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sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Frango com salada não é sempre a opção mais saudável do cardápio

o existe um alimento que seja mais saudável que o outro, é tudo uma questão de equilíbrio. O filé de frango tem menos calorias que o bovino – 150 contra 269 para os mesmos 100 gramas –, mas é pobre em ferro.

Eles apresentaram quatro refeições bem nutritivas, que englobam os principais grupos de alimentos: frango com polenta, macarrão à bolonhesa, arroz com peixe (veja a receita da sardinha escabeche no fim do texto) e sanduíche de ovo. Além desses pratos, você confere o de milho com lentilha.


Um levantamento do Ministério da Saúde mostra que a participação das carnes na alimentação dos brasileiros cresceu 50%. Somente os embutidos, como a salsicha, tiveram um aumento de 300% no consumo.

Esse crescimento da demanda requer atenção. O ideal é limpar bem as carnes antes do preparo e optar pelas menos gordurosas. É na gordura que mora o grande perigo, pois ela eleva o risco cardíaco a obesidade. Por isso, o governo recomenda um consumo diário moderado: um bife bovino ou outra proteína grelhada com 64 gramas, ou o tamanho da palma da mão.

Eric Slywitch, nutrólogo, ressaltou que é um engano pensar que carne não engorda porque se trata de proteína. O indivíduo pode ganhar peso, sim, e desenvolver problemas graves de saúde se abusar. Pelo acúmulo de gordura, podem aumentar as chances de doenças no fígado, câncer de cólon e reto.

Isso só ocorre, porém, se o consumo for exagerado. Na medida certa, a carne é uma boa fonte de nutrientes. Além de rica em ferro, é a principal origem de vitamina B12, presente ainda em leite e ovos. Essas duas substâncias são importantes para a produção de hemácias, células que transportam oxigênio e compostos pelo sangue. A deficiência delas, portanto, pode levar à anemia.

No caso dos vegetarianos, é importante consultar um médico ou nutricionista para garantir a substituição adequada dos alimentos e não ter riscos à saúde. Quanto mais restrita for a alimentação, isto é, se exclui carnes, leite e derivados e/ou ovos, mais importante é essa orientação.

Banana

A fruta é rica em energia e ajuda no controle de funções importantes do corpo, como pressão arterial e intestino. Além disso, é rica em potássio, nutriente importante para os músculos e batimentos cardíacos. Outra vantagem da fruta é a presença da vitamina B6, essencial à produção de serotonina, substância que contribui para que o cérebro relaxe.

Receita da sardinha escabeche

Ingredientes:


- 25 g de filé de sardinha
- 1/4 de cebola
- 4 fatias de tomate
- 1 colher de sopa de pimentão verde
- 1 colher de sopa de pimentão vermelho
- 1/2 colher de sopa de azeite de oliva
- 1 colher de sopa de vinagre
- 1/2 dente de alho
- Ramos de salsinha
- Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo:


Fazer uma "cama" em uma travessa com a cebola cortada em rodelas. Colocar as sardinhas e cobri-las com os demais ingredientes, finalizando com o óleo e o vinagre. Levar ao forno (coberto com papel alumínio) e deixar por 20 a 30 minutos.

Fonte: Bem Estar


domingo, 15 de abril de 2012

Arroz e Feijão: uma combinação completa de proteínas e vegetais

Habitos saudaveis (Foto: Arte/G1)





Quando você pensa em comida típica brasileira, lembra logo de quê? Provavelmente, do tradicional feijão com arroz. Só no ano passado, a população do país consumiu 3,5 milhões de toneladas de feijão e 8,7 milhões de toneladas de arroz.


A receita remonta ao tempo dos índios, depois dos escravos e permanece em alta até hoje. Do ponto de vista nutricional, a combinação é completa e traz mais benefícios à saúde junta do que separada. Isso porque, quando a pessoa consome uma leguminosa como o feijão com um cereal, no caso o arroz, o organismo consegue fazer a digestão de todas as vitaminas e proteínas vegetais.

O arroz é rico em uma proteína chamada lisina, enquanto o feijão contém muita metionina. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), um prato de arroz com feijão garante a absorção de mais de 80% dessas proteínas. Além disso, o arroz oferece carboidratos, vitaminas e minerais, segundo o endocrinologista Alfredo Halpern e a nutricionista Sônia Tucunduva.

O Ministério sugere o seguinte consumo: uma parte de feijão para duas de arroz. O feijão tem carboidratos e é rico em fibras, vitamina B, ferro e cálcio. Já a feijoada, com a inclusão de embutidos como linguiça, joelho e outras partes do porco, torna o prato pouco saudável.

Benefícios do arroz
É rico em vitaminas do complexo B- Reduz o colesterol ruim- Tem menos de 1% de gordura- Faz bem ao coração e a outros músculos- Melhora a pele, o sistema nervoso e o aparelho digestivo- Contribui para o metabolismo de carboidratos, gorduras e proteínas

- É bom para os olhos

Benefícios do feijão
É fonte de vitaminas B1, B2, B3 e B9- É rico em proteínas e minerais (potássio, ferro, fósforo, cálcio, cobre, zinco e magnésio)- Faz bem para o intestino- Melhora o sistema nervoso- Ajuda a crescer

Tipos de arroz

A dupla preferida dos brasileiros no dia a dia é o arroz polido, popularmente conhecido como branco, e o feijão carioca, com tom marrom claro e grãos menores.

O arroz branco perde vitaminas e minerais depois de descascado. Já o parboilizado, quando ainda está na casca, passa por um processo, sem agentes químicos, em que é imerso em água aquecida sob pressão e exposto ao vapor e à secagem. Desse procedimento, resulta um grão com mais nutrientes em relação ao arroz polido.

O arroz integral, por sua vez, não passa pela etapa de polimento, apenas a casca é retirada. Daí vem sua coloração mais escura, o gosto mais acentuado e a textura mais dura após o cozimento. O arroz integral é mais nutritivo que o tradicional, porque retém grande parte dos nutrientes que são eliminados no processo de polimento.

O arroz preto, cultivado na China há mais de 4 mil anos, é o mais rico em compostos benéficos à saúde, pois tem poder antioxidante, que previne o envelhecimento precoce. Contém 20% mais proteína e 30% mais fibra em relação ao arroz integral. Também tem menos gorduras e calorias.

Tipos de feijão

O feijão comum fornece, em cada 100 g, cerca de 350 calorias e até 24 gramas de proteínas. Diversas formas são cultivadas no mundo, mas poucos povos souberam tirar tanto proveito desse alimento como o brasileiro. A iguaria está presente na culinária de todos os estados, principalmente com o arroz, mas também com carnes, na forma de feijoada, sopas, caldos, baião de dois, acarajé, feijão tropeiro, dobradinha, salada, guisado, ensopado e tutu à mineira.

Feijão é o nome genérico para um grande grupo de plantas da família das leguminosas (Fabaceae), que tem como característica marcante a ocorrência do fruto do tipo legume, também conhecido como vagem. Nenhum feijão é melhor que outro e todos contêm ferro em proporções muito parecidas.

O feijão carioca é rico em proteína, zinco, ferro e cálcio, entre outros minerais. Tem esse nome porque suas listras lembram o calçadão de Copacabana, no Rio de Janeiro.

O feijão branco tem grãos grandes e, em sua composição, apresenta amido resistente, ideal para queimar gorduras. Já o preto ajuda a controlar o colesterol e a hipertensão arterial. É bastante consumido na Região Sul, no Espírito Santo e no Rio.

O feijão de corda, também conhecido como feijão-caupi ou fradinho, é fonte de proteína e energia, razão pela qual faz parte da dieta alimentar da população de muitos países subdesenvolvidos. O Brasil está entre os maiores produtores e consumidores mundiais.

Dicas

1 - Coma arroz e feijão diariamente: Não há problema em consumi-lo no almoço e no jantar, mas preste atenção ao tamanho da porção. A fibra do arroz e a do feijão reduzem o risco de doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e obesidade, além de contribuir para um melhor funcionamento do intestino.

2 - Não precisa lavar o arroz antes do cozimento: Esse trabalho é dispensável, já que o alimento será cozido. Também é importante lembrar que o arroz não é um prato principal, mas um complemento.

3 - Deixe o feijão de molho: Antes de prepará-lo, deixe-o de molho para reduzir o tempo de cozimento e os compostos (taninos, fitatos e oligossacarídeos) que diminuem a capacidade de digestão de certos alimentos e causam gases intestinais. Jogue a água do feijão fora e lave-o novamente.

4 - Para os fãs de feijoada, substitua a carne de porco pela carne seca magra: Dessa forma, você vai evitar o excesso de gordura do alimento, sem perder o sabor.'

Fonte: Bem Estar

terça-feira, 22 de junho de 2010

Importância da Alimentação Infantil


1. Comece cedo

A partir dos 6 meses, ofereça os primeiros alimentos para o bebê, além do leite materno. Comece com papinhas doces. Bebês gostam do sabor doce das frutas, por isso esse truque facilita a aceitação.


2. Deixe seu bebê matar a curiosidade

As crianças pequenas costumam fazer uma lambuzeira com comida. Não se preocupe, essa é a maneira que o seu filho tem de conhecer os alimentos, as texturas, os sabores... Deixe que ele se divirta um pouco e crie intimidade com os alimentos.

3. Deixe pedacinhos sólidos

Aos poucos, deixe pedaços sólidos na papinha. A partir dos 8 meses, o sistema digestivo já é capaz de lidar com alimentos semi-sólidos, porque o grau de tolerância gastrointestinal e a capacidade de absorção de nutrientes aumentam.


4. Insira um alimento novo de cada vez

Não faça uma papinha cheia de alimentos misturados. Primeiro você precisa testar um ingrediente novo por vez para, no caso de o bebê ter alguma reação, você saber o que a causou. Além disso, o seu pequeno está desenvolvendo o paladar e conhecendo novos sabores, se você misturar muita coisa, o sabor dos ingredientes se perde.


5. Ofereça variedade

A introdução dos alimentos complementares deve ser gradual, sob a forma de papas, oferecidas com a colher. A dieta deve ser equilibrada e variada, para oferecer todos os tipos de nutrientes.


6. Não exagere nos temperos

O paladar se forma nos primeiros anos de vida. É importante não abusar do sal e do açúcar porque assim a criança já cresce comendo apenas o necessário. Esses dois ingredientes nunca são bons em excesso.


7. Coloque o seu bebê sentado para comer

Mesmo que precise de apoio, o bebê já consegue sentar com 6 meses. Quando for alimentá-lo, é importante que ele esteja sentado para não engasgar e para criar uma atmosfera gostosa durante as refeições.


O MINISTÉRIO DA SAÚDE INFORMA: APÓS OS 6 (SEIS) MESES DE IDADE CONTINUE AMAMENTANDO O SEU FILHO E OFEREÇA NOVOS ALIMENTOS