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sábado, 8 de junho de 2013

Quinoa


Provenientes dos países andinos e do México, a Quinoa, o Amaranto e a Chia são os alimentos da vez. Com valores nutricionais altamente benéficos ao organismo, estes grãos vem sendo cada vez mais consumidos no Brasil, onde o cultivo também tem se difundido.

Quinoa

quinoa ou quinua real, originária da Bolívia, já era cultivada e consumida pelos incas a mais de 10.000 anos, sendo considerada por eles como alimento sagrado.

É um alimento de origem vegetal, considerado um pseudo-cereal, pois não pertence nem a família dos cereais nem das leguminosas. Da família do espinafre e da beterraba, é encontrada na natureza nas cores branca, vermelha e negra, em grãos de aproximadamente 2,00mm de diâmetro e com textura macia e sabor suave, semelhante ao da noz ou da soja.

NÃO CONTÉM GLÚTEM
O grão possui proteína de alta qualidade, baixo teor de colesterol, além de grandes quantidades de vitaminas e minerais. A quinoa também não apresenta glúten em sua composição, podendo ser consumida pelos portadores da doença celíaca.

Destaca-se a quantidade de fibras presente na quinoa. As fibras colaboram com o bom trabalho intestinal, ajudam no controle dos níveis de colesterol e glicemia no sangue, entre outras funções importantes para o organismo.

A quinoa é fonte de carboidrato de baixo índice glicêmico, isto é, alcançam a corrente sanguínea de forma lenta e contínua, evitando a produção de insulina, que é responsável pela produção das "gordurinhas". Desta forma, provêem energia durante prolongado período de tempo. Assim, você consegue retardar a fome, evitando a “montanha-russa” nos níveis de açúcar no sangue e obtendo uma maior sensação de saciedade e disposição para as tarefas diárias e atividades físicas. 
É um Alimento 100% orgânico.  Sua riqueza protéica é bem maior que outros de sua espécie, podendo perfeitamente substituir as proteínas de origem animal. 

    - Sua proteína é composta por uma combinação de TODOS os AMINOÁCIDOS ESSENCIAIS (16 aminoácidos) para a alimentação humana.
    - Possui de 11 a 14% de proteína vegetal, com ALTÍSSIMO VALOR BIOLÓGICO e de ALTA ABSORÇÃO pelo organismo.
    - Considerada a melhor substituta à carne, porém livre de gorduras saturadas e de colesterol.
    - ISENTO DE GLÚTEN
    - Rica em SAIS MINERAIS (magnésio, potássio, zinco e manganês), e VITAMINAS (B1, B2, B3,C e E).
    - Contém ferro e cálcio
    - Fonte de ÔMEGA 3 e 6.
    - Sem restrição de consumo.

A quinoa tem sabor suave, quase neutro, e pode ser servida tanto como ingrediente de alimentos doces quanto salgados. A quinoa pode complementar a salada, pode fazer parte de receitas de doces ou acompanhar carnes e massas.

É comercializada em grãos, farinha ou flocos, além de derivados como macarrão e até barra de cereais, e pode ser facilmente encontrada nos supermercados ou casas de produtos naturais.

Formas de consumo:
"Os grãos, por exemplo, podem ser incorporados a saladas, bolinhos, cuscuz, tabule, com legumes ou cozido da mesma forma que o arroz, podendo substituí-lo". "Já os flocos devem ser consumidos, principalmente, no café da manhã (duas colheres de sopa por dia não interferem na dieta), acompanhando frutas, leite e iogurtes e até mesmo nas saladas. A farinha faz parte das receitas de massas, pães, bolos e tortas". 

Para preparar o grão, a proporção é a mesma do arroz: duas xícaras de chá de água para cada xícara de chá de quinoa. Quando a água ferver, abaixe a temperatura, acrescente os temperos e os grãos, tampe a panela e deixe cozinhar por 12 a 15 minutos", ensina Gabriella Guerreiro Pereira, da Nutrienssencial Consultoria Nutricional, de São Paulo.

Site: Diabetes e Deleites

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Anvisa estabelece novos critérios para dados nutricionais nos rótulos de alimentos


Novas regras para que produtos possam conter textos como "light" e "sem açúcar" vão valer a partir de 2014



 Segundo resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicada dia 13 de Novembro no Diário Oficial da União (DOU), informações nutricionais presentes em rótulos de alimentos - como "light", "rico em", "fonte de" e "não contém" - deverão seguir novos critérios a partir de 1º de janeiro de 2014. As novas regras vão ajustar os regulamentos do Brasil aos do Mercosul e, assim, facilitarão o comércio entre os países. 
Uma das medidas da Anvisa determina que a expressão light só poderá ser empregada em alimentos que apresentarem redução de algum nutriente em comparação com uma versão convencional do mesmo produto. Antes dessa resolução, o termo podia ser aplicado em alimentos com baixo teor de algum nutriente - mas não necessariamente um teor menor do que o produto de referência.
A publicação também determinou que, para um alimento ter em seu rótulo a informação de que é rico em alguma proteína, ele deve atender a um critério mínimo de qualidade. Essa alteração poderá proteger o consumidor de práticas enganosas, como o rótulo ter a informação de que o produto é rico em proteína, mas ser um alimento incompleto e de baixa qualidade.
A Anvisa também decidiu alterar o cálculo que determina se as informações nutricionais podem ser veiculadas. Atualmente, para que um produto possa exibir o texto "sem açúcar" em seu rótulo, por exemplo, não pode ter mais do que 0,5 gramas de açúcares em 100 gramas ou 100 mililitros do alimento. A partir de 2014, essas informações deverão ser estipuladas com base na porção do alimento. No caso do açúcar, portanto, o alimento não poderá ter mais do que 0,5 gramas por porção completa. 
Foram criadas também oito novas alegações nutricionais, cada uma com seus critérios para aparecer nos rótulos. São elas: "não contém gorduras trans", "fonte de ácidos graxos ômega 3", "alto conteúdo de ácidos graxos ômega 3", "fonte de ácidos graxos ômega 6", "alto conteúdo de ácidos graxos ômega 6", "fonte de ácidos graxos ômega 9", "alto conteúdo de ácidos graxos ômega 9" e "sem adição de sal".
A norma não inclui alimentos para "fins especiais", que são aqueles especialmente formulados ou processados, com modificações no conteúdo de nutrientes. Esses alimentos são, geralmente, direcionados a pessoas com dieta diferenciadas, com necessidades específicas de condição metabólica e fisiológica - como produtos com restrição de sódio, gordura e proteínas.

Traduza os rótulos e escolha bem os alimentos

É só começar a dieta que muita gente não hesita em encher o carrinho de compras com produtos light. Desse jeito, é fácil errar a mão, ignorando até mesmo as quantidades das porções. Entenda como são feitas hoje as determinações para produtos light, diet ou rico em algum nutriente e faça a comparação:

Diets

Diet é aquele produto que indica em sua embalagem a ausência total de algum nutriente ou ingrediente, que pode ser o açúcar, o sal, a gordura, a lactose, entre outros. Segundo a nutricionista Camila Abreu, a escolha do "diet" deve variar conforme a necessidade de cada pessoa. "Produtos específicos para diabéticos devem ser totalmente isentos de açúcar, por exemplo."

Lights

Já os alimentos classificados como "light" têm uma redução de pelo menos 25% da quantidade de um determinado elemento de sua composição em relação ao alimento tradicional. "São aqueles com baixo teor de componentes - sódio, açúcares, gorduras, colesterol - e/ou calorias, ou seja, não são isentos totalmente como os diet", explica Camila. No entanto, a redução calórica pode ser muito pequena e o sabor pode ser compensado aumentando a quantidade de outros pontos da composição.

Promessas do rótulo

São cada vez mais comuns alimentos com chamadas tipo "zero gordura" ou "rico em fibras", mas a informação quer dizer pouco se não for comparada aos outros pontos indicados na tabela nutricional. "Isso não é suficiente para saber se aquele alimento está livre de calorias, gorduras ou açúcar, por exemplo", afirma a nutricionista Roseli Rossi, da Clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo. Ainda há o risco de que a indicação nos rótulos seja referente a uma porção, ou seja, extrapolando esta cota, a promessa do rótulo já fica para trás.

Anote as dicas

O ganho de peso acontece devido ao consumo excessivo de calorias não gastas durante o dia. Entretanto, a recomendação é que todos os nutrientes sejam distribuídos entre todas as refeições do dia. Se você não conhece a composição dos alimentos, é fácil: varie. Inclua no seu cardápio alimentos de origem animal (carnes e leites), vegetais (cereais, frutas, legumes e verduras) e faça pequenos lanches entre essas refeições. Assim, você terá uma variedade de alimentos e evitará o acúmulo de um determinado nutriente.

Fonte: Minha Vida

quarta-feira, 27 de junho de 2012

Trio Andino: Amaranto, Chia, Quinoa



Amaranto: estudo realizado pelo Laboratório de Bioquímica e Propriedades Funcionais dos Alimentos da Universidade de São Paulo (USP), que investiga os chamados alimentos funcionais mostrou que o amaranto é um excelente redutor dos níveis de colesterol plasmático através de sua fração protéica que, ao ser digerida, inibe a enzima responsável pelo acúmulo de colesterol no organismo. Naturalmente rico em proteínas de alto valor biológico, é fonte de fibras, vitaminas - A, B6, riboflavina (B2), folato (ácido fólico)
minerais - cálcio, ferro, magnesio, fósforo, potássio, zinco, cobre, e manganês.


Quinoa: A OMS (organização Mundial de Sáude) a considera um alimento único, sua qualidade é comparada ao leite materno. Foi selecionada pela NASA para integrar a dieta dos astronautas em vôos espaciais de longa duração, devido ao seu extraordinário valor nutritivo. Possui 23% de proteínas, com 20 aminoácidos, sendo que 10 deles são essenciais: histidina, isoleucina, leucina, lisina, metionina, fenilalanina, treonina, triptofano, valina e arginina. Rica em vitaminas A, B6, B1. Rica em ômega 3 e 6. Em cada 100g, são 10,9mg de ferro , importante no combate da anemia e imunidade do corpo.
Chia: Chia é a palavra Maia para designar força. É considerada por muitos especialistas em nutrição um superalimento da natureza. É uma excelente fonte de fibras alimentares solúveis (80%) e insolúveis (20%), e a maior fonte natural de ômega 3. É fonte de proteína completa, fornecendo todos os aminoácidos essenciais ao organismo. Seus antioxidantes estão associados a diminuição da incidências de doenças crônicas não degenerativas como obesidade, diabetes, hipertensão, etc. Fonte de cálcio, fósforo, magnésio, manganês, cobre, ferro, molibdênio, niacina e zinco.
Fonte: Grings