segunda-feira, 4 de junho de 2012

Diabetes pré-gravidez quadruplica risco de defeitos em bebês, diz estudo

Estudo recomenda mães controlar o nível de açúcar no sangue antes mesmo de tentar engravidar para garantir saúde do bebê.

Mães que sofrem de diabetes têm risco quatro vezes mais elevado de dar à luz bebês com defeitos de nascença, segundo um estudo realizado na Grã-Bretanha.

A pesquisa da Universidade de Newcastle, publicada na revista cientìfica 'Diabetologia', analisou mais de 400 mil gestações no nordeste da Inglaterra entre 1996 e 2008.

A conclusão é de que a diabetes aumenta as chances de os filhos nascerem com defeitos tais como problemas cardíacos congênitos e mielomeningocele, ou espinha bífida, o fechamento incompleto do canal da coluna vertebral.

Os médicos já aconselham as mulheres a controlar o nível de açúcar no sangue antes de tentar engravidar. Na Grã-Bretanha, essa recomendação é de que o nível de açúcar fique abaixo de 6,1% antes da gravidez.

Tanto a diabetes tipo 1, que tende a aparecer na infância, e tipo 2, majoritariamente em decorrência da alimentação, levam a problemas de controle do nível de açúcar no sangue, e podem ter como consequência defeitos de nascença, aborto e excesso de peso do bebê.

Na pesquisa da universidade britânica, 1.677 das 401.149 mulheres pesquisadas tinham diabetes.

Nestas, observaram os pesquisadores, os riscos de defeitos de nascença eram de 72 em cada mil nascimentos, contra 19 em cada mil entre as mulheres sem diabetes preexistente.

Segundo o estudo, o nível de açúcar antes da gravidez é 'o fator mais importante' possível de ser controlado pela mãe para evitar anomalias, que normalmente aparecem nas primeiras quatro ou seis semanas.

A coordenadora da pesquisa, Ruth Bell, disse que o número de gestações ocorrendo com pouco controle dos níveis de açúcar 'é mais do que o desejável'.

'É um problema quando a gravidez não é planejada ou quando as pessoas não estão cientes de que precisam de acompanhamento médico antes da gravidez', afirmou.

Para Bell, entretanto, 'a boa notícia é que, com acompanhamento médico antes e durante a gravidez, a maioria das mulheres com diabetes poderá ter um bebê saudável'.

Fonte: G1 Portal de Notícias

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Especialistas falam sobre os riscos do açúcar para obesidade e diabetes


O açúcar não está presente apenas em doces, frutas e refrigerantes, mas também em alimentos salgados como pães e massas, que se transformam em glicose dentro do organismo. A diferença entre eles está na velocidade com que caem na corrente sanguínea: o doce leva poucos segundos, enquanto as moléculas dos demais podem demorar até uma hora para serem quebradas.


Em excesso, o açúcar pode provocar obesidade e diabetes tipo 2, doenças que são facilmente evitadas, com atividade física e reeducação alimentar. Para falar sobre os perigos dessa substância de alto poder calórico e sobre como prevenir a diabetes, os endocrinologistas Maria Lúcia Giannella Alfredo Halpern. Segundo os médicos, a gordura abdominal predispõe a doenças metabólicas.
Tomar uma bola de sorvete é o mesmo que comer uma colher e meia de sopa de açúcar. Veja abaixo quanto há em outros alimentos:

Apesar dos riscos, o açúcar não é apenas um vilão: a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que ele responda por 10% do consumo total de calorias diárias. Em colheres de sopa, a quantidade não deve passar de quatro, o equivalente a 50 gramas.



Por dia, um indivíduo deve ingerir de 45% a 65% das calorias sob a forma de fibras e carboidratos complexos (batata, arroz, pães e massas), 10% de açúcares livres (de mesa, refrigerantes, sucos artificiais, doces e guloseimas), de 10% a 15% de proteínas (leites, derivados e carnes) e de 15% a 30% de gorduras. Produtos diet não contêm açúcar, enquanto os light apresentam quantidade reduzida de calorias e podem ser adoçados.


Conheça a incrível história da mulher que há dez anos toma 12 litros de refrigerante por dia e não é gorda, mas sofre de pressão alta (20 por 11 sem medicação e 16 por 8 com). Antigamente, a funcionária pública Vera Lúcia Fernandes, de 56 anos, bebia 16 litros. E também é fumante.



Só com o refrigerante, Vera Lúcia consome 1,2 quilo de açúcar por dia, 8,6 quilos por semana, 37 quilos por mês e 451 quilos por ano – quase meia tonelada. Além disso, a bebida apresenta uma alta concentração de sódio. Por mês, a funcionária pública gasta R$ 430 com refrigerante, e R$ 5.280 por ano. O vício, que causa abstinência, tremedeiras e já a fez procurar terapia, não atinge só ela, mas o filho e o neto de 7 anos, que começou a receber a bebida com 3 meses de vida.
Muitos não abusam do açúcar no refrigerante, mas no café. Sem se dar conta, as pessoas adoçam o cafezinho durante o expediente e perdem a conta. Ao longo do dia, são vários copinhos. Quem toma cinco cafés, por exemplo, chega a consumir de 10 a 12 colheres de açúcar.

O caminho do açúcar

Quando os alimentos passam pelo intestino, onde a glicose é absorvida, há um sinal para que o pâncreas produza insulina, hormônio responsável por fazer com que a glicose que chegou à corrente sanguínea entre nas células e nos músculos do corpo, que usam o açúcar como fonte de energia.



Quem ingere mais glicose que o necessário acaba armazenando a substância sob a forma de gordura. A insulina também faz com que a glicose entre nas células do tecido adiposo, por isso o excesso desse hormônio acarreta ganho de peso.



Já na falta da insulina, que ocorre em diabéticos, a glicose não consegue entrar nas células e fica na corrente sanguínea, não se transformando em energia. Isso causa a hiperglicemia, ou seja, alto índice de açúcar no sangue - que também pode estar presente na urina.



Tipos de diabetes



Na diabetes tipo 1, um processo imunológico destrói as células que fabricam insulina. Em geral, a doença se manifesta na infância ou adolescência, e o pacientes precisam tomar insulina pelo resto da vida.



O tipo 2 é o mais comum. Na maioria das vezes, está associado à obesidade ou à presença de gordura abdominal. Costuma aparecer depois dos 45 anos de idade. O tratamento é feito com remédios, exercícios físicos e dieta.



A diabetes pode ser, ainda, gestacional, que aparece apenas durante a gravidez, ou decorrente do uso de medicamentos e pancreatite crônica.



Quem é diabético deve contar todos os dias a quantidade de açúcar que consome. Também precisa controlar o açúcar contido nas frutas.



Os sinais de alerta para a doença são: ter o problema na família, excesso de peso, vida sedentária, mais de 40 anos, pressão, colesterol e triglicérides altos, usar corticoides e anticoncepcionais e, no caso das mulheres, ter tido filhos com mais de 4 quilos, abortos ou natimortos.



Entre os sintomas da diabetes tipo 2, estão infecções frequentes, alterações visuais, dificuldade de cicatrização de feridas, formigamento dos pés e furúnculos.


Açúcar refinado e adoçante



O açúcar refinado não é necessário na alimentação porque existem outras fontes mais saudáveis. O ideal é optar pelos tipos mascavo ou orgânico. Apesar disso, eles custam mais caro e adoçam menos



Já o adoçante é uma substância doce, mas o corpo não ganha energia com esse produto químico. Alguns estudos revelam efeitos colaterais do excesso de adoçante, como retenção de líquido e obesidade.

Fonte: Bem Estar

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Lichia x Gordura Abdominal


A fruta, que contém apenas 6 calorias por unidade, foi recentemente analisada por pesquisadores da Universidade de Hokkaido, no Japão. A conclusão do estudo foi que voluntários que receberam o extrato de Lichia conseguiram perder 15% da gordura abdominal. A grande responsável por essa perda é a Cianidina, um pigmento presente na fruta que age sobre a gordura e já é conhecido por combater o envelhecimento precoce e possuir ação antioxidante. O consumo do extrato, entretanto, precisa estar associado a uma dieta equilibrada e à prática de atividade física.

Fonte: Revista Dieta Já

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Efeito sanfona e magreza excessiva prejudicam aparência e autoestima

Os médicos Alfredo Halpern e Caio Rosenthal,
explicam como funcionam o metabolismo e a saciedade

Manter o peso ideal não é tarefa fácil. Muitas pessoas sofrem com o efeito sanfona, processo em que a pessoa engorda e emagrece constantemente, e outras são as chamadas “magras de ruins”, que comem de tudo e não conseguem ganhar peso, curvas e músculos a ponto de se sentirem satisfeitas com o próprio corpo.
Para falar desses dois problemas, que não prejudicam apenas a aparência, mas também a autoestima, o endocrinologista Alfredo Halpern e o infectologista Caio Rosenthal, irão falar do problema.
Os médicos explicaram como funcionam o metabolismo e o hormônio da saciedade (leptina), por que alguns comem muito e não engordam e quais os riscos à saúde que um indivíduo obeso pode correr. Entre os perigos, estão mais doenças infecciosas, como bronquite e pneumonia, micoses e problemas de pele, diabetes, apneia do sono e septicemia (infecção generalizada).
Na tentativa de emagrecer, algumas pessoas chegam a guardar roupas antigas para caber nelas novamente.

Para exemplificar a diferença, o diretor de operações Vitório Buongiorno, de 56 anos, e o estudante universitário Maurício Perez, de 21 anos, que têm diferenças de peso e metabolismo. O gasto calórico que o primeiro precisa para se manter vivo (deitado ou parado), o chamado metabolismo basal, é de 2.995 calorias por dia, contra 2.224 do segundo.
Como Vitório queima menos gordura, armazena mais. Ele tem um índice de massa corporal (IMC) 25, que indica sobrepeso. Já Maurício tem um IMC 15, ou seja, abaixo do ideal – e quer engordar. Sua idade real é de 26 anos (ele é sedentário), e a de Vitório é de 70 (é sedentário e está com o colesterol no limite).
Segundo Halpern, pessoas com efeito sanfona geralmente são compulsivas, principalmente por doces, o que é provocado por um distúrbio químico que causa deficiência de serotonina, neurotransmissor associado à sensação de bem-estar.
O especialista disse, ainda, que o mais difícil é recomendar tratamento aos "magros de ruins", que devem ficar atentos às taxas de colesterol e glicose quando engordar. Halpern acrescentou que os obesos têm mais leptina, mas também mais dificuldade para que a informação de saciedade chegue até o cérebro.
Por fim, ele resumiu que o que engorda não é que se come com garfo e faca, mas o que se come com a mão, ou seja, lanches, frituras, doces, refrigerantes e produtos industrializados.
Em um estudo publicado na revista Nature Genetics, cientistas britânicos descobriram um gene, ligado à diabetes e ao colesterol, que funciona como um interruptor e controla o metabolismo da gordura corporal, influenciando características como IMC, grau de obesidade e níveis de insulina e glicose.
Na calculadora abaixo, você descobre quantas calorias consome por dia, considerados fatores como idade, peso, altura, sexo e índice de massa corporal (IMC), este já incluído no cálculo. Se você é sedentário (mas faz atividades do dia a dia, como ir ao trabalho, tomar banho, se movimentar, etc), pratica exercícios 3 vezes por semana, diariamente ou é atleta, o gasto total aumenta.
Fonte: Bem Estar

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Gordura Trans

Ainda que consumida em pouca quantidade, é verdade que a gordura trans pode afetar o organismo?

Estudos científicos comprovam que a gordura trans é muito prejudicial à saúde, pois além de aumentar os níveis de colesterol ruim, o LDL, também diminuiu a taxa do colesterol bom, o HDL. Uma vez que eleva o risco de arteriosclerose, infarto e acidente vascular cerebral, o aceitável é consumir, no máximo, 2 g de gordura por dia, o que equivale a quatro biscoitos recheados.

Fonte: Revista Dieta Já

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Alimento funcional reduz colesterol, atua no intestino e no envelhecimento

Conheça os probióticos, prebióticos, fitoesteróis, antioxidantes e as fibras.Produtos não devem substituir o consumo de frutas, legumes e verduras.

Alimentos funcionais servem para enriquecer a dieta com substâncias capazes de prevenir o envelhecimento precoce, ajudar no funcionamento do intestino e reduzir a absorção de gorduras pelo organismo.

Produtos como pães, iogurtes, aveia, margarinas, biscoitos e bebidas de soja são vendidos no mercado desde 1999 acrescidos de compostos como probióticos, prebióticos, fibras, fitoesteróis e antioxidantes.

Todos eles fazem bem à saúde, mas não devem substituir o consumo diário de alimentos frescos e naturais, como frutas, legumes e verduras. De acordo com o cirurgião do aparelho digestivo Fábio Atui, o ser humano já consome opções funcionais há milhares de anos, incluindo na dieta bactérias boas presentes em queijos, massas, iogurtes e outras bebidas fermentadas.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) verifica se esses alimentos atendem aos requisitos necessários e permite que as embalagens contenham uma frase para destacar os benefícios do conteúdo.

Porém, muitas marcas não trazem essa informação claramente ou vendem tão bem que nem divulgam que o alimento é funcional. Há, ainda, as que divulgam que o produto tem essa característica, embora não seja cientificamente comprovado.

Segundo Atui e o engenheiro de alimentos Guilherme Rodrigues, no caso dos fitoesteróis, é recomendado consumir no máximo 3 gramas por dia – acima disso, não há efeito. E esses produtos não são adequados para crianças abaixo de 5 anos, gestantes e mulheres que amamentam.

Já as fibras aumentam o bolo fecal e facilitam o trânsito intestinal, mas devem ser aliadas a uma maior ingestão de água. Se você quiser introduzir algum desses produtos na sua alimentação, pergunte a um médico ou nutricionista.

Além disso, o telefone de atendimento do fabricante pode informá-lo sobre a linha de alimentos funcionais disponível em supermercados e lojas.

Para quem faz uso de medicamento contra o colesterol, lembre-se: alimentos funcionais não são remédio. Portanto, continue tomando o que o médico lhe prescreveu contra esse ou outros problemas.

Fonte: Bem Estar

sábado, 12 de maio de 2012

Cardápio para emagrecer depois do parto

Depois da amamentação, a dieta pode ficar mais magra, mas ainda assim é importante manter os mesmos nutrientes para que o corpo não sinta o baque e adoeça. Ainda não dá para fazer uma dieta de 1200 calorias: o ideal para quem quer perder peso é seguir um cardápio com cerca de 1500 calorias por pelo menos três meses após o desmame. Seja compreensiva com o seu organismo e lembre-se de que ele sofreu grandes transformações durante a gestação. Não espere recuperar as curvas em menos de seis meses – mesmo porque, internamente, seu organismo vai levar cerca de um ano para voltar ao que era antes. A seguir, confira os cardápios propostos pela nutricionista Gabriella Guerrero Pereira – para a mãe que está amamentando e para quem já parou de amamentar.

Perca peso enquanto amamenta


O cardápio da mulher que está amamentando deve conter aproximadamente 1900 calorias por dia

Café da manhã

Opção 1
• 1 copo de suco de abacaxi com hortelã
• 2 fatias de pão integral light
• 2 col. (sobremesa) de queijo cottage
• 1 fatia média de melão

Opção 2
• 1 copo de iogurte natural desnatado batido com ½ papaia e 1 col. (sobremesa) de linhaça
• 1 fatia de pão integral light com 1 fatia fina de queijo de minas e 1 col. (sobremesa) de geleia sem açúcar
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 3
• 1 xíc. (chá) de salada de frutas (banana, maçã, mamão, melão e morango)
• 1 copo de iogurte natural desnatado com 3 col. (sopa) de aveia
• 1 col. (chá) de mel
• 1 fatia de pão integral light com 1 ponta de faca de margarina light

Lanche da manhã

Opção 1
• ½ papaia com 2 col. (sopa) de aveia e 1 col. (sobremesa) de linhaça
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 2
• 1 Polenguinho Light
• 1 banana
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 3
• 1 fatia fina de bolo simples
• 1 xíc. de chá de ervas*

Almoço 
Opção 1
• 1 prato (sobremesa) de salada: agrião, rúcula, alface, tomate, cenoura e erva-doce com 1 col. (sopa) de azeite
• 3 col. (sopa) de arroz integral
• 2 conchas cheias de feijão
• 1 filé médio de frango grelhado (130 gramas)
• 1 pires de brócolis no vapor com lascas de amêndoa

Opção 2
• 1 prato (sobremesa) de salada: alface, tomate, ricota esfarelada e lascas de maçã com 1 col. (sopa) de azeite
• 2 col. (sopa) de purê de mandioquinha
• 1 concha de lentilha
• 4 col. (sopa) de carne moída magra
• 4 col. (sopa) de abobrinha refogada

Opção 3
• 1 prato (sobremesa) de salada: folhas verdes-escuras, beterraba ralada e pepino com 1 col. (sopa) de azeite
• 2 col. (sopa) de suflê de espinafre
• 2 col. (sopa) de batata cozida ou assada ou 1 xíc. (chá) de macarrão integral cozido com 1 fio de azeite
• 1 filé grande de peixe grelhado (150 gramas)
• 3 col. (sopa) de vagem refogada

Lanche da tarde
Opção 1
• 2 torradas integrais com 2 col. (sobremesa) de geleia sem açúcar
• 1 xíc. de café com leite desnatado

Opção 2
• 1 fatia de pão integral light com 1 fatia de queijo de minas
• 1 copo de suco de uva sem açúcar

Opção 3
• 1 barrinha de cereais
• 1 copo de água-de-coco
• 1 maçã

Jantar 

Opção 1
• 1 prato de sopa de legumes
• 1 filé médio de frango grelhado (130 gramas)
• 4 col. (sopa) de cenoura cozida

Opção 2
• 1 prato de sopa de espinafre
• 1 abobrinha média recheada com carne moída e tomate
• 3 col. (sopa) de ervilha torta refogada

Opção 3
• 1 prato (sobremesa) de salada: folhas verdes-escuras, tomate e cenoura ralada com gotas de limão
• 3 col. (sopa) de arroz integral com ervilha
• 1 filé médio de salmão grelhado (130 gramas)
• 1 berinjela assada

Ceia 

Opção 1
• 1 banana assada com canela
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 2
• 1 copo de iogurte de frutas com 1 col. (sopa) de aveia
• 1 xíc. de chá de ervas*

Opção 3
• ½ xíc. (chá) de frutas secas (damasco, castanha-do-pará, nozes e amêndoas)
• 1 xíc. de chá de ervas*

Lanche da madrugada
(Para depois da mamada)

Opção 1
• 1 bananinha seca sem açúcar

Opção 2
• 1 copo de iogurte de frutas

Opção 3
• 1 copo de água-de-coco

* Erva-doce, camomila, cidreira ou hortelã.

Fonte: Boa Forma

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Pizza sem glúten e sem caseína

Ingredientes:

- 1 colher das de sopa de fermento biológico seco

- 3/4 de xícara de farinha de arroz integral (com a branca não dá certo)

- 2/3 de xícara de polvilho (pode substituir por amido de milho ou araruta)

- 3 colheres das de chá de CMC, goma xantana ou gomar guar

- 1 colher das de chá de sal

- 1 colher das de chá de açúcar

- 1 e 1/2 colher das de chá de gelatina em pó sem sabor ou agar agar para uma pizza vegana

- 3/4 de xícara de água morna

- Molho de tomate para cobertura e outros ingredientes a gosto.

Modo de fazer:

1º Pré-aqueça o forno a 180º C.

2º Unte uma forma redonda para pizza com 30 cm de diâmetro com creme vegetal (margarina sem leite) e enfarinhe.

3º Em uma vasilha média misture todos os ingredientes secos. Adicione a água morna e bata com a batedeira em velocidade máxima por 3 minutos.

4º Transfira a massa para a forma untada, polvilhe farinha de arroz por cima e vá abrindo a massa na forma com as mãos, polvilhando mais farinha de arroz para não grudar nos dedos. Deixe a borda mais grossa.

5º Leve ao forno pré-aquecido e asse-a por 15 minutos. Enquanto isso prepare a cobertura. Retire a massa do forno e rapidamente espalhe a cobertura de seu gosto. Retorne ao forno e asse por mais 20 minutos.

Você ainda pode transfirar a massa para uma grade específica de pizzas e assá-la por mais 5 minutos para deixá-la mais crocante.

Fonte: www.dietasgsc.blogspot.com

segunda-feira, 7 de maio de 2012

Compulsão alimentar é distúrbio químico nos mecanismos da fome



Comer demais, sem vontade, engolir rápido e sentir culpa são sinais.

Três a cada quatro pessoas diagnosticas com o problema são obesas.
Comer demais de vez em quando é um problema que a maioria das pessoas enfrenta, principalmente nos finais de semana ou eventos especiais. Mas há aqueles que se descontrolam sempre na frente da comida, mesmo sem fome. Resultado: passam mal ou se sentem culpados.
O assalto à geladeira durante a noite também é característica da compulsão alimentar, um problema que atinge até 4% da população geral e 6% dos obesos – podendo alcançar metade dos indivíduos mórbidos, segundo dados da Associação Americana de Psiquiatria.
O compulsivo não tem hora para comer: é um "saco sem fundo" e abocanha qualquer coisa o tempo todo, mesmo quando o corpo não precisa de energia.
Como consequência, 75% das pessoas com esse distúrbio químico nos mecanismos da saciedade ganham muito peso, pois consomem mais calorias do que precisam por dia, principalmente na forma de doces e gorduras. Aquelas que não engordam, segundo o endocrinologista Alfredo Halpern, é porque têm compensação calórica inconsciente ou um metabolismo muito bom.
Além disso, muitos indivíduos compulsivos também sofrem de depressão, ansiedade e outros transtornos psíquicos, como explicou o psiquiatra Adriano Segal.
O especialista disse que alguns pacientes chegam a comer alimentos crus ou congelados, não por prazer, mas por descontrole. E, num prazo curto de 2 horas, essa ingestão pode chegar a 15 mil calorias, sendo que um adulto normal precisa em média de 2 mil calorias por dia para viver.
De acordo com Halpern e Segal, a compulsão também pode estar associada a um transtorno bipolar e a uma personalidade de excessos, como acontece com compras e drogas, por exemplo. E os episódios de "ataque" são mais frequentes no fim da tarde e à noite, quando a pessoa chega a consumir até 50% das calorias totais daquele dia.
Alguns pacientes fazem misturas inacreditáveis, como pão com leite condensado e chocolate, biscoito de chocolate recheado com queijo branco ou biscoito salgado com iogurte – e por aí vai.
As mulheres costumam sofrer mais, e aliar esse comportamento a dietas malucas ou remédios para emagrecer sem prescrição médica.
Uma regra de ouro que o Bem Estar já ensinou é esperar 20 minutos antes de antes de repetir o prato, para o cérebro perceber se o corpo ainda está com fome.

Tratamento:

No caso de doenças crônicas e psiquiátricas, como a compulsão alimentar, raramente se fala em cura, mas em tratamento.
Os cuidados são comportamentais, com a mudança de estilo de vida, reeducação alimentar e a prática de exercícios, ou farmacológicos, com a administração de medicamentos antidepressivos (que modificam os caminhos da serotonina no corpo) e indutores de saciedade.
Os médicos aconselham a atividade física para esses pacientes porque os exercícios diminuem os níveis de depressão e ansiedade, com a liberação de endorfina, hormônio que dá sensação de prazer e substitui a serotonina liberada pela comida, cujo efeito é semelhante.
Quem pratica exercícios também queima mais calorias e tende a comer menos gordura, o que facilita o controle de peso e melhora o funcionamento intestinal, contribuindo de forma ampla para o tratamento do problema.
Fonte: Bem Estar