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sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

Dieta Mediterrânea



Atividade física é o diferencial mesmo quando a alimentação é saudável
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Uma alimentação rica em peixes, azeite de oliva, nozes e legumes combinada com a prática regular de exercícios físicos é ideal para manter o cérebro afiado. A atualização de uma pesquisa, realizada pela Columbia University Medical Center (EUA), apontou que associar a dieta mediterrânea e ter uma vida ativa afastam o risco de desenvolver o Mal de Alzheimer e outras doenças cognitivas.

O estudo avaliou mais de 1.400 homens e mulheres, residentes na França, e constatou que o risco de Alzheimer caía para 61% a 67% quanto mais a dieta se aproximava à mediterrânea. Na pesquisa anterior, de 2006, esse índice era de 40%. Os pesquisadores atribuem a diferença positiva ao fato de os participantes da última versão serem fisicamente mais ativos. Os exercícios físicos, portanto, são um diferencial para manter a memória em dia.Rica em gordura monoinsaturada, a dieta mediterrânea já era conhecida por seus benefícios ao coração. Os principais participantes dos pratos são as gorduras protetoras, que agem contra o desenvolvimento de doenças cardiovasculares , diz a nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella. Alguns dos seus efeitos é aumentar o nível de colesterol bom (HDL) e diminuir as taxas do colesterol ruim (LDL) do sangue, além de evitar a obstrução das artérias.

Conheça as principais características da dieta mediterrânea: 
- Tem baixo consumo de carne vermelha 
- É rica em vegetais, frutas, cereais e nozes 
- Tem alto consumo de peixes 
- Permite o consumo moderado de vinho
- Usa o azeite de oliva como fonte de gordura saudável
Fonte: Minha Vida

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Embalagem de congelados está relacionada a doenças do coração


Especialistas alertam para material de risco, o mesmo dos pacotes de pipoca para micro-ondas

Dieta cheia de gordura e açúcar, falta de exercícios físicos e histórico familiar são os principais causadores de doenças cardiovasculares. Transformar a rotina em nome de hábitos saudáveis ainda é a melhor maneira de prevenir problemas como colesterol alto, hipertensão e infarto. Reconhecida a importância desses cuidados, agora os pesquisadores se voltam para outros fatores que podem interferir na saúde do coração e a descoberta mais recente está relacionada às embalagens de muitos produtos, incluindo alimentos.

Pesquisadores da Universidade de West Virginia, nos Estados Unidos, recolheram amostras do sangue de mais de 1,2 mil pessoas, entre os anos de 1999 e 2004. O objetivo era avaliar a presença do ácido perfluoro-octanóico, substância comum na composição de embalagens de alimentos e na produção de lubrificantes, tintas, papel e material têxtil. Segundo o estudo, 98% da população americana tem o composto no sangue. Mesmo com observação meticulosa, os médicos ainda não compreenderam bem como o ácido pode influenciar o histórico de doenças cardiovasculares, apenas encontraram relação entre os dois fatores.
No caso dos alimentos, são as pipocas de micro-ondas e os congelados que apresentam alta concentração do composto químico. Isso acontece principalmente porque o ácido, conhecido pela sigla PFOA, ajuda a preservar o material quando exposto a altas temperaturas. Além disso, ele conserva as gorduras usadas para dar consistência e sabor a essas receitas. O ideal, para evitar o contato de risco, é retirar os alimentos da embalagem antes de aquecê-los e preferir a pipoca feita na panela em vez da versão para micro-ondas. 


Alimentação adequada reduz o risco de doenças no coração

Fatores de risco como idade, sobrepeso, sendetarismo ou tabagismo estão diretamente relacionados com a chance de ter doenças cardiovasculares. Mas a mudança de hábitos e um controle alimentar pode diminuir o risco de ter algum problema. Descubra os alimentos amigos do seu coração: 

Oleaginosas
Castanhas, nozes e amêndoas são muito saborosas e podem ser consumidas para proteger o seu coração. Segundo estudo da Universidade Park, nos EUA, elas reduzem o risco de males cardíacos entre 25% e 39%. "Mas fique atento às versões industrializadas, fritas ou adicionadas de muito sal ou açúcar: nesse formato, o benefício fica de lado", afirma a nutricionista Fabiana Honda, da Patricia Bertolucci Consultoria Nutricional.

Chocolate
O chocolate amargo, quando consumido em pequenas quantidades, diminuiu o risco de um ataque cardíaco. Foi o que expos um relatório da Associação de Cardiologia dos Estados Unidos, em Chicago. De acordo com os especialistas, o doce diminui a tendência de coagulação das plaquetas, processo que obstrui os vasos sanguíneos.PeixesVítimas de ataques cardíacos atendidas no Centro de Pesquisas Médicas de Cardiff, no País de Gales, conseguiram evitar novos problemas em 29% apenas por incluírem peixe na dieta ao menos duas vezes pode semana. A nutricionista Fabiana Brunacci, da Equilibrium Consultoria, dá algumas dicas de como consumi-lo: "o ideal é comer o peixe grelhado ou assado, de preferência acompanhado de molhos leves, arroz, purês e vegetais".

Azeite de oliva
O azeite de oliva é um dos queridinhos quando o assunto é saúde do coração. "Ele possui muitos ácidos graxos monoinsaturados e antioxidantes, sendo um aliado na diminuição do LDL, o colesterol ruim", afirma Fabiana Honda. 

Fonte: Minha Vida


domingo, 14 de abril de 2013

Alimentos que aceleram o metabolismo


Acelerando o metabolismo
A alimentação é a nossa principal fonte de saúde, por isso é tão importante levar em consideração os alimentos que possuem benefícios para o nosso organismo. Além de melhorar a nossa condição de vida, uma nutrição saudável também pode garantir mais energia e, ainda, auxiliar na perda de peso, quando esse é o seu objetivo.
Para que tudo isso aconteça, é preciso estimular o nosso metabolismo, que por vezes anda bem preguiçoso. Alguns alimentos têm o poder de proporcionar energia para o organismo, acelerando esse metabolismo, o que facilita a prática de muitas atividades e o processo de emagrecimento. Vejam alguns deles:


Azeite de oliva – alimento rico em ácidos graxos insaturados, seu consumo é recomendado devido a sua boa quantidade de antioxidantes e os efeitos positivos de seus ácidos graxos monoinsaturados sobre a hipertensão arterial e perfil lipídico.
Chá verde – apresenta poder antioxidante, possui compostos que colaboram na redução do LDL. Podendo contribuir na redução do risco de câncer e doenças cardiovasculares.

Frutas e vegetais amarelos, laranja e vermelho - mamão, batata doce, manga, cenoura, tomate, laranja. Atuam como poderosos antioxidantes.

Frutas e vermelho azulados, como repolho roxo, uva roxa, vinho tinto – possuem flavonóides que combatem os radicais livres, protegendo os tecidos da sua ação.

Soja – os fitoestógenos presentes na soja atuam como antioxidantes bloqueadores de carcinógenos e, podem ajudar a prevenir câncer como o de mama, ajuda a reduzir os riscos de doenças cardiovasculares, colabora nos incômodos da menopausa.

Peixes - os peixes ricos em ômega 3, como a sardinha, o bacalhau e o salmão, previnem infartos e derrames, ao baixar os níveis de triglicérides e de LDL.

Fonte: Blog Toda Perfeita

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Alimentos de Inverno

Quando chega o inverno, logo vem à cabeça pratos gordurosos, como fondue, queijos amarelos e chocolate quente com marshmallows. No entanto, a estação mais fria do ano pode - e deve - ser relacionada a alimentos saudáveis e com baixa caloria, que podem muito bem fazer parte da dieta. Confira a lista de delícias que podem ser consumidas e anote as dicas de nutricionistas para acertar na quantidade e no modo de preparo: 



Sopas

Prato típico do inverno, a sopa caseira pode ser muito nutritiva se for preparada com os devidos cuidados. "Evite temperos prontos, que têm uma grande quantidade de sódio e gordura, componentes que aceleram o aumento de peso e podem até agravar doenças cardiovasculares", diz a nutricionista Simone Abreu, da Clínica BeSlim, de São Paulo. "Deve-se ter cuidado também com a ingestão de sopas à base de creme de leite, pois estas costumam ser mais calóricas." 
As sopas mais magras são de legumes e verduras, principalmente as de folhas como repolho, espinafre e agrião. Para sabores diferentes, experimente uma de alho poró ou de creme de moranga. Segundo a especialista, uma sopa de creme de legumes tem em média 84 kcal em 250 ml - uma explosão de nutrientes com baixíssima caloria.


Chás

Beber chá traz vários benefícios à saúde, como proteção das artérias e auxílio na digestão, além do poder anti-inflamatório e antioxidante. Segundo a nutricionista Myrla Merlo, da clínica Da Matta Fisio, em Belo Horizonte, tantos os chás de saquinho quanto os naturais podem ser consumidos sem prejuízos à dieta. Eles possuem baixíssimo valor calórico: uma xícara tem aproximadamente 2 kcal - se você acrescentar uma colher de chá de açúcar, passará a ter 22kcal. 

"No entanto, os chás industrializados trazem várias partes da planta, como folhas e talos, diminuindo a concentração dos princípios ativos da erva e os seus efeitos", diz a nutricionista. Além disso, os chás industrializados devem ser comprados somente se tiverem rotulagem adequada às normas da ANVISA, garantindo que a extração e a concentração da erva seja feita corretamente. Já nos chás naturais, é preciso observar as condições de higiene da planta, comprar somente de fornecedores conhecidos, observar o estado de conservação da erva e certificar-se de que aquela planta é mesmo a que você procura.


Vinho

Estudos comprovam que a ingestão moderada de vinho tinto reduz o risco de doenças cardiovasculares, doenças respiratórias e demências, ajuda na digestão e até fortalece os ossos. "Todos esses benefícios estão relacionados aos potentes antioxidantes presentes na casca e nas sementes da uva", explica a nutricionista Myrla. Uma taça de 120 ml de vinho tinto tem aproximadamente 86,50kcal. A quantidade recomendada é de uma taça de vinho para mulheres e até duas para homens por dia. "Essas quantidades, porém, pressupõem que a pessoa mantenha outros hábitos saudáveis, como uma dieta adequada e a prática de exercícios físicos", lembra a profissional.'

Frutas da estação

As frutas típicas do inverno são: abacaxi pérola, melão, morango e caju. "Todas elas são ricas em vitamina C, nutriente muito importante para o sistema imunológico, principalmente no inverno", explica Simone Abreu. De acordo com a nutricionista, esse grupo de frutas é rico em fibras que ajudam a controlar o colesterol e manter o intestino trabalhando direito, além de possuírem antioxidantes, substâncias que ajudam a prevenir câncer. Uma fatia média de melão contém 19 calorias, nove unidades de morango têm 43 calorias, uma unidade de caju possui 37 calorias e cem gramas de abacaxi pérola contêm apenas 48 calorias.

Canela

"A canela tem ação estimulante, termogênica e antidiarreica - facilita a digestão, diminui o colesterol LDL, controla a glicose e diminui a compulsão por carboidratos e doces", afirma Myrla Merlo. Além disso, ela protege o corpo de doenças respiratórias por conter propriedades antibacterianas, expectorantes e anti-inflamatórias. É indicada para quem tem bronquite, resfriados, tosse ou infecções como faringite e laringites. A nutricionista, no entanto, explica que a canela não pode ser misturada a bebidas muito quentes, pois as suas propriedades serão perdidas. "O ideal é polvilhar a canela por cima da bebida quando ela já estiver mais morna", aconselha.

Gengibre

Essa raiz é rica em vitamina C, capaz de imunizar o organismo contra gripes e constipações, reduzir o colesterol, cicatrizar as feridas, proteger as gengivas e defender o organismo dos radicais livres. "Além disso, o gengibre contém vitaminas B3 e B6, que ajudam a aliviar os sintomas da TPM, e antioxidantes como magnésio, selênio e zinco", diz a nutricionista Myrla. Uma colherzinha de café com aproximadamente seis gramas de gengibre em pó tem três calorias. Ele também pode ser consumido cru, refogado, em forma de chá, utilizado como tempero e até adicionado em sucos. "A recomendação é de um pedaço de 2 cm, três vezes ao dia, ou então fazer um chá com um pedaço de 6 cm e tomá-lo três vezes ao dia", aconselha Simone Abreu.

Pinhão

O pinhão é rico em gorduras insaturadas, benéficas principalmente para a saúde do nosso coração. Seus principais nutrientes são manganês, zinco, vitamina E e vitamina C, antioxidantes que fortalecem nosso sistema imunológico, prevenindo contra doenças e infecções. "Ele também tem propriedades energéticas, agindo no combate à fadiga", explica a nutricionista Myrla. No entanto, ela alerta que o pinhão possui um valor calórico alto: 30 calorias por unidade. "O ideal é consumir apenas 100 gramas, duas ou três vezes por semana", diz.

Fonte: Minha Vida

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Gordura Trans

Ainda que consumida em pouca quantidade, é verdade que a gordura trans pode afetar o organismo?

Estudos científicos comprovam que a gordura trans é muito prejudicial à saúde, pois além de aumentar os níveis de colesterol ruim, o LDL, também diminuiu a taxa do colesterol bom, o HDL. Uma vez que eleva o risco de arteriosclerose, infarto e acidente vascular cerebral, o aceitável é consumir, no máximo, 2 g de gordura por dia, o que equivale a quatro biscoitos recheados.

Fonte: Revista Dieta Já

quinta-feira, 28 de abril de 2011

O perigo das gorduras trans


As gorduras hidrogenadas ou trans, usadas em alimentos processados como doces e frituras industriais, margarinas, bolos e bolachas tipo "cookie" e "cracker", são para a saúde "lobos em pele de cordeiro", atuando comocomo gorduras saturadas dentro do organismo que se tornam um um dos maiores inimigos nutricionais para a saúde do coração e dos vasos sanguíneos.
Em uma análise de quatro estudos com quase 140 mil pessoas, publicada pelo "The New England Journal of Medicine", ficou comprovado que se a energia recebida por uma pessoa da ingestão de gorduras aumentasse em 2% e este aumento viesse de gorduras 'trans', seu risco de sofrer uma doença cardiovascular poderia aumentar em 23%.
Segundo outras pesquisas realizadas nos últimos anos, as gorduras trans não só diminuem o bom colesterol (HDL) e aumentam o ruim (LDL), mas promovem a inflamação dos tecidos, principalmente nas pessoas com obesidade, e elevam a incidência de diabetes.
Apesar dos riscos que significam para a saúde, as gorduras trans não só não estão proibidas, como é muito difícil de serem evitadas, já que seu nome não está impresso em praticamente nenhum dos rótulos nutricionais que acompanham a maioria dos alimentos.
Muitas pessoas sabem que devem limitar o consumo de gorduras trans porque obstruem as artérias e elevam o colesterol, mas poucos têm conhecimento de quais alimentos as contêm e deveriam ser evitados ou controlados, de acordo a um estudo realizado nos Estados Unidos, e cujos resultados podem ser aplicados em muitos países do mundo.
Leia os rótulos
Uma pesquisa pediu a mil adultos americanos que mencionassem três fontes alimentares de gorduras trans: só 21%conseguiu, o que sugere que "há muito que ser feito" em matéria de campanhas de saúde e informação ao consumidor, segundo o doutor Robert H. Eckel, da Universidade do Colorado, em Denver, que impulsionou o estudo.
Curiosamente, quase 75% dos adultos do estudo do Colorado que conheciam a existência das gorduras trans também sabiam que essas substâncias aumentavam o risco de uma dolência cardíaca.
Segundo a doutora Luz García, nutricionista do Centro Médico Orel, "estas gorduras se formam durante o processo industrial e estão presentes em produtos cozidos e fritos (bolachas doces e salgadas, doces industriais, pãezinhos, batatas fritas), em comidas rápidas e em margarinas".
Para comer esta gordura em menor quantidade, a doutora Luz recomenda "reduzir o tamanho das porções dos alimentos que as contêm, assim como a frequência com que comemos "cookies", produtos fritos e doces".
Além disso, é aconselhável ler os rótulos dos produtos para ver se contêm óleos hidrogenados ou algum óleo vegetal parcialmente hidrogenado, o que significa que contêm gorduras trans.
A especialista aconselha limitar o consumo destes alimentos industrializados e considerar as gorduras trans como "saturadas", equivalentes às das carnes vermelhas, e que tanto prejuízos causam na saúde cardiovascular, e além disso "foram relacionadas com um maior risco de câncer de mama e parecem aumentar as células adiposas, promovendo o sobrepeso", conclui.
Segundo os pesquisadores da Universidade do Colorado, "é importante ler a informação nutricional em todos os produtos, inclusive nos alimentos denominados "sem gorduras trans", já que alguns fabricantes estão usando óleos tropicais, como os de coco ou palma, para substituir as gorduras trans, os quais também são ricos em gorduras saturadas.