terça-feira, 5 de julho de 2011

Comprar produtos da estação é econômico e faz bem para a saúde

Conheça a lista de alimentos que estão na safra em cada mês do ano. Com algumas dicas eles podem ser melhor aproveitados.

Quem costuma ir à feira ou ao supermercado sabe que comprar alimentos que estão na safra compensa muito mais. Mas o aumento na produção de um determinado produto não quer dizer apenas uma boa notícia pro bolso da família. Além de mais gostosos, eles também ficam mais nutritivos.

No meio do ano, por exemplo, é uma época boa para comprar morango, caqui, mamão papaia e manga. Também estão na safra abóbora, batatas, aipim, ervilha, brócolis e cenoura.

A chef Ina Gracindo ensina como lavar os legumes antes de consumir. “Como eles vem com muita terra, é preciso ter uma escovinha na cozinha e muita água. As folhas, depois de lavadas e de ficar 20 minutos em água gelada com uma colher de água sanitária, precisam ser bem secas pra durar mais. O pulo do gato é ter papel toalha ou guardanapo na hora de guardar. Primeiro se coloca uma camada de papel toalha, depois as folhas bem separadinhas e a última camada é de papel novamente”.

Algumas dicas deixam as verduras da época ainda melhores. Para deixar o repolho mais digestivo, coloque as folhas de molho na água gelada e pingue algumas gotas de limão, que amolece as fibras duras. Para o brócolis ficar crocante, cozinhe por no máximo sete minutos e dê um choque térmico com água bem gelada, fazendo com que ele pare de cozinhar.

Saiba quando é a safra de cada alimento.

JANEIRO
- Legumes e verduras: abóbora, abobrinha (início da safra), agrião, aipim, alho, alho-poró, almeirão, aspargo, batata, batata-doce, berinjela, beterraba, brócolis, cebola, cebolinha, cenoura, chicória, couve, espinafre, inhame, jiló, milho-verde, nabo, pepino, pimentão (todos: verde, amarelo e vermelho), quiabo, rabanete, repolho-roxo, tomate,vagem.

- Frutas: abacaxi, banana-prata, banana-d’água, carambola, fruta-do-conde, goiaba (início), laranja-pera, limão Taiti, mamão (início), manga (início), maracujá, melancia, melão, pêssego (início), uva.

FEVEREIRO
- Legumes e verduras: abóbora, abobrinha, agrião, aipim, alho-poró, aspargo, batata, batata-doce (principalmente a amarela), berinjela, beterraba, cebola, cebolinha, couve, gengibre, inhame, jiló, milho-verde, pepino, pimentão vermelho, quiabo, repolho, tomate.

- Frutas: abacate, banana-prata, caqui, carambola, coco-verde, fruta-do-conde, goiaba, jaca, laranja-pera, limão Taiti, maçã (nacional), pêra, uva.

MARÇO
- Legumes e verduras: abóbora, abobrinha, acelga, aipim, alface, alho-poró, aspargo, batata, batata-doce, berinjela, cará, cebolinha, chuchu, coentro, escarola, endívia, gengibre, inhame, jiló, milho-verde, nabo, pepino, pimentão amarelo, quiabo, rabanete, repolho, rúcula, salsa, tomate, vagem.

- Frutas: abacate, abacaxi pérola, banana-prata, banana-maçã, banana-d’água (ou nanica), caqui, coco-verde, fruta-do-conde, goiaba, jaca, laranja-pera, limão Taiti, maçã (nacional), mamão formosa, mamão Havaí, pera, tangerina-cravo, uva.

ABRIL
- Legumes e verduras: abóbora, abobrinha, aipim, alho-poró, aspargo, batata, batata-doce, berinjela, cebolinha, chicória, chuchu, inhame, jiló, milho-verde, pepino, pimentão (todos), quiabo, rabanete, repolho, rúcula, vagem.

- Frutas: abacate, banana-prata, banana-maçã, caqui, kiwi (nacional), laranja-pêra, limão Taiti, maçã (nacional), mamão, maracujá, pêra, tangerina-cravo, tangerina poncã, uva Itália.

MAIO
- Legumes e verduras: abóbora, abóbora japonesa, abobrinha, acelga, agrião, aipim, alface, alho, alho-poró, almeirão, batata, batata-baroa, batata-doce, berinjela, beterraba, cará, cenoura, couve, chuchu, erva-doce, inhame, jiló, louro, mostarda, moyashi, nabo, rabanete, repolho, rúcula, pimentão vermelho, quiabo, tomate, vagem.

- Frutas: abacate, banana-maçã, caqui, jaca, kiwi (nacional), laranja-lima, laranja-seleta, limão Taiti, maçã (nacional), mamão, maracujá, pêra, tangerina cravo, tangerina poncã.

JUNHO
- Legumes e verduras: abóbora, abóbora japonesa, acelga, agrião, aipim, alface, alho-poró, batata, batata-baroa, batata-doce, brócolis, cará, cenoura, cheiro-verde, couve-: or, chuchu, espinafre, erva-doce, ervilha, gengibre, inhame, milho-verde, mostarda, moyashi, palmito, rabanete, repolho, rúcula, tomate.

- Frutas: abacate, banana-prata, carambola, caqui, kiwi, laranja-lima, maracujá, melancia, mexerica, morango, tangerina poncã.

JULHO
- Legumes e verduras: abóbora, acelga, agrião, aipim, aipo, alface, alho-poró, batata-doce, batata-baroa, brócolis, cará, cebola, cenoura, cheiro-verde, chicória, coentro, couve, couve-flor, erva-doce, ervilha, espinafre, inhame, mostarda, nabo, palmito, pimentão verde, rabanete, repolho, tomate.

- Frutas: banana-d’água, carambola, kiwi (nacional), laranja-lima, laranja-seleta, limão Taiti, maracujá, morango, tangerina cravo, tangerina, poncã.

AGOSTO
- Legumes e verduras: abóbora, abobrinha, acelga, agrião, aipim, alface, alho-poró, almeirão, batata-baroa, batata-doce, berinjela, beterraba, brócolis, cará, cebola, cenoura, cheiro-verde, chicória, chuchu, couve, couve-flor, erva-doce, escarola, espinafre, ervilha, inhame, mostarda, nabo, pimentão vermelho, rabanete, repolho, rúcula.

- Frutas: banana, caju, carambola, kiwi, laranja-lima, laranja-seleta, lima-da-pérsia, mamão formosa, morango, tangerina.

SETEMBRO
- Legumes e verduras: abóbora, abobrinha, acelga, aipo, agrião, alface, alho, alho-poró, almeirão, beterraba, brócolis, cará, cebola, cebolinha, cenoura, chicória, coentro, couve, couve-de-bruxelas, couve-flor, erva-doce, ervilha, escarola, espinafre, fava, inhame, louro, orégano, palmito, pimentão verde, nabo, rabanete, rúcula, tomate caqui.

- Frutas: abacaxi pérola, banana-d’água, caju, carambola, laranja-lima, laranja-pêra, maçã (nacional), mamão, mamão Havaí, morango, nêspera, tamarindo, tangerina.

OUTUBRO
- Legumes e verduras: abóbora, abobrinha, acelga, agrião, aipo, alcachofra, alface, alho, alho-poró, almeirão, batata-doce, berinjela, beterraba, brócolis, cebola, cenoura, chicória, chuchu, couve, couve-: or, espinafre, nabo, pepino japonês, pimentão amarelo, rabanete, repolho, rúcula, vagem, tomate caqui.

- Frutas: abacaxi pérola, acerola, banana d’água, banana-prata, caju, jabuticaba, laranja-pêra, lima-da-pérsia, maçã nacional, mamão Havaí, manga, melão amarelo, melancia, nêspera, pêssego, tangerina.

NOVEMBRO
- Legumes e verduras: abóbora, abobrinha, aipo, alcachofra, alface, alho, alho-poró, almeirão, batata, berinjela, beterraba, brócolis, cebola, cebolinha, cenoura, chicória, chuchu, couve, espinafre, inhame, maxixe, milho-verde, pepino, pimentão amarelo, rabanete, repolho, vagem, tomate salada.

- Frutas: abacaxi pérola, acerola, banana, caju, framboesa, jaca, laranja-pêra, maçã (nacional), mamão, manga, maracujá, melancia, melão, nectarina, pêssego, tangerina.

DEZEMBRO
- Legumes e verduras: abobrinha, alcachofra, alho, alho-poró, almeirão, batata, beterraba, cebola, cebolinha, cenoura, chicória, couve, espinafre, pepino, pimentões (todos: verde, amarelo e vermelho), rabanete, repolho, tomate, vagem.

- Frutas: abacaxi, ameixa, banana-prata, goiaba, laranja-pêra, lichia, limão, maçã, mamão, manga, maracujá, melão, melancia, nectarina, pêssego, romã, uva.

Fonte: Jornal Hoje

sábado, 2 de julho de 2011

Você já ingeriu cálcio hoje?



É verdade que o brasileiro não abre mão do leite com café na primeira refeição do dia. Mas, daí para frente, para a maioria da população essa passa a ser a única refeição do dia onde o cálcio aparece. Diariamente, um adulto precisa ingerir 1.000 mg de cálcio, que corresponde a três xícaras (chá) de leite, ou quatro iogurtes ou cinco fatias médias de queijo branco. Assim, não é difícil entender porquê de as empresas especializadas em produtos lácteos estarem enriquecendo cada vez mais os produtos com cálcio.

Quer bons motivos para ingerir o nutriente? É indispensável para a saúde dos ossos e dentes. Além disso, atua na contração e no relaxamento muscular, na transmissão dos impulsos nervosos, na regulação do batimento cardíaco e, junto com a vitamina K, atua no processo de coagulação do sangue. E se ainda não está convencido, pesquisas demonstram que ajuda a reduzir a gordura corporal, isso porque atua nas células de gordura (os adipócitos), estimulando a queima do que estava armazenado, facilitando o emagrecimento.

Pesquisas alertam que o brasileiro consome cada vez menos cálcio. O que vai colocar a população em risco de desenvolver doenças relacionadas ao seu deficit, como a osteoporose, podendo ser futuramente grave problema de Saúde Pública.
As mulheres na menopausa, as crianças, os jovens e os idosos são os mais suscetíveis a desenvolver patologias causadas pela baixa ingestão dessa substância.
E a lista de problemas é grande. Além da tão conhecida osteoporose, estudos demonstram haver relação direta entre o baixo consumo de cálcio e o desenvolvimento da hipertensão arterial, cãibras, dores articulares e insônia. Somados à baixa ingestão, diversos fatores diminuem a absorção.

Lembra aquele café com leite que citamos no início da matéria? Pois é, o café é um dos produtos que mais inibem a absorção do cálcio. Temos ainda os achocolatados, as fibras (que aparecem nos cereais matinais) e o ferro presente principalmente nas carnes. Por isso, não se deve fazer a ingestão de produtos cárneos junto com os derivados do leite, porque tanto o ferro quanto o cálcio terão sua absorção prejudicada pelo chamado fator de ‘interação dos nutrientes.’ Para melhorar a absorção, é necessária uma ajudinha extra da vitamina D, que é sintetizada na pele quando estamos expostos ao sol. Assim, pessoas com restrições à exposição solar precisam ficar mais atentas aos riscos da deficiência de cálcio.

Além do leite e derivados, que são as maiores fontes de cálcio, podemos encontrá-lo nas amêndoas, na sardinha, na semente de girassol, na gema de ovo e nos vegetais de coloração verde-escura. No entanto, é necessário consumo muito alto de produtos vegetais para atingir a recomendação do mineral. Enquanto um copo de iogurte natural (200 g) tem aproximadamente 280 mg de cálcio, 200 g de brócolis têm em média 200 mg. Imagine a quantidade de verdura que precisaríamos para atingir 1.000 mg de cálcio. Agora não perca tempo e corra para ingerir mais dessa substância tão necessária.

Fonte: Revista Dia a Dia (por Alessandra Nunes)

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Alimentação Infantil: Dicas práticas para ajudar seu filho a se alimentar de maneira saudável


A infância é a etapa da vida em que aprendemos muitos dos valores e hábitos que vamos levar para a fase adulta. Assim, é importante que as crianças aprendam a comer de maneira saudável desde cedo. “Educação e controle alimentar na infância podem ser determinantes para garantir o desenvolvimento físico e intelectual pleno”, explica a nutricionista Greice Caroline Baggio. Como as coisas fluem como planejadas, a especialista dá algumas dicas.

- Sim para tudo: procure não agradar apenas o paladar do seu filho, pense no desenvolvimento dele. Crianças sem limites tendem a abusar de doces e frituras com alto valor calórico e baixo valor nutricional. Reserve alguns momentos específicos para que a criança consuma aquilo que a agrada.

- Fora de hora: o ideal é fazer pequenas refeições ao longo do dia, evitando beliscar entre as refeições. Os lanches fora de hora, em geral, são calóricos e pouco nutritivos.

- Comida como recompensa: “Como a salada, senão não vai ganhar sobremesa”. Embora muitos pais já tenham dito frase semelhante, essa é uma atitude que pode distanciar a criança de alimentos saudáveis.

- Coma tudo: a criança tem limites de tolerância distintos dos adultos, por isso monte junto com ela um prato colorido, atrativo, e com as quantidades que ela acha que vai consumir.

- Substituir refeições: “Isso pode proporcionar graves deficiências nutricionais. Arroz, feijão, carne, verduras e legumes contribuem para oferecer uma gama de nutrientes impossíveis de serem substituídos por alimentos de baixo valor nutricional”, afirma a nutricionista.

- Varie sempre: talvez uma criança só consuma determinado alimento porque é o único que está sendo oferecido a ela. Procure sempre variar o cardápio.

- Dê o bom exemplo: não basta querer que a criança consuma alimentos saudáveis se o restante da família não fizer o mesmo. Os pais sempre devem dar o bom exemplo.


Fonte: revista Na Mochila


Estudo aponta lista de alimentos que engordam ou emagrecem

Inserir cinco opções no cardápio e evitar outras cinco ajuda a perder peso

Uma pesquisa feita pela área de medicina da faculdade de Harvard, nos Estados Unidos, descobriu que a perda de peso vai muito além da dieta e dos exercícios. Fazendo uma análise profunda dos hábitos alimentares de mais de 120 mil pessoas com idades entre 37 e 52 anos, foi possível identificar alimentos que engordam mais e outros que até ajudam na perda de peso, incluindo hábitos que contribuem para uma vida mais saudável.

Os médicos agruparam participantes de outros três estudos, e avaliaram, a cada quatro anos, a relação entre mudanças nos hábitos de estilo de vida e peso. Ao final do estudo, eles encontraram cinco alimentos que são uma grande armadilha para quem quer perder peso e outros cinco que são grandes aliados.

Os alimentos associados ao ganho de peso no período do estudo foram batatas fritas; outras batatas; bebidas adoçadas com açúcar; carne vermelha não processada e carnes vermelhas processadas. Os alimentos ligados ao menor ganho de peso e até mesmo à perda dele - em alguns casos - foram legumes; grãos integrais; frutas; oleaginosas e iogurte.

Os pesquisadores afirmam que a quantidade de gordura total desses alimentos não está fortemente ligada a perda ou ganho de peso, mas sim a qualidade destes.

Além disso, eles notaram que a adoção de outros hábitos, como dormir de 6 a 8 horas por noite, fazer exercícios e assistir menos a TV auxiliaram na perda de peso.

Emagreça mais mantendo um diário sobre a sua dieta

Manter um diário da dieta, anotando tudo o que se come, é mais um artifício que ajuda na redução de peso. A eficácia dessa técnica foi comprovada por uma pesquisa feita nos Estados Unidos. O estudo revelou que quem registra os alimentos que ingere emagrece em dobro.

No Brasil, a técnica é também recomendado por profissionais ligados à saúde alimentar. "Quando anotamos o que comemos, prestamos mais atenção em nossas escolhas. Assim, podemos reduzir o consumo calórico diário. Essa queda pode chegar a 30%", diz a nutricionista Ligia Henriques.

A falta de uma ideia real do total de comida ingerida durante o dia acontece porque a memória tende a ser seletiva quando se trata de pequenas porções. Um docinho que um colega ofereceu, uma bolacha que você mastigou enquanto fechava um relatório e um refrigerante que tomou ao longo da tarde não costumam entrar na conta das calorias ingeridas.

Tudo isso deve estar registrado no diário. Como o objetivo é corrigir equívocos na alimentação e eliminá-los na sequência, o ideal é que você anote em detalhes o que come e bebe. Dentre as anotações devem estar informações como quantas vezes por dia você ingeriu algo, os horários, as quantidades e as sensações relacionadas a cada refeição - se estava com fome antes ou não, se comeu rápido ou devagar, se estava sozinha ou acompanhada, se foi em um lugar tranquilo ou cheio de gente, se ficou satisfeita ou cheia demais etc. Colocar o seu peso, não necessariamente diariamente, mas de vez em quando, também é uma boa saída para controlá-lo. Além disso, caso goste de escrever, você pode estender os assuntos para questões emocionais, que estão quase sempre relacionadas com o sucesso dos regimes.

De acordo com a pesquisa americana, o diário não precisa necessariamente ser feito em um caderno. Somente o ato de registrar o que você comeu, seja em um post-it, em um email enviado para você mesma ou até em um SMS, pode ser suficiente. O essencial é ser disciplinada para não esquecer nada e sincera para não burlar as regras.

A vantagem de manter o controle organizado é que, eventualmente, você pode levá-lo para seu nutricionista analisar. "O profissional consegue extrair informações importantes. É um excelente instrumento para orientar o paciente através dos erros e acertos.

É bom lembrar que monitorar o que come não é um pré-requisito para emagrecer e, sim, um instrumento. Se você consegue controlar mentalmente seus hábitos alimentares, escrever cada item que ingere pode ser um incômodo extra no mar de preocupações que dietas, inevitavelmente, trazem.

Fonte: Minha Vida

Não gosto de beber água

A afirmação de que a pessoa não bebe água porque não gosta é mais comum do que se imagina. Levando-se em consideração que a recomendação média de ingestão de líquidos é de dois litros diariamente, vale entendermos quais são os que podem entrar como o substituto da água.



Partiremos do seguinte pressuposto: se mais de 60% do nosso organismo é composto por água e sendo ela fundamental para diversas reações químicas do corpo, não fica difícil concluir que não podemos excluí-la da nossa rotina diária. E trocá-la? Vale utilizar outros líquidos para complementar a quantidade, mas quais?

Sucos de frutas naturais e água de coco podem ser utilizados para aumentar a hidratação, assim como os chás, mas sempre dando preferência pelos claros (camomila, cidreira, erva-doce), já que o mate e o preto são ricos em substâncias estimulantes e aumentam a produção de urina, muitas vezes auxiliando a desidratar ainda mais o organismo de quem não bebe adequadamente a quantidade recomendada de líquidos.

E os sucos de caixinha? Embora práticos para o uso no dia a dia, já que podem ser transportados com facilidade e a durabilidade é maior, não podemos deixar de considerar os aditivos químicos co
mo os conservantes, os antioxidantes, os estabilizantes, que podem trazer riscos à saúde de quem os consome com frequência. Além do mais, durante o processo de industrialização, perdem-se principalmente as fibras, nutrientes importantes para o bom funcionamento do organismo.


SUCOS INDUSTRIALIZADOS X REFRIGERANTES


Os refrigera
ntes, mesmo na versão zero, também possuem corantes, acidulantes, adoçante e sódio, que deve ser controlado principalmente para pessoas com hipertensão arterial. Possuem ainda o ácido fosfórico, que reduz a absorção do cálcio e contribui para o aumento da prevalência de doenças ósseas como a osteoporose. Assim, nesse quesito, o melhor seria substituir os refrigerantes pelos sucos industrializados.



Já existem no mercado os sucos orgânicos, produzidos dentro de princípios naturalistas, com ausência de substâncias que podem trazer riscos à saúde. Ao escolher um suco industrializado, desenvolva o hábito de ler o rótulo, sempre dando atenção para os que tenham menos açúcar. E não se iluda com a quantidade de vitaminas e minerais que são incorporados aos produtos, muito mais como estratégia de venda do que para melhorar a qualidade nutricional.



A água é imbatível quando o assunto é hidratação. Mas não espere sentir sede para ingeri-la. Estudos mostram que o centro da fome e da saciedade está localizado na mesma região do hipotálamo. Assim, quando vier aquela sensaçãozinha de fome fora de hora, experimente beber um copo de água. Se passar, era sede.




Fonte: Revista Dia-a-Dia (por Alessandra Nunes)


quinta-feira, 30 de junho de 2011

Saiba como diferenciar os diversos tipos de leite, feijão e arroz


Embalagens possuem informações sobre fabricação e qualidade de cada produto. Selo do Ministério da Agricultura é obrigatório.

Na hora de cozinhar, a experiência conta, mas a qualidade do produto também. Nas embalagens, estão as informações necessárias para escolher o de melhor qualidade. Mesmo assim, no supermercado, muita gente não sabe diferenciar os tipos de cada alimento.

O arroz e o feijão, por exemplo, são classificados de acordo com os defeitos que eles têm. Os tipos de feijão variam de 1 a 3 e o do arroz de 1 a 5. Os de tipo um tem grãos mais bonitos e inteiros e cozinham com mais facilidade. Os do tipo três têm grãos quebrados, de cores diferentes que podem render menos.




No caso do feijão o importante é colocá-los de molho e observar. Os grãos que boiarem devem ser descartados, porque normalmente são defeituosos e podem não cozinhar direito. Já para o carioquinha, marrom, vale outra dica - quanto mais clarinho, mais novo e melhor é o grão.




Já o leite é classificado por letras. O tipo A é ordenhado sem contato manual e pasteurizado na hora. O tipo B é pasteurizado num local diferente da ordenha. Quanto maior a demora, maior o risco de contaminação. Por fim, o tipo C sai da fazenda em latões e a demora para pasteurização é ainda maior.




Todo produto de origem animal ou vegetal deve ter um selo do Ministério da Agricultura na embalagem. É a garantia de que ele foi inspecionado e obedece às normas de fiscalização.

O consumidor deve ser rigoroso. “Ele está exercendo seu poder de escolha e só consumindo produtos que ele realmente conheça a procedência”, afirma Wilson Roberto de Sá, presidente da Anfa.
Fonte: Jornal Hoje


sexta-feira, 3 de junho de 2011

Doença celíaca tem predisposição genética - dúvidas sobre o glúten

Segundo a gastroenterologista pediátrica Vera Lúcia Sdepanian, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), a pessoa nasce com predisposição genética para ter o problema e, depois de meses ou anos de consumo de glúten, pode desenvolvê-lo. Em geral, o distúrbio aparece entre o primeiro e o terceiro ano, mas pode ocorrer também em adolescentes, adultos e idosos. Ainda não se sabe por que a doença se desenvolve em momentos diferentes da vida.

Às vezes, os sintomas passam despercebidos e não são identificados precocemente. A diarreia crônica costuma ser o principal sinal, acompanhada de emagrecimento e distensão do abdômen. Entre outros sinais, estão anemia que não responde ao tratamento com ferro, baixa estatura sem causa, atraso na puberdade, osteoporose, inchaços súbitos após infecção ou estresse, aftas frequentes, intestino preso e prejuízos do esmalte dentário. Eles podem aparecer isoladamente ou em conjunto, e a doença também pode ser assintomática.

A especialista explicou que o glúten geralmente é introduzido na dieta humana por volta dos 6 ou 7 meses de vida, e familiares de primeiro grau têm mais chance de manifestar a doença celíaca. De cada cem parentes próximos, seis têm chance. E, de acordo com uma pesquisa feita em São Paulo pela Unifesp, para cada 214 doadores de sangue saudáveis, há 1 celíaco.
Pessoas diabéticas, com problemas de tireoide, síndrome de Down ou Turner também têm mais probabilidade de apresentar doença celíaca. Os indivíduos que atingem um grau excessivo de fraqueza e emagrecimento correm mais risco. E, na infância, uma síndrome chamada de crise celíaca pode provocar uma diarreia tão forte a ponto de matar.
Vera Lúcia esclareceu, ainda, que os celíacos podem comer os mesmos alimentos que alguém sem a doença, desde que na composição não haja glúten. Esses itens podem ser preparados com substitutos como milho, mandioca, tapioca, polvilho, batata e arroz.

Segundo a gastroenterologista, em lojas e supermercados, os produtos costumam ser mais caros porque não têm liga nas massas e devem ser preparados de forma especial. O Brasil ainda está aquém do mercado europeu, onde as empresas competem entre si e os valores são menores.
Em um laboratório de pesquisas da Universidade de Mogi das Cruzes, os cientistas estudam formas de fazer alimentos saborosos sem glúten. No mercado, esses produtos costumam ser mais caros, mas encontrados facilmente em supermercados e lojas especializadas. Na cesta básica, o preço sobe de R$ 230 (normal) para R$ 316 (sem glúten), uma diferença de 37%.

O diagnóstico da doença celíaca deve ser feito antes da retirada do glúten da dieta. Recentemente, o Sistema Único de Saúde (SUS) destinou uma verba de cerca de R$ 800 mil para que esse teste seja feito em todo o Brasil. Porém, só cerca de 10% desse valor foi gasto até agora. Após o resultado positivo do exame de sangue, deve ser feita uma biópsia do intestino delgado.

Nesses pacientes, a substância agride e danifica as vilosidades do intestino delgado, prejudicando a absorção dos alimentos. O risco genético é maior quando um familiar de primeiro grau tem a doença. E o diagnóstico pode ser feito por exame de sangue e biópsia do intestino.

Para saber mais sobre a doença celíaca, visite o site da Federação Nacional das Associações dos Celíacos do Brasil (Fenacelbra) e o da Associação dos Celíacos do Brasil (Acelbra).

Receita de bolo de iogurte sem glúten
Ingredientes
- 1 copo de 170 g de iogurte natural
- 200 gramas de creme de arroz
- 3 ovos
- Óleo de canola (medida de 1 copo de iogurte menos um dedo)
- 1 colher de sopa de fermento
- 1 pitada de sal (para as claras em neve)
- Fermento, manteiga e polvilho

Preparo
Bater as claras em neve e depois os outros ingredientes separadamente, inclusive as gemas dos ovos. Acrescentar a clara em neve e colocar o fermento em pó na massa. Em uma forma untada com manteiga e polvilhada com açúcar e canela, despejar a massa. Levar ao forno por 30 a 45 minutos em potência média. (a receita é da culinarista Nildes de Oliveira Andrade).



Fonte: Bem Estar

terça-feira, 10 de maio de 2011

Nove alimentos para deixar a imunidade nas alturas


Sua imunidade anda baixa? Ou, melhor ainda, você não quer dar chance para que nenhum mal afete a sua saúde? Aposte em um prato de comida bem equilibrado, principalmente com os ingredientes certos. "Os alimentos são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico", afirma Ioná Zalcman, mestre em nutrição pela Universidade Federal de São Paulo. De acordo com a nutricionista, atingir a recomendação diária de consumo de frutas e vegetais já garante uma defesa melhor. "O consumo deve ser de cinco porções por dia: três frutas e dois vegetais", completa. A seguir, confira a lista de campeões da blindagem e conheça os motivos que tornam esses alimentos poderosos aliados do organismo.

1- Frutas cítricas, como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho são ricos em vitamina C, antioxidante que aumenta a resistência do organismo.
2- Vegetais verdes escuros (brócolis, couve, espinafre), feijão, cogumelo (shimeji) e fígado são alguns dos alimentos que apresentam ácido fólico. O nutriente auxilia na formação de glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo.
3- Carne, cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas (feijão, lentilha, ervilha, grão de bico), são ricos em zinco, nutriente que combate resfriados, gripes e outras doenças do sistema imunológico.
4- Noz, castanha, amêndoa e óleos vegetais (de girassol, gérmem de trigo, milho e canola) são ricos em vitamina E. Ela é benéfica, principalmente para os idosos, agindo no combate à diminuição da atividade imunológica por conta da idade.

5- Rico em licopeno, o tomate é forte aliado para combater doenças cardiovasculares, removendo radicais livres do organismo.
6- O ômega-3 presente, por exemplo, no azeite e no salmão, auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo.
7- A castanha-do-Pará e cogumelos (Champignon) contêm selênio, um forte antioxidante que combate os radicais livres, melhorando a imunidade do corpo e acelerando a cicatrização do organismo.
8- Rico em vitaminas C, B6 e com ação bactericida, o gengibre vai além de ajudar a tratar inflamações da garganta e auxilia nas defesas do organismo.
9- A pimenta é fonte de betacaroneto, substância que se transforma em vitamina A, nutriente que protege o organismo de infecções.
Fonte: www.minhavida.com.br


segunda-feira, 9 de maio de 2011

Graus a menos e quilinhos a mais? Não! Veja dicas para não perder a forma nesta estação



O sol brilha, mas a brisa fresca do outono dá aquela vontade de não sair da cama. Quando não é dia de trabalho, a diversão preferida é o filmezinho com pipoca no sofá. Por baixo do cobertor, porém, ainda está um corpinho perfeito, lapidado durante o verão. Mas a nova estação as traz tentações que vêm com as temperaturas mais baixas e podem pesar na balança. Aprenda com especialistas como evitar ganhar peso nesse período sem deixar de curtir os seus deliciosos atrativos.

Vontade de comer mais
Se existe algum culpado desse aumento de peso é o nosso metabolismo. O tempo mais ameno vai desacelerá-lo. "Com essa desaceleração, é natural ter maior vontade de comer", destaca a nutricionista Patrícia Haiat. Isso acontece porque o corpo diminui o ritmo para armazenar energias e combater o frio. "Sentimos mais fome nessa época do ano por conta dos processos metabólicos feitos pelo organismo para manter a temperatura corporal", salienta a nutricionista Marcela Casanova.
Por fora, o friozinho pede o casaco de inverno há tempos no armário só esperando por essa oportunidade. Ou aquelas botas sempre em alta na estação. Por dentro, o corpo também busca alternativas que equilibrem sua temperatura. "A metabolização das gorduras produz mais calorias do que a de carboidratos e proteínas, por exemplo. Por isso, tendemos a preferir alimentos mais quentes e de digestão mais lenta, que proporcionam sensação de saciedade por mais tempo, mas também são mais calóricos", explica Casanova.
Os alimentos que mantiveram seu corpo em forma no verão, como legumes, verduras e frutas, acabam perdendo força no cardápio para sopas e caldos. "No verão, é comum as pessoas darem preferência a comidas geladas e de mais fácil digestão, para refrescar e hidratar, já que estes alimentos contêm muita água. No inverno, elas preferem comidas mais pesadas para gerar mais energia", comenta Haiat.
Ficar mais em casa também é outro inimigo da boa forma. "O tempo ameno faz a gente perder um pouco da coragem de sair, reduzindo o nível de atividade física e aumentando o consumo de alimentos. Consequência: o ponteiro da balança sobe mesmo", complementa Casanova.

Inove o cardápio
Para combater a fome crescente e a diminuição da frequência dos passeios sem abrir mão do corpão, a solução é inovar no cardápio. A nutricionista Ana Rosa Cunha recomenda o uso de alimentos termogênicos para os lanches e intervalos entre as refeições.
"Os termogênicos são alimentos extraídos de plantas, como por exemplo o café, as pimentas e os chás. Seus elementos (cafeína, capsaicina e catquinas, respectivamente) são responsáveis por aumentar o gasto calórico", explica Ana Rosa, ressaltando que nenhum deles, no entanto, deve substituir as refeições. Outra ressalva é com relação à hidratação: "A sensação de sede diminui, mas a necessidade hídrica não. Então, continue se hidratando neste período".
Outros elementos podem incrementar ainda mais as receitas da estação. Especiarias como mostarda e gengibre dão um toque especial nos pratos e ajudam na briga com a balança. Segundo Cunha, as frutas devem fazer parte do menu: "Laranja, as gorduras de coco, kiwi, guaraná, maçã e até o vinagre de maçã são outros termogênicos de grande relevância", lista.

Na dispensa, acrescenta ela, acelga, aspargos, couve, brócolis, linhaça e produtos derivados do chocolate também são muito bem-vindos. Com estes ítens aquele jantar de queijos e vinhos pode acontecer, desde que não se torne rotina. "Se forem incorporados ao dia a dia, precisam ser combinados de uma forma que não surta efeito negativo na balança", conclui Haiat.

Fonte: Bolsa de Mulher

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Conheça 5 hábitos que atrapalham a dieta e fazem mal à saúde

Comer rápido demais é um dos comportamentos que devem ser mudados

Você se dedica à dieta, faz cinco refeições por dia, come alimentos saudáveis, pratica exercícios físicos, mas ainda assim não emagrece tanto quanto gostaria. O problema pode estar em manias alimentares difíceis de serem identificadas. As nutricionistas Luana Grabauskas e Salete Brito, do Hospital de Clínicas da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), apontam maus hábitos e sugerem mudanças que podem transformar sua relação com a comida e seu processo de emagrecimento.

1- Comer rápido
Velho hábito: "Quem come rápido não mastiga corretamente e aumenta o trabalho do estômago para digerir os alimentos, o que pode levar ao desenvolvimento de doenças como gastrite e úlcera", alerta Salete. Luana acrescenta que o costume também prejudica a obtenção da sensação de saciedade, já que ela demora um pouco para aparecer depois que se inicia a refeição. Se a pessoa come muito rápido, nem dá tempo para o cérebro entender que o corpo está sendo alimentado.

Novo hábito: O primeiro passo para mudar a postura em relação à velocidade com que se come é estar atenta à quantidade de comida e à forma como a refeição é realizada, explica a especialista. As dicas para melhorar essa atitude são: levar pequenas porções de alimentos à boca, comer em lugares tranquilos, descansar os talheres entre uma garfada e outra, evitar se alimentar na frente da TV ou do computador, em pé ou realizando outra atividade, e saborear cada bocada. 

2- Comer muita carne
Velho hábito: Salete explica que ingerir carne em excesso sobrecarrega os rins, pois esse é o órgão que elimina as substâncias derivadas do alimento que não servem para o organismo. "Por ser fonte de proteína animal, a carne não deve ser consumida de forma exagerada devido à quantidade de gordura saturada e colesterol que contém", acrescenta Luana.

Novo hábito: A nutricionista ainda aconselha que, por possuir mais gordura saturada
que a carne branca, a vermelha seja consumida apenas duas vezes por semana. Ela ainda recomenda aumentar a ingestão de vegetais. Para deixá-los mais saborosos, as sugestões são cozinhá-los em versões diferentes, como grelhada e assada, e temperá-los com molhos light ou à base de ervas. 



3- Comer sob estresse
Velho hábito: "A pessoa que ingere alimentos sob essas condições acaba comendo mais rápido e em mais quantidade", alerta Salete. Isso porque, segundo a nutricionista, é comum descontar os sentimentos de ansiedade e tensão nos alimentos.

Novo hábito: "O ideal é se conscientizar que, no horário de refeição, é preciso se esforçar para que os problemas fiquem em segundo plano", orienta Salete. Luana ressalta que ficar sem se alimentar nesses momentos também não é uma boa alternativa. "A saída é nunca pular as refeições, porque isso pode aumentar o apetite e facilitar o ataque a guloseimas e alimentos calóricos. É importante também controlar o consumo de substâncias estimulantes, como bebida alcoólica, café e chá preto, que aumentam a sensação de irritabilidade", recomenda. 

4- Comer com a atenção desviada
Velho hábito: se alimentar enquanto responde e-mail, vê TV ou trabalha faz com que a pessoa preste menos atenção no que está ingerindo e acabe consumindo uma maior quantidade de comida. Salete acrescenta que "a pessoa também pode sofrer a sobrecarga emocional dos assuntos que estão passando na televisão".

Novo hábito: "O horário de alimentação deve ser respeitado apenas para tal", afirma a nutricionista da Unifesp. Luana indica realizar as refeições em horários pré-determinados sempre na cozinha ou em um local calmo.

5- Comer sempre a mesma coisa
Velho hábito: pratos que não são coloridos podem ter falta de nutrientes, afirma a nutricionista. Em função disso, por mais que adore alguns alimentos específicos e pense que poderia viver apenas à base deles, é importante diversificar sempre o cardápio.

Novo hábito: "Uma solução para mudar esse habito é alternar os tipos de preparações, realizar novas receitas, incluir temperos variados e inovar sempre o menu incluindo diferentes tipos de alimentos", sugere Luana. 

Fonte: Minha Vida