segunda-feira, 31 de março de 2014

Adolescência exige dieta de calorias abundantes


Reforce o cardápio na fase que antecede o completo amadurecimento sexual

Adolescência é sinônimo de crescimento a caminho da maturidade sexual, o que resulta em diversas transformações físicas. Fase também em que as necessidades nutricionais aumentam para atender a demanda de crescimento dos órgãos e tecidos do corpo.

Para que o cardápio dê conta de tanto desenvolvimento, precisa ser reforçado. A quantidade calórica do menu dos a dolescentes depende de diversos fatores, como sexo, idade, estatura, peso e prática de atividade física. Tendo uma garota de 14 anos com 1,61 metros, 52 quilos e que não faz exercícios com muita freqüência como exemplo, ela precisa de 2.100 calorias por dia. Já um menino de 14 anos, 1,66 metros, 54 quilos, com nível de atividade física baixo, necessita de 2.600 calorias diárias. 

O aumento de calorias, no entanto, deve ser baseado em uma alimentação balanceada, contando com a participação dos três macronutrientes fundamentais para o crescimento: proteínas, carboidratos e gorduras. Os carboidratos devem fazer parte de 50 a 60% do valor calórico total da dieta, seguido pelas gorduras, presentes de 25 a 30% das calorias totais do menu e das proteínas, que representam de 15 a 20% das calorias diárias. 

Menu variado atende às muitas necessidades dos adolescentes

Partindo para o grupo dos minerais, o cálcio tem papel importante na alimentação dos jovens. Isso porque ele participa da formação dos ossos e previne a osteoporose mais para frente. A recomendação de consumo diário do mineral é de 1.300 miligramas, o equivalente a três copos de iogurte. Conte ainda com os peixes, cereais e verduras escuras para ingerir o cálcio. 

A vitamina D é outro micronutriente que atua no crescimento ósseo, já que ela é essencial para a manutenção do metabolismo do cálcio. Salmão e sardinha são boas fontes alimentares dessa vitamina, metabolizada a partir da exposição solar. A quantidade recomendada é de 5 microgramas por dia. 85 gramas de sardinha enlatada, por exemplo, fornecem 5.8 mcg. 

Sem brecha para hábitos errados

O apetite também aumenta, nessa fase da vida, devido à demanda adicional de energia. Ao mesmo tempo, podem surgir hábitos alimentares errados, como pular algumas refeições importantes ou fazer lanches em frente à televisão. Tais costumes podem fazer com que os adolescentes não atinjam a grande variedade de nutrientes que necessitam para sustentar o ritmo frenético de crescimento pelo qual estão passando.  
Além disso, dietas baseadas somente nas preferências adolescentes normalmente são pobres em vitaminas A e C, cálcio e fibras, indispensáveis para o sistema imunológico, desenvolvimento ósseo e bom funcionamento do intestino. 
Comidas do tipo fast food, salgadinhos de milho, cachorro-quente, pizza e chocolate são alguns exemplos das delícias preferidas dos adolescentes. Exemplos também de alimentos ricos em sódio, além de muito calóricos. O sódio em excesso pode acarretar problemas como o desenvolvimento de pressão alta.  

Já as calorias além da conta levam ao sobrepeso e, em conseqüência, diabetes, problemas na articulação e até mesmo dificuldade de relacionamento. A anemia é mais um exemplo de doença comum na adolescência, fase em que meninas começam a menstruar e, não raro, passam a fazer dietas muito restritivas e deficientes em ferro. 

A fase exige atenção dos pais sobre hábitos novos

O hábito de freqüentar lanchonetes não precisa ser abolido. Apenas feito com moderação e aliado à ingestão de alimentos fundamentais no dia-a-dia e que garantem boa parte dos nutrientes necessários ao crescimento, como os legumes e as frutas frescas. Mais uma alternativa interessante é substituir os lanches oferecidos nas redes de fast food por versões mais saudáveis, feitas em casa. 

Um exemplo apetitoso e de ótimo valor nutricional é um sanduíche natural feito de pão integral com alface, tomate, pasta de atum ou peito de peru e requeijão. Esse tipo de lanche fornece nutrientes importantes como fibras, vitaminas, minerais, proteínas e carboidratos e está livre de quantidades expressivas de colesterol e gordura saturada, que os lanches de fast food normalmente contêm. 

Quilinhos além da conta

A manutenção do peso ideal e a eventual perda de quilos extras devem ser estimuladas pelos pais dos adolescentes. Estudos revelam que o sobrepeso e a obesidade nessa fase da vida estão relacionados com essas mesmas condições na fase adulta.  

O cardápio dos adolescentes que sofrem com excesso de peso deve priorizar a ingestão de alimentos com baixo valor calórico, como frutas, verduras, legumes e carnes magras e restringir sanduíches, doces, salgadinhos e refrigerantes. A prática de atividade física também é colaboradora fundamental não só para a redução de peso, como também para a socialização dos adolescentes que têm dificuldade de se relacionar por causa do sobrepeso.  

Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 24 de março de 2014

Slow Food, a favor do prazer gastronômico


Movimento internacional preserva o RG alimentício de cada país

Em meio ao grande aumento do consumo de alimentos do tipo fast food, resultado da forçosa rotina apressada, surgiu um movimento que prega o prazer da alimentação. A atividade internacional leva o nome de Slow Food e, por trás das garfadas vagarosas, desperta a consciência ambiental de seus adeptos. Hoje, mais de 80 mil sócios seguem os conceitos do Slow Food, em cerca de 100 países. 

A idéia da organização, fundada na Itália em 1986, é preservar a cultura alimentar de cada país e de suas regiões, em movimento contrário à padronização dos cardápios, que permite encontrar o mesmo sanduíche ou o mesmo macarrão do Brasil à China, passando pela Índia. A alimentação de quem segue os conceitos do Slow Food não muda muito, pois nenhum tipo de comida é restringido do cardápio. 

A pessoa apenas passa a ter consciência do que está comendo e da forma como está fazendo isso , explica a ex-líder do Slow Food na cidade de São Paulo, Heloisa Mader. Ela continua, exemplificando que em vez de passar no drive thru e se entupir de batata frita enquanto dirigimos o carro, fazemos nossa própria refeição em casa, com alimentos orgânicos, sem pressa


Mão na massa

Prazer na hora das refeições é fundamental, segundo adeptos
Na prática, o movimento se estende um pouco mais para atuar em contraponto da alimentação massificada. Para isso, educa produtores e consumidores a preservar os alimentos e a culinária locais. Um exemplo é a proteção de instituições como os caffé italianos, os bistrots franceses e as inns inglesas, o que a organização considera como lugares destinados ao prazer gastronômico. 

Os associados ao Slow Food dividem-se em sedes localizadas em diferentes países. Chamadas de Convivia, essas sedes são as responsáveis pela organização periódica de jantares temáticos, degustações e passeios. 
A Arca do Sabor e as Fortalezas são mais exemplos de atividades a favor da preservação alimentícia e da valorização de práticas antigas. A primeira entra em ação para catalogar produtos artesanais de qualidade. Já a outra sustenta os produtores e ajuda a promover os alimentos típicos. De acordo com Heloisa Mader, a idéia é gerar novas oportunidades de trabalho, ampliando a renda das áreas rurais. A atuação pode envolver um único queijeiro ou reunir milhares de agricultores, exemplifica. 

A identificação dos produtos brasileiros participantes da Arca começou em 2002, quando o bastão de guaraná dos índios Sateré Maué foi lançado. Outros exemplos apoiados pelas Fortalezas são os produtos de umbu, transformados artesanalmente no sertão baiano, e o palmito produzido pelos índios guaranis, no litoral norte de São Paulo. www.slowfood.com 

O encontro virtual do movimento é feito através do site www.slowfood.com. Pelo endereço, o internauta encontra um resumo das atividades mais importantes do Slow Food e tem um link direto com os associados. No Brasil, o movimento é representado pelo site www.slowfoodbrasil.com. 

Fonte: Minha Vida 

segunda-feira, 17 de março de 2014

Sem proteínas, seu corpo vai à falência


Esse nutriente é indispensável à sua dieta, saiba onde encontrá-lo

Sem proteínas, seu corpo vai à falência

Elas estão presentes em três grupos da pirâmide alimentar: leite e derivados; carnes e ovos; leguminosas. Somando tudo isso, devem reunir de 15 a 20% das calorias totais do cardápio diário. (Conheça os segredos da pirâmide alimentar). Só por aí, já dá para notar a importância que as proteínas têm na alimentação. A responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella, ressalta o papel desse nutriente. 

As proteínas obtidas através dos alimentos desempenham diversas funções no organismo. Elas estão envolvidas na reparação do tecido corporal, na formação de enzimas, hormônios, anticorpos, no transporte de triglicérides, colesterol e vitaminas pelo corpo , lista. Isso tudo sem falar da energia que elas oferecem para mantermos o esqueleto em pé. A cada grama de proteína, você pode contar com a energia de 4 calorias a mesma quantidade fornecida pelos carboidratos. (

Ótimas fontes do nutriente, as carnes são indispensáveis
Ou seja, cortando esse nutriente do cardápio, você vai causar um rebuliço no seu organismo. As proteínas participam de processos metabólicos importantes. Sem elas, as funções dos aminoácidos podem ficar comprometidas , alerta Roberta. 

Por dentro das proteínas 
A especialista explica que as proteínas são estruturas químicas que contêm carbono, hidrogênio, oxigênio e nitrogênio em sua composição. A mistura de tantos ingredientes garante o sucesso das atividades que elas desempenham no nosso corpo. Colágeno e queratina, responsáveis pela composição dos cabelos e das unhas, são exemplos de proteínas naturalmente presentes na nossa constituição física. 

Já o time obtido pela alimentação é sintetizado de várias formas. Os vegetais produzem o nutriente a partir do nitrogênio encontrado em substâncias presentes no solo. As leguminosas extraem o gás do ar atmosférico, contando coma ajuda de bactérias presentes em suas raízes para que ele seja metabolizado. Os animais, por sua vez, obtêm as estruturas necessárias para formação das proteínas a partir de outros alimentos (tanto os de origem animal, quanto dos de origem vegetal).  

O que são aminoácidos?

Leite é mais um dos representantes das proteínas
Quando ingeridas, as proteínas são quebradas em pequenas estruturas, que levam o nome de aminoácidos , esclarece a especialista do Minha Vida. Juntos no organismo, os aminoácidos formam outras proteínas, que farão parte das enzimas, dos hormônios, das hemoglobinas, das vitaminas, dos transportadores e de muitas outras substâncias.
Essenciais para a produção de novas proteínas, os aminoácidos se dividem em três tipos: indispensáveis, dispensáveis e condicionalmente indispensáveis.

Na lista dos indispensáveis, encontram-se treonina, triptofano, histidina, lisina, leucina, isoleucina, metionina, valina, fenilalanina. Todos eles já são produzidos pelo organismo, porém, em quantidade insuficiente. Para suprir essa necessidade, eles precisam ser obtidos pela alimentação. Já os dispensáveis são aqueles que somente o organismo se encarrega de produzir. Entre eles estão alanina, ácido aspártico, asparagina, ácido glutâmico e serina. 

O time composto pela arginina, cisteína, glutamina, glicina, prolina e tirosina compõem os aminoácidos condicionalmente indispensáveis. Isso significa que, quando a síntese feita pelo organismo não é suficiente, eles precisam ser obtidos através dos alimentos, diariamente. Confira, a seguir, o desempenho de cada aminoácido no organismo. 

Todos eles estão presentes em alimentos ricos em proteínas, como carnes, leite, abacate, abóbora, feijão e soja: 

Triptofano: participante da produção da vitamina niacina e do neurotransmissor serotonina, responsável pela sensação de bem-estar. 

Metionina: um dos responsáveis pela fabricação de compostos como colina e carnitina, esse aminoácido ajuda na formação de tecidos do corpo. 

Fenilalanina: dá origem à tirosina e, juntas, produzem a tiroxina e a epinefrina.A tirosina está envolvida na formação do pigmento da pele e dos cabelos. 

Arginina e citrulina: fazem parte da formação da uréia no fígado. Glicina: se alia a substâncias tóxicas transformando-as em substâncias não-prejudiciais à saúde e que, depois da união, são excretadas pelo organismo 

Histidina: aminoácido formador da histamina, que causa a dilatação dos vasos sangüíneos.

Glutamina: o aminoácido mais abundante no plasma e nos músculos. 


Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 10 de março de 2014

5 armadilhas destroem a alimentação saudável, fuja delas


Drible os erros mais comuns no uso da pirâmide alimentar

Seguir as orientações contidas na pirâmide alimentar para manter uma alimentação saudável é uma ótima iniciativa. Mas os planos para equilibrar a saúde podem ir por água abaixo (e ponteiro acima) se você não tomar cuidado na horade combinar as porções. 

Para fugir dos erros comumente cometidos pelos iniciantes no método, a responsável pela equipe nutricional do Minha Vida, Roberta Stella, montou uma lista com os erros mais comuns. Veja se as dúvidas a seguir já rondaram sua cabeça na hora de montar seu prato guiado pela pirâmide e saiba como escapar dessas armadilhas, da melhor maneira. 

Armadilha: Ficou difícil resistir à macarronada do almoço e você não pensou duas vezes na hora de encher o prato de carboidratos. Como não quer extrapolar as porções que tinha programado para o dia todo, resolve banir o nutriente do restante das refeições. 

Dica: Faça um planejamento antecipado para não restar dúvidas sobre o número e a quantidade das porções que você precisa ingerir durante o dia. A princípio, parece um pouco trabalhoso. Mas basta fazer os cálculos no primeiro dia e seguir essa organização nos outros, usando atabela de substituições como guia , ensina a nutricionista. Se você escorregar em alguma refeição, nada de ficar rearranjando os grupos alimentares. O conselho da especialista é manter o planejamento como se o deslize não tivesse acontecido. Tentar consertar o erro pode gerar confusão e fazer com que nutrientes importantes para o organismo não sejam ingeridos na quantidade adequada , ressalta Roberta. 

Nada de restringir o jantar, a fim de corrigir o erro do almoço
Armadilha: Seu objetivo é contar com os princípios da pirâmide alimentar para emagrecer. Por isso, você toma muito cuidado com o grupo dos cereais, pães, tubérculos e raízes, rico em carboidratos. Você dispensa algumas porções e garante o baixo valor calórico do seu cardápio. 

Dica: A pirâmide nada mais é do que a representação global de um cardápio balanceado. O maior cuidado ao segui-la deve ser para que todos os grupos alimentares estejam presentes na alimentação na quantidade mínima , alerta Roberta. Ou seja, se a quantidade indicada. Isso diminui a possibilidade de excessos na alimentação, já que você não chega faminto à próxima refeição. 

Para acertar nos mandamentos da pirâmide, fuja da monotonia
Armadilha: Como você não tem o costume de comer à noite, prefere agrupar as porções que deveriam compor o jantar com as do almoço. Afinal, o que vale é a soma final das porções dos grupos alimentares indicadas pela pirâmide. 

Dica: A pirâmide alimentar estimula o bom hábito à mesa. Portanto, não é recomendado concentrar os grupos alimentares em poucas refeições , explica Roberta. O conselho da nutricionista do Minha Vida é optar por alimentos de fácil digestão e que façam parte da sua rotina alimentar.

Se você não está acostumado a jantar, substitua os alimentos típicos dessa refeição por outros que podem montar um lanche. Troque o arroz por pão, a carne por um embutido e assim por diante. Mas é importante seguir as porções de cada grupo , diz. Para acertar nos mandamentos da pirâmide, fuja da monotonia 

Armadilha: Definitivamente, você não é fã das hortaliças e elas não fazem falta nenhuma no seu cardápio. Por isso, você nem se preocupa com as porções deste grupo alimentar. O melhor a fazer é riscá-las do menu e ingerir as calorias referentes a essas porções com outros grupos. 

Dica: Deixar algum grupo alimentar de lado, segundo Roberta, não prejudica o andamento da pirâmide. Mas o propósito de criação dela é justamente oferecer uma alimentação rica em todos os nutrientes. Excluir os legumes, por exemplo, terá como conseqüência a carência de minerais e vitaminas, fundamentais para o corpo. Também é importante lembrar que nenhum grupo substitui outro. A conclusão é que deixar de ingerir legumes para aumentar a quantidade de porções das frutas não é atitude acertada. Uma alimentação adequada requer variedade alimentar decorrente da ingestão de alimentos pertencentes a todos os grupos alimentares.


Fonte: Minha Vida

segunda-feira, 3 de março de 2014

Benefícios do gengibre


O que é gengibre

Gengibre é uma raiz usada tanto na culinária quanto na medicina
Vegetal nativo da Ásia, o gengibre é uma raiz tuberosa usada tanto na culinária quanto na medicina. A planta assume múltiplos benefícios terapêuticos: tem ação bactericida, é desintoxicante e ainda melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. O gengibre também é um reconhecido alimento termogênico, capaz de acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura corporal.

Outros nomes do gengibre

Mangarataia, mangaratiá                       

Principais nutrientes do gengibre

O gengibre apresenta uma substância chamada gingerol, dotada de propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias que protegem o organismo de bactérias e fungos. O gingerol é responsável pelo sabor picante do gengibre.
As propriedades terapêuticas do gengibre se devem à ação conjunta de várias substâncias, principalmente encontradas no óleo essencial do gengibre, rico nos componentes medicinais cafeno, felandreno, zingibereno e zingerona.
O gengibre também é rico em substâncias termogênicas que ativam o metabolismo do organismo e potencializam a queima de gordura corporal. 
A raiz é composta por vitamina B6, assim como nos minerais potássio, magnésio e cobre, mas tais propriedades se tornam pouco relevantes levando-se em conta o consumo diário da planta. Como trata-se de uma especiaria, bastam pequenas quantidades do gengibre no chá ou preparações culinárias para aromatizar as preparações. Note que a tabela de valores nutricionais abaixo considera 100g de gengibre, porém o uso numa receita pode não alcançar a 2g.
Composição do gengibre para cada 100 g
Água (g)78,88
Calorias (Kcal)80
Proteínas (g)1,82
Lipídios totais (g)0,75
Carboidratos (g)17,77
Fibras (g)2
Cálcio (mg)16
Ferro (mg)0,6
Magnésio (mg)43
Fósforo (mg)34
Potássio (mg)415
Sódio (mg)13
Zinco (mg)0,34
Cobre (mg)0,22
Manganês (mg)0,22
Selênio (mcg)0,7
Vitamina C (mg)5
Tiamina (mg)0,025
Riboflavina (mg)0,034
Niacina (mg)0,75
Vitamina B6 (mg)0,16
                                                        

Benefícios do gengibre

O gengibre é referência quando se fala em problemas estomacais, pois combate enjoos, gases, indigestão, náuseas causadas pelo tratamento do câncer e perda de apetite. Também auxilia na digestão de alimentos gordurosos. Não é à toa que uma substância presente na raiz do gengibre é usada na fabricação de medicamentos laxantes, antigases e antiácidos.
Gengibre combina com comida japonesa
A raiz também é bastante utilizada para combater o mau hálitocólica menstrual e até ressaca. Graças ao poder anti-inflamatório, o gengibre ainda é usado para aliviar dores decorrentes da artrite, dores musculares, infecções do trato respiratório, tosse ebronquite. A planta integra a formulação de xaropes por causa de sua ação anti-inflamatória e antibiótica.
O óleo extraído do vegetal é apontado como eficaz no tratamento de queimaduras. Além disso, o gengibre desempenha um importante papel na dieta, pois estimula olfato e paladar, contribuindo com a diminuição do uso do sal para temperar os alimentos. O chá, por sua vez, aumenta o consumo de líquidos, favorecendo a hidratação e ajudando a eliminar as toxinas.

Por que o gengibre ajuda a emagrecer

Todas as atividades realizadas pelo corpo consomem energia. Isso inclui o processo digestivo, que pode ser usado a seu favor para emagrecer quando o que está em questão são os alimentos termogênicos, como o gengibre. Esses alimentos são capazes de aumentar o gasto calórico do organismo durante a digestão e o processo metabólico.
Quanto mais difícil for a digestão do alimento, maior será o seu poder termogênico. As substâncias termogênicas contidas no gengibre têm a capacidade de aumentar a temperatura corporal, acelerando o metabolismo e aumentando a queima de gordura. A termogênese é um processo regulado pelo sistema nervoso e interferências neste sistema podem favorecer o emagrecimento.
O gengibre pode aumentar o gasto calórico em mais de 10%. No entanto, sabe-se que não existem milagres quando o assunto é perder peso. Para que o consumo de gengibre com este objetivo mostre resultado, é necessário aliá-lo à dieta regrada e exercícios físicos.

Onde encontrar o gengibre

O gengibre pode ser encontrado em supermercados e lojas de produtos naturais.       

Como consumir o gengibre

O gengibre pode ser consumido cru, em conserva, como chá ou como óleo. Ele ainda é usado em alimentos e bebidas como agente aromatizante.
Chá de gengibre
  • Chás: a infusão de pedaços frescos de gengibre é utilizada no tratamento de gripes, tosses e resfriados. Além de ser um relaxante eficaz, hidrata o corpo e ajuda a eliminar as toxinas, ajudando também no emagrecimento, devido à sua ação termogênica. O preparo consiste em deixar raízes, cascas ou talos de molho por cerca de 30 minutos e, após esse período, acrescentar água e levar o gengibre ao fogo por mais de 30 minutos
  • Na panela: o gengibre pode ser utilizado no preparo de pratos doces e salgados da culinária. Pode ser encontrado desidratado, fresco, em conserva ou cristalizado. Cuide para não substituir uma forma pela outra nas receitas, pois seus sabores são distintos
  • Sucos: tem ação anti-inflamatória, favorecendo a eliminação de toxinas do organismo. O suco gera mais disposição para o corpo, melhora a aparência da pele e o funcionamento do intestino. Para ficar mais saboroso, bata no liquidificador com abacaxi, hortelã ou raspas da casca do limão.
  • Pedaços: mastigar as lascas de gengibre, assim como chupar a bala, ajuda a aliviar a rouquidão e irritações na garganta, mas é preciso atenção, pois, elas somente mascaram a dor. O gengibre irá aliviar os sintomas até que o corpo se encarregue de curar a doença.

Contraindicações para o consumo de gengibre

A princípio, o consumo do gengibre é seguro para a maioria das pessoas. A ingestão da raiz por gestantes é controversa. Alguns especialistas defendem que o gengibre pode afetar os hormônios sexuais do feto e até favorecer um aborto. Estudos sugerem, entretanto, que o risco de malformação em recém-nascidos de mulheres que faziam uso de gengibre não se mostrou mais elevado do que o normal.
A raiz também não tem relação com malformações ou partos prematuros. Mesmo assim, recomenda-se que o alimento seja evitado especialmente perto da data do parto, pois ele pode aumentar o risco de hemorragia. Não se sabe muito a respeito da segurança do consumo de gengibre no período de amamentação e, por isso, o ideal é que ele seja evitado.
O consumo de alimentos termogênicos, como o gengibre, não é recomendado para quem tem hipertireoidismo, visto que o metabolismo já está muito elevado, o que aumenta o risco de perda de massa muscular. Além disso, crianças e gestantes, pessoas com cardiopatias, enxaqueca, úlcera e alergias não devem abusar dos alimentos termogênicos, pois eles podem levar a aumento da pressão arterial, hipoglicemia, insônia, nervosismo e taquicardia.

Riscos do consumo de gengibre

O gengibre pode favorecer hemorragias e, por isso, deve ser evitado por pacientes com distúrbios hemorrágicos. Além disso, a raiz mostrou piora em quadros de doenças cardíacas, devendo ser banidas da dieta, neste caso. O vegetal ainda diminui os níveis de glicose no sangue, podendo ser necessário o reajuste das doses de insulina por pessoas que sofram de diabetes.

Efeitos colaterais do consumo de gengibre

Há relatos de azia, diarreia e desconforto estomacal após o consumo de gengibre. Neste caso, ele deve ser excluído da dieta.

Interações com o gengibre

O gengibre retarda a coagulação sanguínea, sendo contraindicado para pacientes que já fazem usos de medicamentos anticoagulantes por aumentar o risco de hematomas e sangramentos. A raiz ainda diminui os níveis de glicose no sangue, podendo ser perigosa para quem toma medicamentos para controle do diabetes. Como eles já tem a função de reduzir o açúcar no sangue, o consumo do vegetal pode reduzir ainda mais a glicemia, oferecendo perigo dehipoglicemia ao paciente.
Também devem se precaver indivíduos que fazem uso de medicamentos para diminuição dahipertensão. A raiz age de forma a diminuir a pressão arterial, que pode ficar muito baixa com o uso concomitante do remédio, oferecendo riscos cardíacos ao paciente.

Quantidades recomendadas de gengibre

Embora não exista uma quantidade adequada de ingestão estabelecida, estudos sugerem que benefícios podem ser alcançados com o consumo de 2 a 4 g de gengibre por dia.
Para obter os benefícios termogênicos do gengibre, o ideal é o consumo diário, mas dentro de um limite estabelecido para que o aumento do metabolismo não se torne prejudicial. No caso do gengibre, é recomendada uma fatia média ou uma colher de café da forma em pó.
Fontes consultadas:

U.S. Department of Agriculture, Agricultural Research Service. 2001. USDA Nutrient Database for Standard Reference, Release 14.
Nutricionista Daniela Jobst, da clínica NutriJobst, em São Paulo
Nutricionista Thatyana Freitas, da clínica Stesis, em São Paulo


sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Farinha de Coco


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O alimento funcional é rico em fibras, que trazem saciedade


Coco é uma fruta tópica de países tropicais, e ele pode ter diversos derivados: coco ralado, água e o famoso óleo de coco. Mas outro produto seu que tem se tornado queridinho de quem quer emagrecer: a farinha de coco! Esse alimento é produzido a partir da polpa da fruta, ou seja, a parte branca e gordurosa. Mas parte da gordura é retirada antes do processo de desidratação, o que faz com que ela tenha um percentual menor desse macronutriente. Tem se atribuído a esse alimento propriedades como aumentar a saciedade, melhorar o intestino ou mesmo combater o diabetes. Mas será que é tudo verdade? Conheça, a seguir, tudo sobre esse alimento funcional que não contém glúten

Principais nutrientes da farinha de coco

A principal característica desse alimento é que ele mistura fibras com gorduras. Mas antes que você torça o nariz para as últimas, saiba que por mais que a maior parte da gordura do coco seja saturada, ou seja, não tão amiga da nossa saúde, grande percentual dela é composta pelas triglicérides de cadeia média (TCM), que são metabolizadas direto no fígado, se tornando energia mais rapidamente e de não se acumulando depois no tecido adiposo. 
Não existe ainda uma tabela nutricional oficial da farinha de coco, logo sua composição de nutrientes pode variar conforme o fabricante do produto. Mas podemos observar essa proporção das gorduras no fruto: em 100 gramas de coco encontramos 30 g de gordura de saturadas, sendo que 15,37 g delas são o ácido láurico, um dos tipos de TCM. 
Outra vantagem nutricional da farinha, que a faz ganhar do óleo de coco, por exemplo, é sua quantidade de fibras. Estima-se que podemos encontrar 2,5 gramas delas a cada colher de sopa da farinha (10 g). Isso equivale a 10% do que precisamos consumir ao dia. 
Outra vantagem nutricional da farinha, que a faz ganhar do óleo de coco, por exemplo, é sua quantidade de fibras. Estima-se que podemos encontrar 2,5 gramas delas a cada colher de sopa da farinha (10 g). Isso equivale a 10% do que precisamos consumir ao dia. 
A farinha é feita com a parte branca do coco, mas parte de suas gorduras são retiradas antes
Além de tudo, ela não contém glúten, sendo bem indicada para celíacos, substituindo a farinha de trigo em algumas preparações. 

Benefícios da farinha de coco

Ajuda a emagrecer A farinha de coco é rica em fibras, substâncias que têm algumas repercussões no corpo que nos ajudam a perder peso. Quando essas substâncias entram em contato com a água no sistema digestivo, se tornam um gel volumoso. Ele aumenta a distensão do estômago e promove maior saciedade e nos impede de exagerar nas refeições. 
Além disso, esse gel envolve o bolo alimentar, o que torna a liberação da glicose mais lenta na corrente sanguínea, reduzindo a vontade por carboidratos por algum tempo. Com menos glicose sendo liberada de uma vez, o pâncreas produz menos insulina, hormônio responsável por colocar esse açúcar para dentro das células e que também estimula que a gordura seja depositada no tecido adiposo, diminuindo nosso acúmulo de "massa gorda". 
Os triglicérides de cadeia média, um dos tipos de gordura saturada, também ajudam no emagrecimento, já que são metabolizados diretamente no fígado e se não forem usados, também não se acumulam como gordura no nosso corpo. Por fim, alguns estudiosos atribuem ao ácido láurico, um desses ácidos graxos saturados, a função de acelerar o metabolismo das células, o que aumenta o consumo de calorias e com isso ajuda na perda de peso.
Reduz riscos de diabetes Essa absorção mais lenta da glicose também traz outras vantagens: quando temos açúcar demais no sangue, precisamos de cada vez mais insulina para metabolizar esse nutriente. O problema é que, com o tempo, alguns órgãos e tecidos começam a requisitar ainda mais desse hormônio para colocar a mesma quantidade de glicose nas células, gerando um quadro conhecido como resistência à insulina. Essa é uma condição chamada de pré-diabetes, já que se ela não for solucionada, pode evoluir para o diabetes tipo 2 em si.
Para quem já tem a doença essa redução também é importante, pois faz parte do tratamento ter os níveis de glicose mais equilibrados, o que ajuda na contenção das diversas repercussões do diabetes, como o pé diabético e hipertensão. 
Auxilia a digestão As fibras são muito importantes para um bom funcionamento intestinal. Primeiro porque elas forma uma camada de gel em torno do bolo alimentar que facilita sua circulação pelo sistema digestivo, desde que se ingira a quantidade correta de água. Além disso, elas são fermentadas pelas bactérias intestinais (microbiota intestinal), o que leva à formação dos chamados ácidos graxos de cadeia curta (AGCC). Esses ácidos ajudam na melhora da constipação, já que são capazes de aumentar o volume fecal e reduzir o tempo de trânsito intestinal. 
Turbina a imunidade Colocar as bactérias do bem do intestino para trabalharem ajuda a aumentar sua quantidade, com isso, elas protegem a saúde não só desse órgão, como do corpo inteiro. Isso porque elas e os ácidos graxos de cadeia curta estão intimamente ligados ao sistema imunológico ao impedir que as bactérias ruins da microbiota caiam na corrente sanguínea. Além disso, no intestino se encontram 60% das imunoglobinas do nosso corpo. 
Reduz o colesterol? Como o coco é uma fonte de gorduras saturadas, e metade delas não são triglicérides de cadeia média, há o risco do consumo excessivo desse alimento e seus derivados aumentarem o colesterol LDL, que quando circula em grandes quantidades no nosso corpo, pode depositar gordura nas paredes das artérias (condição chamada de aterosclerose). 
Ainda existem dúvidas sobre a eficiência da farinha de coco no combate ao colesterol alto
Porém, alguns outros componentes da farinha de coco podem ajudar na redução desse colesterol também. É o caso das fibras, que tornam a absorção desse nutriente mais lenta. Além disso, a sua fermentação pelas bactérias do estômago forma os ácidos graxos de cadeia curta, que por sua vez inibem a ação de uma enzima (a HMG-Coa redutase) que está diretamente ligada com a produção do colesterol. 
Um estudo publicado na revista Innovative Food Science and Emerging Technologies em 2006 mostrou benefícios da farinha de coco na diminuição do colesterol, além de sua influência na saúde intestinal e índice glicêmico. Mesmo assim, não há ainda uma diretriz que indique seu consumo para quem tem taxas de colesterol altas.


Quantidade recomendada de farinha de coco

Não há uma quantidade recomendada fixa para a farinha de coco, mas para conseguir os benefícios sem abusar das calorias, experimente consumir entre uma e duas colheres de sopa ao dia, o que equivale a até 20 gramas. 

Como consumir farinha de coco

A farinha de coco pode ser consumida diretamente com iogurtes, frutas, batida com um suco ou fazer parte de uma granola saudável. Ela também pode enriquecer receitas de pães e bolos. 
Ela é muito usada pelos celíacos para substituir a farinha de trigo em algumas preparações, geralmente misturada a outras farinhas. E se engana que pensa que seu sabor adocidado a impede de participar de massas salgadas. Na verdade, ela acaba por substituir também a pitada de açúcar que colocamos nessas receitas. Para bolos, o ideal é misturar com a farinha de arroz, para ter a melhor consistência da massa. 

Contraindicações

Não há contraindicações ao uso da farinha de coco, mas o ideal é consumi-la com o aval de um especialista, para que a quantidade de gorduras saturadas que ela possui seja adequada à sua dieta.

Riscos do consumo excessivo

Por ser um alimento rico em fibra, o consumo excessivo pode gerar desconfortos como gases e problemas abdominais. Além disso, é preciso ter um bom consumo de água, ou pode haver um favorecimento da constipação. Por fim, o coco é um alimento gorduroso, e o consumo sem medidas da farinha pode levar ao aumento de peso.

Onde encontrar

A farinha de coco pode ser encontrada em alguns hipermercados, mas principalmente em lojas de produto naturais, físicas ou na internet.

Como fazer a farinha de coco

Dá para fazer a farinha também em casa, apesar de não ficar com a mesma consistência da industrializada. Para tanto, coloque uma xícara de polpa de coco em uma forma e leve ao forno média a 200 ºC por cinco minutos. Ela vai se tornar uma farinha, então misture e a deixe assar mais cinco minutos. Por fim, deixe esfriar por mais dez minutos e pode consumir. Prefira armazenar em local arejado e sem entrada de luz e umidade. 

Receitas com farinha de coco

Bolo de coco com farinha de coco e sem glúten - Imagem Ilustrativa
A farinha de coco é versátil e não vai apenas com doces. Veja algumas receitas para começar a incluí-la no seu dia a dia.

Fonte: Minha Vida

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Dicas de alimentação para vegetarianos


A médica nutróloga Regina Furtado explicou que para os veganos que não comem qualquer produto de origem animal, é importante que faça uma alimentação bastante cuidadosa e equilibrada. Veja a reportagem completa no vídeo abaixo.

Consumir castanhas, nozes, leguminosas, cereais e não esquecer das verduras, legumes, sementes, brotos, frutas frescas e secas são alimentos importantes para completar a nutrição. E para aqueles que são ovolactovegetariano e exclui da alimentação apenas as carnes, não terá problemas em encontrar proteínas em ovos, leite e derivados.

(acesse o link acima)

Fonte: eptv

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Tabela classifica alimentos e dá fim na confusão dos rótulos


O ranking identifica os alimentos mais saudáveis e faz comparações


A equipe de nutrição da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, criou a relação dos alimentos com maior qualidade nutricional. A lista, chamada de NuVal System (Overall Nutritional Quality Index, ou Índice Geral de Qualidade Nutricional) foi liderada pelo especialista David Katz. Ele espera que os supermercados utilizem esse ranking para orientar os consumidores a comprar alimentos mais saudáveis para as refeições do dia-a-dia. 

Os cientistas classificaram os alimentos com pontuações de 1 a 100, quanto maior o resultado, mais o alimento é rico em nutrientes. A necessidade da pesquisa partiu da análise dos rótulos dos produtos, muito confusa para os leigos. O site criado para divulgar o programa também faz comparações entre alimentos totalmente distintos, ou seja, se você estiver em dúvida entre um chocolate ou uma fruta, ele irá traçar o que irá deixar o consumidor melhor alimentado, de acordo com a tabela dos cientistas. O trabalho foi todo baseado em uma fórmula que mede a qualidade nutricional de alimentos e bebidas com base em critérios já utilizados por profissionais de nutrição, saúde pública e médicos. Os pesquisadores levaram em consideração a tabela de doses recomendadas de nutrientes do Institute of Medicine, nos Estados Unidos, o guia para dieta dos americanos e as informações de bons hábitos alimentares divulgadas pelo governo americano. Com esses dados, traçaram informações para quantificar a presença de mais de 30 componentes, como vitaminas, minerais, fibras e anti-oxidantes, açúcar, sal, gorduras trans, gordura saturada e colesterol. Na tabela, fibras, vitaminas A, C, D, E, B12, B6, potássio, cálcio, zinco e ferro são considerados saudáveis. Do outro lado estão o açúcar, colesterol, sal, gordura saturada e gordura trans, que fazem os alimentos baixarem no ranking. Uma costelinha de porco soma 25 pontos, o peito de peru sem pele ganha 48 pontos. Porém, alimentos de grande consumo ocupam os últimos lugares na classificação. Sorvete e refrigerante ganham apenas 1 ponto, enquanto o chocolate ao leite ganha 3. Mas os profissionais fazem um alerta: não é necessário se privar dos alimentos preferidos, mas buscar outras opções semelhantes mais saudáveis, como o chocolate meio amargo que tem um desempenho melhor do que a versão ao leite. 
Confira os alimentos que conquistaram a pontuação máxima no índice NuVal:Damasco, brócoli, aspargo, kiwi, alface, laranja, espinafre e Morango, entre outros. Seguidos por cenoura, toranja, abacaxi e ameixa, que foram classificados com 99 pontos. Para saber mais acesse: http://www.nuval.com/Default.aspx