriamente dita, mas um programa alimentar que serve de orientação para quem tem pressão alta.
“Dieta tem conotação de restrição. E a dash já existe há mais de dez anos e nunca deixou de ser usada. O que os especialistas estão fazendo agora é uma nova classificação de dietas e incluindo essa como top. Americanos adoram rankings”, afirma Mônica.
Restrição calorica
Em geral, a "dash diet" não prevê muita restrição calórica: a pessoa pode consumir 2 mil kcal por dia, desde que de alimentos saudáveis – já que o objetivo direto não é perder peso, mas uma consequência, se necessário.
“Há pessoas que não conseguem emagrecer sem restrição de calorias”, diz Mônica. A especialista destaca também que esse plano alimentar deve ser potencializado com um peso saudável e a prática regular de exercícios físicos.
Segundo ela, cortar de 500 kcal a 1.000 kcal é suficiente para um emagrecimento com saúde, o que pode resultar entre 1 kg a 4 kg a menos no fim do mês.
“Antes de 2006, o Ministério da Saúde recomendava 2.200 kcal por dia para um adulto médio. Hoje já são 2.000 kcal. A perda de peso é sempre consequência de um balanço negativo de energia”, destaca Mariana.
Segundo ela, um profissional não recomenda dietas da moda aos pacientes, mas adaptações de várias propostas que se adapte a cada caso.
Fonte: Bem Estar
segunda-feira, 5 de março de 2012
Alimentação Macrobiótica

A macrobiótica vai além de uma prática alimentar, como o vegetarianismo, é um estilo e filosofia de vida. Além de se alimentar forma diferente, o adepto da macrobiótica clássica precisa aprender a dormir, acordar, se vestir, se banhar, dentre outros hábitos.
A dieta macrobiótica enfatiza o equilíbrio entre o yin e yang a partir da ingestão combinada de legumes, cereais integrais, soja e derivados. A palavra macrobiótica vem do grego e significa, essencialmente, longa vida. Vem de macro - maior - e bio - vida.
O ideal na dieta macrobiótica é não consumir nenhum produto animal, mas é permitida pequena quantidade de peixes e frutos do mar. Também são proibidos alimentos processados, refinados (como farinha refinada e açúcar), produtos com cafeína (chocolate, café, chá preto e verde), leite e derivados.A dieta da cozinha macrobiótica consiste em 50% a 60% de cereais, 30% de vegetais, 5% de sopa e pequenas quantidades de outros alimentos.
Na dieta macrobiótica são permitidos água, chá de ervas, grãos inteiros, vegetais cozidos ou crus, peixes, legumes cozidos ou crus, leguminosas, frutas, oleaginosas, sal marinho, cereais integrais, soja, queijo tofú e sementes. De todos os alimentos, o mais importante e considerado equilibrado é o arroz integral.
Na dieta macrobiótica tudo deve ser orgânico. Além disso, deve-se mastigar no mínimo 50 vezes cada porção e evitar o uso de panelas de alumínio na preparação dos alimentos. Os alimentos devem ser preparados em panelas de cobre, com a utilização de colher de madeira ou bambu.
A limitação imposta no consumo de carne e laticínios pode representar uma alimentação desequilibrada, pobre em calorias, vitaminas e minerais essenciais à saúde, como cálcio, ferro e vitamina D.
Logo, crianças e mulheres grávidas ou amamentando não devem seguir uma dieta macrobiótica.
Fonte: Blog da BBel



